esta manhã o cenário era branco.

Os terrenos verdejantes entre a Alameda e o Parque da Prelada estavam hoje cobertos de um manto de geada que brilhava sob o sol amarelado que despontava. O movimento matinal estava no entanto um pouco estranho para o habitual. Os meus vizinhos, que deixam os carros ao relento, antes mesmo de ligarem o motor de arranque tiveram uma tarefa extra, de raspar o gelo dos pára-brisas. O vento frio cortava-me as orelhas mas eu iniciei a minha pedalada com satisfação, e um sorriso de quando eu também tinha essa tarefa ingrata de quebrar o gelo com as unhas para ver por onde conduzia!

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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