rosa choque

hoje no improvisado biciparque da minha instituição laboral

esta manhã no improvisado bikeparque da instituição laboral

O inverno não tem dado tréguas. Sendo para nós, inveterados ciclistas urbanos, imperativo que continuemos a pedalar em quaisquer circunstâncias, a chuva e o frio não alteram necessariamente o nosso modo de vida, especialmente quando nos fazemos transportar nas nossas queridas bicicletas. Apesar do número considerável de ciclistas que penduram a bicicleta, nem todo mundo vê o clima tempestuoso como impedimento para alterar as suas rotinas. Nestas condições, aos olhos de quem nos gaba, somos uma alma corajosa que usa o transporte na bicicleta de forma inteligente. Para muitos outros não passamos de uns tipos malucos! Os ciclistas de qualquer estação, cujo comportamento ousado não é alterado por um qualquer cenário climatérico, destacam-se dos restantes. Com alguns incrementos e uma indumentária apropriada, assumindo comportamentos preventivos, é apenas mais uma temporada, talvez um outro desafio, mas nada que nos impeça de seguir o nosso caminho.

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ciclofilia [126] Promo FMB4

“Pieza promocional para el 4º Foro Mundial de la Bicicleta realizado con fragmentos de videos de usuarios y bicicletas de la web, rescatando el espíritu de un vehículo que ha estado siempre presente a lo largo de nuestras vidas y que hoy, nos necesita.

Idea: MP4 PRO.
Producción: Daniela Vélez, Edgar Úsuga.
Montaje: Daniel Cimino, Edgar Úsuga.
Gráfica: Jonathan Martínez.”

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can’t miss [124] correiodosacores.info/

António Abreu, Rui Sousa e Paulo Batista conhecem os Açores a andar de bicicleta

Correio dos Açores
“Descobrir os Açores em bicicleta é uma experiência única, que se faz ao ritmo de cada um, sentindo aromas e sons que, de outra forma, talvez passassem despercebidos. Com o mar por companhia, subindo e descendo montanhas, ou a passear pelas freguesias e cidades, as opções são inúmeras! É só começar a pedalar! Quem o diz são três madeirenses, António Abreu, Rui Sousa e Paulo Batista, de 25, 24 e 25 anos respectivamente, que integram o MAD productions, um projecto que se iniciou na Madeira e que tem o objectivo de aliar modalidades radicais à componente multimédia/audivisual…”

Podem ler a reportagem e descobrir mais das aventuras destes três amigos aqui no Correio dos Açores

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news from London

Portugueses de Londres aderem em massa à moda da bicicleta

panning bycicle“Os londrinos também já aderiram a esta moda que ganha mais adeptos à medida que as condições vão aumentando. No entanto, torna-se necessário encontrar espaços próprios face à diversidade de meios de transporte.
O investimento na utilização da bicicleta como meio de transporte nas grandes cidades britânicas tem sido um motivo para a realização de campanhas que pretendem mais segurança e espaço para quem se desloca desta forma ou normalmente anda a pé dentro das maiores localidades do Reino Unido. O projecto foi iniciado por um deputado liberal-democrata, tendo tido apoio de várias associações ligadas à modalidade, bem como do jornal “The Times”. De acordo com o deputado Julian Huppert, o objectivo da iniciativa passa por “melhorar o tráfego nas grandes cidades, o bem-estar e o ambiente”, além de garantir maior segurança às pessoas que não costumam utilizar o carro próprio, o autocarro ou o metro…”

(ler + em ionline.pt)

Londres vai ter a maior ciclovia da Europa

london separated bicycle pathway“Cerca de 170 mil pessoas usam a bicicleta como meio de transporte em Londres. Por isso, a ciclovia da capital inglesa, a Cycle Superhighway 2, vai passar por obras de melhoramento e passará a ter mais 25 quilómetros de extensão, tornando-se a maior da Europa.
A obra, que vai custar cerca de 33 milhões de euros, vai ter uma faixa exclusiva para bicicletas que ficará ao lado do passeio, e será separada da faixa dos carros através de um canteiro de dois metros de largura, de forma a garantir a segurança dos ciclistas.
O projeto, que não está a reunir consenso, vai arrancar em abril e deverá estar concluído em 2016.
Veja como vai ficar a ciclovia depois de concluída aqui

As propostas futuristas para a próxima ponte icónica de Londres

ponte futurista Londres“O bairro de Wandsworth quer descobrir a equipa de ‘designers’ que vai fazer a próxima ponte pedonal e para bicicletas sobre o Tamisa, e publicaram as 74 respostas ao concurso. Aqui estão algumas das mais extravagantes.”

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fotocycle [156] entardecer

Volta e meia, invade-me um formigueiro nas pernas e estendo o regresso ao lar. Tenho o livre pretexto de escolher a rota. A regalia de contemplar o que vem após uma curva. Colorir o horizonte e ficar a ver navios. No meu recreio cada entardecer é diferente, a luz é diferente, o tempo é diferente. E o tempo tem destas coisas. Por vezes parece que nunca mais passa. Outras parece que voa… Aproveito cada momento.

entardecer

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reciclado [5] velo… cidade vs pontualidade

pedal numa manhã gelada
As razões pelas quais se pode incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte são as mais variadas, no entanto uma delas mereceu maior relevo quando adquiri o hábito de pedalar para o trabalho, a pontualidade. Entendo que esse motivo possa parecer um pouco estranho mas só será para quem ainda não pedala. Mais do que um dado evidente, trata-se acima de tudo da razão provada e comprovada por qualquer ciclista urbano no seu quotidiano. A dedução é simples: um ciclista que pedale por vias urbanas a uma velocidade média de 15 km/h. e preveja fazer um percurso de 5 km, a sua experiência diária demonstra de uma forma convincente que demorará cerca de 20 minutos a chegar ao destino, sem pressas. Um semáforo vermelho, a mais ou a menos, as subidas, o vento, a chuva, tudo isso interfere pouco. As variantes estarão sempre dentro de uma margem de erro razoável.

