no Dia Mundial da Luta Contra o Cancro

O exercício físico não evita nem cura o cancro, mas talvez o possa prevenir. A actividade física regular permite, por um lado, prevenir e atrasar o aparecimento de determinadas doenças e, por outro, melhorar a capacidade e resistência muscular. Para além disso, existe uma relação entre a actividade física e a esperança de vida. O exercício físico aumenta a qualidade de vida, que, no do ponto de vista psicológico, permite encará-la com mais optimismo e boa disposição, para além de ser um meio de integração em diferentes grupos sociais.

Estudos na área de saúde demonstram que existem vários benefícios em andar de bicicleta. Para além de ser uma das actividades mais eficazes na prevenção de certas doenças cardiovasculares, ajuda a controlar e melhorar os sintomas e prognósticos em muitas doenças crónicas. Melhora o controle glicémico e reduz o risco de diabetes. Melhora o sistema circulatório e fortalece o sistema imunológico. Aumenta a capacidade respiratória. Fortalece e ajuda a melhorar a resistência muscular. Protege as articulações e previne o aparecimento de doenças osteoarticulares. Aumenta a utilização da gordura corporal e melhora o controlo do peso. Ajuda a libertar tensões e melhora a gestão do stress. É um aliado da mente, já que inibe o aparecimento de depressões e estados psíquicos negativos. Saliente-se que andar de bicicleta previne as infecções e a possibilidade de cancro. É recomendado às pessoas com cancro, porque o acto de pedalar faz com que as células (fagócitos) que se encarregam da defesa do corpo se mobilizem para destruir as células cancerígenas. Em resumo, os benefícios de andar de bicicleta são evidentes. Nunca esquecer que é sempre necessário ter em conta a certa dose de duração e frequência dos treinos ou passeios, ajustando de acordo com a condição física, a idade e os objectivos a atingir. Idealmente, deve andar de bicicleta pelo menos 3 vezes por semana e pedalar de 20 a 60 minutos.

subida à torre contra o cancro

“O Dia Mundial da Luta Contra o Cancro comemora-se esta quinta-feira. O Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto) junta-se à Irmandade dos Clérigos na realização de uma tertúlia onde clínicos do IPO respondem às perguntas da população.
O IPO-Porto assinala o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, 4 de fevereiro, numa iniciativa conjunta com a Irmandade dos Clérigos, de mãos dadas com a sociedade, a cultura e o património da cidade. A Igreja dos Clérigos vai ser o palco de uma conversa entre os clínicos do IPO-Porto e a população: “O que quer saber sobre cancro? O IPO-Porto responde!”.
Sensibilizar para a importância da prevenção e do controle dos factores de risco e promover estilos de vida saudáveis são os principais objetivos da iniciativa.
“É nosso dever ir ao encontro das pessoas, contribuir para o aumento da literacia da população sobre esta patologia e promover mais oportunidades de acesso ao melhor tratamento”, refere, em comunicado, Laranja Pontes, presidente do Conselho de Administração do IPO-Porto.
A sessão de esclarecimento será moderada pela jornalista da RTP Diana Bouça Nova e abrirá, pelas 18h, com um pequeno concerto de Órgão de Tubos da Igreja dos Clérigos, pelo Organista Rui Soares. No final da sessão, está prevista uma visita à Torre dos Clérigos. A entrada é livre.”

(fonte: viva-porto.pt)

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fotocycle [176] relento

relento

Ainda remeloso, espreito a janela enquanto sopro o topo de uma caneca. Não só confirmo a ambiência exterior como me deixo procrastinar mais um pouco. Não soa estranho ao comum mortal que sair de casa cedo, numa manhã fria de inverno, para ir trabalhar, não é a melhor das motivações. No entanto sair à rua de bicicleta nesta época do ano pode ser um desafio. Pedalar ao relento, através da neblina matinal, mais perto da natureza e das sensações, me alimenta a confiança e, meio lento, me faz chegar a tempo ao trabalho. Aproveito cada momento.

