bye bye 2016

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Pois é… mais um ano passou, e passou tão rápido! Um ano marcado por grandes acontecimentos, muito deles bons, outros nem tanto. De certa forma foi para mim um ano positivo e gratificante. No que às pedaladas diz respeito, atingi alguns objectivos, pedalei que me fartei, dei cabo de uma bicicleta mas ganhei outra, esta aqui ao meu lado, que tantas alegrias me tem dado e vai ter de continuar a me aturar! A todos um Bom 2017, com alegria e saúde para desfrutar a pedalar. Aproveitem cada momento… e até pró ano 🙂

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das Crónicas do Primeiro Mundo

Velho Lau volta a carregar no pedal e publica hoje mais um episódio da novela:

“Isto é o que todos os cidadãos do Porto que não utilizam ou não querem utilizar o automóvel na cidade podem esperar deste executivo.

Tirar um mísero lugar de estacionamento para montar um parque para bicicletas numa das zonas mais movimentadas da cidade?

Não é prioridade. Palavras do Departamento Municipal de Mobilidade e Gestão da Via Pública.”…

Podem ler aqui a resposta vaga e desconsiderante do Departamento Municipal de Mobilidade e Gestão da Via Pública às sugestões / reclamações de Miguel Barbot, enviadas há meses para a Câmara Municipal do Porto com fotografias tiradas num só dia às várias bicicletas deixadas amarradas ao calhas num local de grande afluência como é a zona circundante da Rotunda da Boavista,  sem que haja um parque de bicicletas digno do que quer que seja.

Lá por a CMP ter implementado espaços de parqueamento “em condições de segurança e gratuitidade para que os utilizadores de bicicletas estacionem as mesmas, em grande parte dos parques de estacionamento da cidade”, são insuficientes e não servem todos os ciclistas. Nem todos os ciclistas necessitam de parquear por um tempo prolongado, nem todos vão deixar a bicicleta no Parque da Trindade para depois irem a pé para o Carmo ou à até Praça da República!

Louvei em tempos o empenho da CMP na colocação de bicicletários, bons ou maus, em vários pontos da cidade. Mas essa gestão de prioridades que D. Alexandra Santos reclama deixa-me baralhado, pois se a prioridade é fazer asneiras, e dou como exemplo os 4 bicicletários plantados à volta do Jardim do Passeio Alegre, não percebendo bem porquê nem para quê, pois teria bastado aquele que está junto ao Chalé Suisso, ainda estou para ver o que vai ser da ciclovia da Rua Coronel Peres! No que diz respeito às tais medidas do município para o “fomento à utilização de transportes suaves”, até vêr é ZERO.

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can’t miss [168] fatimamissionaria.pt

Quando uma simples bicicleta faz toda a diferença

“No mundo tecnológico em que a generalidade da sociedade dita desenvolvida está mergulhada, uma bicicleta será apenas mais um artigo desportivo, de diversão ou de lazer. Mas na República Democrática do Congo, ainda é um importante meio de locomoção”


“Imagine uma zona de floresta densa, atravessada por trilhos sinuosos, esburacados na época da seca, enlameados no tempo das chuvas. Agora imagine-se a fazer esse caminho a pé, todos os dias da semana, muitas vezes na companhia apenas dos sons da selva, durante o tempo suficiente para cumprir entre seis a 20 quilómetros. Parece um mero desafio, fruto da imaginação? Puro engano. Esta é a realidade que enfrenta a maioria dos professores do ensino básico e secundário da região de Neisu, na província oriental da República Democrática do Congo (RDC).

E é aqui que entra a importância da bicicleta. Se a tiverem, os docentes podem chegar às aulas a horas, menos cansados e mais disponíveis para ensinar. Por outro lado, ao fim de semana e nas férias podem emprestá-la aos familiares, para que possam transportar os produtos agrícolas da aldeia para o mercado ou do mercado para aldeia, e assim assegurarem o sustento do lar. A pedaleira tem ainda a vantagem de não necessitar de combustível e requerer pouca manutenção. O problema é comprá-la. É necessário importá-la do Uganda e o negócio não se consegue fechar por menos de 160 euros por unidade.

E é aqui que entram em cena os missionários da Consolata que trabalham na missão de Neisu. Os religiosos criaram um projeto, orçado em 26 mil euros, que tem como objetivo final a compra de bicicletas para fornecer a cerca de 160 professores. Os primeiros 3.500 euros já chegaram, pela mão de uma benfeitora privada, e permitiram a aquisição de duas dezenas de velocípedes, que foram distribuídos pelos docentes mais pobres e mais distantes dos estabelecimentos de ensino, explicou o missionário italiano Rinaldo Do, um dos responsáveis pela campanha.”

