northroad…

… numa espécie de #fotocycle e #passe a publicidade, mais uma novidade no Porto.

NorthRoad 3

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@letour: Le courageux @tiagomachado / The brave @tiagomachado #TDF

Tiago MachadoAtingida que está metade do Tour 2014, depois de muitas quedas e consequentes desistências, primeiro de um dos habituais vencedores de etapas como Cavendish e o mesmo com os dois maiores candidatos à vitória neste Tour, primeiro com Froome a abandonar à terceira queda e ontem, no dia da Bastilha, um dos tenebrosas dias do Tour arrumar com Contador, eis o relato da tormentosa aventura heróica de Tiago Machado (ler aqui), terceiro colocado na geral à partida para a 10ª etapa, e após uma terrível queda corajosamente tratou as feridas, resistiu ao carro-vassoura e mesmo que bastante atrasado cortou a meta em La Plache des Belles Filles. Os vencedores são feitos da mesma fibra. Bravo Tiago.

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can’t miss [103] p3.publico.pt

A Sexta de Bicicleta de Luísa Magalhães

Luisa Magalhaes
“Anda de bicicleta desde miúda mas começou a usá-la como meio de transporte para ir trabalhar há pouco tempo. A engenheira Ana Magalhães aconselha a prática a todos

…

O que tens a dizer a quem diz que andar de bicicleta na sua cidade é impossível?

A minha cidade é o Porto, mas já vivo em Lisboa há dez anos e estas aventuras de andar de bicicleta na cidade começaram em Lisboa. Acho que com calma e estudando bem os percursos, sabendo quais os transportes públicos que se podem utilizar, é fácil de andar de bicicleta em qualquer cidade. Andar de bicicleta é a melhor forma de conhecermos as cidades. Dá-nos uma maior percepção e visão daquilo que nos rodeia, podemos apreciar pequenas coisas… a paisagem, as pessoas os cheiros, etc. Custa é começar, depois é um vício…”

(lê este magnífico testemunho aqui)

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uma bicicleta é uma bicicleta

Leio no pedais.pt: “UE impede redução de IVA nas bicicletas”! Acorrentando-se em caducos argumentos de ordem burocrático/legislativa da UE, a Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde acrescenta fundamentações no mínimo estranhas, para não dizer ridículas, para rejeitar a proposta de redução do IVA na aquisição de bicicletas como forma de incentivar as pessoas ao recurso a um transporte sustentável e não poluente.

“Tendo em conta a impossibilidade de ser introduzida uma taxa reduzida de IVA para a comercialização de bicicletas, devido às limitações introduzidas pelo direito da União Europeia, qualquer intervenção direta nacional nesta matéria terá que se operar através de uma alteração introduzida em sede da tributação do rendimento”, lê-se no texto.

Leio também que, “outra dificuldade que aquele organismo levanta para aplicação de eventuais benefícios fiscais para quem compre um velocípede é a necessidade de distinguir se a bicicleta se destina ao uso diário como meio de transporte ou para praticar desporto ou passear, já que nesse segundo caso são “menos intensas as vantagens ambientais gerais”.!!!”

Meus senhores, uma bicicleta é uma bicicleta, e pronto. Um velocípede é um veículo de duas (ou mais) rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio utilizador através de pedais. Um veículo zero emissões, considerado o meio de transporte mais utilizado no mundo. Acho que estes considerandos são mais que suficientes para que se alivie a carga fiscal sobre as bicicletas, quaisquer que seja a finalidade a que se destina a utilização da coisa.

gOrka

gOrka, a minha bicla”desportiva moderna” que me transporta para onde eu bem quero: para o trabalho, para a minha casa, casa paterna, casa da sogra, casa da aldeia…

