repórter de bicla – passou na têvê

bike tv
Um espaço para ciclismo e lazer

“Entre nós, há cada vez mais pessoas a usarem a bicicleta como meio de transporte. O veículo é considerado pelas Nações Unidas como o mais ecológico, rápido e prático em percursos até 6 quilómetros. Em Lisboa, há um espaço que junta o ciclismo ao lazer.”

(podes ver reportagem da TVI aqui)

Hotel com pedalada ecológica

“No centro de Lisboa, um hotel põe em prática os princípios da sustentabilidade. Além de projetos de responsabilidade social, o Neya Lisboa tem várias certificações ambientais e fomenta o uso da bicicleta junto dos hóspedes e do próprio pessoal da empresa.”

(podes ver reportagem da SIC aqui)

Bicicletas em madeira e cortiça vão ser moda em Ílhavo

“No próximo verão vai ser possível passear nas praias de ílhavo numa “bikelau”, uma bicicleta construída com recurso a madeira e cortiça reaproveitadas. O conceito surge associado a um projecto de Nuno Zamaro, que cruza as vertentes social e ambiental.”

(podes ver reportagem do Porto Canal aqui)

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eventos findesemanais, tipo “+ vale tarde que nunca!”

Cycle-A-Wicsh –  Porto, 19 de Outubro

Cycle a Wish
“O Cycle-A-Wish está de volta mas desta vez na cidade do Porto. Vai ser já Domingo, dia 19 de Outubro pelas 11h com inicio no Edificio Transparente e depois o passeio seguirá por um percurso de cerca de 8km que promete ajudar a realizar os desejos de muitas crianças gravemente doentes.”…

(fonte: makeawish.pt)

Festival Bike – Santarém é a capital nacional da bicicleta de sexta até domingo

festival-bike-portugal-2014
“O Festival Bike reúne durante três dias as principais empresas do sector e concentra num só local os principais importadores, distribuidores, retalhistas, técnicos, e profissionais que trabalham neste ramo tendo como objectivo a realização de contactos e negócios.

Simultaneamente, esta feira tem como objectivo promover acções de formação e reunir no mesmo espaço entidades promotoras da bicicleta enquanto meio de transporte alternativo ou para momentos de lazer como a Federação Portuguesa de Ciclismo, Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta ou a Federação de Triatlo de Portugal, entre outras.

Neste âmbito, pretende-se chamar a atenção para as vantagens da utilização da bicicleta e que pode contribuir para o aumento da qualidade de vida, nomeadamente através do exercício físico. Por outro lado, a bicicleta permite uma maior mobilidade ao substituir-se ao automóvel, não polui o ambiente e o seu uso acarreta muito menos custos.”…

(fonte: oribatejo.pt)

Festival Bike recebe 7º Mega Passeio de Cicloturismo a 19 de Outubro

passeio Festival Bike
O Centro Nacional de Exposições, em Santarém, recebe no dia 19 de Outubro o 7º Mega Passeio Lisboa/Santarém Festival Bike 2014 , iniciativa promovida pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (FPCUB).

As Inscrições são gratuitas para os sócios da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (FPCUB) e já estão abertas a todos os interessados.”…

(fonte: propedalar.com)

 

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primeira página

Duas notícias bem recentes, desarmam vários mitos e preconceitos porque algumas pessoas, no caso duas senhoras, que optam pela bicicleta como meio de transporte diário:

Maria Alzira

 

Dos exemplos relatados,  infelizmente pouco posso desvendar do dia-a-dia de dona Maria Alzira, que na sua provecta idade vai de bicicleta para o restaurante onde trabalha (aqui o link para a notícia). Já quanto à senhora doutora Sofia, a reportagem aqui deixada é reveladora do quanto é a bicicleta imune a mitos e preconceitos:

Sofia Portilho Soares

(clica na foto para aumentar)

Alguns argumentos só para reforçar a(s) notícia(s):

  • Quem anda de bicicleta para o trabalho, todos os dias, todo o ano, fá-lo por mera opção. Não é necessário ter-se um título académico ou uma profissão qualificada para ter uma bicicleta;
  • A bicicleta como meio de deslocação não é símbolo de pobreza. Não é o estatuto sócio-económico, não é por ser advogada ou cozinheira que vai definir porque se opta por este simples modo de mobilidade;
  • Logo que hajam pernas a idade é uma falsa questão. Andar de bicicleta não é só para idosos que não têm carta de condução. Quem precisa da bicicleta para de deslocar em meio urbano ou rural não precisa de ser um jovem radical desportista;
  • Afinal sempre é possível pedalar em Portugal e ir de bicicleta para o trabalho. Quem troca o carro pela bicicleta demonstra inteligência, sabe que chega mais motivado e sadio ao trabalho;
  • As mulheres também andam de bicicleta. Ao contrário de quem o quer fazer crer, a bicicleta não mete medo nem fragiliza ninguém.