Fonte: http://www.fatimamissionaria.pt/artigo.php?cod=35926&sec=8

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ciclofilia [135] Bichiclo

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“vão fazer uma ecopista na Dona Maria!” Será qu’é desta?!

A Ponte Maria Pia foi inaugurada em 1877 e encerrada em 1991. Foto: Patrícia Garcia

A Ponte Maria Pia foi inaugurada em 1877 e encerrada em 1991. Foto: Patrícia Garcia

O início da construção da primeira ponte ferroviária que iria unir as duas margens do rio Douro deu-se em Janeiro de 1876. A Ponte Maria Pia, projectada pelo Eng.º Théophile Seyrig e construída pela empresa de Gustave Eiffel, foi inaugurada em Novembro de 1877, cerimónia presidida pelo rei D. Luís e pela rainha D. Maria Pia, que lhe deu o nome. Mesmo para a época da “arquitectura do ferro” era uma obra de engenharia audaciosa. As dimensões exigidas, pela largura do rio Douro e das escarpas envolventes, produziram o maior vão construído até essa data, com a aplicação de métodos revolucionários para a época. Na sua construção utilizaram-se cerca de 1.600 toneladas de ferro. Esta ponte que embeleza a cidade do Porto há 140 anos fez a ligação ferroviária entre o Norte e o resto do país pela Linha do Norte, tendo sido um motor importante de desenvolvimento económico e social. Foi desactivada em 1991, substituída então pela moderna Ponte de S. João.

Quem por lá passou, nos comboios a carvão ou nos mais modernos, nunca se irá esquecer da adrenalina, do temor e tremor da experiência. Passaram-se muitos anos e a velha e lindíssima ponte continua abandonada à ferrugem e à corrosão. Um projecto da década passada visava remodelar o tabuleiro da ponte numa passagem ciclo-pedonal, mas ficou na gaveta e nunca se chegou a concretizar. Chegou mesmo a ser assinado um protocolo entre o Ministério das Obras Públicas e as câmaras do Porto e de Gaia nesse sentido. É de novo anunciada a intenção de intervir na ponte. Um estudo prévio, que deverá ficar pronto na Primavera do próximo ano, prevê transformar o tabuleiro da ponte numa ecopista e a reabilitação do ramal de Campanha – Alfândega e uma ligação a Campanha – Parque Oriental. Trata-se de um projecto partilhado entre as câmaras do Porto e Gaia, e que a notícia do JPN explica ao pormenor (leitura do artigo ciclando neste link).

Leio mais uma vez a intenção de dar vida nova à nossa querida Dona Maria. Espero então que haja finalmente a vontade política e os meios necessários para fazer avançar este projecto. Agrada-me bastante a ideia da reconversão da ponte e dos ramais de acesso em cilovias e passeios pedonais, mas acima de tudo agrada-me saber que a velha e esquecida ponte irá continuar lá, firme e viva, património do povo portuense e gaiense, património do Douro e da memória.

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fotocycle [199] a minha árvore de Natal

a-minha-arvore-de-natal

Esta é a minha árvore de Natal. Não tem enfeites nem gatos pendurados. Tem ramos finos e sonhos dourados. Não pisca-pisca nem alberga presentes, tem raizes fortes e resistentes. Iluminada pelo sol, decoro-a com a minha bicicleta e palavras de amizade. Aos amigos que aqui me visitam deixo os desejos de boas festas e que aproveitem todos os momentos. Feliz Natal.

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reciclando [26] monte de ferrugem

Nem sempre posso prever o que vai me inspirar a escrita, um texto, uma situação que mereça ser contada e publicada. Alguma coisa que me lembre uma passagem, talvez da infância, talvez de um outro momento qualquer. Basta um objecto, uma cena testemunhada, especialmente nesse momento que tenho a companhia oportuna da minha bicicleta. Imagino que já deram conta disso! Entre cenas do quotidiano que me chamam a atenção, um pouco ao acaso, naquele momento em que ia ao Monte da Luz e a pé subia a Rua do Farol, detive-me por alguns instantes a olhar para uma velha bicicleta coberta de ferrugem. Abandonada ou simplesmente estacionada, aquela antiga bicicleta carcomida pelo tempo provocou-me um certo fascínio. Não estava presa a nada, apenas deixada ali, no passeio, encostada à parede sombria. Não tive como não deixar de associar aquela velha pasteleira à vasta serventia que com o seu dono, ou donos, se viu envolvida. Parecia ter sido deixada ali, naquele lugar, como um objecto decorativo, uma função diferente tornando-a visível, retirando-a do esquecimento. Quem sabe se à espera de uma nova vida! Quem sabe… O registo fotográfico tinha, então, uma função inspiradora, a imagem como elo de ligação ao contexto, a motivação para este texto. Apontei-lhe a micro-objectiva do telemóvel, periclitante, como se estivesse a invadir a sua privacidade. Não havia ainda recebido o aviso sonoro da autofocagem quando sinto perto de mim uma presença humana, que me ia observando. Na porta da loja, mesmo ao lado, estava um velhote curioso naquilo que eu andava a fazer. Talvez fosse o dono daquele monte de ferrugem, não sei, mesmo assim senti-me na obrigação de pedir permissão para tirar o retrato. “Ahh… esteja à vontade!”. Então, com a sua licença…

