outro biciparque tótil de fixe

 Biciparque na marginal
Alguns indícios mostram a gradual tendência para o uso da bicicleta nas cidades. Aproveitando para falar em causa própria, cada vez mais portuenses, e muitos de quem nos visita, entende que a bicicleta é benéfica para a cidade e que tem o seu espaço na via pública. Unindo os benefícios da mobilidade, meio ambiente e sustentabilidade, a bicicleta oferece alternativas e mais qualidade de vida. Mas para isso a cidade Invicta precisa de melhorar as suas infra-estruturas para melhor receber os adeptos das pedaladas. Precisa criar mais opções para a população escolher a bicicleta como o seu preferencial meio de transporte. A proliferação de estruturas para parquear/guardar a bicicleta, numa cidade que ainda dá mais regalias aos automóveis, mesmo que os estacionamentos sejam pagos, afirma o incentivo à cultura da bicicleta como meio de transporte. No sentido da partilha das vias públicas, do aumento da malha cicloviária, repito, seria por exemplo a administração municipal alargar a permissão de utilização dos corredores BUS também às bicicletas. Acredito que a tendência para a utilização diária da bicicleta aumentaria cada vez mais.

Aqui podes ver onde estão espalhados os biciparques pela Invicta

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não é bem uma peregrinação, isto já é tradição…

Não há muita gente que acorde com as galinhas, a um Sábado, só porque lhe deu na telha ir pedalar mais de 200 km. Ainda para mais sair do quentinho do ninho e embrenhar-se no típico nevoeiro tripeiro. Talvez por isso seja daquelas oportunidades que dão mais gozo sair bem cedo a pedalar. Um momento místico, se assim se pode dizer, no ritmo das pedaladas, no frio que desaparece do corpo e da realidade que vai ganhando contornos luminosos, acordando a cidade e transformando-a num cenário provável. Para reforçar a ordem natural das coisas, e sempre acompanhado do Rui, ao duo suspeito juntou-se um quarteto que vinha de pernas aquecidas mas a tilintar os dentes desde a Serra da Agrela. O sol surge no horizonte, abrilhantando o mar, e cumprimenta-me de uma forma familiar. As padarias começam a expelir os primeiros aromas da manhã, da mesma forma que os pássaros parecem nos cumprimentar. A estrada, como tantas outras coisas, surge sempre com sacrifício, contudo, no sacrifício também pode haver prazer, e a nortada veio para ajudar. Do resto, o mesmo percurso, o mesmo destino e o pneu furado da praxe (desta vez não foi o meu). Metaforizando a razão deste blogue, a bicicleta representa a independência, a liberdade e um modo de vida, com piqueniques, sorrisos e suor à mistura. Assim se cumpriu mais um tour Porto-Fátima, o meu oitavo, outra vez com a família no meu encalce, e mesmo a pedalar não resisti e fui tirando algumas fotos.

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Fica o registo, agora que tenho um télélé de jeito, da primeira Volta de bicicleta, ou seja, do meu primeiro registo na aplicação Strava, aqui.

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fotocycle [158] pão nosso de cada dia

siga pro lanche… falta agora uma fatia de presunto e abrir uma mini

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“se é para pegar na bike, que seja logo a partir de casa”

A propósito deste artigo, e num email deixado no alforge da minha bicla, leio um comentário em jeito de testemunho. E que testemunho, o que é sempre um bom tema para uma posta. Assim mesmo, e sem pedir licença, pedindo, partilho também algumas das belas fotos do passeio da Vanessa com o seu mais velho…

“Olá Paulo

Sigo o seu blog com atenção.

No seguimento de enviar registo de fotografias de bicicleta envio as minhas fotos de passeio até Lisboa.
Pensei em ir de carro até Belem, mas não me fez sentido algum, se é para pegar na bike, que seja logo a partir de casa, não pegar por completo no carro e usar em exclusivo o transporte bicicleta.

Fiz com o filho mais velho (9 anos) o seguinte percurso, Parede (concelho de Cascais) – Belém, seguimos de barco para Trafaria, depois Trafaria – Costa da Caparica.