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um pedal de simpatia

um brinda à amizade

o Rui, amigo de longa data que me reavivou este bichinho das pedaladas

Não sou muito entendido nas relações humanas mas desde que recomecei a pedalar e a frequentar o mundo das bicicletas percebi que os seus utilizadores, embora focados na mesma prática de dar ao pedal, detêm algumas características e comportamentos muito distintos uns dos outros. Antes de optar definitivamente pela bicicleta como meio de transporte, o ciclismo era basicamente para mim um desafio, uma diversão, uma prática desportiva. Pelo menos nas minhas pedaladas, a solo ou em companhia, percebi que quem pedala estrada fora tem uma espécie de conduta, de auxílio e partilha invulgares. Na estrada nunca encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a dos ciclistas. Na viagem, os guerreiros do asfalto, os aventureiros de todo o terreno, a malta chique e fixe, toda a massa crítica troca cromos a respeito das biclas, das experiências, rotas, sucessos, dicas, lugares porreiros onde pedalar, e por aí fora. Não se economiza na informação e cada um retira só coisas boas das pedaladas. Por exemplo, quando ciclistas, velocipedistas chamemos-lhes assim, se encontram a fazer um passeio todos parecem ser amigos de infância, quando na realidade muitos deles estão a conhecer-se naquele preciso momento.

os malucos das máquinas voadoras

nem que seja para um passeio de ida e volta a Baiona

Nunca fiz parte exclusiva de um grupo. Gozo do prazer de pedalar sem a necessidade de fazer parte de uma só tribo. No mundo das bicicletas uma característica interessante que me atrai de sobremaneira é que não existe distinção entre nós. Um velocipedista que tenha uma bicla rasca pedala ao lado de outros com verdadeiras máquinas. O gosto pelo pedal é o ponto em comum. O resto não tem tanta importância, por isso e em toda a circunstância, qualquer pessoa que pedale ao meu lado é bem recebido e ateia ainda mais a minha paixão pelo velocipedismo. A única diferença que existe dá-se na diferença de andamentos mas nisso sou eu que terei de me ajustar, porque simplesmente pedalar é quanto me basta.

Pelotão do Arrasto

no Pelotão do Arrasto a jogar cartas na N108

Na bicicleta, e não importa qual, considero-me um privilegiado, pois tenho obtido alegrias e bons momentos com a prática da velocipedia… ok, do ciclismo! E em nenhuma outra prática, me arrisco a dizer que em nenhuma outra área da minha vida, fiz tantas amizades e encontrei tanta gente porreira de bem com a vida. Independentemente de qual tribo possa estar a fazer parte em determinado momento, todos os que pedalam, ou pelo menos todos os que conheci que pedalam, e são bastantes, têm em comum o senso prático, a simplicidade, o gosto pela liberdade, o respeito e a defesa pelo meio ambiente, a solidariedade, a amizade e certamente uma profunda paixão pela bicicleta. Na bicicleta sinto-me bem porque estou em constante movimento, com naturalidade e bom humor.

Linha B Porto Aguçadoura

sempre bem acompanhado de amigos e boa disposição

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nem tudo são flores

Estas flores vão de bicicleta

a Saudade Flores Frescas“Estamos na melhor época das flores. Em breve haverá tulipas, ranúnculos e as aromáticas frésias. Além da variedade de bolbos, que começam a florir, o frio do inverno ajuda a que durem um pouco mais. Em português do Brasil, Ana Carolina vai desfiando curiosidades enquanto ajeita os ramos mimosos embrulhados em folha de papel pardo atado com cordel, no cesto da bicicleta. Depois de ter pedalado por Lisboa pela manhã a fazer entregas, é no Jardim da Parada, em Campo de Ourique, que está à quinta e sexta-feira, entre as quatro e as sete e meia da tarde.
A Saudade Flores Frescas é uma florista em duas rodas. Uma ideia de Ana Carolina Rocha, 27 anos, e Raphael Oliveira, 36, casados e sócios num projeto que começou a ser pensado lá em São Paulo, no Brasil, quando, há dois anos, ela foi trabalhar para uma florista e se apaixonou pelo mundo das flores. O casal já conhecia Lisboa e, em janeiro do ano passado, vieram em busca de uma vida “menos louca e com qualidade”, conta Ana Carolina. Os quatro meses que trabalhou na Pequeno Jardim, na Rua Garrett, deram para perceber que por cá não havia nada do género. Arranjos bonitos, a preços acessíveis, que se compram por hábito, e não apenas em ocasiões especiais. A frescura é garantida através de produtores locais e escolhendo as flores da estação. O bom gosto e jeito de Ana Carolina para misturar cores, formas e texturas, dizemos nós, fazem o resto. Raphael trata da parte burocrática e da gestão de um negócio que resolveram batizar com uma palavra que “é só nossa e diz muito sobre o gesto de oferecer flores”. Seis meses depois, o balanço é positivo. “Campo de Ourique dá certo com o espírito da Saudade. Estamos no caminho das pessoas para casa, rende muitas historinhas e conversa boa”, conta Ana. “Mas queremos chegar a outros bairros, estamos só à espera de autorização para estacionar por aí”.

