assalto à noite tripeira

Um raide nocturno pelas ruas da Imbicta proporcionou um excelente convívio e uma situação no mínimo caricata. Ponto de encontro no Parque da Cidade. Os gajos (eu e o Ricardo) chegamos atrasados mas pré-aquecidos para iniciar o assalto a pedais à noite tripeira. A Betti e a Rosa arrancaram com toda a força, Avenida acima, e deixaram-nos para trás. Mais tarde, o facto da corrente da Ofélia (a Coluer do Ricardo) ter saltado a meio caminho foi apenas o pretexto para que esperassem por nós. Depois de uma bebida quente no Café Vitória, descemos até à Ribeira para tomar um copo no bar marroquino do Cais da Estiva, mas assim que lá chegamos, tão enregelados pois praticamente não demos ao pedal, decidimos abalar em direcção à Foz e aquecer os motores. Entretanto outro desafio foi lançado: “Vamos subir D. Pedro V!?” E a maioria decidiu: “Bora lá!”. Trepar aquela parede é canja. Até a Ofélia se portou lindamente, e o prémio de montanha foi as senhoras escolherem o rumo a seguir, que foi… voltar a subir! Mas logo, logo, descemos nas calmas o Campo Alegre para, num breve briefing, escolhermos o rumo a seguir. “Ciclovia da Pasteleira?” “Let´s go”. E assim, qual Tourmalet à moda do Porto, subimos a pista e nos embrenhamos no Parque da Pasteleira, até surgir a surpresa da noite. Não nos tinham avisado que o Parque fechava e demos com a saída bloqueada! Nada temerários, qual missão impossível, escalamos o muro, passamos as quatro biclas por cima do portão para o outro lado, sorrimos para a fotografia, lá estão eles menos eu que dei o click, e prosseguimos a pedalada. Hoje à noite há novo raide, o da sexta feira 13!

Adenda: Era para ser hoje o raide daqueles que pedalam, mas entretanto fiquei a saber que o convívio foi transferido para Sábado e associado ao flash mob que vai farfalhar os bigodes. Bigoda-te, pega na bicicleta e aparece na Avenida dos Aliados, no Porto, amanhã a partir das 15h.

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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