reciclando [13] onde há um ciclista há um amigo

NomadiclasQuem se aventura a pedalar estrada fora entende muito bem o verdadeiro sentimento da amizade. Os ciclistas são rijos e são delicados ao mesmo tempo. São fortes para aguentar a dureza das distâncias, as contrariedades do clima e da estrada. Na sua resiliência, calejados que estão na vivência sobre o selim de uma bicicleta, são susceptíveis ao cansaço, às quedas, ao sofrimento e à superação dos desafios. Qualquer que seja a classificação, a lentidão, o tempo que demoram a transpor a montanha, todos são vencedores. Enquanto pedala, o ciclista tem tempo para matutar, reflectir, imaginar, sentir o que o rodeia, porque a velocidade da bicicleta assim o permite: o suor, a respiração, a batida do coração, a explosão, a audácia que concede a superação. Na sua roda poderá trazer um colega de equipa. À sua frente irá um amigo que o auxilia. Perto de si poderá estar um adversário. Qualquer ciclista é um amigo, alguém que entende, que espera, que motiva, que acompanha, incentiva, ajuda…

Rui e Jacinto
Nas minhas pedaladas tenho muitos momentos em que sempre estarei sozinho. Não há um companheiro, um familiar, ninguém por perto. São quilómetros de pedaladas em solitário. Só eu e a bicicleta! E a dado momento, o pensamento corre depressa e até parece que dou em doido. Dou comigo a conversar com ela, porque se há alguém que nos compreende nestes momentos de solidão é a nossa bicicleta. Para alguém que não entenda, na solidão da estrada temos de confiar na bicicleta, naquela que nos leva, que nos restitui o rumo, na ferramenta da nossa liberdade, da maior liberdade que podemos ter. Estranha estrutura construída de forma simplificada e que nunca será ultrapassada. Possessiva e ao mesmo tempo serva. Fiel depositária das nossas energias. Veículo popular em que posso encontrar um qualquer amigo e que me poderá acompanhar, pedalar ao meu lado e não me deixar sentir sozinho.

voltado a poente

Publicado em o ciclo perfeiro | Etiquetas , , , , , , , | 3 comentários

can’t miss [140] velocorvo.com

Tio, o ciclista irritado recebe os novos autocolantes da ACP

autocolantes do ACP

“Resumindo, mais uma excelente campanha da ACP. O Miguel Oliveira, na sua eloquência, diz para sermos conscientes enquanto que o Joaquim Gomes diz que pedalou 60000000000 kms, algo que acho exagerado.
Gostaria é de ver uma campanha a propor a redução de trânsito em vez de dar como dado adquirido o aumento deste, sem uma palavra crítica relativamente a este facto. Como se o aumento do trânsito fosse uma coisa normal, que não causa mal a coisa nenhuma. Foi como daquela vez que fomos de excursão até à Nazaré: a camionete só dava para 40 pessoas, mas a dona Erminda contou mal e afinal éramos 50. Alguns meninos foram sentados no chão, e fomos mais apertados. Coisas da vida.”

Curioso?!

Clica neste link da Velocorvo e fica a conhecer as sugestões do Tio irritadiço sobre as “boas práticas” do Automóvel Clube de Portugal (ACP), tão sensibilizado que está com os utentes da estrada mais vulneráveis!

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , | Deixe um comentário

qualquer corredor, qualquer bicicleta, mas que raio de subida!

No passado Sábado fui passar um bom bocado ao Lugar de Sanguinhedo em Santo Tirso. Fui lá para participar mas principalmente para assistir à segunda edição do APIK. Para além da oportunidade de ver e conviver com caras conhecidas do pelotão velocipédico nacional e internacional, casos do Tiago Machado, Gustavo Veloso, Rui Sousa, Sérgio Sousa, que mais uma vez apadrinhou o evento, havia também o desafio de pedalar 280 metros de uma subida de loucos. Aderindo ao lema promocional do evento, “sem distinção de idades, estilos e performance física”, decidi que devia levar a minha bicla clássica de estrada transformada em urbana. A Cósmica cumpriu cabalmente na sua função, resistindo a tudo e a mim, subida acima. Eu é que ia soçobrando na parte mais “a pique”  do percurso, uns míseros 37%, e foi graças aos santos tirsenses, a um deles especialmente, que não pus o pé no chão e cortei a linha de chegada com os bofes todos para fora.