bike to work em agosto
Salvo algum acidente de percurso, a relação distância/tempo acaba por tornar o ciclista um cidadão cumpridor dos seus horários, algo que para os habitantes automobilizados (no carro ou em transportes colectivos) nem sempre é exequível. Com as facilidades trazidas pelos mapas, disponíveis nas novas tecnologias, um ciclista precisa apenas delinear qual o melhor percurso para saber a distância, e com um simples cálculo matemático avaliar assim o tempo necessário para a viagem pretendida.

marcar o ponto
Com congestionamentos ou sem constrangimentos, durante as horas de ponta ou a altas horas da madrugada, quem pedala saberá sempre quanto tempo demora para ir daqui a acolá, e voltar do ponto B ao ponto A. Com as contrariedades de quem diariamente depende de combustíveis para se locomover, o ciclista urbano torna-se um pouco numa personagem mítica. Ela é capaz de dominar o tempo. A grande verdade é que com a bicicleta se socializa e se promove a qualidade de vida. Dita alguma experiência das pedaladas pela minha cidade que, com a bicicleta, o andar a pé e o Metro, juntos sustentam a mobilidade urbana.

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can’t miss [123] maisopiniao.com

 Cavaleiros do paralelo, eu e a minha Vilar….

bicicleta vilar catita gt

“Não deixa de ser impressionante como algo tão simples como uma bicicleta nos dava um sentimento de liberdade e rebeldia, percorrer as ruas da freguesia, cidade ou vila, fossem elas de asfalto, paralelo ou terra, tipo pardais em debandada e a grande velocidade! (vá não era assim tanta)

Grupos de três, quatro ou mais…Bicicletas de todos os tamanhos e feitios, desde a bicicleta de corrida, passando pela BMX, até a minha! Nossa, sim porque quando se têm irmãos, e mais velhos já se sabe… É de todos!

De guiador cromado, esguio, selim preto comprido, pintada num vermelho de paixão…

Não, não era uma Harley, nem uma Honda, era a minha Vilar, a minha velhinha  bicicleta Vilar, foi nela que dei os meus primeiros tombos a sério, e muitas calças rasgadas, foi nela que percorri as ruas da velha freguesia de Vermoim.

Penso não estar enganado se disser que nós, pequenos, em cima da bicicleta nos sentíamos os donos do mundo.

Aquele sentimento de falsa liberdade, devidamente autorizada pelos nossos pais em troca de “recados”, como ir a mercearia ou ao talho! Tão bom…

Tardes mais que perdidas em cima da bicla, até que aos últimos raios de sol se rompessem, roda no ar, tipo cavaleiro errante em cima do seu cavalo, éramos assim, uma felicidade marcada e inquestionável.”…

 (continua a ler esta bela prosa clicando no link ali em baixo)

Continuar a ler

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à moda do Porto

foto de José Paulo Andrade

foto de José Paulo Andrade publicada em portophotography

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em constante movimento

ciclismo urbanoDe acordo com o que escreveu um velocipedista urbano nas redes sociais, nomeadamente no grupo Ciclismo Urbano em Portugal, onde refere a circunstância, aspecto, ou… “visão rara no Porto: três bicicletas paradas num semáforo vermelho (e três selins brooks. haverá relação causa/efeito? já sabemos que os MAMIL(*) não param)…” acendeu no grupo a discussão e celeuma sobre o que veste um ciclista, como equipa a sua bike e se comporta no meio rodoviário.

Não sou grande entendido nas relações humanas mas desde que recomecei a pedalar percebi que os seus utilizadores, embora focados na mesma prática de dar ao pedal, detêm algumas características e comportamentos muito distintos uns dos outros. Na estrada nunca encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a dos guerreiros do asfalto. Nas montanhas, os aventureiros de todo o terreno têm uma espécie de conduta, de auxílio e partilha invulgares. Quando definitivamente optei pela bicicleta para o trabalho e definitivamente como modo de transporte urbano conheci toda a massa crítica, pessoal fixe com quem troco muitas informações a respeito das biclas, das experiências, apetrechos, rotas, sucessos, dicas, lugares porreiros para pedalar e por aí fora. Com ou sem licra, nunca fiz parte exclusiva de um grupo. Gozo do prazer de pedalar, sob o aço ou outra fibra, sem a necessidade de me integrar numa tribo. No mundo das bicicletas, uma característica interessante e que me atrai é que não existe distinção entre nós, ou pelo menos não deveria. O gosto pelo pedal é o ponto comum e isso me basta. A única distinção que existe dá-se na diferença de comportamentos, e andamentos, mas nisso dos comportamentos eu sempre tive de me ajustar.

Ahhh… como Middle-Aged Man, que sou, muitas vezes In Lycra tipo MAMIL(*), qual espécie invasora com uma respeitosa barriguinha, confesso que de vez em quando não me equipo de lycra, de vez em quando não paro nos vermelhos, de vez quando não uso capacete… agora o que não é de vez em quando é dar ao pedal mas com o rabo bem assente nos meus estimados selins Brooks!

MAMIL on moving

MAMIL on moving… me, myselfie and I, sempre em movimento

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ciclofilia [125] Día sin carro en Bogotá – Récord de bicicletas

“Una apuesta por las bicicletas hicieron los bogotanos en el Día sin Carro y sin Motos, este jueves 5 de febrero. En la Universidad de Los Andes se superó el récord propuesto de mil bicicletas. Así se fue llenando el parqueadero.”

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