o que é bom acaba depressa

É sempre assim. No primeiro dia de trabalho, imediatamente a seguir às férias, esta é a frase feita a que recorro mais vezes. Mas, para quem gosta de aproveitar os dias para umas valentes pedaladas, estas não foram as férias ideais. Nem de perto. Aproveitei as últimas três semanas para fazer muitas outras coisas que passaram por umas reconfortantes férias familiares, aproveitando o sol, as aldeias e os repastos, acabando por sentir que realmente o tempo voa!

Entretanto, aos poucos, na passada semana fui voltando ao selim. Mas a sensação com que fiquei é que abandonei as minhas bicicletas. Depois do que me sucedeu há dias, quando uma delas pura e simplesmente me deixou apeado com a corrente partida, esta manhã praticamente acordei a encher pneus. Depois da troca recorde de uma câmara de ar, e para recuperar algum atraso, voltei ao trabalho “a voar” e a bufar!

Por isso, e como diz a sabedoria popular, o que é bom acaba depressa. Cá estou eu, de volta ao trabalho, à bicicleta e ao blogue, com mais uns tantos quilos no lombo.

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fotocycle [215] qualquer coisa de sebastiânico

Há manhãs em que o Porto acorda sem sol, no prenúncio matinal de uma típica canícula, numa viagem nublada com intenso sabor de Porto, que é da cor que o olhar entender ver nele, onde o passeio à beira-mar sob a clássica Pérgola sabe melhor.

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modo férias


Eis que é chegada a minha vez! Todos precisamos destes intervalos, sem horas para nada, para coisíssima nenhuma. Só faço planos de estender a toalha nas areias escaldantes à beira-mar, cumprir alguns dias sem bicicleta, recarregar baterias para depois aproveitar a motivação e criatividade pedalando por aí, pela pacatez campestre das aldeias, das curvas da vida e das memórias.

Boa rentrée que eu estou de sortiré 🙂

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o verão está de férias e as férias estão aí à porta

A manhã de Sábado acordou fresca. Olho para cima e um céu pardacento e carrancudo me cumprimenta. Ultimamente não tenho pedalado para longe o suficiente, assim o convite do Jacinto para ir almoçar a Moledo, onde está a passar as suas férias, fez-me crescer água na boca para uma boa voltinha a pedais. No planeamento do dia, reservei a corriqueira estrada nacional 13 para o regresso, numa de aproveitar as rabanadas da Nortada. Para a etapa da ida, pensei num percurso mais tranquilo e bucólico por belas estradas interiores.

A EN306 tem sido a estrada de eleição para as minhas incursões a norte. Peregrinos, rebanhos, belas paisagens e os aromas da ruralidade, um harmonioso quadro mesmo às portas da urbe. Depois de passar pelo centro de Barcelos, à saída da cidade, e um bocadinho ao engano, meto-me pela EN103. Maldita a hora. Tive galo! Achando que por ali atalhava caminho para Viana do Castelo, assim que pude e no primeiro cruzamento saí daquele inferno rodoviário. Mesmo na larga berma daquela via-rápida não me sentia seguro com carros a passar a 100 à hora rente às orelhas. Percebi que ao retorceder iria perder algum tempo, mas era bem melhor ir à procura da conhecida e pacata EN204 que me iria levar até às margens do Lima.

A atmosfera gelatinosa e amorfa davam-me o primeiro vislumbre de tempestade, mas felizmente não passou de uns ameaços. Apenas umas grossas gotas de chuva, que caiam frias no meu cachaço, convidavam-me a aligeirar o progresso das minhas rodas mas, vai daí, decidi parar e entrar na primeira pastelaria que apareceu. Recomeço lento, inspiro e os pulmões enchem-se de ar húmido.  O que sobe depois desce e, em pouco tempo, chego à EN203 para rodar a poente. Os primeiros raios do astro rei são bem vindos. Mais à frente atravesso o Lima pela ponte de Lanheses  e sigo então pela bela e interessante EN305, contornando a Serra d’Agra em direcção a Vila Praia de Âncora. O céu abre definitivamente e deixa passar um sol quentinho. A subida torna-se bem jeitosa e as gotas de suor escorrem-me pelo rosto. Na minha lenta cadência acabo a escalada do dia acompanhado pelo Rafael, um jovem bêtêtista com quem entabulo uma agradável conversa. Depois ele desviou e continuou a subir para os estradões da serra, enquanto, para mim, ficou reservada a saborosa descida até ao encontro da EN13, do mar e do Jacinto, que já vinha ao meu encontro.