(fonte: visao.sapo.pt)

Câmara de Lisboa rejeitou proposta para suspender concurso de bicicletas partilhadas

bicicletas partilhadas LisboaA autarquia socialista rejeitou esta quarta-feira uma proposta do CDS-PP para suspender o concurso de bicicletas partilhadas. O pedido de suspensão foi feito depois de os centristas terem pedido à EMEL em Dezembro para consultar o plano económico-financeiro, mas apesar de várias tentativas o documento nunca foi cedido.
A proposta foi apresentada durante a reunião pública da Câmara de Lisboa que teve lugar esta quarta-feira, 27 de Janeiro, com a autarquia a chumbar a suspensão.
“Durante a reunião de hoje, apercebi-me de que só estão a fazer agora o plano de negócios”, acusa o vereador João Gonçalves Pereira. O centrista considera que esta é uma “má gestão dos dinheiros públicos” pois a EMEL avançou com o concurso sem um estudo económico-financeiro feito.
Gonçalves Pereira acusou a autarquia de querer implementar rapidamente este sistema, devido à realização de eleições em 2017. “Há uma pressa para cumprir calendários eleitorais”. Ao mesmo tempo, criticou o modelo escolhido pela autarquia, em que o “risco fica todo do lado do público”, enquanto o privado não tem de realizar qualquer investimento.
O vereador sublinhou que existem 600 modelos de partilha de bicicletas em todo o mundo, com alguns a onerarem menos o público, com uma maior divisão de riscos com o privado.”…

(ler artigo completo em: jornaldenegocios.pt)

Vandalismo continua sobre bicicletas públicas em Santarém

bicicletas uso partilhado Santarém“Das 25 bicicletas para uso público que a Câmara Municipal de Santarém tem, apenas 11 estão ao serviço da população, já que muitos veículos foram danificados por desconhecidos e foram retirados para reparação. A informação foi dada pelo presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves (PSD), durante a reunião do executivo de terça-feira, 26 de Janeiro.
Os danos sobre as bicicletas têm ocorrido nos pontos de levantamento das mesmas. Pedais, raios e correntes partidos, pneus furados e selins roubados são alguns dos estragos registados pelo município, que tem denunciado essas situações à PSP.
Apesar desses actos de vandalismo, a autarquia não desiste de expandir a rede de bicicletas para utilização pública, estando prevista a criação de mais um posto nas Portas do Sol, a somar aos que já existem no Jardim da Liberdade, junto aos CTT e junto à Escola Secundária Sá da Bandeira.
Ricardo Gonçalves falava em resposta ao vereador Jorge Luís (CDU), que deu conta da existência de problemas no acesso a esse serviço, designadamente ao nível do programa informático que permite o levantamento dos veículos. O presidente confirmou que foram detectados alguns problemas de rede e ligação que estão a ser arranjados pelos serviços.”

(fonte: semanal.omirante.pt)

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pelo Direito a Pedalar em Segurança

O modo como a populaça vê o uso da bicicleta ainda não é amigável. Ver mais cidadãos que pedalam diariamente é o melhor indicador de quão agradável é a nossa cidade. Quanto mais usarmos a bicicleta melhor cidade teremos, para todos, e todos os que enfrentam o trânsito a pedais, sobre duas rodas, são agentes dessa transformação.

A bicicleta é geralmente considerada um meio de lazer mas é em primeira instância um meio de transporte, urbano, limpo, eficaz e barato. É possível aumentar a segurança dos ciclistas se nos soubermos comportar nas ruas e nas estradas. O ciclista tem o direito de circular e partilhar a via pública. Deve cumprir para fazer parte do processo da mobilidade, compartilhando livremente o espaço urbano com os carros, autocarros, motos e demais veículos. Não basta investir apenas em ciclovias, é necessário investir também em campanhas educativas, informar que o Código de Estrada tem novas regras. A ignorância da maioria dos automobilistas da nossa praça é epidémica. Infelizmente, existe ainda muito desrespeito e algum preconceito, o que coloca o ciclista perante dificuldades acrescidas na utilização livre do seu meio de transporte preferido.

