fotocycle [141] agosto é fixe

…não se passa nada!

bike to work em agosto

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histórias que a Volta dá

Antigas glórias do ciclismo estiveram em Fafe equipados a rigor

Lau e velhas glórias do ciclismo nacional“Antigas glórias do ciclismo nacional reuniram-se em Fafe momentos antes do arranque da 76ª Volta a Portugal Liberty Seguros. Foram cerca de 50 antigos corredores que se apresentaram na zona da partida exibindo equipamentos e bicicletas de outros tempos numa iniciativa impolsionada por Marino Fonseca, corredor entre 1980 e 1992….

…“Tudo começou num grupo do Facebook com ex-ciclistas. Pensei numa maneira de nos juntarmos e achei que a Volta a Portugal seria um pretexto excelente”, explicou Marino Fonseca. Para o antigo corredor nos últimos anos tem havido um afastamento das “velhas glórias” do ciclismo nacional. “Esta é uma maneira de trazer ex-corredores, alguns deles vencedores da Volta, ao ciclismo e à prova rainha desta modalidade”.”

(Ler artigo em: fafedesporto.blogspot.pt)


Tiago Machado, de dono da pior bicicleta do pelotão a herói na Volta a França

Tiago Machado“Agora que compete lado a lado com os melhores do Mundo, Tiago Machado revelou que quando se depara com uma qualquer adversidade, como a violenta queda no Tour2104, pensa nos “sacrifícios” que os pais passaram para fazer dele ciclista e é aí que encontra alento e coragem para seguir em frente.

“Não ia deitar a toalha ao chão assim do nada”, referiu o corredor da alemã NetApp-Endura, admitindo que aquela foi “uma queda feia” mas sublinhando que o que sofreu para continuar em prova não é comparável aos “sacrifícios” que os pais passaram para ele “chegar a ciclista”.

À margem de uma homenagem na Câmara de Famalicão, concelho de onde é natural, Tiago Machado contou que, na sua prova de estreia, em Vila do Conde, só compareceu na linha de partida cinco minutos antes da hora marcada.

“Estava um pouco envergonhado, porque sabia que tinha a pior bicicleta do pelotão. Na altura, tinha 13 anos, uma idade crítica”, assumiu e recordou que a prova não correu pelo melhor, tendo chegado “um pouco atrasado” em relação aos da frente, mas não desistiu.”…

(ler artigo em: diariodigital.sapo.pt)

Recordista de vitórias na Volta a Portugal assume o papel de «motorista» dos convidados

David Blanco“David Blanco, o recordista de vitórias na Volta a Portugal, vestiu esta quinta-feira pela primeira vez o papel de «guia» de convidados e chegou à conclusão de que, se na bicicleta acabava com dores nas pernas, agora elas passaram para as costas.

«Foi engraçado. Vim a falar com o meu convidado e a etapa passou muito rápido. Só que, de bicicleta doíam-me as pernas, e agora doem-me as costas de ir no carro tantas horas», descreveu à agência Lusa.

Um ano depois de ter visitado a Volta a Portugal, que venceu em 2012 pela quinta e última vez antes de se retirar do ciclismo, como cronista de um jornal desportivo, o galego assume agora, divertido, o novo desafio.”…

 (Ler artigo em: lux.iol.pt)

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de bicicleta para um carrinho de bebé…

… num piscar d’olhos!

* aliás, é um triciclo, mas isso agora não interessa nada!

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porque pedalo?

fisheye
O que motiva o ser humano a fazer certas coisas não poderá ser enumerado ou psicologicamente quantificado… pelo menos no rigoroso sentido crítico que abarque todas as motivações. Todo mundo é diferente e por isso abomino os estereótipos. São os ciclistas urbanos indisciplinados? Eu sou um ciclista. Eu gosto de bicicletas e ainda não tenho uma ideia firme do porquê. Talvez esteja no meu sangue, uma espécie de herança. Parece que já nasci assim, com uma vontade incontrolável de sair na estrada e experimentar a aragem amena de um dia quente. Talvez seja por teimosia enfrentar a chuva e seguir de bicicleta para o trabalho. Talvez seja uma predisposição genética apreciar o gosto do suor. Talvez tenha uma compulsão psicológica para me fazer transportar e evitar gastar dinheiro em gasolina. Talvez seja maluco! Quem sabe? Tudo o que posso dizer é que não dependo do carro para chegar aonde quero ir.  Também gosto de conduzir em estrada livre, acelerar a fundo, curvar e derrapar mas, em consciência isso torna-me um egoísta. Conduzir na cidade torna-me tenso e stressado. Parado no trânsito sinto a necessidade de murmurar coisas horríveis, perco a calma e o controlo das minhas acções. Por mera arrogância ou quando algo não vai ao jeito de quem vê o tempo passar, vejo imensos disparates ao volante. Baseado na minha experiência, dentro de um carro, a minha linha de pensamento é que todos os outros automobilistas são patetas. Então, eu já não me importo de estereotipar os automobilistas. Deveria, ou não deveria?!