Eu, que sempre gosto de aliar o útil ao agradável, mesmo que equipado de roupa desportiva, confortável e adequada à prática do ciclismo, no caso usar uma das minhas bicicletas de estrada como meio de transporte rápido, seria obrigado a exclui-las porque supostamente são desportivas e como tal não são de uso diário ou como meio de transporte?! Ou no caso de ter uma pasteleira guardada na garagem não a poderia utilizar para passear ou praticar desporto?! Não faz sentido. A bicicleta não é um veículo a motor, pesado de mercadorias ou máquina agrícola. Não tem cavalos potência, tara, ou cilindrada. Pura e simplesmente a bicicleta deveria ser isenta de qualquer tributação e ponto final.

de Cósmica para o trabalho

Cósmica, a minha bicla “desportiva vintage” que me transporta para onde eu bem quero: para o trabalho, para casa, às compras… para todo o lado!

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fotocycle [137] garoa, morrinha, cacimbo…

… chuvisco de verão!

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isso, ou pelo simples prazer de pedalar

O ciclismo pode ter várias formas de prática, diferentes desempenhos, diversas bicicletas, diversificadas necessidades, n estilos, no entanto é, para mim, tudo ciclismo. Os ciclistas desportivos, os amadores tipo ciclista de fim-de-semana, em spandex mode de estrada ou montanha, são ou não são tão diferentes dos ciclistas comuns?


Só se parecem com os outros por estarem numa bicicleta, mas não definitivamente não montam numa bicicleta qualquer. Profissionais, atletas e entusiastas do ciclismo na sua vertente desportiva, que usam bicicletas leves, roupas específicas para o desporto, pernas rapadas e formam pelotões. O seu principal objectivo é o desempenho físico, o suor, a altitude, a velocidade é conseguida através de um controle incrível do funcionamento do próprio corpo. Não tendo nunca rapado as pernas, confesso que tenho o frequente hábito de fazer um treininho na minha speed, muitas vezes ao fim de semana ou no horário pós laboral. Tenho o bichinho de competir e pedalar em velocidade, mesmo que no momento esteja de calças de ganga a bordo da minha singlespeed, raramente resisto a um desafiozinho vindo de um qualquer licrado em modo carbono.

Quanto aos ciclistas de estrada, é vê-los a pedalar por estradas planas que permitem uma velocidade constante e sem interrupções. Pedalam a mais de 30km/h, podendo passar dos 50km/h em condições favoráveis e facilmente ultrapassam os 60km/h nas descidas. Geralmente escolhem percursos específicos, por isso é comum ver pequenos pelotões pelas nacionais à volta do Porto, a N108, N109, N13. Também somos vistos por outras paragens, onde as pernas nos levam a transpor íngremes declives e apreciar fantásticas paisagens. As ciclovias não são as vias mais adequadas ao ritmo veloz dos ciclistas desportivos mas também não lhes escapam, apenas porque são adequadas, servem para fazer um aquecimento no início do treino ou porque simplesmente estão no caminho de casa.

modo speed na ciclovia

Entre os ciclistas desportivos, existe um imenso abismo entre profissionais e amadores. Enquanto um amador faz um treininho de 30 a 50km com uma velocidade média inferior ou próxima de 30km/h, um profissional tem de manter o mais alto nível de desempenho e pedala bem acima de 100km por dia, com velocidades médias superiores ou próximas a 40km/h. Para se fazer uma simples comparação, eu no meu commuting diário com a minha bicicleta de aço habitual, pedalo numa média inferior a 20km/h. A simples tentativa de alcançar os 30km/h já exige um bom esforço. E quando quero levar a coisa mais a sério, fazer mais de 50km, por exemplo o que equivale a ir e vir da barragem de Crestuma, ir e vir de Vila do Conde, ou ir e vir de Espinho, e feito num bom ritmo já é um excelente treino.

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can’t miss [102] wp.clicrbs.com.br/ciclosdevida

…tens que andar no cantinho!