No total 40,5 kms. Se fosse possível usaria apenas bicicleta, mas apenas neste percurso tivemos imensos obstáculos, um dia num mundo melhor haverá ciclovias para podermos circular sem medo e livremente.

Continuação de excelentes artigos e parabéns pelo seu site/blog.

Abraço de natureza
Vanessa Alves”

volte sempre Vanessa 🙂

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can’t miss [128] desenvolturasedesacatos.blogspot.pt

Você deixaria de andar de carro se lhe pagassem por cada km percorrido de bicicleta?

“O Ministro dos Transporte da França, Thierry Mariani, anunciou uma surpreendente medida para fomentar o uso da bicicleta no país: pagar aos cidadãos 21 centavos de euro por cada quilómetro percorrido entre sua casa e o local de trabalho. Ainda que a França não seja o primeiro país da Europa a fomentar o uso da bicicleta, sim será o primeiro que vai pagar por isso. Mas como pode assumir essa despesa? Compensa?

Descubra lendo o artigo”… em http://desenvolturasedesacatos.blogspot.pt/2015/04/voce-deixaria-de-andar-de-carro-se-lhe.html

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reciclando [7] pela sua rica saúde

O simples facto de mexermos as pernas, um curto passeio a pedais com os filhos ou uma volta ao bairro para ir às compras, já é um excelente tónico que melhora a nossa capacidade física, liberta a mente e nos dá saúde. Com o acréscimo da sedentarização devido ao estilo de vida automatizado, das escadas rolantes, dos elevadores, dos automóveis, o ser humano amoleceu, relaxou e acomodou-se. Não importa se gordas ou magras, as pessoas andam enfraquecidas. Arfam por subir um simples lanço de escadas, dar umas passadas mais largas para atravessar a rua ou uma corridinha atrás do autocarro.

par a par
Um ciclista rotineiro, que por exemplo pedala diariamente para, sobe uma escada, salta um par degraus sem dificuldade, porque umas simples voltinhas diárias na bicicleta, por exemplo para o local de trabalho, lhe dão capacidade física, pulmão e coração mais fortes. As pessoas que andam regularmente de bicicleta poupam muitas visitas ao médico. Na saúde, os benefícios das pedaladas são imensos: pedalar regularmente não só queima calorias como melhora a capacidade respiratória, diminui o colesterol e a pressão arterial, previne doenças cardíacas e doenças crónicas, como a diabetes e a hipertensão, activa a circulação sanguínea, auxilia o emagrecimento, atenua o stress e as tensões. O prazer proporcionado pela bicicleta contribui para a sensação de bem-estar. Proporcionando a sustentação do corpo através de uma postura correcta, a bicicleta ajuda a fortalecer o abdómen, fortalece e define os músculos, deixa as pernas e o rabo tonificadinhos.

bike legs NYCMover-se é da nossa essência e, portanto, é estético, pois o belo e atraente é o que a natureza nos ensinou a procurar e desejar, não necessariamente jovem, não necessariamente musculado, mas saudável. Não importa a idade que se começa ou recomeça. A velhice não é desculpa. Desde que consulte o seu médico e faça exames prévios, qualquer pessoa pode-se juntar a alguém, ou então sozinho sair para uns passeios a pedal. A avaliação médica serve sobretudo para identificar algum problema cardíaco, ortopédico, ou ainda de outro tipo de patologias que possa contra-indicar a prática de actividade física intensa. É recomendável que no início das pedaladas encontre o seu ritmo e escolha percursos suaves e calmos. Depois, aumentando gradualmente a distância e o ritmo das pedalas, verá que logo, logo, se estará a sentir cheio de força e vitalidade como um adolescente, num corpo velho mas cheio de energia. E sendo qualquer dia um bom dia para (re)começar, hoje que é Dia Mundial da Saúde é um bom dia para pedalar.

João Correia

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can’t miss [127] De bicicleta em Lisboa

De bicicleta em Lisboa

de bicicleta em Lisboa

“O número de bicicletas a circular em Lisboa é cada vez maior, mas ainda muitos são aqueles que, usando as ciclovias já existentes, reclamam por mais e melhores acessos, para tornar este um meio de transporte mais utilizado.

