coisas que tal…

Empoleirado em tubos de geometria elementar, impulsiono-me através do espaço, zunindo entre veículos, balançando nas curvas. Noção e percepção, olhos e ouvidos bem abertos que me permitam antecipar, traçar movimentos, deslizar na constrição urbana. O feitiço da estrada superando dificuldades, os montes, a brisa que me sopra no rosto. Na minha bicicleta, transpiro, inspiro, sou potência e explosão, dono do meu próprio caminho, senhor do meu destino. Aproveito cada momento.

superstições

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can’t miss [111] tribunadamadeira.pt

Uma (v)ida à volta do mundo… ?

Adelino

por Paula Belbut

“O Adelino tem 55 anos e é de Setúbal. A primeira coisa que me chamou a atenção, foi a sua bicicleta (reconheci aquele meio de transporte de qualquer lado…?) e de imediato, os meus olhos procuraram o dono de tão engraçado objecto, aparelhado de tudo e mais alguma coisa. Depois, deparei-me com uma banca cheia de recortes de jornal, entrevistas suas, mapas com trajectos percorridos, fotografias… Este homem, é um globo-trotter e já há vinte e nove anos que vagueia por todos os continentes: América (Estados Unidos, Chile e Brasil), África (Senegal, Guiné-Bissau), Europa e agora, desde Dezembro que está no Funchal. Querem saber mais? O Adelino partiu no dia 7 de Outubro de 2003 de Portugal para fazer a volta da Europa de bicicleta, e assim entrar no Livro do Guinness: em 11 anos, já vai na terceira volta ao continente – tem 67.000 Km nas pernas, o homenzinho!”…

Leia mais no Tribuna da Madeira: Uma (v)ida à volta do mundo… ? em http://www.tribunadamadeira.pt/?p=30396

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a MUBi acabou de publicar uma carta aberta dirigida à ANSR no seu site a propósito da recente campanha – “Responsabilidade Partilhada”

“Se se reconhecerem nela ajudem a divulgar por email ou nas redes sociais. Obrigado.”

MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta
http://mubi.pt
Fundada em 2009
Apartado 2558, EC Praça do Município, 1114-001 Lisboa
NIPC: 509 005 489

“Exmo. Sr. Dr. Jorge Jacob,
Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária,

No mesmo dia em que a Prevenção Rodoviária Portuguesa publicou um estudo em que demonstra claramente onde reside o problema para a segurança rodoviária em Portugal, ou seja, no número elevado de automóveis em velocidades excessivas; a ANSR iniciou uma campanha para “uma Responsabilidade Partilhada” no convívio rodoviário, que, segundo V. Exa., pretende informar os ciclistas sobre as alterações ao Código da Estrada, Lei n.º 72/2013 de 3 de setembro, que entrou em vigor no dia 1 de janeiro do presente ano.

Continuamos impressionados pelo esforço, investimento e persistência – raros nas instituições públicas portuguesas – por parte da ANSR, para assustar, educar e sensibilizar as vítimas.

Abaixo explicamos porque a “responsabilidade partilhada” é um conceito errado na abordagem ao problema da sinistralidade rodoviária entre veículos motorizados e utentes vulneráveis. Observamos também que a ANSR continua a realizar campanhas que retratam as formas de deslocações ativas como perigosas (neste caso, com vídeos retratando sinistros com consequências graves), o que desencoraja as pessoas de utilizarem essas formas de deslocação. Dito isto, gostaríamos de congratular V. Exa. por finalmente se dirigir, mesmo que parcialmente, aos condutores dos veículos com maior velocidade, com mais massa e consequentemente com maior probabilidade de provocar danos, mortos e ferimentos graves.

1. A Responsabilidade Partilhada

O slogan escolhido para um dos vídeos – sempre que alguém arrisca quem sofre é o ciclista – leva-nos a questionar se o conceito de co-responsabilização é a forma correta de abordar a segurança entre um modo de transporte inerentemente perigoso e outro que tem e deve ter acesso universal. Relembramos que o ciclista, tal como o peão, pode naturalmente ser uma criança ou um idoso, sem a necessidade de uma licença de condução. O próprio conceito de “Responsabilidade Partilhada” contradiz o espírito e a letra da revisão do novo Código da Estrada na definição de “Utilizador Vulnerável”. É um conceito felizmente ultrapassado na maior parte da legislação europeia e que contraria até a Diretiva 2009/103/CE do Parlamento Europeu e do Conselho. Nenhuma campanha de proteção dos utentes vulneráveis verdadeiramente eficaz se poderá basear neste princípio.