A fórmula para pedalar em segurança é a combinação do respeito das regras da condução, educação e partilha, planeamento de rotas e uso adequado do equipamento. Sentindo-se capaz e motivado, na bicicleta economizamos tempo e dinheiro, cooperamos com o meio ambiente e de sobra ainda vendemos saúde, disposição e bem-estar. Andar de bicicleta não é só um estilo, é uma opção sensata e agradável de vida.

pelo direito a pedalar em segurança“As estradas e as ruas em Portugal continuam demasiado perigosas.

Apesar das recentes melhorias significativas conseguidas com a revisão do Código da Estrada em 2014, nomeadamente em relação à proteção dos utilizadores vulneráveis, Portugal continua a apresentar estatísticas vergonhosas no que respeita ao número de vítimas mortais e feridos graves (em particular peões e condutores de velocípedes). Para que Portugal se aproxime do nível de segurança que estes utilizadores merecem, segurança essa que sentem e da qual usufruem no resto da Europa, ainda há muito a fazer ao nível das políticas públicas, legislação, fiscalização e medidas físicas de acalmia de tráfego.

Se a maioria dos condutores de veículos motorizados em Portugal cumprisse o Código da Estrada em vigor, já todos se sentiriam muito mais seguros nas ruas e estradas nacionais e haveria reflexos positivos imediatos nas tristes estatísticas de sinistralidade em Portugal. Convém lembrar que a única razão pela qual quem anda a pé e de bicicleta é considerado “utilizador vulnerável” pela lei é o comportamento na estrada dos condutores de modos de transporte mais rápidos, pesados e perigosos. Por isso mesmo a redução do risco deve focar-se na origem do perigo rodoviário, reduzindo os comportamentos de risco por parte dos condutores dos veículos motorizados.

Vimos assim por este meio apelar ao Governo e demais entidades competentes, o seguinte:” … http://peticaopublica.com
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fotocycle [175] entra na onda

Pedaladas de fim-de-semana são sempre revigorantes e cumpridas no lombo da ligeirinha. Numa manhã de um inverno tão primaveril, a voltinha à beira mar caiu que nem sopa no mel… vá se lá perceber a expressão! Em boa companhia, com um ventinho saboroso, que entretanto revirou, pernas rijas e pulmões arejados pela maresia fui ganhando apetite para o almoço. Só mesmo o oceano ondulante me fez parar e desfrutar da calmaria hipnotizante. “Entra na onda”, parecia querer insinuar!

entra na onda

Aproveito cada momento.

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o Dragão está de volta à estrada

Como portista e adepto do ciclismo, não poderia deixar de afixar um postal do há muito ansiado regresso do Futebol Clube do Porto ao pelotão nacional. As camisolas azuis e brancas voltarão a circular pelas estradass de norte a sul do país, envergadas por autênticos embaixadores do clube. Da equipa composta por 12 ciclistas, sob a direcção desportiva de Nuno Ribeiro, consta o vencedor das mais recentes edições da Volta a Portugal, Gustavo Veloso, e um grupo de ciclistas experientes e jovens promessas, alguns deles com historial familiar no ciclismo do clube.

Joaquim Leão, vencedor da Volta a Portugal em1964

Joaquim Leão, vencedor da Volta a Portugal em 1964

O ciclismo representou um papel importante no crescimento eclético do clube. A modalidade deu as primeiras pedaladas em 1945 até ser suspensa em 1984. O FC Porto é o clube com mais títulos de vencedor da mais importante prova velocipédica nacional, a Volta a Portugal, doze vezes colectivamente e treze vezes individualmente:
1948 – Fernando Moreira; 1949 e 1950 – António Dias dos Santos; 1952 – Moreira de Sá; 1959 – Carlos Carvalho; 1960 – Sousa Cardoso; 1961 – Mário Silva; 1962 – José Pacheco; 1964 – Joaquim Leão; 1979 – Joaquim Santos; 1981 – Manuel Zeferino; 1982 – Marco Chagas. Na cidade Invicta, era na pista do Estádio do Lima e posteriormente no Estádio das Antas, que davam início ou terminaram muitas clássicas do calendário velociédico nacional, como é exemplo o Grande Prémio de Ciclismo do FC Porto e a clássica Porto-Lisboa, com a participação de variadas equipas do pelotão nacional e internacional. Nos velódromos dos estádios e nas ruas da cidade estabelecia-se uma grande empatia entre o público e os corredores, estendendo-se depois pelas estradas das várias regiões do país.

