125 Parabéns Campeão

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de bolta, a laborar…

… e com muito por contar 🙂

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boa rentrée que eu estou de sortiré

Eis que é de novo chegada a minha vez! Todos precisamos destes intervalos, desligar o despertador, andar por aí, sem horas para nada, para coisíssima nenhuma.  Preciso fazer o reset, recarregar baterias e acumular motivações. Faço planos de fazer montanhas de quilómetros, somar horas de prazer e momentos de criatividade, pedalando por aí, pela estrada sem fim, pela pacatez das aldeias, pelas curvas da vida, engordar o album das memórias.

Pois então, pessoal, boa rentrée que eu estou de sortiré 🙂

 

 

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fotocycle [233] aprovada

Ontem foi dia de levar a fidalga ao stander para mais uns salamaleques. Em menos de meia hora o mestre deu-lhe um jeito aos travões,  direcção alinhada, cabos novos e dentaduras lubrificadas. Uma nota de dez aéreos foi mais que suficiente para a revisão dos 3 mil e assim recebeu o selo da Inspecção Periódica obrigatória Optativa.

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can’t miss [190] dn.pt/portugal

Mesmo que o excelente artigo que hoje partilho já tenha sido publicado a um bom par de meses, serve, o mesmo, de retoma para um típico tópico cá do estaminé:

Pedalar no dia-a-dia tornou-se a forma mais eficiente de andar em Lisboa

[…]

“Meditação em movimento

Andar de bicicleta permite a todos aproveitarem mais a cidade. Não apenas o ar livre, os cheiros, os sons, mas também parar e aproveitar “para estar com amigos numa esplanada” ou simplesmente aproveitar o final de tarde. Além de que o trajeto ajuda a desligar do dia de trabalho. Nuno Fernandes lembra-se “de um vídeo em que alguém dizia que andar de bicicleta era fazer meditação em movimento”. Não querendo levar a expressão tão longe, o estudante de doutoramento acaba por concordar em parte com ela. Já que andar de bicicleta obriga por vezes a ultrapassar “alguns medos”, como o de andar no meio da estrada, a estar consciente do gesto que se está a fazer e “ver o corpo e a bicicleta como se fossem um só”. “É uma ligação entre o corpo, a bicicleta e o espaço.” O que leva os utilizadores deste meio de transporte a percecionar a cidade de uma forma completamente diferente dos automobilistas, acredita.

No fundo, o que todos os utilizadores que falaram com o DN defendem é que optar por este meio de transporte é mais do que uma escolha meramente ambiental. Aliás, nenhum deles começou por essa razão. A conveniência é a mais referida, embora todos os outros impactos positivos, sejam muito bem vindos.”

[…]

Podes ler este excelente artigo clicando no link: https://www.dn.pt/portugal/interior/pedalar-no-dia-a-dia-tornou-se-a-forma-mais-eficiente-de-andar-em-lisboa-9401387.html

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e depois da fome vem a sede…

no seguimento do postal anterior

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fome de pedalar

 

Com um destino real em mente, vou por onde me dá a real gana. Nenhuma rota previamente traçada, apenas a habitual volta ao bairro. Quase sempre pedalo sozinho e guardo ciumento estes momentos sempre preciosos. É tempo para mim, tempo para os meus pensamentos, tempo que ganho no selim da bicicleta e que combina com este tempo mais agradável. O vento pode soprar forte, a estrada pode inclinar, sei que mais tarde ou mais cedo lhe voltarei costas e passarei a desfrutar do seu impulso, da sua velocidade, deixando que a minha pedalada despreocupada e libertadora role nessa direcção. O “commute” do fim-de-semana é a oportunidade para acelerar, para relaxar e deixar a mente vaguear, sem responsabilidades de qualquer tipo. Pedalar por horas, apenas às voltas, perdido na minha onda, na minha praia. E é particularmente arrebatador o quão depressa o tempo voa, quando me detenho para um gole d’água, para apreciar a paisagem e sacar uma fotografia, quando num relance miro o relógio e me dou conta que a manhã inteira já se passou!…

“Caramba… por isso já estava com fome!”