Para além do carácter desportivo, o APIK teve ainda uma dimensão solidária ao contribuir com um donativo para a Associação dos Amigos dos Animais de Santo Tirso (ASAAST). Ficam algumas fotografias que tirei da animada e molhada noite na terra dos jesuítas.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Publicado em ele há coisas! | Etiquetas , , , , , | 1 Comentário

fotocycle [169] em rota de colisão com o pôr do sol

em rota de colisão com o pôr do sol
Rota é um caminho, uma direcção, o rumo a um lugar desejado. Na bicicleta traço rotas. Tracejo uma simples curva, desenho o imaginário, dou cor a um roteiro, sedutor como o horizonte, como o desejo de explorar e descobrir. Um ritual de mobilidade, uma rota aleatória, para casa, entre o útil e o agradável… Para aproveitar cada momento.

Publicado em fotocycle | Etiquetas , , , , , , , , , | Deixe um comentário

qualquer corredor, qualquer bicicleta, uma subida APIK.

Sanguinhedo APIK

É uma prova que pretende acolher todos os utilizadores de bicicleta, sem distinção de idades, estilos e performance física, o importante é participar numa corrida louca e desafiante.
Um contra relógio APIK, duelos entre os mais rápidos até ao vencedor final.
Som, luzes, ação e espectáculo garantido.

Qualquer corredor, Qualquer Bicicleta, Uma Subida.
#SanguinhedoAPIK
Santo Tirso

http://www.apik.pt/

Publicado em divulgação | Etiquetas , , , , , , , | Deixe um comentário

reciclando [12] quem tem medo compra um cão

Maciej Dakowicz photopraphy

Maciej Dakowicz photopraphy

Para além de uma certa perícia, pedalar exige bastante equilíbrio. A partir do momento que faz da prática uma constante, toda a gente é capaz de adquirir a habilidade necessária para andar de bicicleta. Ou seja, quanto mais pedalar, mais equilíbrio, mais perícia, mais confiança se vai ganhando. Como tudo na vida é um processo evolutivo. As dificuldades iniciais deixarão de existir principalmente de houver insistência e dedicação.

Ter uma queda ao pedalar é perfeitamente normal. Não há nenhum ciclista, do menos ao mais experiente, que não tenha dado um trambolhão. Quer seja por insegurança, falta de sorte ou excesso de ousadia, todos já caíram. A insegurança e o medo são factores bloqueadores. Quando dominada pelo medo, a pessoa tende a não raciocinar correctamente, fica intranquila e não consegue fazer os movimentos correctos. Para perder o medo e se sentir mais seguro é necessário enfrentar esse medo e praticar. Em local tranquilo, sem circulação automóvel, com o auxílio de alguém mais experiente, vai-se ganhando auto-confiança. Adquire-se o respeito pela bicicleta, conhecimento das técnicas do pedal: saber virar com segurança, como e quando travar, trocar de mudanças, etc.

A bicicleta não morde, é nossa amiga. Uma vez sentado no selim, a bicicleta torna-se a extensão do nosso corpo e com ela formamos um conjunto cadenciado. De início não pretenda dominá-la, use apenas o movimento correcto do corpo para ficar em harmonia com a máquina. Muitas vezes o medo advém do meio e trânsito circundantes, dos obstáculos, das descidas… À partida, a bicicleta está preparada para ultrapassar sem dificuldades a maioria desses obstáculos. Portanto, a partir do momento em que pedale sem receios por locais calmos, com um sentimento de segurança e confiança, vai controlar melhor a bicicleta, permitindo que faça o seu percurso livremente.