A visão jornalística para o foco deste tipo de notícias não é apontar o dedo ao inusitado.  É, isso sim, revelar os bons exemplos, motivar demonstrando benefícios e vantagens em andar de bicicleta para o trabalho.

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três novos projectos

Número de bicicletas para alugar poderá aumentar

bicicletas Liga Amigos Vizela“A Liga de Amigos das Termas de Vizela quer aumentar os espaços no concelho onde possam ser disponibilizadas bicicletas para alugar. O presidente, Alcides Campelos, considera que o serviço criado em julho deste ano está a correr como o pretendido.

Aquando da inauguração da III fase de requalificação da Marginal Ribeirinha, a 05 de julho deste ano, a Liga de Amigos das Termas de Vizela (LATV) procedeu à abertura do BiclaKente, nome dado ao espaço onde ficaram instaladas doze bicicletas disponíveis para serem alugadas.”… (continuar a ler o artigo aqui)

Bike Sharing da Bikelau: Um projecto pensado para toda a orla costeira

bikelau“O projecto «Bike Sharing Eco Friendly» da Bikelau foi apresentado na quarta-feira no Museu Marítimo de Ílhavo. A solução pioneira no mundo e um projecto totalmente nacional foi desenvolvida por Nuno Zamaro, que aliou as vertentes sociais e ambientais num investimento de cerca de 195 mil euros.

Aliando os benefícios físicos, económicos e ambientais já reconhecidos de utilizar a bicicleta, o Bike Sharing cria uma solução inovadora e socialmente responsável através de um fundo criado para a partilha de bicicletas.

O modelo a utilizar neste projecto é o «ANGEL», uma bicicleta construída a partir de madeira e cortiça e a única no país que integra 80% de componentes fabricados e produzidos em Portugal, algo que não acontecia desde a década de 80. As «ANGEL», além da ligação ambiental, apostam na componente estética, fazendo alusão às pranchas de surf.”… (continuar a ler o artigo aqui)

Bicicletaria – Nova Loja de Bicicletas na Lousã

Bicicletaria“A Bicicletaria é uma loja de bicicletas focada inicialmente numa mecânica de excelência. O seu proprietário e mecânico Jorge Santos, mais conhecido no meio por “Jojo”, regressou à Lousã para abrir o seu próprio negócio.

Após vários anos a trabalhar como mecânico, num famoso grupo de lojas na área de Lisboa – Torres Vedras, obteve várias formações em diversas marcas lideres como a Specialized, BMC, Scott e Shimano. No ano de 2013, ruma ao Canadá para mais uma experiência. Desenvolveu a LikeBike – Mobile Bike Repair (onde se destinava somente à reparação de bicicletas ao domicilio).”… (ler +)

 

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fotocycle [146] marejada

marejada

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a par e passo*

BRM Alto Minho #7
Na bicicleta, não há nada mais stressante do que sentir a opressão do trânsito. Andar de bicicleta acarreta algumas situações arriscadas, bem sabemos, mas se algumas estão directamente relacionadas com o nosso comportamento, muitas outras são deliberadamente ocasionadas pela acção directa de automobilistas que não ajudam. Quando não conhecem ou simplesmente se estão a borrifar para os direitos dos ciclistas, a postura ideal na estrada, a nossa reacção perante essas situações, é o “truque” eficaz e legal para a nossa segurança. Num acidente com uma bicicleta ninguém fica a ganhar.

Outrora, numa das minhas participações nos brevets randonneurs mondial, o BRM do Baixo Minho, eu experimentei isso quando à entrada de Santo Tirso um camião nos fez uma rasa a alta velocidade, com um total desrespeito para com a nossa segurança. Recordo-me bem que por sorte não acabamos no chão. Nas estradas mais movimentadas, sinuosas e estreitas, é mais difícil manobrar sem saber se se vai ser atingido por trás, a qualquer minuto. Aí, somos forçados a nos posicionar no espaço de estrada onde sentimos estar mais a salvo. Dentro da faixa de rodagem, afastado q.b. da berma, tanto quanto possível, deveremos estar o mais visíveis possível, “obrigar” o automobilista a abrandar e, quando ao nosso lado, respeitar a distância de metro e meio. A recente legislação aprovou uma distância de segurança em torno do ciclista, no entanto se o ciclista for empurrado, obrigado a andar o mais próximo à borda da estrada, isso não é seguro para si. Ele tem o direito à utilização plena da estrada.