carcomida pela ferrugem

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notícias, sugestões e dicas

A bicicleta que o seu filho já não usa pode ganhar uma nova vida

bicicleta-uma-nova-vida“O cenário repete-se em inúmeras garagens e arrecadações: as bicicletas dos mais pequenos vão ficando encostadas à medida que estes vão crescendo. Há quem espere pela possibilidade de as doar ao filho de um familiar ou amigo, mas, nalguns casos, essa oportunidade nunca surge. Atenta a essa realidade e também por saber que há escolas apostadas em dinamizar projectos de promoção do uso da bicicleta – mas não dispõem de veículos de duas rodas próprios –, a associação Ciclaveiro decidiu avançar com uma campanha de recolha de bicicletas infantis. O objectivo passa “ensinar mais crianças a aprender a andar de bicicleta desde cedo”, referem os responsáveis da associação sediada em Aveiro.

A campanha, designada de Mini PedalAdar, está a decorrer ao longo deste mês e já começou a colher alguns frutos. “Temos vários contactos de pessoas interessadas em fazer doações e já quatro escolas oficializaram o seu interesse em receber alguns veículos e implementar projectos de promoção do uso da bicicleta”, desvendou ao PÚBLICO Joana Ivónia, da Ciclaveiro.”…

(continua a ler este artigo em: https://www.publico.pt/2016/12/16/local/noticia/a-bicicleta-que-o-seu-filho-ja-nao-usa-pode-ganhar-uma-nova-vida-1754656)

Mais ciclovias e veículos elétricos: as cidades europeias preparam o futuro

cicades-europeias-preparam-o-futuro“Experiências multiplicam-se, com mais apostas nas energias limpas, na mobilidade urbana eficaz e amiga do ambiente, e com a transformação do betão em novas zonas verdes, para usufruto dos cidadãos

Copenhaga, a capital da Dinamarca, tornou-se há dias a capital da bicicleta, também. Mostram-no as contas da câmara municipal local, que monitoriza o trânsito na cidade, contabilizando o número de veículos que ali circulam diariamente. Neste momento há 265 700 bicicletas nas ruas de Copenhaga, contra 252 600 automóveis: as primeiras batem os segundos por uma confortável diferença de 13 100. É o reino da Dinamarca.

A tendência observa-se também noutras cidades europeias, que procuram os caminhos da sustentabilidade. A melhoria da qualidade de vida dos cidadãos impõe-no, mas a escolha de políticas urbanas amigas do ambiente, para a redução das emissões de gases com efeito estufa que este tipo de políticas procura, é imprescindível para que os países, as suas regiões e as suas cidades cumpram as metas do Acordo de Paris para combater as alterações climáticas. Eis algumas das experiências que estão a ser feitas em cidades europeias.”…

(continua a ler o artigo em: http://www.dn.pt/sociedade/interior/mais-ciclovias-e-veiculos-eletricos-as-cidades-europeias-preparam-o-futuro-5559872.html)

O truque holandês para evitar acidentes graves com ciclistas

panning-shot-cyclist“Um dos incidentes mais comuns a envolverem ciclistas está relacionado com o momento em que os condutores ou passageiros de automóveis abrem as portas do lado esquerdo sem acautelar a aproximação daqueles veículos de duas rodas, provocando não raras vezes, incidentes com algum grau de seriedade.

Para evitar estas situações, os holandeses implementaram um sistema que visa colocar um ponto final nestas situações. Tratando-se de um país em que as bicicletas são um meio de transporte de grande importância, atendendo sobretudo ao terreno plano daquela nação, os incidentes entre condutores que abriam as portas dos seus carros e os ciclistas que passassem naquele momento eram algo frequentes.