2. Campanhas que desencorajam o uso da bicicleta através do medo

Gostaríamos de realçar que a bicicleta é um meio de transporte com vantagens económicas (1/5 das importações de Portugal são carros e combustíveis), ambientais (poluição atmosférica, GEE, e poluição sonora), sociais (sendo pouco onerosa, políticas que incentivem o seu uso, tornam o acesso à mobilidade muito mais igualitário para todos os estratos da sociedade), de saúde (a maior causa de morte em Portugal são as doenças cardiovasculares, onde um grande fator de risco é o sedentarismo) e de segurança (todos os estudos indicam que quanto maior o número de ciclistas nas estradas, menor o risco rodoviário para todos). Por isso, as boas práticas europeias recomendam que devem ser evitadas a todo custo campanhas que retratem a bicicleta como um modo de transporte perigoso e a evitar. A ANSR, ao insistir no mito generalizado de que a bicicleta é um modo de transporte perigoso, não está, no nosso entender, a prestar um serviço de interesse público.

Um dos vídeos da campanha sugere-nos ainda os seguintes comentários:

3. Erro crasso na imagem final

Existe um erro de concepção gráfica que afeta a forma como se efetua a sua perceção, mostrando-se deficiente a legibilidade da imagem constituída pela justaposição e associação de pictogramas representando o momento da ultrapassagem a 1,5 metros de distância. No vídeo que tenta transmitir uma ideia correta sobre a distância de ultrapassagem de 1,5 m (o vídeo com a situação de atropelamento de uma criança) um dos pontos-chave é a fase final do anúncio, em que se tenta elucidar visualmente a nova regra de ultrapassagem a velocípedes. No entanto, constatamos que a imagem usada nessa fase final sofre de um erro grave. Poucos condutores têm uma noção exata do que 1,5 m realmente significam, sendo por isso muito relevante que a figura ilustre graficamente o que essa distância implica em proporção com as figuras do velocípede e do carro. Sendo uma aproximação, a figura deverá sempre mostrar um caso exagerado (carro a mais de 1,5 m do velocípede), nunca o caso oposto (carro a menos de 1,5 m).

Sabendo-se que um ciclista de altura mediana montado numa bicicleta de adulto se torna na generalidade mais alto que um automóvel convencional, nessa situação, a altura do ciclista rondará 1.5 m. Logo, o afastamento no pictograma entre o automóvel e o ciclista, nunca deverá situar-se a menor distância daquela que representa a altura do referido ciclista. Infelizmente, é esse o caso que transparece da figura que surge no final do vídeo.

O carro na figura está a efetuar uma ultrapassagem demasiado próxima do velocípede. De facto, a ilustração representa uma situação perigosa e ilegal, representando uma situação em que o carro ultrapassa a menos de metade da distância lateral que a nova lei exige!

distancia ANSRImagem usada pela campanha da ANSR.
Medindo, na figura, a altura do carro e a distância ao carro – extremo do guiador do velocípede, e assumindo um carro ligeiro de 1,5 m de altura (o que é mais alto que muitos modelos de carros ligeiros), conclui-se que o carro ilustrado está a efetuar o que vulgarmente se denomina por “razia”.
Distancia corretaIlustração correta da distância de segurança.

É um erro crucial que limitará consideravelmente a eficácia da mensagem do vídeo.Consideramos fundamental que o erro seja corrigido, antes da divulgação do vídeo nos media.

4. Lacunas do vídeo relativamente às prescrições legais a cumprir na ultrapassagem de ciclistas por parte de veículos motorizados.

Existem duas lacunas importantes na forma como se aborda a ultrapassagem do velocípede. A nova regra sobre ultrapassagens a velocípedes não se limita a impor a distância lateral de pelo menos 1,5 m. A nova regra introduz também duas novidades que são tão ou mais importantes que a distância minima de segurança:

  • a necessidade de abrandar antes de ultrapassar um velocípede.
    caso haja via adjacente,
  • a necessidade de ocupar a via adjacente para ultrapassar.