Do lado oposto está exactamente o excesso de confiança e a negligência. Na medida em que cresce a auto-confiança, quando julgamos que já dominamos a bicla, vem a tendência de nos tornarmos confiantes em demasia, sendo até negligentes, pela falta de cuidado e arriscar em demasia. Não há nada mais delicioso do que descer a toda a velocidade. O vento na cara, a adrenalina, o coração disparado, o prazer e a sensação de poder que a bicicleta nos dá. É, tudo isso é muito bonito mas, certamente que as probabilidades de termos um acidente são proporcionais ao risco, embora haja ocasiões em que é o factor imprevisibilidade que nos deita ao chão. Mas que diacho, para isso também não saíamos de casa, não é mesmo!

Apesar das nódoas negras e dos arranhões, o ciclismo trás muito mais benefícios. Seja em que estágio se estiver, é importante saber que a bicicleta é um meio de conhecer e dominar os nossos receios. Por vezes são memórias desagradáveis da infância que causam o pavor à bicicleta. Nas competições profissionais de ciclismo vemos muitos acidentes durante as corridas, desagradáveis às vezes, mas esses são ciclistas profissionais, que pedalam praticamente encostados uns aos outros, a alta velocidade e por descidas íngremes. Essas ocorrências não devem contribuir para que as pessoas se deixem dominar e ampliem o seu receio em andar de bicicleta. Substituindo os sentimentos negativos pelos sentimentos positivos, temos o poder e a capacidade de decidir o que fazer com as nossas fobias. A decisão é somente nossa. É como dizia o meu avô, “quem tem medo compra um cão”…

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , , | 2 comentários

ciclofilia [130] Thinking Insight – Pedalando na Cidade

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

can’t miss [139] gazetacaldas.com

Cidades amigas dos ciclistas

Gazeta das Caldas

“A bicicleta foi recentemente eleita pela ONU como o transporte ecologicamente mais sustentável do planeta. Na realidade, este fantástico meio de transporte acessível a todos os tipos de pessoas, não emite gases poluentes, não faz barulho e é uma forma privilegiada de entrar em contacto com as populações e de conhecer as forças e as vulnerabilidades da cultura local. Enquanto objeto de lazer e turismo, a utilização da bicicleta está associada a muitos dos valores pelos quais muitos cidadãos se sentem atraídos: liberdade, autenticidade, descoberta, independência, tranquilidade, bem-estar e poder usufruir com todos os sentidos dos encantos de uma cidade ou de uma paisagem natural. Além disso, os viajantes de bicicleta encontram nesta forma de viajar uma velocidade de pedalada perfeita para ver o mundo tal como ele é. O turista de bicicleta, devido à forma lenta com que se desloca, tem mais tempo para descobrir e apreciar o património local e pode deslocar-se fora dos itinerários turísticos clássicos.

[…]

E Caldas da Rainha?

