fotocycle [5] 1+1

 Own The Lane by Amsterdamize

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momento zen

Termina o expediente. Empilho alguma papelada que arquivarei amanhã. Pico o ponto e preparo-me para retornar a casa depois de mais um dia de trabalho. Aí entra a bicicleta! Apenas eu e a bicicleta, num caminho inteiro a pedalar. Poderia ir por ali, mas algo mágico acontece e enquanto deslizo pela cidade, contornando esquinas, descendo ruas, desviando o rumo a sentir o vento nas trombas, opto por um caminho mais longo, mais duradouro. De repente sinto-me cheio de energias, com outro humor. Há qualquer coisa em mim que me deixa levar por essa sensação de liberdade que é pedalar até à margem do rio. Ir de encontro ao mar onde só a natureza fala. De que outra forma posso num ápice estar aqui, envolto na tranquilidade, absorvendo a vida?

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bicicletas? há muitas…!

Amigos… Este poste está reservado a quem volta e meia quer desamarrar uma dúvida, ou seja, me pergunta que bicicleta deve comprar. A minha resposta é sempre a mesma: que compre aquela que se ajusta melhor ao que pretende fazer com ela! Se vai apenas sair para pedalar pequenos passeios ao fim de semana, comprar uma bicla cara é um disparate, mas se vai todo dia para o trabalho com ela, não é!

Quem procura comprar uma bicicleta, para uso urbano, aventurar-se nas estradas e nos parques ou passear na orla marítima, talvez tenha dificuldade em escolher a bicicleta ideal. Entre modelos nacionais e importados, as diferenças são imensas e no meio de tantas possibilidades corre-se o risco de optar, por impulso, pelo modelo menos indicado. As categorias básicas são: as bicicletas de passeio (onde se incluem as urbanas), as de aventura (como as BTT’ês por exemplo) e as bicicletas de estrada (para pedalar em velocidade). Na escolha de uma bicicleta deve primar por prestar atenção a pelo menos três quesitos: a qualidade do material, a ergonomia e tamanho do quadro, os ajustes do selim e do guiador. Claro que o gosto pessoal de cada um, acessórios e o preço interferem na escolha.

As BTT’ês ou bicicletas de montanha são uma espécie de cavalo de batalha das biclas. Dão para todo o terreno. Com amortecedores, pneus largos e rasgados, são capazes de suportar trilhas, buraqueira, lama, empedrados, etc. Considerando algumas das nossas ruas podemos imaginá-las como bicicletas urbanas depenadas e montadas para ir para a guerra. Com algumas alterações e adaptações servem bem a causa.

As speed são o topo de gama das bicicletas. São mais ligadas ao ciclismo de competição, onde o ciclista anda praticamente deitado, todo “aerodinâmico”. Os pneus são fininhos e o peso o menor possível. Não são confortáveis mas muitos insistem em usa-las no dia-a-dia, por serem rápidas.  Possuem mudanças mais pesadas e travões simples porém eficientes. São bicicletas feitas para o asfalto que sofrem muito quando o piso é irregular. Há também toda uma gama de bicicletas rotulados como “touring” que são extremamente bem equipados para longas deslocações e ciclismo utilitário. Estas bicicletas provêm de uma longa linhagem que remonta às décadas de 80 e além. Em alguns casos, representam a mais refinada bicicleta clássica do mercado.

Para quem almeja sobretudo pedalar na cidade a melhor opção é a bicicleta urbana. São as utilitárias da “classe” ou uma espécie híbrida. São bicicletas confortáveis, projectadas para circular em pisos de asfalto ou empedrado, em distâncias curtas a médias e velocidade reduzida a moderada. Tanto podem ser BTT’ês travestidas, speed’s adaptadas, como bicicletas idealizadas para um estilo mais cool. Há uma variedade enorme de cruzamento entre estas categorias e, de facto, alguns dos melhores modelos pendulares no cardume não têm as palavras “comutar” ou “carga” em qualquer parte da sua descrição.

Supostamente, uma bicicleta urbana tem um quadro ergonómico que coloca o ciclista numa posição mais confortável, quase vertical ao pedalar. Tem pára-lamas, bagageiro com porta couves ou alforges e, se quiser, uma cestinha à frente. Os pneus são médios, lisos e oferecem conforto ao rodar. Podem ter protecção de corrente para proteger as calças e selim largo e confortável. Algumas não têm muitas mudanças nem dispõem de bons travões. Falo evidentemente das Pasteleiras, clássicas, rústicas e pesadas. Outras bicicletas poderão ser englobadas no conceito “urbano”, como as Fixas. Minimalistas, têm um desenho antigo, possuem resistentes quadros de aço e não têm sistemas de travagem. Talvez eu tenha deixado uma ou outra fora da lista, de qualquer modo são estas as mais vulgares a circular por aí.

É maravilhoso quando vemos que mais bicicletas específicas para o commuter estão a chegar ao mercado. É uma indicação clara que a opção da bicicleta para o transporte está a enraizar e a crescer. Realmente quem pedala precisa ter em mente que cada bicicleta deve reflectir a cara do dono. Afinal, bicicleta boa é aquela que satisfaz as nossas necessidades e se adapta às nossas medidas. Antes de se decidir, é recomendável dar uma volta e experimentar vários modelos para que esteja ciente que a sua escolha foi acertada. Uma boa sugestão é visitar uma loja especializada.