Depois de uma, uma não, duas pratadas de esparguete com atum, à la Jacinto, e para melhor fazer a digestão, o meu velho amigo levou-me a conhecer a nova ciclovia marginal que liga a praia de Moledo a Vila Praia de Âncora. Definitivamente com as rodas no asfalto da nacional, e até à ponte Eiffel de Viana do Castelo, tive não só o prazer da sua companhia, bem como de um animado grupo de “ciclistas organizados” em despique com a Nortada. Feitas as despedidas, o Jacinto deu meia volta para o seu resort, enquanto lá continuei calmamente o meu caminho de regresso ao Porto, ou melhor, até Valadares, perdido em pensamentos mas sempre com os sentidos em alerta máximo ao excesso de tráfego e aos excessos dos que vinham a acelerar das praias. Como não poderia deixar de ser, e para manter os niveis de doçura apuradinhos, gastei meia hora do dia na fila da Pastelaria Fãozense para transportar no alforge uma caixa de clarinhas que a minha querida esposa tanto adora 🙂 Feitas as contas, a conta passou os duzentos e vinte quilómetros que foram muito bem aproveitados.

Aquele abraço Jacinto, foi um dia bem passado e bem divertido. Obrigado pela hospitalidade.

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movimentos solidários

Pode doar alimentos e ficar em forma no Festival da Bicicleta Solidária

“Há um encontro de bicicletas clássicas e um passeio para todos os tipos. Só precisa de aparecer com uma lata de atum ou um pacote de arroz.

As bicicletas tornaram-se o meio de transporte mais amigo do ambiente para andar na cidade. Nem sempre é fácil, mas cada vez vemos mais pessoas a percorrer avenidas de bicicleta. E o Festival da Bicicleta Solidária é a prova de que pedalar pode mover multidões por uma boa causa.

É simples: leva a sua bicicleta para um encontro com outros amantes desse meio de transporte, e alguns bens alimentares que vão ser doados a instituições de Lisboa. Atum, salsichas, pacotes de arroz ou massa são algumas das opções que pode (e deve) doar.

A sétima edição do festival solidário, que é organizado pela FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, está marcado para 10 de setembro, domingo, das 9 às 13 horas, no Largo do Intendente, em Lisboa.

Além da vertente solidária há, então, um encontro e passeio de bicicletas clássicas e um outro para todos os tipos. No total, são feitos 12 quilómetros. E ainda há espaço para uma oficina de bicicletas.

O evento é gratuito, mas é preciso garantir o seu lugar através de uma inscrição online.”

(fonte: https://nit.pt/fit/ginasios-e-outdoor/doar-festival-da-bicicleta-solidaria)

Plataforma solidária leiloa camisola e bicicleta do vencedor da Volta

“A eSolidar, plataforma online de angariação de fundos, irá leiloar, até ao dia 15 de Setembro, a camisola autografada e a bicicleta com a qual Raúl Alarcón se sagrou vencedor na 79ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, e que este ano passou também em Santo Tirso.

Ainda à camisola e bicicleta do grande vencedor da equipa W52-FC Porto, juntam-se os leilões solidários das camisolas autografadas por Garcia de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), Amaro Antunes (W52-FC Porto), e Krists Neilands (Israel Cycling Academy).

Os interessados poderão encontrar ainda as camisolas de equipas autografadas pelos seus elementos, tais como Vorarlberg, JLT Condor, Dauner D&DQ Akkon.

O valor angariado tem como destino o projeto de desporto adaptado da Associação Salvador.

Um dos principais propósitos da Associação Salvador é a promoção da melhoria das acessibilidades e o desenvolvimento de projetos que melhorem a integração e qualidade de vida das pessoas com mobilidade condicionada.”

(fonte: http://www.santo-tirso.tv/artigo/2/3182/plataforma-solidaria-leiloa-camisola-e-bicicleta-do-vencedor-da-volta/)

Free Trail Noturno – “Solidários com os nossos Bombeiros”

“Numa organização conjunta com a Câmara Municipal de Valongo e o Clube BTT Valongo, está a ser organizado mais um free trail com carácter totalmente solidário, a favor dos Bombeiros Voluntários de Valongo.

Esta iniciativa será dinamizada pela equipa KeMedo Team que vai replicar uma vez mais o lema “AJUDAR quem AJUDA!”. O Free Trail Noturno – “Solidários com os nossos Bombeiros” realiza-se no próximo dia 26 de agosto (sábado), pelas 20h30, com partida e chegada no Largo do Centenário, em Valongo.