Ao subir numa estrada de declive acentuado, estreita e sinuosa, o ciclista pedala a ritmo bem mais lento, de dentes cerrados a carregar nos pedais. Normalmente, nesta situação, o trânsito também deverá estar indo a um ritmo mais lento, pelo que têm mais tempo para nos ver. Alguns mais impacientes vão-nos amaldiçoar por estarmos ali, vão buzinar ou mesmo acelerar para expressar a sua arrogância. Temos pena. Se estamos ali a posição dum ciclista na estrada é fundamental para a sua segurança. Pode ser questionável para muitos automobilistas que julgam que o ciclista não tem o direito à estrada, mas ali o ciclista é a pessoa mais vulnerável e tem de lidar com esse assédio. Deve ser prudente na sua resposta e não reagir negativamente a fim de não agravar uma situação que poderá colocá-lo em maior risco.

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Neste recente brevet experimentamos de tudo. Circulamos em estradas com bastante movimento, sinuosas subidas, apressadas rectas, tortuosas descidas, mas notei uma mudança bastante positiva na abordagem do automobilista para com o(s) ciclista(s) que pedalava(m) à sua frente. Encontrei mais respeito na estrada. A postura a par com outro colega ciclista obriga o tráfego a abrandar para nos passar a uma velocidade segura. Dando conta do tráfego que se aproxima por de trás, ora através do som dos motores, ora avistando o tráfego através de um espelho na bicla ou incorporado nos óculos, medindo as condições da estrada e do tráfego em sentido contrário, os ciclistas esperam pela altura certa para com a mão sinalizar o automobilista indicando que pode iniciar a ultrapassagem a uma distância segura. Isso funcionou bem. Muitos automobilistas respeitaram as indicações dos ciclistas dando depois um curto toque sonoro na buzina ou um “pisca” de agradecimento. Para cada automobilista que abrandou, esperou e me respeitou enquanto utilizador da estrada, à sua passagem eu sempre acenei e disse obrigado.

Independentemente de sentimentos antagónicos que possamos ter por más experiências anteriores, é importante ser respeitador no trânsito. Acredito que um ciclista não precisa de se acanhar perante os automobilistas, basta apenas ser rigoroso e educado. Não há condutas perfeitas e saber lidar com as condições de tráfego, com más educações, más estradas e mau clima, torna o ciclismo uma experiência mais agradável e segura. O ciclismo está aqui para ficar.

* “a par e passo”: locução adverbial, proveniente do latim “pari passu” que significa “em passo igual”, que algo é levado no mesmo passo, no mesmo andar ou ritmo.
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uma voltinha pelo Douro…

... por onde o padeiro já passou!

… por onde o padeiro já passou!”

“O Doiro sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso da natureza. Socalcos que são passadas de homens titânicos a subir as encostas, volumes, cores e modulações que nenhum escultor, pintor ou músico podem traduzir, horizontes dilatados para além dos limiares plausíveis da visão. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta.” Miguel Torga in “Diário XII” 

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fim de semana animadito, este!

Subida à Glória | Escalada de bicicleta | Calçada da Glória

subida à Glória“Subida à Glória”, uma mítica escalada de bicicleta realizada em plena Calçada da Glória, no coração da capital.

Com inscrições limitadas a 300 participantes o objetivo é ser o mais rápido na subida e bater o recorde de 39,77 segundos estabelecido em 2013 por Ricardo Marinheiro.

O percurso é a rampa que liga a Baixa de Lisboa (Praça dos Restauradores) ao Bairro Alto (Jardim de São Pedro de Alcântara) e que tem 265 metros de comprimento e um declive médio superior a 17%.”… (fonte: www.cm-lisboa.pt)

Bicicletas percorrem as Aldeias do Xisto

ciclismo aldeias de xistoPelo 3.º ano consecutivo as Aldeias do Xisto recebem, sábado (dia 11), mais uma edição do “Granfondo Skyroad”, prova que irá passar pelos concelhos de Pampilhosa da Serra, Góis, Lousã e Castanheira de Pera.

O “Granfondo Skyroad Aldeias do Xisto” é um evento de bicicleta de estrada que inclui uma prova de resistência com uma distância de aproximadamente 168 quilómetros, encontrando-se aberta a atletas amadores de ciclismo e cicloturismo, federados e não federados.