Lamentavelmente e apesar das recentes obras de requalificação de algumas ruas da cidade da cidade, nada foi feito para fomentar o uso da bicicleta, quer nas deslocações para o trabalho ou para a escola, quer no lazer e no turismo. Na zona urbana das Caldas não existe qualquer ciclovia, nem foram criados estacionamentos atrativos e seguros.
Com este cenário, quantas são os pais que encorajam os seus filhos a deslocarem-se de bicicleta para a escola? E quantos são os cidadãos que se atrevem a ir de bicicleta para o trabalho?
A “rede” concelhia de ciclovias é muito pobre, incompleta e sem conexão.
Inexplicavelmente, a ciclovia Caldas-Foz do Arelho só começa a 3km do centro da cidade, depois do nó da A8. Há alguns anos o então vereador do desporto justificou esta situação afirmando que a ideia era a ciclovia começar junto ao Estádio Municipal. E como é que se transportam as bicicletas para o Estádio Municipal? De carro? Mas as ciclovias existem para as pessoas não utilizarem o carro!!
A ecopista da lagoa, uma das mais belas do nosso país, continua incompleta, sem ligação entre as margem norte e sul.
A ciclovia da estrada atlântica, que não passa de uma berma mais larga, onde os ciclistas tem que circular nos 2 sentidos…tem grandes declives e só começa no alto de Salir do Porto.
A ciclovia que deveria existir entre a praia de Salir do Porto e a cidade das Caldas, apenas liga a aldeia de Chão da Parada ao apeadeiro do comboio de Salir do Porto.
Relativamente à ligação ciclável entre as localidades mais importantes da região Oeste (Óbidos, Bombarral, Torres Vedras, Peniche, Lourinhã, Rio Maior, Santarém, Nazaré, Alcobaça, S. Martinho do Porto)… está tudo por fazer. Aos ciclistas e cicloturistas não resta alternativa do que partilhar a estrada, o tráfego e os riscos com os automóveis.
Enquanto na maior parte dos países da Europa considerados “amigos da bicicleta” existem Plano Nacionais de Ciclovias, em Portugal tudo tem girado em torno da vontade e dos caprichos dos autarcas e governantes.
Se as Caldas fosse uma cidade “bike friendly” (amiga do ciclista) existiriam várias ciclovias a ligar os bairros da cidade ao centro e seria possível a qualquer cidadão deslocar-se de casa para o emprego ou para a escola de bicicleta, em pistas cicláveis seguras e separadas dos veículos automóveis.
Se as Caldas fosse uma cidade “bike friendly” seria possível a qualquer cidadão fazer o trajeto Caldas-Foz do Arelho, sempre em ciclovia, partindo de qualquer ponto da cidade.
Se as Caldas fosse uma cidade “bike friendly” haveriam estacionamentos adequados e seguros junto às escolas, fábricas, restaurantes, museus, locais de interesse turístico e junto às estações de autocarros e de caminho de ferro,
Se as Caldas fosse uma cidade “bike friendly” existiriam vários “Bike Hotel”, com capacidade para atrair e receber turistas de bicicleta, disponibilizando estacionamento seguro e locais para limpeza e manutenção das bicicletas.
Se o Oeste fosse uma região “bike friendly” haveria um Plano Regional de ciclovias, ligando as principais localidades da região, possibilitando aos cicloturistas visitar o rico património histórico, cultural e paisagístico desta região com benefícios diretos para as economias locais.
Se o Portugal fosse um país “bike friendly” todos os anos seríamos visitados por centenas de milhares de turistas de bicicleta, atraídos pela beleza do nosso território e pela riqueza do nosso património histórico, cultural e paisagístico… e o impacto económico seria enorme.

Por: Vitor Milheiro
Docente na Escola Superior de Desporto de Rio Maior
Viajante de bicicleta”

podes ler este excelente e pertinente artigo, na sua totalidade, em: http://www.gazetacaldas.com/52691/cidades-amigas-dos-ciclistas/

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

benefícios se pedalar para o trabalho!… assim, por alto, eu receberia uns 2€ por dia, e isso só nos dias (menos) úteis

Quem for de bicicleta para o trabalho irá receber dinheiro por cada quilómetro que pedalar

“Cada quilómetro pedalado para o trabalho irá render 25 cêntimos.

O programa piloto começou no ano passado em França com 19 empresas – que empregavam dez mil trabalhadores – a aderirem à ideia de pagar aos seus empregados para usaram a bicicleta como meio de transporte. A 1 de julho de 2015 a medida tornou-se efetiva, mas o valor final não estava ainda fixado. A ministra do Ambiente francesa, Ségolène Royal anunciou que cada quilómetro pedalado para o trabalho irá render 25 cêntimos.

As empresas não serão obrigadas a fazer este pagamento, mas Ségolêne Royal explicou, citada pelo Le Figaro, que caso optem por incentivar os empregados a escolher a bicicleta com os referidos 25 cêntimos por quilómetro, não terão de pagar segurança social sobre esse valor e o trabalhador não terá de pagar qualquer imposto.
…”

fonte: dn.pt

U. Aveiro oferece duche e refeição low-cost a ciclistas

“A Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave criou um serviço para incentivar as deslocações em bicicleta para o campus da Universidade de Aveiro. O serviço está ativo há duas semanas.