À semelhança de eventos anteriores, não existie qualquer valor mínimo de inscrição, e a mesma não é obrigatória. […]

No dia, basta aparecer e, se possível, contribuir a favor da causa. O valor total dos donativos será apurado in loco, na presença de vários elementos da organização bem como todos os atletas que queiram assistir, e divulgados imediatamente nas redes sociais. Imediatamente após a conferência, o valor apurado será entregue a um representante dos Bombeiros Voluntários de Valongo.”

(fonte: http://www.ammamagazine.com/noticias-solidariedade/38951-free-trail-noturno-solidarios-com-os-nossos-bombeiros)

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reciclando [33] porque pedalo?

O que motiva o ser humano a fazer certas coisas não poderá ser enumerado ou psicologicamente quantificado… pelo menos no rigoroso sentido crítico que abarque todas as motivações. Todo mundo é diferente e por isso abomino os estereótipos. São os ciclistas urbanos indisciplinados? Eu sou um ciclista. Eu gosto de bicicletas e ainda não tenho uma ideia firme do porquê. Talvez esteja no meu sangue, uma espécie de herança. Parece que já nasci assim, com uma vontade incontrolável de sair na estrada e experimentar a aragem amena de um dia quente. Talvez seja por teimosia enfrentar a chuva e seguir de bicicleta para o trabalho. Talvez seja uma predisposição genética apreciar o gosto do suor. Talvez tenha uma compulsão psicológica para me fazer transportar e evitar gastar dinheiro em gasolina. Talvez seja maluco! Quem sabe? Tudo o que posso dizer é que não dependo do carro para chegar aonde quero ir.  Também gosto de conduzir em estrada livre, acelerar a fundo, curvar e derrapar mas, em consciência isso torna-me um egoísta. Conduzir na cidade torna-me tenso e stressado. Parado no trânsito sinto a necessidade de murmurar coisas horríveis, perco a calma e o controlo das minhas acções. Por mera arrogância ou quando algo não vai ao jeito de quem vê o tempo passar, vejo imensos disparates ao volante. Baseado na minha experiência, dentro de um carro, a minha linha de pensamento é que todos os outros automobilistas são patetas. Então, eu já não me importo de estereotipar os automobilistas. Deveria, ou não deveria?!

a húmidade faz a força
Talvez seja por isso, e não é para mim surpreendente, permanecem este tipo de “discórdias”. Antes mesmo de começar o meu discurso retórico, tenho de indagar que critérios se usam para se achar que determinada pessoa é ou não ciclista. Será que é porque essa pessoa dá as primeiras pedaladas em parques, ciclovias ou passeios? Será que é porque ele gosta de andar numa bicicleta de estrada, vestindo um kit ajustado e aerodinâmico? Será porque gosta de se aventurar no todo-o-terreno? Ou será que é simplesmente do tipo de pessoa que opta por se deslocar de bicicleta, assim quando uma criança utiliza sua primeira bicicleta para ir e voltar da escola, com a devida permissão dos seus pais? Qual é afinal a classificação de um ciclista? Isso certamente não pode ser dito assim ao de leve, nem seria francamente exigente que cada pessoa que anda de bicicleta não o possa fazer livremente, mas um ciclista é aquele que pedala.

 


Na verdade, a bicicleta antecedeu o automóvel. Antes de se ter inventado o motor a combustão fóssil e muitos anos antes dos carros se tornarem suficientemente acessíveis ao consumidor médio, a bicicleta era largamente utilizada para o transporte e até para o desporto. Antes mesmo de qualquer um de nós estar habilitado à condução automóvel certamente aprendeu a andar de bicicleta desde muito pequeno, pedalou nos passeios, passou vermelhos e fez tropelias em duas rodas. Qualquer um que assuma a bicicleta como ela é, um velocípede, estará a fazer muito mais do que outra pessoa que, na sua permanente dependência, dirige um carro para o trabalho, poluindo o ar, ocupando espaço, deixando o seu corpo e cabeça definhar. É um carro a menos. Optar por dar às bicicletas e aos seus utilizadores mais direitos, permissões e proibições rodoviárias iguais aos carros, vem simplesmente trazer alguma justiça e evolução. Não estou a dizer que as bicicletas têm o direito absoluto à estrada. O que estou a dizer é, partilhar é cuidar. Percebendo que todos são diferentes, que haja quem simplesmente opte por utilizar meios alternativos de locomoção, há ainda um longo caminho a percorrer pela coexistência, pela partilha do espaço urbano e rodoviário, contra a intolerância, pelo desenvolvimento sustentável do nosso país.

