depois, um funcionário público que pedala para o seu posto de trabalho há anos, lê este texto, rasga um sorriso e partilha!…

Bicicleta: Pedalar na função pública

artigo de opinião de Rita Pimenta publicado no Publico (aqui link para o artigo):

Do francês bicyclette, mas também do latim bis, “duas vezes”, a que se junta, do grego, kyklos, “círculo, roda”. Uma “bicicleta” é um “velocípede de duas rodas, de igual diâmetro, sendo a da retaguarda accionada por um sistema de pedais que actua sobre uma corrente”. Faz maravilhas pela saúde e pelo ambiente. Por isso, os funcionários públicos foram convidados a usar este veículo. Se já havia mobilidade na função pública, agora faz-se de bicicleta, quando não de carrinho…

Esta sugestão integra-se num conjunto de medidas para reduzir em 20% as emissões de C02 dos automóveis do Estado e também os gastos com combustível. É o programa para a mobilidade sustentável Eco.com.

O dicionário explica que uma “bicicleta de montanha” está “especialmente preparada para percorrer caminhos e estradas de montanha” e que uma “todo-o-terreno” está “preparada para resistir a todo o tipo de obstáculos”. Talvez seja esta a mais indicada para a função pública, sempre acusada de todos os males e sujeita a percursos espinhosos. Toca então a pedalar.

Menos tortuosos e mais felizes se tornam os caminhos de quem beneficia em África da iniciativa World Bicycle Relief, em que a distribuição de bicicletas por famílias em espaço rural resulta num grande aumento da qualidade de vida das populações. (E qualquer um de nós pode ajudar.)

No futebol, “bicicleta” “é o mesmo que puxada ou puxeta, porém, estilizada pela atitude do jogador”. “No turfe [corridas de cavalos], diz-se do jóquei que não usa os estribos.” Em Pernambuco, no Brasil, pode chamar-se-lhe “gangorra”. Coloquialmente, a palavra é usada como sinónimo de “esposa”. Com carinho.

de Cósmica para o trabalho

a pedalar para o trabalho desde 2010

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belo par de jarras

eu e o Tó
A foto traz memórias preciosas dos jovens que somos hoje. Do tempo das nossas primeiras tentativas. Do convite à aventura, abrindo asas que nos protegiam de tudo. Da roupa suja e dos joelhos esfolados. Travões, tinha, e caso não travasse a sapatilha Sanjo fincada no pneu resolvia. Tinha campainha e pneus largos que riscavam caminhos. Liberdade para alcançar campos floridos e rasgar as estradas poeirentas da vida. Parabéns Tó, aproveita cada momento.

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passe a publicidade [73] Estacionamentos para bicicletas Biciway

“Estacionamentos para bicicletas, em direção a uma Hotelaria mais amiga dos ciclistas com estacionamentos corretos Biciway”

Apresentação 1
“Com o aumento de utilizadores de bicicleta, seja por lazer ou como meio de transporte, têm crescido as ofertas de infraestruturas de apoio e promoção à sua utilização. Vários são os equipamentos à disposição de quem pedala, mas nem só de ciclovias vive quem usa a bicicleta, um bom sistema de estacionamento é um complemento na escolha do local onde pernoitar.
Os estacionamentos de bicicletas são muitas vezes mal desenhados e desadequados. Opta-se muitas vezes pelo design ou preço em detrimento daquilo que os utilizadores procuram: Segurança.”

“A Biciway desenvolve mobiliário urbano específico para bicicletas desde estacionamentos a cacifos e outras soluções para interior ou exterior que trazem segurança adicional aos seus hóspedes. Muitas são as soluções corretas à disposição para guardar bicicletas, permitindo ao seu hotel ser realmente Bike Friendly conseguindo desta forma atrair mais visitantes.
Uma bicicleta não é só um transporte mas também uma companheira que custa muito a adquirir e o estacionamento é não só uma solução que transmite segurança, mas que também ajuda a melhorar o aspeto de unidades hoteleiras, ao evitar ter bicicletas presas a postes ou árvores, dando um ar inestético a algo que se quer imaculado como são os Hotéis, sejam urbanos ou rurais.”