Não se entende porque razão é que um vídeo cujo objetivo é promover ultrapassagens seguras no espírito da nova regra se foca apenas num dos aspectos (1,5 m) e deixa de fora os restantes aspetos que o novo Código da Estrada integra, e que são tão ou mais importantes do que a distância mínima de segurança. Chamamos a atenção para o facto da obrigatoriedade, na maior parte dos casos, de ocupação a via adjacente por parte dos veículos motorizados, tornar extremamente fácil aferir por todos (inclusivamente as autoridades policiais) que a ultrapassagem está a ser ou foi realizada em segurança, e de acordo com as novas regras do Código da Estrada.

Sobre a Ficha Temática

Congratulamos V. Exa. pela publicação da Ficha Temática, que pela primeira vez faz uma compilação dos poucos dados que existem sobre sinistralidade com ciclistas em Portugal. Alertamos para três aspetos importantes:

  1. É fundamental não confundir os números absolutos de acidentes e vítimas com a noção de risco. A Ficha Temática só analisa valores absolutos de sinistros e vítimas e nunca aborda as questões de risco e perigo rodoviário e isto deveria ser mais explícito e corrigido em futuras edições. Risco é a probabilidade que um utilizador de um modo de transporte tem de estar exposto ao risco de ter um sinistro. O risco dos utilizadores deve ser medido tendo em conta alguma forma de exposição ao risco (geralmente o número de quilómetros percorridos). Desta forma, seria fácil verificar aquilo que é normal acontecer: quanto maior o número de ciclistas e maior o número de quilómetros realizados de bicicleta e a pé menor é o risco para todos (“segurança pelos números”). Por isso, mesmo numa situação em que haja um aumento do número absoluto dos sinistros com ciclistas, podemos estar provavelmente perante um benefício social e não necessariamente perante um problema.
    Segurança pelos Números Relação y:ciclistas mortos por 100 milhões de km / x:km pedalados por pessoa-dia  By Wittink, Roelof, I-ce Interface for Cycling Expertise: Planning for cycling supports road safety.ISBN 1855736144

    Segurança pelos Números
    Relação y:ciclistas mortos por 100 milhões de km / x:km pedalados por pessoa-dia
    By Wittink, Roelof, I-ce Interface for Cycling Expertise:
    Planning for cycling supports road safety.ISBN 1855736144

    Este gráfico, publicado pela ANSR, é enganador e simplista, não revelando de todo o risco dos utilizadores de bicicleta. Num caso hipotético extremo, se em Portugal não existissem ciclistas, de acordo com o exposto neste gráfico o país teria 0% de sinistralidade. Na realidade, a Holanda, é o país da Europa onde o risco para um utilizador de bicicleta é menor, tendo níveis gerais de sinistralidade rodoviária substancialmente menores que Portugal, revelando mais uma vez quão falacioso e simplista é esta abordagem.

    Este gráfico, publicado pela ANSR, é enganador e simplista, não revelando de todo o risco dos utilizadores de bicicleta. Num caso hipotético extremo, se em Portugal não existissem ciclistas, de acordo com o exposto neste gráfico o país teria 0% de sinistralidade. Na realidade, a Holanda, é o país da Europa onde o risco para um utilizador de bicicleta é menor, tendo níveis gerais de sinistralidade rodoviária substancialmente menores que Portugal, revelando mais uma vez quão falacioso e simplista é esta abordagem.

  2. A utilização da palavra “acidente” deverá deixar de ser usada em documentos oficiais da ANSR. É incompreensível, que no século XXI, continuemos a utilizar terminologia datada e que prejudica a mitigação do problema. Com efeito não existem acontecimentos acidentais ou imprevisíveis, mas uma conjugação de condições desfavoráveis ou acumulação de falhas, humanas ou materiais, que levam a determinada consequência ou conjunto de consequências. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e inúmeros organismos oficiais noutros países criticam o uso deste termo e muitas delas abandonaram mesmo o seu uso.
  3. A ficha temática aconselha a segregação da bicicleta como a prioridade principal para a sua segurança; inclusive acima da redução da velocidade e da redução do número de veículos motores em centros urbanos. Esta inversão de prioridades contradiz as boas práticas nacionais e internacionais (consultar a “Hierarquia de Decisão” preconizada em vários manuais técnicos sobre o assunto que colocam a provisão de infraestruturas como última prioridade).