FCP UBP campeão nacional

Ao longo da história da modalidade, alguns dos melhores e mais prestigiados corredores da história do ciclismo português representaram o clube do dragão, destacando-se Emídio Pinto que se tornou um nome incontornável no historial de sucesso azul e branco no ciclismo português. A “velha raposa”, como é apelidado no meio, conta 45 edições na Volta a Portugal, primeiro como atleta e depois na condição de director desportivo do F.C. Porto. Um feito inédito na história da Volta a Portugal foi na edição de 1949, os cinco primeiros classificados defendiam as cores do clube tripeiro (António Dias dos Santos, Attíllio Lambertini, Joaquim Sá, Fernando Moreira de Sá e Fernando Jorge Moreira), conquistando ainda o primeiro lugar por equipas.

(Da E-D) Nuno Ribeiro, diretor desportivo, o ciclista espanhol Gustavo Veloso, o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa,  Adriano Quintanilha, dono da W52,  principal patrocinador da equipa, e Elias Barros, diretor desportivo, durante a apresentação da equipa de ciclismo do FC Porto, no Porto, 23 de janeiro de 2016. foto: José Coelho/LUSA

(da esqª p/ dtª) Nuno Ribeiro, director desportivo, o ciclista espanhol Gustavo Veloso, o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, Adriano Quintanilha, dono da W52, principal patrocinador da equipa, e Elias Barros, director desportivo, durante a apresentação da equipa de ciclismo do FC Porto, no Porto, 23 de janeiro de 2016.  (foto: José Coelho/LUSA)

“Era um sonho meu, mas que levei avante e fiz tudo para concretizar porque era um sonho de muita gente. Nem calculam! Eram muitas as pessoas que me perguntavam quando iríamos voltar a ter ciclismo e dizia-lhes sempre que um dia iríamos encontrar o parceiro certo para regressar”, afirmou Pinto da Costa, no Auditório Fernando Sardoeira Pinto, na apresentação da equipa à comunicação social, que ocorreu após a visita ao Museu FC Porto. O responsável máximo dos azuis e brancos elogiou a forma como foi possível chegar a acordo com Adriano Quintanilha, o homem forte da W52: “Foi, desde o primeiro contato, exemplar no relacionamento e interesse em que hoje estivéssemos todos aqui. É o parceiro ideal, devo dizer que é uma honra ter esta relação consigo e com a sua admirável equipa, que com certeza vai perdurar para além do contrato que já assinamos”…

“Que hoje a seja a primeira pedalada de muitas que ficarão na história do FC Porto” augurou Pinto da Costa no dia da apresentação.

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motivação extra

motivação extra 1

Os dias de invernia estão para durar mas, apesar disso, de algum frio e teimosos pingos de chuva, os dias vão ficando mais longos e iluminados. Lentamente vamos fazendo a contagem regressiva para a Primavera. A nossa silhueta reflete os efeitos natalícios e aproxima-se a altura do ano em que procuramos adelgaçar a figurinha, alterando gradualmente alguns hábitos para então exibir um físico elegante. Há um monte de benefícios que ocorrem no nosso corpo quando pedalamos, não só ajuda a queimar a barriguinha como é também uma boa forma de nos livrarmos das frustrações e da asfixia do stress. De qualquer forma, não digo que andar de bicicleta nos transforme automaticamente num mestre zen, mas depressa irás sentir a satisfação de deixar para trás horas perdidas no trânsito, viajar longas distâncias apenas com a tua própria energia. Por certo que terás de lidar com automobilistas, peões, furos e outros ciclistas, no entanto comparar isso a ter que suportar horas a fio no trânsito, autocarros que não chegam ou comboios apinhados em horas de ponta, vai lá vai!… Na tua bicicleta podes escolher o teu próprio ritmo, traçar o teu caminho, desfrutar da paisagem, ter outra perspectiva e conhecer lugares insondados da tua cidade. Envolver a família, interagir com o ambiente e desfrutar dos bons momentos. Se já foste infectado pelo vírus das pedaladas, parabéns. Se queres dar o clique, tens aqui algumas boas razões para encher os pneus e tirar o pó da velha bicla. Caso estejas a pensar dar uma reviravolta aos teus dias, vai por mim, basta investir uns euros e escolher uma bicicleta nova, ou usada, e força nos pedais que estás no caminho certo. Em pouco tempo lucrarás com o teu investimento. E agora, boas pedaladas.

motivação extra 2

 

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“conhece os direitos que o Código da Estrada concede aos ciclistas?”