Quem se deslocar de bicicleta para o campus da Universidade de Aveiro pode usufruir de um novo serviço criado pela Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade em parceria com os Serviços de Ação Social da instituição.

O serviço oferece um duche a 70 cêntimos e pequeno-almoço a 1,5 euros para quem decidir aderir à iniciativa.

«A ideia do duche e do pequeno-almoço surgiu como resposta a algumas das dúvidas e receios que as pessoas colocam face à ideia de andar de bicicleta. O facto de chegarem suados ao campus, por exemplo», revela José Carlos Mota, coordenador da plataforma, ao Canal Superior.

Os interessados em aderir ao serviço devem fazer a sua inscrição online e recebem, mensalmente, um cartão pessoal para ser rubricado após cada utilização. No formulário de inscrição devem indicar o nome, número mecanográfico, contacto, residência, idade, e-mail, função e destino da deslocação.”
….

fonte: informacao.canalsuperior.pt/noticia

MPF concede folga para quem usar bicicleta para ir ao trabalho

“O Ministério Público Federal (MPF) de Pernambuco aprovou um decreto que incentiva o uso da bicicleta entre seus funcionários. A iniciativa, que partiu do procurador Nogueira Filho é diminuir a quantidade de automóveis nas ruas.

Para ter direito ao benefício, que está em vigor desde o dia 2 de março, os funcionários devem estacionar suas bicicletas no edifício e assinar uma declaração que, após quinze dias de deslocamentos em duas rodas, garantirá um dia de folga.

O procurador Nogueira Filho, que faz o percurso de casa ao trabalho algumas vezes, providenciou ainda a construção de mais vagas de estacionamento e um vestiário no prédio público para facilitar a vida de quem quiser aderir à bicicleta como meio de transporte.

Ele diz que a medida é inédita entre as procuradorias do país. A Procuradoria Geral achou interessante e quer replicar em outras unidades.”

fonte: meionorte.com/noticias

 

 

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

can’t miss [138] ecoescolaestesl.com

Fomos de bicicleta para o trabalho…

“No passado dia 18 de setembro, e associado à Semana Europeia da Mobilidade, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) aderiu à iniciativa “Bike to Work” (ver De Bicicleta para o Trabalho – Bike to Work). Este ano, a adesão da ESTeSL fez-se notar pela participação de seis elementos da comunidade académica, nomeadamente pelos professores Susana Branco e Nuno Machado da área científica de Física, professor Vítor Manteigas da área científica de Saúde Ambiental e um dos coordenadores do Programa Eco-Escolas na ESTeSL, professor Sérgio Figueiredo da área científica de Medicina Nuclear, , Dra. Bela Vilares do Gabinete de Comunicação e pela estudante de doutoramento da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Tânia Becker-Algeri que se encontra entre nós a desenvolver parte do seu projeto de investigação, e que dando o exemplo, se deslocaram de bicicleta até à ESTeSL.

Fomos-de-bicicleta-para-o-trabalho...

Depois da participação da ESTeSL nesta iniciativa promovida pela Lisboa E-Nova, foi submetida uma fotografia representativa da adesão ao “Bike to Work” e que se encontra a participar no passatempo para a seleção da fotografia mais votada de entre as instituições que promoveram a utilização de bicicleta no passado dia 18 de setembro.

As votações para o passatempo “Bike To Work” decorrerão de hoje até 6 outubro às 11h30m. A entidade que obtiver mais “VOTOS” na sua imagem, em cada um dos quatro Escalões, será a premiada. A ESTeSL participa no “Escalão D – Estabelecimentos de Ensino – Prémio Movicidade” e todos os votos contam, podendo-se repetir a votação em cada um dos dias.

Nós já votámos e vocês… já votaram?”

fonte: http://www.ecoescolaestesl.com/fomos-de-bicicleta-para-o-trabalho/

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , , , | Deixe um comentário