O objectivo é proporcionar a todos os atletas a experiência de viver as sensações de participar numa grande etapa de montanha, pedalando ao seu próprio ritmo durante toda a extensão do percurso, cronometrando o seu tempo com o recurso a chips eletrónicos.”… (fonte: www.campeaoprovincias.pt)

1º Passeio de Bicicletas Clássicas

passeio bicicletas clássicas A TulhaRealiza-se no dia 12 de outubro o primeiro “Passeio de Bicicletas Clássicas” organizado pelo Grupo de Jovens A Tulha. O passeio decorrerá entre a Gafanha de Aquém e as praias e os participantes utilizarão bicicletas e trajes antigos. O objetivo é promover a utilização da bicicleta e o reaproveitamento das mesmas, procurando recriar os tempos mais antigos. O passeio terá início às 9h30 junto à Capela da Gafanha de Aquém e deverá terminar às 12h00 com um almoço partilhado na sede da associação.”… (fonte: www.freguesiassalvador.pt)

Passeio de Bicicleta MIPP – Braga

Passeio Mipp 2014 PSP Braga“Realiza-se no dia 12 de outubro o Passeio de Bicicleta MIPP promovido em Braga pela Polícia de Segurança Pública, Câmara Municipal de Braga e Junta de Freguesia de São Victor com o apoio da Associação de Ciclismo do Minho. A participação é gratuita e as inscrições podem ser efetuadas online.

A iniciativa, de participação gratuita, assume um cariz solidário sendo os participantes convidados a oferecer bens alimentares para o Balcão Alimentar da Junta de Freguesia de São Victor.
Procurando promover o convívio e combater a exclusão social, o Passeio de Bicicleta MIPP terá um percurso de dificuldade baixa para permitir a participação de todos os interessados.

O início está marcado para as 9 horas, na Praça da República (Arcada), local onde regressarão os participantes depois de cumpridos os 25 quilómetros do percurso. O trajeto em circuito citadino levará os participantes a pontos importantes do património bracarense, como as Sete Fontes, mas servirá igualmente para sensibilizar para as novas regras do código da estrada.” … (fonte: www.acm.pt)

A Bicicleta Que Tinha Bigodes

a bicicleta que tinha bigodes“Os actores Cláudia Semedo e Tomás Alves estarão no Teatro da Trindade de 8 a 25 de Outubro com a peça para a infância «A Bicicleta Que Tinha Bigodes», do escritor Ondjaki.

As sessões para o público geral terão lugar nos dias 11, 18 e 25 de Outubro, às 16:00. As restantes sessões, às quartas e quintas-feira, às 11:00, a partir do dia 8 de Outubro, são para escolas (1º ciclo) sob reserva prévia.”… (fonte: diariodigital.sapo.pt)

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uma voltinha pelo Douro

Se bem se lembram, – se não, remexo o arquivo do estaminé para vos recordar – há coisa de um ano troquei um belo dia de praia por umas longas pedaladas com amigos sob um sol abrasador pelas encostas do Douro. O objectivo era acompanhar o Zé Ferreira e o Manuel Miranda no reconhecimento local para a preparação de um novo desafio breveteiro, o BRM (Brevet de Randonneurs Mondiaux) de 200km, Douro Vinhateiro. Pois muito bem, amanhã bem cedo estaremos na estrada para cumprir mais um brevet, este muito especial.

Cartaz Douro Randonneurs

 

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bicicletas à moda do Porto

Na secção Vícios do P3, vem publicado um artigo completo de Sara Sampaio sobre os mais recentes negócios a pedais na Invicta e um apanhado das bicilojas mais na berra:

“O Porto não é dos melhores locais para se andar de bicicleta? Há lojas, oficinas e outros pequenos negócios que mostram que o investimento nesta cidade é maior do que parece à primeira

Apesar do seu ambiente citadino, o Porto está-se a tornar cada vez mais num local onde a bicicleta ganha notoriedade. Com fatores como a crise e até mesmo as preocupações com a saúde e boa forma, a bicicleta está-se a popularizar cada vez mais como meio de transporte. O P3 apresenta-te alguns exemplos de negócios nesta cidade que avançam sobre duas rodas.”… (clica aqui para continuar a ler o artigo)

E como em tudo na vida temos as nossas preferências, não menosprezando os restantes negócios, deixo uma fotografia de cada uma das minhas lojas favoritas referidas no artigo:

Velo Culture

Velo Culture

Douro Bike

Douro Bike

SUB 954

SUB 954

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