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Força no pedal! Como as bikes estão mudando 10 capitais

ciclovia Rio Janeiro (RJ)Transformação sobre duas rodas

A criação de vias exclusivas para bicicletas, um veículo limpo e sustentável, está longe de receber a atenção que merece nas grandes cidades brasileiras. Mas, pedalando, é possível chegar lá.

É o que mostra o recém lançado livro “A Bicicleta no Brasil”, que fornece um panorama atualizado da ciclomobilidade a partir do olhar daqueles que defendem (e adotam) as magrelas como meio de transporte em 10 capitais.

Obstáculos não faltam no caminho dos ciclistas, especialmente em um cenário que favorece o transporte individual e motorizado. Mas, pouco a pouco, com a mobilização social e as pressões crescentes por melhorias, a distância entre os gestores públicos e as demandas de grupos organizados tem diminuído.

É um pouco dessa revolução sobre duas rodas que você poderá conferir clicando nas fotos.”

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o ancoradouro/varadouro, e agora, velodouro da Cantareira

Faz tempo, havia aqui anunciado que o secular edifício hospedeiro da escarafunchosa/antiga/mui-nobre Velo Invicta aka oficina do Capas Peneda iria entrar em obras para se tornar numa cena do tipo restaurante/bar/sei-lá-mais-o-quê. Pois muito bem, confirmei ontem mesmo que a veloloja, das mais famosas e antigas do país, irá permanecer de portas abertas provisoriamente num noutro local também in da Cidade Imbicta, ou seja, na Foz do Douro lá para os lados da Cantareira mais propriamente na rua do Passeio Alegre, onde o rio beija o mar, onde os pescadores enrolam as redes e os reformados gastam tardes a bater umas cartas. É mesmo, a mítica Velo Invicta abancou-se numa velha casa entre vários outros negócios, na afluência de hordas de ciclistas, urbanos e de fim-de-semana, que alegremente pedalam de um lado e para o outro. Não é certo que o novo espaço terá bailarinas e copos mas certamente mister Barbosa e sus muchachos estarão por lá, quase sempre prontos a dar uma afinaçãozita às nossas meninas.

VeloInvicta da Foz

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fotocycle [161] da Queima das Fitas

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ciclofilia [127] Climb

“Short clip shot in the Vosges mountains, where Le Tour de France 2014 came through, at the Col des Chevères and the Belfahy valley.”

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reciclando [8] crises e oportunidades

A revolução industrial permitiu o desenvolvimento das sociedades. Temos a tecnologia, inventamos o automóvel. Estamos a colher daquilo que fomos plantando. Depressivos e mortiços, vamos sobrevivendo nesta incessante crise económica. A sociedade moderna trouxe diversos benefícios e comodidades ao Homem, malfeitorias ao Mundo. Vivemos numa época em que o meio ambiente é continuadamente destruído. O comportamento do ser humano é influenciado pelas facilidades oferecidas pelas tecnologias. É influenciado pelo tipo de oferta de transporte que lhe é disponibilizado e pela valorização ou desvalorização dos mesmos. A tecnologia favorece o sedentarismo. Uma avaliação crítica da sociedade contemporânea à muito que demonstra que passamos por um processo de insustentabilidade, não só ambiental mas também dos estilos de vida, individual e social. O perigo do esgotamento dos recursos naturais compromete não só a nossa qualidade de vida como coloca o planeta em risco. Em nome do progresso, o modo de produção baseado no consumo levou a que o Homem manipulasse e degradasse a Natureza. Para além de ser um grande foco poluidor, a pressão e o excesso de veículos motorizados causa prejuízos físicos e psicológicos.

O conceito da Mobilidade Urbana Sustentável continua na ordem do dia e a bicicleta é parte importante deste conceito, fundamental para as deslocações em meio urbano e suburbano. Há então a necessidade de se adoptar um conjunto de políticas de transporte e circulação que visem proporcionar um acesso amplo e democrático ao espaço urbano, através de prioridade aos modos de transporte colectivo e não motorizados de maneira socialmente aceite e ecologicamente sustentável.  Nesta era de vacas mirradas que nos deparamos: a crise ambiental, a crise económica e a crise de mobilidade, entre todas elas há um agente comum: o automóvel. Consequência da má qualidade e a fraca oferta dos transportes públicos, o transporte individual e o aumento de veículos a circular comprometem a qualidade de vida das pessoas que se deslocam em meio urbano e suburbano.