(Publicado em anteprojectos.com.pt por Conceição Pedro)

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notícia do tipo “mais vale tarde que nunca”, outra do género para acrescentar na agenda e histórias à volta da nossa Volta, que arranca hoje

Governo quer funcionários públicos a partilhar carros do Estado e a andar de bicicleta

AP de bicicleta e carshare“Funcionários públicos a pedalar, à boleia, através da partilha de carros do Estado e criação de zonas de estacionamento para bicicletas nos organismos da administração pública são algumas das medidas inscritas no Programa de Mobilidade que é hoje apresentado.
A mobilidade eléctrica e sustentável da administração pública vai ser apresentada esta manhã, pelo ministro do Ambiente e pelos secretários de Estado do Ambiente e da Energia. Um documento que foi ontem publicado em Diário da República.
No documento estão incluídas medidas que o executivo entende como linhas de ação para a gestão da mobilidade e com as quais o Governo pretende gastar cerca de 3 milhões de euros num estudo de caracterização para identificar o comportamento e ajudar a traçar o tipo de deslocações feitas por parte dos funcionários públicos.
No programa para a mobilidade, que o Governo quer que seja cumprido de forma cabal por todos os ministérios, o executivo vai promover a adesão a sistemas de partilha de bicicletas e a aquisição de veículos “suaves”para uma mobilidade mais sustentável.”…

(ler a notícia aqui)

De bicicleta para para o trabalho

bike to workA Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, organiza, no dia 18 de setembro (sexta-feira), a 5ª edição da iniciativa “De Bicicleta para o Trabalho – Bike to Work”.

Dirigida às empresas e/ou instituições sediadas no Concelho de Lisboa, esta iniciativa visa incentivar os seus trabalhadores a deslocarem-se neste dia de bicicleta para o seu local de trabalho, podendo realizar as inscrições em: http://lisboaenova.org/biketowork2015.
A Transportes de Lisboa, na qualidade de entidade que apoia o “De Bicicleta para o Trabalho – Bike to Work Day”, relembra que o transporte de bicicletas nos operadores Carris, Metro e Grupo Transtejo é gratuito, mediante os seguintes condicionalismos:

Metro | O transporte de bicicletas é limitado a um máximo de duas bicicletas por carruagem, desde que não se verifiquem grandes aglomerações de passageiros nem seja perturbado o normal funcionamento do sistema.

Carris | O transporte de bicicletas pode ser realizado qualquer dia da semana, em cinco carreiras de autocarros (708, 723, 724, 725 e 731) no horário de funcionamento das mesmas, num limite máximo de quatro bicicletas por veículo.

Grupo Transtejo | O transporte de bicicletas no Grupo Transtejo é gratuito em todas as ligações fluviais, de acordo com a lotação indicada (determinada pelo Mestre do navio) e condições descritas no site da empresa.

(fonte: carris.transporteslisboa.pt)

Cinco vencedores recordam as voltas que a Volta já deu

Mário Silva“Ciclismo. Das glórias de 1960 ao último vencedor português, o DN foi à boleia pela história da Volta a Portugal. Desde greves e falta de água até estradas de terra e bicicletas muito pesadas
Está aí a 77.ª edição da Volta a Portugal – que arranca hoje em Viseu e corta a meta em Lisboa, dia 9 de agosto. Bem mais curta e internacional nos últimos anos, mantém a emoção e o espetáculo, mas sem o espírito de aventura de outros tempos, desde que em 1927 o Diário de Notícias e o Sports se lançaram na organização da prova rainha do calendário velocipédico nacional.
Ao longo das últimas décadas tudo evoluiu, conforme o DN pôde confirmar numa viagem pelas memórias da história da Volta, com cinco vencedores portugueses em épocas distintas.
O mais antigo deles, Mário Silva, venceu a Volta pelo FC Porto em 1961, um ano depois de ter estado presente nos Jogos Olímpicos de Roma. Para ele, a Volta do seu tempo era bem mais dura. “Quando comecei, ainda trabalhava como carpinteiro. Os ciclistas de antigamente tinham mais força, hoje são mais “amimalhados”… Se quiséssemos água durante uma corrida, tínhamos de parar e procurar uma fonte. Havia vinte e muitas etapas e nalguns dias tínhamos duas… E havia também mais gente a ver a corrida. Chegávamos a encher as Antas e Alvalade”, afirma o ex-campeão portista, agora com 75 anos, lembrando como investiu o dinheiro dos prémios arrecadados nessa Volta de 1961, em que a vitória final valia 25 contos: “No total, arrecadei mais de 40 contos. Distribuí 10% pelos colegas, como estava estipulado, e o resto investi em terrenos agrícolas, que o ciclismo não dava futuro.
Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN”.