A pergunta é apropriada, pois tanto é endereçada aos automobilistas como aos ciclistas. Como refere António Henriques no seu pertinente artigo, há por aí muita gente automobilizada que infelizmente ainda desconhece os direitos dos ciclistas  na estrada e, como tal, recorre ao expediente ignorante de que “nós é que somos os donos da estrada”! É que efectivamente não o são. A partilha da estrada é fundamental para um bom ambiente rodoviário, redução dos acidentes e das suas nefastas consequências. E não se esquece de, evidentemente, dar também conta dos deveres dos ciclistas. Mas vamos ao artigo que, e com a devida referência do autor e da publicação, “copypasto” com sublinhados a bold e sem publicidade não endereçada, que aqui partilho:

Carro vs Bicicleta ptjornal

foto: ptjornal.com

“As alterações do Código da Estrada protegem os ciclistas, mas a verdade é que, dois anos depois, ainda há muito desconhecimento sobre as alterações. Saiba mais.

Os ciclistas são os mais vulneráveis utilizadores da via. Nesse sentido, em janeiro de 2014, foram introduzidas alterações, com o objetivo de protegê-los.

Apesar de vigorarem há dois anos, as novas regras não são respeitadas. Pior: nem sequer são do conhecimento de alguns condutores.

Assim, impõem-se algumas perguntas, ao estilo de exame de código, que permitirão ao leitor reforçar conhecimentos ou esclarecer dúvidas.

Em primeiro lugar, quando se apresentam pela direita, os ciclistas têm prioridade?

A resposta é óbvia. Sim, têm prioridade. Mas esta é uma das alterações, já que antes das modificações de 2014 os ciclistas eram obrigados a ceder passagem aos veículos a motor.

Dois ciclistas podem circular lado a lado, ou devem seguir em fila?

Podem, desde que não provoquem embaraço no trânsito. Esta regra também foi alterada, uma vez que o anterior Código da Estrada proibia. A exceção são as vias com visibilidade reduzida ou em caso de engarrafamentos.

E qual é a distância lateral mínima que os automobilistas têm de deixar, relativamente aos velocípedes?

No mínimo, de 1,5 metros. Há o mau hábito de os condutores considerarem que o ciclista tem de seguir fora da berma. Erradamente. A estrada também é sua, por direito.

E será que os ciclistas podem circular nas vias reservadas aos autocarros? A resposta dependerá da regulamentação municipal. Assim, a observação da sinalização torna-se prioritária.

Mas os ciclistas não têm apenas mais direitos.

Há exigências que só os próprios podem cumprir, também em nome da sua segurança. Desde logo, o uso do capacete nos velocípedes com motor (bicicletas elétricas).

E cuidado com a circulação em contramão. É muito comum os ciclistas utilizarem a estrada de forma arbitrária, mas andar em contramão pode dar uma multa até 625 euros.

A sinalização das mudanças de direção também são obrigatórias. E é proibido usar o telemóvel na bicicleta (multa até 150 euros).

E circular nos passeios? A regra é a mais lógica: proibido. Mas igualmente lógica é a exceção: crianças até 10 anos podem circular no passeio.

E nas ciclovias? Quem tem prioridade – ciclistas ou automobilistas?
As ciclovias estão equiparadas às passagens para peões. Os condutores estão, desse modo, obrigados a ceder passagem aos velocípedes.

Também a travessia de uma passadeira em cima de uma bicicleta é proibida, exceto em crianças com menos de 10 anos (nestes casos, são equiparados a peões). Os restantes ciclistas devem fazer a travessia a pé, segurando a bicicleta.

Nas rotundas, a circulação dos ciclistas deve ser feita na via de trânsito mais à direita, sendo que devem permitir a saída dos condutores que circulam no interior da rotunda. Há, no entanto, uma questão: as regras municipais impedem que esta regra seja homogénea. Logo, cuidados redobrados nas rotundas.