Pedro Charneca, Alcides Carvalho e Carlos Costa têm em comum o facto de terem trocado o automóvel pela bicicleta, escolhendo o veículo de duas rodas para as suas deslocações diárias em Lisboa tanto para o trabalho, como para lazer, como relataram à agência Lusa.

“Tenho carta de automóvel há dois anos, mas uso a bicicleta para me deslocar na cidade há mais de quatro”, começou por dizer à Lusa, Alcides Carvalho, ‘Sena’ para os amigos, justificando a sua escolha com a rapidez com que se move para qualquer ponto da cidade, aliado ao facto de ser também mais saudável.

‘Sena’ contou que criou o “hábito de ‘ciclar'” e que sempre o preferiu para percorrer Lisboa, cidade que, comparando com outras europeias, tem, em sua opinião, “poucas ciclovias onde se possa circular com segurança e de modo confortável”.

“Quando se circula pelo centro da cidade, o nível de exigência pelo cuidado é maior. Na hora de ponta há menos tolerância por parte dos automobilistas que perdem a paciência facilmente”, lembrou Alcides Carvalho.

O novo Código da Estrada, que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2014, veio introduzir alterações na circulação rodoviária e conferiu aos ciclistas novos direitos, ao passarem a ser equiparados aos veículos motorizados.

Estes três ciclistas, literalmente ‘parados’ pela Lusa quando se deslocavam para os seus locais de trabalho, foram perentórios em afirmar que, apesar das alterações ao Código da Estrada, ainda há muito a fazer pelos ciclistas. “…

Podes continuar a ler esta excelente reportagem aqui

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trolha da Areosa mode…

 

porque à falta de melhor, recorre-se ao expediente rápido e rústico de pôr a baínha por dentro da peúga!…

trolha da Areosa mode

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hoje tem a palavra o subgerente da subcave, e que já não é subcave, das subtis biclas que sublimam as ruas do Porto

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rafeiro vs. ciclista

rafeiro vs ciclista 1
Por alguma razão há cães que não se dão lá muito bem com bicicletas e têm vocação para perseguir afoitos ciclistas. Talvez seja apenas para sacudir as pulgas, querem dar ao dente num rechonchudo tornozelo, ou porque se sentem intimidados pelo ciclista, o facto é que por vezes cães e bicicletas não combinam. Posso dizer até já possuir alguma experiência na temática como escapar aos pulguentos, mas até ver ainda só atropelei um! (edit: dois!)

rafeiro vs ciclista 2
Caso algum cão vadio se intrometa no nosso caminho deveremos ter sempre alguns truques na manga. Em primeiro lugar não demonstrar medo aos caninos. Parar e até desmontar da bicla intimida-os e assim eles já não mostram tanta coragem. Ladram um pouquinho e vão embora, provavelmente a rosnar algo do género: “Olha, este não quer brincar!”. Mas caso os vira-latas sejam daqueles que não desistem facilmente e exibem os caninos bem pertinho do nosso tornozelo, resta-nos antecipar uma vigorosa pedalada, sacar do bidon e esguichar um pouco de água no focinho, na esperança de os ver ficar para trás.

rafeiro vs ciclista 3
Ontem à tarde, bem pertinho de minha casa, dou de caras com o audaz e eriçado rafeiro. Numa correria desenfreada, o jeco aparece do nada, direito a mim a ladrar como que a convidar-me para uma corridinha. Parei, ele também parou, e então dei-lhe trela ao desafio. Apenas lhe pedi para esperar um pouquinho, para preparar a minha teleobjectiva telefónica. Lado a lado, eu na ciclovia e ele no relvado, fizemos um pequeno jogo entre o cão e o gato, que resultou num grande divertimento e nas fotos para hoje vos mostrar. O que eles querem é simplesmente brincar.

rafeiro vs ciclista 4
Tenho uma teoria que poderá explicar os cães correrem atrás das bicicletas: Cá para mim o que os move são os ciúmes, porque em todo o caso a bicicleta rivaliza com eles, na qualidade de melhor amiga do homem.

rafeiro vs ciclista 5

“Aaaauuu… ganhei-te por um dente!”… ladra-me o gajo!

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