Pois a Ana dobrou-me a orelha e fez-me vir cá adendar o poste, porque eu não falei das dobráveis, logo eu que aprendi a pedalar numa órbita de dobrar ao meio! Pois tem toda a razão, as bicicletas dobráveis são o tipo de bicicletas mais adaptável a todo o tipo de situações. Dobrando-a em várias partes tornam-se mais fáceis de transportar e de guardar em casa, no trabalho, podendo ser combinada com o uso de transportes públicos. A popularidade destas bicicletas cresceu muito rapidamente nos últimos anos.

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ciclofilia [23] Revolution

This documentary looks into the bicycling culture in Fort Collins, CO. It is a culmination of work by four students at Colorado State University, produced during the Fall 2011 semester under professor Greg Luft.

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destaque do dia

No ano passado, o Metro do Porto transportou mais de metade da população portuguesa. Em 2011, mais de 5,5 milhões de clientes viajaram a bordo do metro, o que representa uma taxa de crescimento superior a 3,5% face a 2010. Com a excepção da Linha Azul (A), todas as linhas da rede de metro registaram um aumento de validações. A Linha Violeta (E) e a Estação do Aeroporto alcançaram o maior crescimento. O período de maior movimento continua a ser entre as 17h e as 20h.

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mais uma do reino da Dinamarca…

e que bem ficava na minha colecção 🙂

Since Copenhagen is one of the most bike-friendly city around the globe we decided to launch this new little project, answering a few quick questions and see if your ride reflects who you are.

DIN CYKEL is the new Project of Copenhagers, to participate you just need to answer the questions listed below and attached a picture of your ride or a picture of you and your bicycle and send it to:

info@copenhagers.com

– Your Name, your age and where you come from

– When and how you got your bike (what’s the story behind it)

– What makes cycling special to you

– Do you think your ride reflects the person you are somehow?

Notes: Everyone can participate in this, no matter where you live or the type of bicycle you have; from a fixie to a cargobike, from a city-bike to your old grandad’s ride.
You can also post picture and answers on our FB Wall right here: facebook.com/pages/Copenhagers/230554507000367 We’ll then update the project page on the website.

We will collect the whole material and this page will be then weekly updated with your stories.

As H.G. Wells once said: ”Every time I see an adult on a bicycle, I no longer despair for the future of the human race.”

Love, Copenhagers

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o carro do meu vizinho

Hoje, mais uma vez fiz prova que na cidade a bicicleta é (ou pode ser!) mais rápida que o carro. O percurso é o mesmo, da Cidade Cooperativa da Prelada ao Hospital de Santo António. O casal meu vizinho sai pouco depois de mim da garagem do prédio no seu VW Polo azul e ultrapassa-me logo a seguir. – Deixá-los ir que não perdem pela demora!, regozijo. À passagem pelo Carvalhido dou com eles embrulhados no nó dos semáforos. Acho que já estarão resignados por serem ultrapassados por um ciclista maluco e perderem assim a “corrida”. Só no mês de Agosto, com muito menos trânsito nas ruas, me conseguem vencer. Chegado ao Hospital, desta vez paro e tento perceber o tempo que iriam demorar a passar. Tive de esperar uns bons minutos e ainda me deu tempo de registar o momento em fotografia.

ó pra eles cheios de pressa!

Aqui o mapa

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da Cyclepedia à CicloiPadia

O que é interessante na Cyclepedia é observar a evolução visual do design das bicicletas, particularmente a partir de finais dos anos setenta para a frente. Agora há um  livro digital  para os amigos das bicicletas se deliciarem à mesa do café. Foi recentemente lançado para a tecnologia tablet uma completa e interactiva colecção de 100 bicicletas que mudaram a história do ciclismo. Da T&C Pocket Bici, tipo mala de cartão, até à Lotus Sport 110, medalhada de ouro nos Jogos Olímpicos, cada bicicleta é exibida com uma impressionante clareza e detalhe técnico. Rotação de 360º e ampliação 20 vezes de cada componente permite apreciar e comparar todos os elementos desta comemoração da cultura da bicicleta, inovação e design.

Seleccionadas a partir da colecção única de Michael Embacher, de mais de 200 bicicletas, Cyclepedia narra a história fascinante de cada uma. Inclui também filmes de vídeo, folhetos originais, publicidade contemporânea, desenhos de construção, fotos raras e links para os sites dos fabricantes.

Get it here.

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fotocycle [4] Paris Love

pour K. Hurley

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passe a publicidade [?] a toda a velocidade

Podem marcar o dia 7 na agenda. Apesar de as coisas estarem a avançar a um ritmo muito próprio, é quase certo que tudo estará a postos para a grande abertura da Mega Store nesta data.

Os dias têm passado a uma velocidade muito superior à que a tinta leva a secar e por isso o plano de obra tem sido apimentado com algum stress. Coisas da atlanticidade e da tinta rasca (entretanto subsituída por outra de marca de categoria).

Enquanto a tinta seca, vamos adiantando o plano das festas, que consiste basicamente num “apareçam a partir das 16h00 e se vierem de bicicleta e tiverem pernas para mais, inscrevam-se na Alicate de Reis, a primeira corrida vadia do MMM”.

A Sofia Torrão, mestre dos gavetões de madeira e organizadora da coisa, estará por lá para explicar as regras do jogo.

Deixemos por enquanto a duendada entretida com os acabamentos do empreendimento. Não se esqueçam, é Sábado, 7, às 16h.

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