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can’t miss [180] antena1/videos

Elas Pedalam

“Por estes dias, eles dão a Volta a Portugal em Bicicleta. Mas, elas também têm uma palavra a dizer sobre o ciclismo.

O jornalista Miguel Soares falou com três amantes deste desporto – ainda muito conotado com os homens: Lenita Lemos, Bárbara Rodrigues e Diana Agra.

Três praticantes amadoras, três estilos de dedicação a esta modalidade. Em comum, a paixão pela bicicleta.”

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fotocycle [214] caminho

A estrada não é apenas um caminho, é algo mais do que isso, algo mais que nos leva ao conhecido. Um caminho conduz-nos para outros lugares, que nos esperam para serem descobertos. Um caminho ensina outras coisas, dando-nos a oportunidade de aprender algo novo. Um caminho que se divide em outros caminhos, acompanhados por esplêndidas paisagens e povos fascinantes. E o fim do caminho faz-nos deter perante algo extraordinário, sentir a paz envolvente, com aquela que está sempre comigo, fiel companheira, que me leva e guarda os meus segredos, compartilhando novas aventuras. E depois?! Depois dou a volta e sigo o meu caminho, pelo mesmo caminho.

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fotocycle [213] rotina de adepto

Há um certo fascínio olhar ao redor enquanto pedalo do trabalho para casa: o rio, o casario, os símbolos que as pessoas colocam ao vento. Uma espécie de vislumbre sobre a vida dos outros, e andar de bicicleta é uma boa maneira de o fazer. Lenta o suficiente para que possa parar e fotografar, rápida o suficiente para chegar a casa, pegar na bandeira e seguir de metro para o jogo no Dragão. Tudo facilitado por uma bicicleta.

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uma boa razão; uma boa ideia; uma boa notícia

Do Cabo da Roca ao Cabo Norte em bicicleta por um mundo melhor

“Pai e filha recém licenciada decidem fazer, de forma sustentável, a ligação entre o Cabo mais a Ocidente da Europa (o Cabo da Roca, em Portugal) e o Cabo mais a Norte (o Nordkapp, na Noruega) com um objetivo e uma razão.

Não queremos viajar só porque sim! Um dia tivemos conhecimento de um projeto que tem o nome de “Living Peace“, do movimento dos Focolares e logo achámos que tínhamos aqui uma boa razão, decidindo assim encetar esta iniciativa, também nós com o objetivo de promover a Paz e a Unidade Universal entre as pessoas. Desta forma o trajeto está desenhado de modo a passar pelo máximo de países Europeus bem como pelos quatro maiores santuários Cristãos: Fátima, Santiago, Lourdes e Vaticano. A esta distância temporal não podemos afirmar que contactaremos com o Papa Francisco, ainda assim acreditamos nessa possibilidade que está a ser tratada com o devido tempo.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://ppl.com.pt/pt/amu/living-peace)

Jovens voluntários vão patrulhar Albergaria-a-Velha

““Patrulheiros” é o nome do projecto-piloto, desenvolvido pelo município de Albergaria-a-Velha, que vai levar os jovens da cidade a estar atentos a tudo o que se passa. Sobre duas rodas, os jovens voluntários vão “reportando ocorrências nas áreas florestais” e vão auxiliar “os peregrinos do Caminho de Santiago e de Fátima na passagem pelo concelho”, diz a Câmara em comunicado.

Nuno Ferreira, chefe de gabinete do presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, afirma que as equipas ainda estão em formação. “As patrulhas (de duas pessoas) vão começar já durante o mês de Agosto”, reitera. Para já, estão a ser preparados 10 jovens para patrulhar a cidade, nas cinco bicicletas disponibilizadas pela Câmara.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)

Mais de 10 mil viagens de teste registadas na rede de bicicletas partilhadas de Lisboa

“A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) informou nesta segunda-feira que se registaram, em mês e meio, mais de 10 mil viagens de voluntários e convidados na fase de teste da rede de bicicletas partilhadas.

“Continuamos a transformar Lisboa numa cidade mais acessível com a ajuda de todos. Sabemos que ainda há muito caminho pela frente, mas já percorremos muitos quilómetros. Na verdade, já foram feitas mais de 10 mil viagens com o Lisboa Bike Sharing”, refere a EMEL, numa nota nesta segunda-feira enviada aos utilizadores.

A fase de teste do projecto arrancou a 21 de Junho, com a EMEL a estimar que durasse um mês. Contudo, deverá continuar a decorrer.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)

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