ciclista prevenido…

tudo o que restou da vintage de estrada do meu pai

As bicicletas são veículos notavelmente fiáveis, que exigem muito pouco em termos de manutenção. Raramente avariam na estrada. Até mesmo no caso improvável de uma falha mecânica, a pior será talvez o caso de se partir a corrente quando se sobe aquela parede em Crestuma (não é mesmo Rui?) qualquer problema pode muito bem ser reparado em poucos minutos apenas com algumas ferramentas básicas.

Para os que se sintam livres de pedalar longas distâncias, ou até médias e curtas, segue-se uma pequena lista de ferramentas que fazem parte do nosso kit básico de sobrevivência:

Como sabemos, a maioria das reparações que fazemos à nossa bicicleta na beira da estrada relacionam-se maioritariamente com os malditos e inoportunos furos. Se não tivermos pachorra e preferirmos não perder tempo a trocar ou reparar a câmara-de-ar que furou, podemos remover da lista tudo o que não seja o kit de chaves e o telemóvel e substituir por um carote spray tapa-furos, mas que rapidamente remedia o embaraço. E caso a tua bicicleta tenha apertos de roda fixos então ainda precisas de juntar ao kit de ferramentas uma chave separada apenas para as porcas do eixo.

Podemos levar o nosso kit de ferramentas num pequena bolsa própria para o efeito (tipicamente colocada sob o selim, ou num suporte de garrafas extra, como eu faço), no bolso da jersey, numa mala de commuter, não importa. O que é importante é ter um local dedicado para levar sempre connosco o nosso kit de ferramentas porque esquecido em casa ele não serve para nada.

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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  1. Pingback: um assunto chato | na bicicleta

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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