A prática é simples, mas pode evitar lesões muito sérias para os ciclistas. O objetivo é que ao abrir a sua porta, o condutor não utilize a mão mais próxima – a esquerda –, mas sim a mais afastada, a da direita, uma vez que, ao fazê-lo, há um movimento de rotação do corpo e da cabeça que permite observar a área circundante, seja através do espelho retrovisor, seja pelos vidros laterais. Desta forma, evitam-se incidentes com a aproximação de bicicletas ou de peões.“…

(continua a ler o artigo em: http://www.motor24.pt/area-de-servico/truque-holandes-evitar-acidentes-com-ciclistas/)

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https://vimeo.com/195382880

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amigo peão, lembre-se antes de atravessar: Pare, escute e olhe, é que pode vir um ciclista!

>a passadeira mata, atravessá-la pode prejudicar a sua saúde!

Esta manhã fui confrontado com esta notícia do JN (ver no link). Um atropelamento ocorrido numa passadeira do Porto (precisamente a passadeira com a mensagem da foto, na Rua de Camões junto à Trindade), provocado por um ciclista que alegadamente não terá respeitado o semáforo vermelho. Mais tarde, e após os esperados comentários preconceituosos e argumentos absurdos dos seguros, das matriculas, dos selos… que deveriam ser impostos aos ciclistas, surge nas redes sociais a mensagem de quem esteve presente no momento do acidente e na presença dos acidentados, testemunhando em abono do ciclista:

testemunho-acidente-rua-camoes
Eu e muitos amigos ciclistas, nas nossas conversas, comentamos sobre a nossa relação com os outros utentes da estrada, a tal “velha hostilidade” do automobilista para com o ciclista. As nossas experiências ajudam a mudar a percepção e conduta de cada um, ajudando-nos a criar um contexto mais amplo no qual podemos moldar o nosso comportamento. As pessoas (peões ou pedestres, como quiserem chamar) não utilizam as estradas da mesma maneira que os veículos, porém são transeuntes, são também parte do trânsito e do fluxo de tráfego. Como o número de ciclistas tem aumentado, também tem o atrito entre ciclistas e pessoas que transitam a pé. Pelo que noto, a maior parte da animosidade provem da parte dos transeuntes. Alguns deles temem os ciclistas devido ao facto destes surgirem rápidos e silenciosos, na rua, nas ciclovias, indevidamente nos passeios, até mesmo quando utilizam as passadeiras ou as atravessam com o semáforo de peões no vermelho.

Porém, os ciclistas temem a conduta dos transeuntes em maior grau. O seu receio resulta do risco de queda consequente, do comportamento tipo aleatório de certas pessoas que caminham à sua frente, por exemplo, invadindo as ciclovias, sobretudo as que são exclusivas do ciclista. Também do comportamento arriscado de quem atravessa a rua fora dos locais adequados, sem olhar para onde estão indo, com resultado e incómodo de possíveis acidentes. A maioria dos ciclistas certamente já experimentou ter de se desviar de alguém para o meio do tráfego, ou travar de forma insegura para evitar colidir com uma pessoa que, inesperadamente, entrou no seu caminho.

Os peões não utilizam a rua da mesma forma como os veículos, porém são parte dela. No entanto esquecem-se muitas vezes da presença dos ciclistas. Ao atravessar a rua, fora da passadeira, viram a cabeça e o olhar confirmativo para os veículos a motor, mas distraem-se frequentemente não dando conta que pode vir um ciclista e ficar em rota de colisão. Certa vez senti na pele a aspereza do asfalto porque um peão tonto atravessou a rua a correr e parou espantado, bem à minha frente, quando finalmente me viu. Para não o atropelar, desviei bruscamente a bicla, perdi o equilíbrio e não evitei a queda. O cromo receou por mim, reconheceu a estupidez da sua acção e ainda me ajudou a limpar o casaco. Comigo estava tubo bem, a bicla é que ganhou mais uns riscos para a colecção.

Independentemente de ser o ciclista ou o transeunte o culpado destas situações, podem ocorrer lesões, dolorosas mas evitáveis. As bicicletas são normalmente consideradas inofensivas, todavia é sabido que, num acidente deste género, o povo imediatamente protesta contra a imprudência dos ciclistas, mesmo que seja a parte mais lesada. Estes incidentes com transeuntes alimentam a chama que incendeia a antipatia sobre a generalidade dos ciclistas. Nesses momentos, voltam a aparecer dois grupos distintos, como são os automobilistas e os ciclistas, mas a principal diferença é que enquanto nem todos os ciclistas são automobilistas, todos os ciclistas são pessoas, são transeuntes. Até se poderia pensar que esse facto ajudaria a reduzir o atrito entre todos, mas a atenção, o respeito mútuo, da regras e do espaço de cada um, provavelmente tornariam mais fácil a vida de todos.

n.d.r: Como conclui Joana Pinto no seu comentário, recomenda-se ao Jornal de Notícias que reveja os factos publicados, as notícias que dá, principalmente quando os ciclistas são noticia. Obrigado.

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