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fotocycle [164] Pelotão do Arrasto

E se porventura, ou desventura, ao amanhecer de um qualquer dia útil, não necessariamente solarengo, der de caras com um grupetto, não forçosamente em bicicletas de aço, a jogar cartas em plena N108, não acerrimamente no picanço, fundamentalistas dos capacetes Carrera ou da licra preta, pois pode muito bem estar a ser ultrapassado pelo Pelotão do Arrasto.

Pelotão do Arrasto

 

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crónicas do dia, invenções em família, histórias de vida

Prática do ciclismo previne contra mortalidade precoce

Lídia Barbosa“Estudos internacionais mostram que o ciclismo previne contra a mortalidade precoce das pessoas e do planeta, além de resultar em economia financeira. No Brasil, o potencial é grande, mas os incentivos e as pesquisas sobre os benefícios da modalidade ainda são poucos

Essa é uma realidade que a técnica em saúde bucal Lídia Barbosa da Piedade, 53 anos, conhece bem. Ela começou devagar e, hoje, faz percursos de até 130km em sua bicicleta. Na infância, Lídia gostava de pedalar, mas só readquiriu o hábito há quatro anos, quando viu uma turma de ciclistas passeando pelas ruas de Brasília. Entrou em uma loja, comprou a bicicleta e passou a frequentar grupos que se aventuram dentro e fora da cidade. “Eu me apaixonei. Por dia, faço até 40km”, conta. Normalmente, ela sai para pedalar à noite, com os amigos do grupo. Mas, às vezes, também vai ao trabalho, no Setor Comercial Norte, sobre duas rodas.”…

(Continua a ler aqui)

Dois irmãos de Almeida transformam bicicletas a pedal em elétricas e triciclos

Armindo e Helder“Dois irmãos inventores autodidatas residentes na vila de Almeida, no distrito da Guarda, têm por passatempo transformar bicicletas normais em elétricas e em triciclos, para surpresa de amigos e de vizinhos.

Helder Gomes, de 53 anos, motorista de ambulância nos Bombeiros Voluntários de Almeida, criou um triciclo híbrido (elétrico e a pedal) a partir de uma bicicleta e Armindo Gomes, de 61 anos, desempregado, faz a alteração de bicicletas normais para elétricas.
Armindo e Helder, que pertencem a uma família que tem vários criativos, desde os avós aos netos, decidiram apostar na transformação de bicicletas a pensar no conforto e na diminuição dos custos com as deslocações diárias.
O projeto inicial de Helder Gomes, em 2001, consistiu na junção de um motor de combustão a uma bicicleta, mas desistiu da ideia porque necessitava de homologação para poder circular na via pública. Posteriormente, transformou a bicicleta em triciclo e, em 2014, adaptou-lhe um motor elétrico.
O bombeiro concebeu o triciclo híbrido com parte da estrutura da bicicleta, duas rodas de motociclo, duas trotinetes velhas, peças de uma máquina de lavar roupa e parte de um pneu de moto quatro (serve de assento).
“Só comprei uns parafusos na loja, o resto é tudo praticamente reciclado”, contou.”…

(continua a ler aqui)

Este homem só trabalha metade do ano. Nos restantes meses apenas viaja

Benedict“Não tenho vergonha de não gostar de trabalhar. Gosto de coisas simples. Tudo o que seja documentos e contas para pagar não funciona para mim. Aliás até me ‘stressam’, então decidi eliminar o que me fazia mal”, explica.