Todas as regras que não forem respeitas implicam o pagamento de multas. O desconhecimento das diretivas não dá direito a perdão, como é óbvio. Assim, aconselha-se uma leitura atenta das alterações ao Código da Estrada, no que aos ciclistas diz respeito.

A regra que nem ciclistas nem automobilistas podem descurar é o bom-senso.”

Fonte: ptjornal.com

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mobilidades de Portugal

Mobilidade em Bicicleta apela à criação de ciclovias na 2ª Circular

Mobilidade em bicicleta“A Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) defendeu hoje que o projeto da Câmara de Lisboa para a Segunda Circular não traz “melhorias visíveis” para a mobilidade, apelando à criação de passagens para peões e ciclovias neste eixo.

“Alertamos que este projeto não prevê, no seu espaço de intervenção, melhorias visíveis para a mobilidade a pé, em bicicleta ou transporte público”, já que a Segunda Circular “continuará a ser um corte urbano, ineficiente para transportes públicos e perigosa para peões e utilizadores de bicicleta”, sustenta a MUBi na posição transmitida no âmbito da consulta pública do projeto e hoje divulgada à imprensa.

De acordo com esta entidade, “se os objetivos são a obtenção de sustentabilidade e qualidade ambiental, já não devia ser necessário alertar a Câmara que os investimentos na cidade deveriam sempre contemplar projetos que melhorassem consideravelmente modos de transporte que são mais seguros, mais sustentáveis e eficientes”.

Por esta razão, a MUBi questiona a “ausência de propostas deste projeto para a mobilidade a pé e em bicicleta”, que, a seu ver, mantém a Segunda Circular como “uma barreira extrema para peões e ciclistas”, tornando-se esta numa “oportunidade perdida de melhoria”.

“A mobilidade a pé e em bicicleta não foram tidas em conta neste projeto, o qual não prevê aspetos significativos de melhoria para estas formas de mobilidade no contexto de um eixo viário que corta a cidade ao meio”, vinca a associação.”…

(ler artigo na integra em: noticiasaominuto.com)

Atlantic Ferries incentiva travessia do Sado em bicicleta

Atlantic berries bike“A Atlantic Ferries, empresa concessionária da travessia marítima entre Setúbal e Tróia, convida os seus passageiros a desfrutarem de passeios de bicicleta nas duas margens do Sado, oferecendo o transporte gratuito destes veículos.

Sem restrições de horários ou dias da semana, os passageiros podem transportar as suas bicicletas e usufruir de uma travessia segura. Este serviço gratuito nos ferries pretende incentivar ao passeio de bicicleta entre as duas margens, completando um passeio panorâmico entre Setúbal e Tróia.

“Estamos a reforçar a qualidade e inovação do nosso serviço de transporte. Entendemos que Tróia e Setúbal devem estar ligadas de forma mais orgânica, possibilitando a travessia de bicicleta entre as duas margens do Sado. O número de passageiros de bicicleta tem vindo a aumentar de ano para ano, sendo que em 2015 transportámos mais de 8 mil bicicletas” refere João Madeira, administrador da Atlantic Ferries.

Em Tróia, a ciclovia liga o cais dos ferries à zona central da península, onde os passageiros encontram várias propostas de lazer, entre praias, passeios de barco, restaurantes, golf, percursos pedestres e as Ruínas Romanas de Tróia.

Recorde-se que a Atlantic Ferries transporta cerca de 800 mil passageiros por ano, garantindo uma ligação cómoda e segura entre Tróia e Setúbal.”…

(ler artigo na integra em distritonline.pt)

Politécnico de Leiria quer pôr estudantes a dar ao pedal

leiria-tem-poucas-ciclovias-cobrindo-circuitos-perifericos“Iniciativa visa incentivar a adopção de hábitos de mobilidade mais sustentáveis nas comunidades académicas.

O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) está a preparar uma candidatura que tem como principal objectivo dotar a sua comunidade académica e as suas várias escolas superiores de bicicletas clássicas e eléctricas para cedência de longa duração no seio da academia.

Leiria tem poucas ciclovias, cobrindo circuitos periféricos, instaladas em zonas acidentadas de terreno e sem ligação aos destinos importantes, no centro da cidade.

A iniciativa insere-se no Projecto U-Bike Portugal coordenado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, que visa incentivar a adopção de hábitos de mobilidade mais sustentáveis nas comunidades académicas, através da disponibilização de bicicletas eléctricas e convencionais.”

(ler notícia em jornaldeleiria.pt)

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