Em conclusão

Continuamos extremamente preocupados com os níveis inaceitáveis de sinistralidade rodoviária envolvendo utilizadores vulneráveis no nosso país, bem como com o medo que afasta as pessoas de se deslocarem de bicicleta ou a pé. Apelamos por isso a V. Exa. para que reveja e que atualize a abordagem que a ANSR tem tido em relação à segurança dos mais vulneráveis, aderindo aos princípios e boas práticas europeias nesta matéria:

  1. Abandone o princípio da responsabilidade partilhada.
  2. Evite a todo o custo campanhas e material pedagógico que inspire medo na utilização da bicicleta ou andar a pé.
  3. Foque o seu esforço na consciencialização, de forma a incutir um efetivo sentimento de proteção dos mais frágeis, nomeadamente dos seus direitos mais elementares de cidadania, responsabilizando os condutores de automóveis a favor da segurança dos utilizadores mais vulneráveis.
  4. Invista na informação aos automobilistas, sobre as suas responsabilidades, obrigações éticas e morais e ainda sobre cuidados acrescidos que estes têm que ter com os utilizadores mais vulneráveis.
  5. Caso produza material pedagógico para os motoristas, que tenha em maior atenção os ciclistas, que consulte as associações de utilizadores que de facto têm experiência dos problemas mais frequentes e indague sobre quais as melhores estratégias de condução defensiva legalizadas pelo atual CE (nomeadamente a ocupação assertiva da via devidamente afastado da berma e a condução a par).
  6. Reveja os materiais com o devido cuidado e promovendo as convenientes consultas antes de os tornar públicos.

A MUBi continua totalmente disponível para colaborar com a ANSR, para que esta possa contribuir de facto para a melhoria da segurança dos mais vulneráveis em Portugal.

Com os nossos melhores cumprimentos,

A direção da MUBi.”

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ciclofilia [118] Farm – Rio de Bike: EP1

“Websérie sobre locais bacanas no Rio de Janeiro através do olhar e da bike de uma apresentadora.”

from

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de uma hora para outra

lusco fusco
Se os seres humanos não tivessem baseado a rotina das suas vidas de acordo com o tempo não teríamos problemas associados ao dia e à noite. Viveríamos as nossas vidas de acordo com os nossos próprios ritmos, quando comer, quando dormir, quando acordar, quando sair para trabalhar… Eu prefiro o horário de verão, quando os dias são mais longos e iluminados, mas a Natureza guia-nos à luz da sua lei e só nos resta estar em sintonia com ela. Apesar de ainda estar algum calor, lentamente, vão sendo deixados para trás os grandes dias de verão e para manter o máximo de luminosidade entre o nascer e o pôr-do-sol lá tivemos novamente de atrasar os ponteiros dos relógios. O ciclo natural do tempo lembra-nos que estamos novamente a caminhar para o Inverno. Infelizmente, no mundo moderno, todos vivemos as nossas vidas em uníssono. É uma questão de sobrevivência. Somos governados por um regime de contagem do tempo. Sem a sincronização da sociedade jamais teriam inventado os despertadores, cujo único propósito é nos acordar artificialmente para o início do dia. O ruído nos impulsiona para a acção, arrasta-nos para fora da cama, muitas vezes quando ainda está escuro lá fora, porque o relógio diz que é “de manhã.”! Assim, podemos enganar os nossos corpos e pensar que vivemos em harmonia com a ordem natural das coisas.

Um ciclista experiente está preparado para pedalar na escuridão. Quando os seus trajectos, matinais ou do fim do dia, são feitos na escuridão, recorre à iluminação artificial para o ajudar a clarear o seu caminho, impedir de andar sobre destroços ou desviar de obstáculos que surjam no seu caminho. Quando a iluminação das ruas é forte o suficiente para enxergarmos bem, mesmo assim, para nos proteger de coisas à espreita em cada cruzamento, dá jeito usarmos uma vestimenta reflexiva que nos torne mais atraentes, para que os automobilistas e peões nos detectem e identifiquem. Pedalar na escuridão absoluta também pode ser misterioso e ofuscante. Não desgosto, só me torna mais lento e cuidadoso, porque eu quero descortinar o piso onde coloco as rodas, ver bem o que se passa à minha frente, adaptando a minha velocidade à minha capacidade visual. Depois de um tempo os olhos ajustam-se à visão nocturna e fico mais alerta. Os detalhes estão escondidos e a iluminação escassa lança sombras amorfas, mas pedalar à noite tira-me o sono. E enquanto o Outono me oferecer umas horas extras de luminosidade, vou aproveitar o bom tempo. Afinal é só esperar oito semanas para o solstício de inverno e voltar a ver os dias a alongar, para no último domingo de Março voltarmos a adiantar os relógios em sessenta minutos.