Ultra Romance, também conhecido como Benedict, de 35 anos, recusa-se a ficar fechado entre quatro paredes. Esta é a história de um norte-americano que só trabalha metade do ano e a outra metade passa a viajar na sua bicicleta.
O Business Insider dá conta que Ultra Romance acabou a sua licenciatura em nutrição há 15 anos, mas nunca viveu mais de seis meses no mesmo sítio. Como trabalho escolheu ter duas profissões: pescador ou guia turístico.
Nunca teve um carro e apenas tem uma conta bancária para vender e comprar peças da bicicleta no Ebay.
O norte-americano vive apenas com cerca de nove euros por dia e todo o dinheiro que vai arrecadando coloca em malas e enterra-as. Além de que dedica todo o seu tempo para estar em contacto com a natureza.
Para Ultra Romance, trabalhar 40 horas semanais é contranatura.
“Não tenho vergonha de não gostar de trabalhar. Gosto de coisas simples. Tudo o que seja documentos e contas para pagar não funciona para mim. Aliás até me ‘stressam’, então decidi eliminar o que me fazia mal”.
As suas viagens inspiraram um perfil no Instagram que conta com mais de 14 mil seguidores.

(fonte: noticiasaominuto.com/mundo)

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aviso à navegação velocipédica, pédica e ortopédica

As obras de requalificação na Avenida Gustavo Eiffel ainda condicionam a circulação, não só a rodoviária como a velocipédica, pédica e ortopédica. Agora, numa fase mais adiantada das obras, a atenção concentra-se na limpeza das escarpas, de construções devolutas e entulho acumulado, com derrocadas controladas. Há alturas do dia em que a circulação é interrompida por algumas horas, isto até pelo menos ao dia 6 de Agosto, pelo que nos foi informado.

obras Avenida Gustavo Eiffel
Hoje, na nossa pedalada madrugadora pela marginal, a caminho da barragem de Crestuma, ainda passamos pelo passeio e entre as pedras espalhadas pela via. Já no regresso, encontramos o trânsito interdito e não tivemos outra alternativa senão dar à sola, empurrando as biclas pela íngreme Calçada das Carquejeiras até às Fontaínhas. Claro que o momento foi aproveitado para esticar as pernas e tirar umas fotografias à maneira.

Calçada das CarquejeirasE com esta brincadeira, piquei o ponto atrasado! Shiuuu…

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estudo de conflitos entre veículos motorizados e bicicletas

Investigação de Luís Campos Oliveira, estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica