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reciclando [41] toda a via

Sabendo que estamos muito atrás de outras sociedades europeias no que concerne ao uso da bicicleta, todavia, a cada dia que passa vejo um aumento de ciclistas na cidade. Pessoas a pedalar, tanto nas suas deslocações diárias, no treino, a passear, a turistar, onde o “andar de bicicleta” passou a ser coisa rotineira, no Porto, Gaia e Matosinhos. Há muitos novos ciclistas. Outros há que já o eram mas que entretanto mudaram o chip, dando outro rumo à bicicleta para um uso diário, no dito commute. Uma grande parte dos turistas que nos visitam alugam uma bicicleta e ganham um pretexto para conhecer os pontos quentes, passar a ponte com toda a naturalidade, usufruindo e partilhando das mais belas vistas panorâmicas sobre o Douro.

É uma evidência, os ciclistas urbanos estão presentes e em força nas nossas escassas ciclovias. Alastram-se pelas ruas, mesmo nas mais íngremes, sinuosas e fustigadas vias pela opressão automobilística. A mobilidade urbana reclama condições mais favoráveis ao transporte colectivo e aos modos suaves. Embora os automóveis sejam necessários, é incontestável que quem anda a pé ou pedala uma bicicleta tem a liberdade de enfatizar o valor desse extraordinário veículo na redução da poluição e dos malefícios do congestionamento das cidades. Parece-me necessária a redução da motorização individual, melhorar a rede de transportes públicos e dar mais condições à utilização de bicicletas, pelas óbvias razões ecológicas, económicas e de planeamento urbano. Usando a bicicleta para o transporte permite a liberdade de circular em qualquer lugar, não ter preocupações de estacionamento, tornando o ambiente urbano mais natural com o advento do ciclismo.

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fotocycle [232] o ciclista é um fingidor

“O meu olhar é nítido como um girassol.

Tenho o costume de andar pelas estradas

Olhando para a direita e para a esquerda

e de vez em quando olhando para trás…”

 

de Alberto Caeiro em “O Guardador de Rebanhos”

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a ponte do esquecimento

Vou de regresso a casa e paro para desfrutar desta vista agradável. Sorvo da minha garrafa de água e procuro me refrescar um pouco. O dia está a findar, a brisa é leve mas os níveis do mercúrio continuam bem acima do costume para a estação do ano. O tempo quente e o sol inclemente que me acossa, acompanha o destino da centenária ponte que está ali, silênciosa, bem à minha frente.

Foi em 1877 que o primeiro comboio por ali passou. Se puxar pela imaginação, o eco da sua passagem faria agora ricochete no betão da ponte de São João, que lhe faz companhia vai para mais de um quarto de século. Nessa época, Eiffel ainda não tinha erguido a sua torre, que só assomaria os telhados de Paris 12 anos depois. A Torre Eiffel é o símbolo de uma cidade, de um país, um dos monumentos mais procurados do mundo, uma fonte gigantesca de receitas e um guia inabalável para atrair turistas.

A nossa Dona Maria, estrutura de uma extraordinária leveza, é inexplicavelmente um monumento esquecido, empecilho dispendioso segundo os que nos governam, e mesmo a sua fama, granjeada à custa da sua idade, elegância, e sobretudo da assinatura de quem a concebeu, é-lhe tantas vezes roubada em detrimento da ponte Luíz I, de Teófilo Seyrig.

O Porto Oriental é muitas vezes assim. Esquecido, incompreendido, injustamente desvalorizado. Temos ali uma estrutura valiosíssima, com a assinatura de um nome de importância mundial da arquitectura do ferro, e, por aqui, nem serve de atracção turística. Permanece hirta, exposta ao tempo e aos cliques dos turistas que de barco cruzam sob o seu belo arco metálico. Não tem serventia para nada, nem de apoio à circulação, nem ao serviço das suas cidades. Se não é possível outra adaptação, ferroviária ou rodoviária, porque não fazer dela uma via de circulação pedonal e de bicicletas?

 

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