a outra namorada

a Maria Del Sol

Recentemente, resolvi tirar a poeira à Maria Del Sol, a bicicleta da patroa. Esta bicla é uma espécie de Maria-vai-com-todos. A patroa e o meu filho gostam muito de dar umas pedaladas com ela mas o facto é que desde há largos meses que não saía do breu da arrecadação. Configuração urbana, 9 anos de pouca rodagem, 21 suaves mudanças, pneus de uso misto e quadro de alumínio. Aquele desenho esguio e elegante retornou à vida. É agradável, confortável, o seu uso permite-me pedalar em boa velocidade, tanto para um passeio quanto para muitas das actividades do dia-a-dia. Enchi-lhe os pneus, completei-a com o porta-couves da Etielbina e levei-a às mãos do mestre para lhe fazer uma revisão e afinação. Está novamente nos trinques. Fiz isso apenas para revitalizar e para me enamorar com a Maria dos velhos tempos. Bicicleta é assim, não sai de moda, não causa estranheza e quem pedala uma, pedala qualquer outra.

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bike tuning!!!

tssstum… tssstum… tsstum… pum…

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bikeporn

Bora lá vestir a menina…

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ciclofilia [28] Vida

What began as simple bike ride one morning, transforms into ‘Vida’. The film explores Life as a Bike ride. A personal message from Actor / Director Jalen James Acosta to his daughter becomes a compelling powerful message that will make you reflect and appreciate life. This film will inspire you, touch your soul and change your outlook of Life.

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esta manhã o cenário era branco.

Os terrenos verdejantes entre a Alameda e o Parque da Prelada estavam hoje cobertos de um manto de geada que brilhava sob o sol amarelado que despontava. O movimento matinal estava no entanto um pouco estranho para o habitual. Os meus vizinhos, que deixam os carros ao relento, antes mesmo de ligarem o motor de arranque tiveram uma tarefa extra, de raspar o gelo dos pára-brisas. O vento frio cortava-me as orelhas mas eu iniciei a minha pedalada com satisfação, e um sorriso de quando eu também tinha essa tarefa ingrata de quebrar o gelo com as unhas para ver por onde conduzia!

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diploma aprovado! finalmente pá

Porque raio haverão sempre as querelas partidárias de se sobreporem aos interesses dos cidadãos? Ah e tal, é a actividade parlamentar e o processo legislativo. Pois! E como a coisa cumpriu os trâmites habituais destas coisas parlamentares e demorou, pelo menos lá saiu fumo branco e foi aprovado o diploma que recomenda ao Governo “a promoção da mobilidade sustentável com recurso aos modos suaves de transporte, nomeadamente através de medidas práticas que garantam efetivas condições de circulação aos seus utilizadores e o reforço da sua segurança”.

Não é caso para deitar foguetes mas…  Podem apreciar o resultado aqui:

http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheDiplomaAprovado.aspx?BID=16928

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bici’stória [3] A big swarm of bikes

A big swarm of bikes is one of ten short Digital Stories I produced in 2011 for the ‘I, Cowley’ project – a heritage project funded by the HLF which sought to produce a creative archive of images and stories about the Cowley area of Oxford over the past 100 years.

The ‘I, Cowley’ Digital Stories represent a wonderful collection of personal and at times, intimate stories of Cowley people, their lives, experiences and memories of the place they all call home. They are all short, accessible and diverse in their nature but together, they help to weave a picture of Cowley’s past in an engaging, entertaining and moving way.

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ciclista misterioso

Um ciclista vestido de lycra não tem nada de anormal, mas se for apanhado pelo Google Street View a pedalar uma grande-bi, Penny Farthing ou High-Wheeler, enquanto reboca um pinguim de peluche, já deixa espaço a um sorriso e merece um postal aqui nabicicleta.

Nicky Armstrong, ciclista campeão de Penny Farthing, foi fotografado pela câmara do tio Google na Marine Parade em Cottesloe, Perth, Austrália em 2009. Ao que consta, o pinguim não vai ali por mera diversão, mas para ajudar a estabilizar a bicicleta e evitar capotar caso o ciclista tenha de a parar de repente. As imagens do Google foram reveladas há poucos dias por um internauta e trouxeram de novo à discussão o direito de exposição de cenas do quotidiano.