Interessante testemunho de Naiara Lima, ciclista de Floripa, que” usa a Bicicleta como transporte e lazer (e Plano de saúde)”

“Bicicleta não atrapalha o fluxo de veículos, apenas transita em velocidade segura para todos.”

ciclos de vida…

“Eu não sou nada zen e confesso que a minha vontade é de arremessar uma pedra na testa de cada ser humano desaforado que me aparece pela frente, mas não dá. Só me resta tentar me colocar no lugar da pessoa e tentar entender que raios passa na cabeça duma pessoas destas. Eu explico: quando em vias que os motoristas assumem altas velocidades, ciclistas experientes (normalmente) ocupam 1/3 (ou até mais) da pista, para que o motorista precise reduzir e ocupar um pouco da outra faixa para nos ultrapassar. Não é por birra ou para medir forças, é para nos proteger de levar finas e acabar caindo e sendo esmagado por outro veículo que vem logo atrás. Você pode ou não concordar, mas todo ciclista tem o direito de fazê-lo perante o código de trânsito. Por outro lado, o motorista vê um desaforado em cima duma bicicleta, ocupando um espaço que “não é dele” e o atrasando em doze segundos a chegada do mesmo até o próximo congestionamento.
Eis que hoje, enquanto eu tentava manter meu espaço sem ser esmagada, tive que ouvir motoristas gritarem comigo e dizerem o quão errada eu estava, o que me faz crer em duas possibilidades: não conhecerem o código de trânsito ou serem uns completos babacas.”…

(lê o texto na íntegra aqui)

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fotocycle [136] free surfer

free surfer… big rider

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minuto verde: Carteiros dos CTT já pedalam em bicicletas elétricas

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é possível ir às compras de bicicleta, já estacionar…!!!

Quando regresso do trabalho às vezes preciso de fazer umas compras pelo caminho. Uma garrafa de vinho, um pack de cerveja, amendoins ou tremoços, coisas do género. Comigo, de bicicleta, a lógica é inversa, não tenho a tarefa de fazer as compras do mês. Essas deixo-as para a minha cara-metade trazer no porta bagagens do carro, o seu único meio de transporte casa-trabalho-casa possível. O ideal seria parar à porta da mercearia da rua, entrar e regatear com o merceeiro, quem sabe se não venderia fiado, como fazia a D. Emília na sua antiga mercearia que apontava no livrinho para a minha mãe pagar no final do mês! Os hipermercados são uma invenção sensaborona, sem personalidade, feitos para quem só anda de carro. Depressa os belmiros e jerónimos deste país quase acabaram com o pequeno comércio. A mercearia da rua está fechada faz tempo.

Sé é para comprar pão eu não vou ao hipermercado, mas para adquirir géneros de mercearia em falta a grande superfície que construíram perto de casa tornou-se um mal menor. Deixar a bicicleta amarrada a um poste não é, nem de longe, a melhor alternativa. No entanto, e não havendo alternativa, o abrigo dos carrinhos de compras tem servido de desenrascanço.

bike park improvisado no Pingo Doce
O crescente uso das biclas deveria incitar o comércio a querer fidelizar clientela usando bicicletários para garantir o acesso do consumidor e para ser usado por funcionários. Para além de atrair novos consumidores, que aproveitam para parar, entrar no estabelecimento e comprar algo, também fideliza a clientela, já que os ciclistas tendem a dar prioridade a locais onde possam deixar suas bicicletas em segurança. E isto vale para todo o tipo de comércio. Havendo estacionamento para carros e motos, porque não um espaço para as bicicletas? É uma forma de agradar aos clientes. Cafés, restaurantes, lojas, supermercados e shoppings são alguns dos locais que já oferecem espaço de estacionamento ao automóvel e que poderiam reservar um pequeno espaço para deixar os seus clientes tranquilos enquanto fazem as suas refeições ou compras. Instalar um suporte adequado para bicicletas (o do tipo U invertido) não exige um investimento avultado. Um espaço exclusivo para as bicicletas deixa o estabelecimento com uma imagem muito positiva, mostra que tem a consciência ambiental e de incentivo à mobilidade sustentável. Vale muito a pena pensar e investir nisso.

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