A bicicleta é o veículo ideal para preencher a necessidade de mobilidade. Regularmente usada como meio de transporte em muitos locais espalhados pelo mundo, a barata bicicleta necessita de espaço reduzido para circular, a sua manutenção não requer gastos excessivos, é fiável e simples o que a torna ainda mais atraente. Distinguida consoante o objectivo do utilizador, a bicicleta é essencialmente, um meio de transporte eficaz como alternativa ao automóvel e ao transporte público em meio urbano e suburbano. É uma máquina que funciona em perfeita harmonia com a habilidade do Homem. É notório o crescimento do uso da bicicleta, tanto por jovens como por adultos, para irem trabalhar, estudar, como prática desportiva e de lazer. Nesse cenário a bicicleta emerge como alternativa para uma mobilidade urbana sustentável. Ao ter a bicicleta como um instrumento fundamental do seu quotidiano, além da opção de transporte urbano ecologicamente correcto, ao pedalar promove-se a diminuição do stress, melhora-se o estado físico, bem como os sistemas cardiovascular e respiratório.

Com este texto pretendo apenas chamar a atenção para a importância da bicicleta como elemento essencial à mobilidade urbana. Entre ruas e avenidas, carros e pessoas, é necessário contextualiza-la e dar-lhe o devido destaque. Defender o uso da bicicleta como alternativa às grandes dificuldades económicas e sociais que atravessamos, para o alívio nos congestionamentos do trânsito das grandes cidades, para a sensibilização dos governos e municípios à falta de políticas públicas em favor deste extraordinário meio de transporte. Para a necessidade de agregar o uso da bicicleta através de medidas eficazes e projectos implementados. Não tenho nenhuma formação nessas áreas, apenas sou mais um que impulsionado pela corrente pousou as rodas na terra e com os pés bem assentes nos pedais descobriu que a bicicleta assume diversas finalidades. Com ela a crise passa-me ao lado.

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fotocycle [160] quem foi ao mar guardou o lugar

quem foi ao mar guardou o lugar

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passe a publicidade [70] The Speed Ride

… or how to have daily fun riding your fixie carbon belted Overlap!

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sobre as alterações no ordenamento do trânsito da Rua Costa Cabral no Porto

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http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76849

“A Câmara Municipal do Porto anunciou, no dia 17 de Abril de 2015, o início de realização de alterações no ordenamento do trânsito da Rua Costa Cabral no Porto para o dia 21 de Abril, sem qualquer auscultação prévia de moradores e utilizadores da rua. As alterações visam disciplinar o estacionamento nesta rua evitando o congestionamento que se verifica em alguns períodos do dia e “melhorar a acessibilidade”.
As medidas tomadas constam no seguinte:
– criação de linhas contínuas ao longo da rua;
– separadores através de postes flexíveis nas zonas das intersecções;
– criação de lugares legais de estacionamento;
– criação de zonas de cargas e descargas;
– permissão de motociclos e ciclomotores circularem nos corredores BUS.
– criação de barreiras “mais eficazes” para peões nos passeios junto a Escolas e Equipamentos Desportivos.

Tendo em consideração que:
– A criação de linhas contínuas vai criar conflitos com os utilizadores de bicicletas que usam diariamente esta artéria, pois não permitem aos condutores ultrapassar os mesmos legalmente (na via de trânsito de sentido oposto em zonas de traço descontínuo);
– O aumento de velocidade de circulação dos autocarros e dos motociclos e ciclomotores, vai criar mais perigo para uma rua que tem uma elevada intensidade de utilização pedonal e muitos atravessamentos pedonais de um lado para o outro da rua;
– Que a proposta não vai resolver os problemas estruturais de segurança, mobilidade e acessibilidade nesta rua;
– Que os utilizadores de bicicletas vão ser ainda mais penalizados na utilização de uma artéria que é a única que oferece condições de segurança mínimas para acesso à cidade do Porto nesta área e neste modo de transporte.

Os peticionários propõem a suspensão das alterações e a sua revisão, tendo em conta os seguintes princípios:

– Maior fiscalização nas horas e pontos mais críticos, relativamente ao estacionamento ilegal, seja através da polícia municipal, seja através de influência junto da Polícia de Segurança Pública;
– Criação de vias Bus & Bici (partilha de via BUS pelas bicicletas, mas não pelos motociclos e ciclomotores);
– Criação de zonas limite de velocidade 30 Km/h nas zonas de Escolas, Equipamentos Desportivos e intersecções mais movimentadas, com medidas de acalmia como por exemplo semáforos ativados por velocidade, plataformas elevadas ao nível do passeio e com pavimentos diferenciados e boa iluminação.
– Manutenção das linhas de traço descontínuo nas zonas sem intersecções, permitindo a ultrapassagem segura de veículos mais lentos, nomeadamente as bicicletas. “

via MUBI

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still lazy after all these years…

still lazy after all these years…Depois de mais um ano de agradáveis pedaladas, vivendo outros desafios e algumas oportunidades de mudança, sinto que não mudei, porque não mudei o meu modo de ver o mundo. Sinto-me bem porque estou em constante movimento, com naturalidade e algum humor. Veremos se me resta fôlego para quarenta e nove velas!…

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fotocycle [159] como a chuva que sempre volta

a chuva voltou

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