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ciclista prevenido…

tudo o que restou da vintage de estrada do meu pai

As bicicletas são veículos notavelmente fiáveis, que exigem muito pouco em termos de manutenção. Raramente avariam na estrada. Até mesmo no caso improvável de uma falha mecânica, a pior será talvez o caso de se partir a corrente quando se sobe aquela parede (não é mesmo Rui?), qualquer problema pode muito bem ser reparado em poucos minutos apenas recorrendo a algumas ferramentas básicas.

Para os que se sintam livres de pedalar longas distâncias, ou até médias e curtas, segue-se uma pequena lista de ferramentas que fazem parte do nosso kit de sobrevivência:

Como sabemos, a maioria das reparações que fazemos à nossa bicicleta na beira da estrada relacionam-se maioritariamente com os malditos e inoportunos furos. Se não tivermos pachorra e preferirmos não perder tempo a trocar ou reparar a câmara-de-ar que furou, podemos remover da lista a câmara-de-ar se o pneu for tubless e tiver selante suficiente para rapidamente remediar o embaraço. E caso a tua bicicleta tenha apertos de roda fixos então ainda precisas de juntar ao kit de ferramentas uma chave separada apenas para as porcas do eixo.

Podemos levar o nosso kit de ferramentas num pequena bolsa própria para o efeito (tipicamente colocada sob o selim), num outro estojo plástico ou num bidom velho, como eu faço, no bolso da jersey, numa mala… não importa. O que é importante é levá-lo sempre, porque esquecido em casa ele não serve para nada.

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no Audace

O Audace (Audax) é o evento de cicloturismo mais antigo do mundo. A sua história começa em 1891 quando Pierre Giffard, jornalista francês e obstinado cicloturista, criou o desafio fantástico de pedalar os 600km que separam Paris de Brest e depois fazer todo o percurso de volta. Parecendo uma loucura, Charles Terront completou o desafio em 71 horas e 22 minutos. Com 1.225 km de extensão, este desafio é a “Volta à França” dos cicloturistas de longa distância e chega a reunir actualmente mais de 4 mil participantes. Em 1897, um grupo de cicloturistas italianos percorreu os 230km entre Roma e Nápoles. Pela audácia da proeza, e tendo em conta as condições e equipamentos existentes à época, a estes aficionados das pedaladas foram chamados de audazes, o que levou dominar-se a prova de “Audax”. A palavra “Audax” provém do latim e significa audacioso, corajoso. É o nome dado a este evento cicloturistico, não competitivo e de longa distância, conhecido internacionalmente também pelo nome de “Randonnée”. São eventos de massa muito comuns na Europa, na América e na Austrália. No início o Audax surgiu como uma prova competitiva, onde eram aceites cicloturistas entre os participantes, mas em 1951 a prova torna-se não competitiva. O Audax consiste em terminar uma distância pré-determinada dentro do tempo limite, pedalando no seu próprio ritmo. O conceito utilizado nos eventos Audax possibilita a quase todos os utilizadores regulares de bicicleta, aos que pedalam de forma recreativa e ocasional, ou principiantes determinados, de desfrutar do prazer de participar em eventos que representam um objectivo e atingem altos padrões de satisfação pessoal, reconhecidos internacionalmente. Os Audax tendem a atrair ciclistas profissionais mas o limite máximo de velocidade média, a não publicação de resultados e a proibição do uso de veículos motorizados de apoio, garantem que os eventos não se transformem em provas competitivas. Por exemplo, o limite na velocidade média e mínima é de aproximadamente 15 km/h, para distâncias até 600 km. Ao longo do percurso existem postos de controlo com horário de abertura e fecho pré-determinados. Os eventos são organizados por clubes. As regras variam de acordo com cada evento, mas o espírito é o mesmo de sempre: enfatizar a realização pessoal e o prazer de pedalar em grupo, em detrimento da competição.

Tendo feito já alguns Audaces particulares, ontem participei no meu primeiro desafiozinho Audace. Foram apenas 100 Km às voltas pelo Porto, Gondomar e Gaia, numa manhã gira, bem gelada e com um excelente convívio. Até que não estive nada mal e as minhas pernas também não!

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