a húmidade faz a força
Talvez seja por isso, e não é para mim surpreendente, permanecem este tipo de “discórdias”. Antes mesmo de começar o meu discurso retórico, tenho de indagar que critérios se usam para se achar que determinada pessoa é ou não ciclista. Será que é porque essa pessoa dá as primeiras pedaladas em parques, ciclovias ou passeios? Será que é porque ele gosta de andar numa bicicleta de estrada, vestindo um kit ajustado e aerodinâmico? Será porque gosta de se aventurar no todo-o-terreno? Ou será que é simplesmente do tipo de pessoa que opta por se deslocar de bicicleta, assim quando uma criança utiliza sua primeira bicicleta para ir e voltar da escola, com a devida permissão dos seus pais? Qual é afinal a classificação de um ciclista? Isso certamente não pode ser dito assim ao de leve, nem seria francamente exigente que cada pessoa que anda de bicicleta não o possa fazer livremente, mas um ciclista é aquele que pedala.

#1 Farol de Alfanzina
Na verdade, a bicicleta antecedeu o automóvel. Antes de se ter inventado o motor a combustão fóssil e muitos anos antes dos carros se tornarem suficientemente acessíveis ao consumidor médio, a bicicleta era largamente utilizada para o transporte e até para o desporto. Antes mesmo de qualquer um de nós estar habilitado à condução automóvel certamente aprendeu a andar de bicicleta desde muito pequeno, pedalou nos passeios, passou vermelhos e fez tropelias em duas rodas. Qualquer um que assuma a bicicleta como ela é, um velocípede, estará a fazer muito mais do que outra pessoa que, na sua permanente dependência, dirige um carro para o trabalho, poluindo o ar, ocupando espaço, deixando o seu corpo e cabeça definhar. É um carro a menos. Optar por dar às bicicletas e aos seus utilizadores mais direitos, permissões e proibições rodoviárias iguais aos carros, vem simplesmente trazer alguma justiça e evolução. Não estou a dizer que as bicicletas têm o direito absoluto à estrada. O que estou a dizer é, partilhar é cuidar. Percebendo que todos são diferentes, que haja quem simplesmente opte por utilizar meios alternativos de locomoção, há ainda um longo caminho a percorrer pela coexistência, pela partilha do espaço urbano e rodoviário, contra a intolerância, pelo desenvolvimento sustentável do nosso país.

route222-108.143

Artigos importantes sobre semelhante temática:

http://cicloficinaoriente.wordpress.com/2012/12/27/os-utilizadores-de-bicicleta-sao-moralmente-incumpridores/

http://ocorvo.pt/2014/07/28/sao-os-ciclistas-urbanos-indisciplinados/

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can’t miss [104] biclanoporto.org

Matosinhos quer mais bicicletas – intervenção séria ou mero marketing e cosmética ?

mapa cicloviário proposto Matosinhos Continuar a ler →

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fotocycle [140] a ponte é uma paragem (obrigatória)

a ponte é uma paragem

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fotocycle [139] underground biking

under Via 8under Via 8

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ciclofilia [116] andar en bicicleta

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ao sabor do Marés

Marés VivasO Marés Vivas começou ontem e dura até à madrugada de Sábado, nos palcos montados junto à praia do Cabedelo em Gaia e, é claro,  a bicicleta leva-nos mesmo à porta. 🙂

Marés Vivas

 

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fotocycle [138] a ponte é uma miragem

a ponte é uma miragem

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