Mobilidade Ciclável“Chama-se “Mobilidade Ciclável: Modelação de Tráfego e de Conflitos Rodoviários” e é o tema da Dissertação de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro (UA) apresentado por Luís Campos Oliveira. Esta Dissertação enquadra-se nas atividades da Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da UA, mais propriamente no projeto “Deslocações Seguras para a UA”, e teve como objetivo principal estudar os conflitos entre veículos motorizados e bicicletas nos percursos preferenciais para a UA, nomeadamente Estação Ferroviária de Aveiro – UA, no período de ponta da manhã, associado a um elevado volume de tráfego e onde a probabilidade de conflitos rodoviários envolvendo os veículos em estudo poderá ser maior.
Com a orientação da docente Margarida Coelho do Departamento de Engenharia Mecânica, pretendeu-se enquadrar no âmbito deste trabalho a utilização de modelos de simulação do tráfego rodoviário e de análise de conflitos entre veículos (VISSIM e SSAM, respetivamente) para construir diversos cenários.
Posteriormente foram estabelecidos cenários alternativos para melhoria da mobilidade Para tal, primeiramente foi realizada monitorização experimental, como forma de contagem do número de bicicletas a circular diariamente na cidade de Aveiro. Em seguida, foi criado um cenário base, que espelha a realidade do tráfego diário de veículos, e onde o número de bicicletas inseridas no software de modelação corresponde às observadas nas contagens realizadas. Posteriormente, implementaram-se outros cenários, denominados de alternativos, que tiveram como objetivo a simulação de alterações ao tráfego e estudo de alternativas, face à situação atual.
Realizadas as simulações, os dados de saída do modelo VISSIM serviram como dados de entrada para o modelo SSAM, onde se extraíram o número de conflitos que ocorreram ao longo dos trajetos definidos, e as medidas representativas da segurança rodoviária. A modelação e simulação microscópica de tráfego, aliada a modelos de análise de segurança rodoviária, revelou-se bastante importante na análise da situação atual, em Aveiro, e de possíveis alterações a realizar, e que iriam melhorar a qualidade da mobilidade ciclável através do aumento da segurança rodoviária.
A eficiência da rede de transportes é um assunto que preocupa governos e outros setores da sociedade, seja por motivações económicas ou ambientais. Além do elevado preço dos combustíveis, as externalidades associadas à emissão de poluentes são cada vez mais uma fonte de preocupação global Assim, têm surgido cada vez mais projetos e campanhas de sensibilização e promoção para a utilização diversificada dos vários meios e formas de transporte sustentáveis. É neste âmbito que se enquadra a bicicleta como uma mais-valia económica, ambiental e de saúde pública. A utilização da bicicleta nas deslocações quotidianas está em crescimento, não só em Portugal mas em toda a Europa. No entanto, um dos argumentos mais relevantes dados pelos cidadãos para não utilizarem a bicicleta com mais frequência, prende-se com a falta de segurança na via. O trabalho de Luís Campos Oliveira surgiu no âmbito desta problemática.”

Fonte: uaonline.ua.pt

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just do it

porquê na bicicleta

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salva-vidas, a bicicleta na hora certa, no sítio certo

Bombeiros de bicicleta facilita socorro na praia

bombeiros de bicicleta“Equipa de Bicicletas dos Bombeiros de Espinho socorreram, anteontem, uma vítima de afogamento, junto à praia da Rua 37
O alerta foi dado às 17.50 horas de anteontem, momento em que foi solicitado apoio para socorrer uma vítima de afogamento em paragem cardiorrespiratória, junto à praia de rua 37, em Espinho, entretanto retirada da água pelos nadadores-salvadores.
Segundo relato dos Bombeiros Voluntários Espinhenses, “de imediato foram accionadas para o local a equipa de bicicletas dos bombeiros presente na zona balnear, ambulância e viatura médica”.”

Fonte: diarioaveiro.pt

Militar da patrulha em bicicleta da GNR salva banhista em Esmoriz

GNR de bicicleta salva banhista“Um militar do pelotão ciclo da GNR salvou hoje um homem, de 61 anos, que estava a ser arrastado pela corrente marítima e um nadador-salvador que tentara socorrê-lo, na praia do Cantinho, em Esmoriz, informou aquela força de segurança.
Segundo uma nota da GNR, o militar estava a patrulhar de bicicleta a costa de Ovar, no distrito de Aveiro, juntamente com outro colega, quando observou um ajuntamento de cidadãos na praia, tendo-se deslocado de imediato ao local.”…

Fonte: ainanas.com

entretanto…

Bombeiros de Esmoriz fazem esclarecimento sobre salvamento

“Relativamente a noticias publicadas durante o dia de hoje os Bombeiros Voluntários de Esmoriz vem prestar o seguinte esclarecimento e que a verdade dos factos seja reposta:

Enquanto iam procurando trazer para terra a vitima, surgiu na praia a presença do pelotão ciclo da GNR que socorrendo-se dos meios em terra dos nadadores salvadores através de um dos elementos foi prestar auxilio para que os nadadores salvadores pudessem trazer a vítima para terra sem mais delongas.
A colaboração do agente da GNR foi excelente para que esta união de esforços resultasse numa intervenção de sucesso.

Ninguém é tão forte quanto nós todos juntos!”

Fonte: vidadebombeiro.pt

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