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quando o sol se deita

Dizer a um tripeiro que não há pôr-do-sol mais belo que o nosso é pedir um palavrão e um sorriso. Quem o diz não é do norte, carago! Indiferente a esta questão cósmica, do pôr-do-sol portuense e dos rigores deste outono travestido de verão, aqui o menino idolatra a sua bicicleta, a boa vida e a calma vastidão do oceano. É o melhor refugio que encontro para o bulício enervado da urbanidade. Aproveito cada momento.

pôr do sol

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anatomy of a lazy machine

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tertúlias do dia: Mobilidade, Porto e Braga

Conversas sobre ambiente 2014: Que mobilidade temos e qual a que ambicionamos?

Serralves, 23 de Outubro de 2014 17h00 – 19h30 Sala Multiusos – Museu de Arte Contemporânea – Fundação de Serralves, Porto.

“Ao longo do nosso dia-a-dia somos constantemente confrontados com a necessidade de nos deslocarmos para algum lugar, seja para o trabalho ou escola, ou mesmo por uma questão de lazer. A escolha da forma a optar para realizar essas mesmas deslocações encontra-se dependente não só das infra-estruturas, condições e meios existentes no local como também de outros fatores que influenciam a nossa escolha, desde a informação disponível às condicionantes físicas e à própria educação e sensibilização de cada um.

Qual é a realidade da rede de mobilidade do nosso país? De que forma a educação poderá melhorar a estratégia ao nível da mobilidade sustentável? A nível individual, o que cada um de nós pode fazer em termos de mobilidade para minimizar o seu impacte ambiental e promover a sustentabilidade?

Estas e outras questões serão abordadas neste debate, procurando uma reflexão alargada e participativa.”

Oradores convidados desta Conversa sobre Ambiente:
– Mário Alves (Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa)
– Joaquim Cavaleiro (Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto)
– Ricardo Cruz (MUBi – Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta)
Moderadora: Arminda Deusdado (Farol de Ideias, Coordenadora do programa Biosfera)

Acesso: gratuito, mediante inscrição prévia para apoio.se@serralves.pt

Fonte: www.serralves.pt

Cartaz disponível aqui

Tertúlia sobre Mobilidade no Centro Histórico de Braga

“Realiza-se hoje, 5ª feira, dia 23 de outubro, às 21h00, no Edifício GNRation, uma tertúlia dedicada ao tema “Mobilidade no Centro Histórico de Braga: Algumas Propostas”, organizada pela APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património.

É um dos temas mais marcantes da atualidade, e que tem tudo a ver com o que por aqui discutimos – a importância da mobilidade, sobretudo da mobilidade sustentável, para a melhoria da qualidade de vida e do bem estar das pessoas que vivem ou trabalham nesta cidade. Em representação do Braga Ciclável, estará presente como orador Mário Meireles. O painel de participantes, que será moderado por Daniel Miranda (APRUPP) inclui também Luís Macedo (CIM-Cávado), Alberto Manuel Miranda (FEUP), Miguel Bandeira (Vereador da Câmara Municipal de Braga) e José António Batista da Costa (TUB).”

Fonte bragaciclavel.blogspot.pt

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no regresso a casa

O minimalismo envolvido em usar uma bicicleta para o transporte permite a liberdade de parar, em qualquer lugar, desfrutar deste oásis de natureza no meio da cidade, e fazer parte do ambiente, do silêncio e da cacofonia das coisas naturais. Aproveito cada momento.

no parque

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na bicicleta

Cada dia é uma experiência, um sorriso, uma renovação, pensamentos para nos levar e memórias para durar. Hoje é um vislumbre do passado e esperança para o futuro. Aproveito cada momento.

be happy

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