fotocycle [168] do tipo, tão depressa o sol brilha como a seguir está… nevoeiro!

do tipo, tão depressa o sol nasce... como a seguir está nevoeirona bicicleta lucro dos mistérios da minha cidade, momentos assim onde o brilho da manhã me ofusca, esboça as primeiras sombras e ambições do dia, para mais tarde, na bruma que abraça o rio me envolver, me guiar numa penumbra misteriosa entre desejos e certezas…  E eu, eu aproveito cada momento.

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do ciclo da vindima

ciclo da vinha

a minha mãe nas vindimas

Nos meus tempos de meninice, ainda as férias escolares decorriam saborosamente grandes, mais ou menos por esta altura vivíamos com satisfação todo o ritual das tarefas do campo, principalmente na época das vindimas. Sobranceira à margem direita do Douro, a aldeia dos meus avós maternos fica em Frende, na banda oposta a Resende, onde existem várias quintas de tradição vinícola. No Travessado, a pequena quinta do meu saudoso avô, três socalcos de difícil acesso ensolarados quase todo o dia, são rodeados de ramadas, vides de várias castas assentes em latadas de ferro e esteios de granito, onde a uva vai ficando madura à espera de ser vindimada.

ciclo da vinha 2

Todos os momentos vividos na pequena aldeia dos nossos avós, no Lugar do Castelo, eu e o meu irmão bebemos dessa vivência, dessa liberdade. Ainda hoje, sempre que lá vamos, é nos transmitida uma imagem bucólica e alegre da vida no campo. Ainda hoje se usam os velhos métodos tradicionais de cultivo. A vindima é um processo de várias etapas, todas elas comportando esforço e dedicação gratificante, em longas jornadas desde a aurora até ao anoitecer, para depois se beber da dádiva da terra. Cortar à tesoura e apanhar os cachos da ramada, transportar as uvas à cabeça nas gigas (grandes cestos de vime), e o pisar das uvas no lagar, para delas se obter o néctar da vida. Após provar o vinho doce é deixar o mosto fermentar, para no final do processo envasilhar o nobre sumo nos pipos de castanho e carvalho e deixá-lo a envelhecer. E o vintage sempre omnipresente a refrescar gargantas…

ciclo da vinha 2

De volta ao Lugar do Castelo para uns dias de férias, aproveitei uma dessas manhãs melancólicas de Setembro, não para vindimar mas para dar umas pedaladas ao longo do Douro Vinhateiro. Logo ao romper do dia fui dar a volta ao rio, um circuito já habitual entre Frende, Régua e Resende. Fui usufruir do vento que soprava fresco a cada curva das sinuosas estradas. Parei a cada miradouro para espreitar o rio e tirar algumas fotografias. Apreciei o trabalho do campo, o empenho e dedicação das gentes durienses. Senti o aroma da fruta madura e do vinho doce que me invadiu as narinas. Parei, outra e outra vez, para depenicar e provar dos bagos maduros. Numa fonte à beira de estrada enchi o bidon e saborei cada trago daquele passeio, daquele momento d’ouro como se do puro néctar à caneca eu provasse.

ciclo da vinha 4

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hoje, 22 de Setembro

Dia Mundial sem Carro
Ambientalistas e outros irresponsáveis propõem que por um dia, hoje, os carros desapareçam do mundo.
Um dia sem carros? E se o exemplo se espalha e esse dia passa a ser a cada dia?
Deus me livre, e o diabo também.
Os hospitais e cemitérios perderiam a sua maior clientela.
As ruas seriam preenchidas com ciclistas ridículos e peões patéticos.
Os pulmões não conseguiriam respirar o mais saboroso dos venenos.
As pernas, que se esqueceram de caminhar, tropeçariam numa qualquer pedrinha.
O silêncio aturdiria os ouvidos.
As estradas seriam desertos deprimentes.
As rádios, TVs, revistas e jornais perderiam os seus anunciantes mais generosos.
Os países produtores de petróleo seriam condenados à miséria.
Milho e cana de açúcar, agora convertido em alimento para carros, voltariam ao humilde prato humano.”

Texto sarcástico, do escritor, historiador e jornalista uruguaio Eduardo Galeano, sobre a utopia de um dia a nossa sociedade viver sem a dependência do automóvel, retirado de Los hijos de los días, Siglo XXI, Buenos Aires, 2012.

assim, pedalar sem carros, só mesmo no mês de Agosto, quando todos estão de férias!

assim, sem carros,  só mesmo no mês de Agosto, quando os donos estão de férias!

Esta data surgiu em França em 1998 e foi adoptada pela União Europeia no ano de 2000. Já a Semana Europeia da Mobilidade surgiu em 2002 e observa-se todos os anos de 16 a 22 de Setembro. A data celebra-se anualmente e visa sensibilizar a população e autoridades para a necessidade de reduzir o tráfego rodoviário dentro das cidades, de forma a aumentar a qualidade de vida e garantir a sustentabilidade dos recursos naturais, optando por alternativas de transporte menos poluentes como os transportes públicos e bicicletas. Deixar o carro em casa é o principal desafio colocado pela iniciativa, que quer fazer da preocupação com o ambiente e a forma física uma constante de todos os dias do ano, de um modo alegre e informal. Mas o Dia Mundial/Europeu Sem Carros tem vindo a perder relevância em algumas cidades que anteriormente aderiram à iniciativa. Por exemplo, nos últimos anos, na cidade do Porto infelizmente a data parece ter caído no esquecimento.

hoje, a fintar o trânsito

hoje, a fintar o trânsito

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rentrée com um pé na bicicleta e outro na política

Andar a pé e de bicicleta precisa-se

PAN
“Rumo às legislativas, e aproveitando a Semana Europeia da Mobilidade o PAN – Pessoas Animais Natureza defende que, até 2020, seja aplicado um plano para valorizar o uso da bicicleta e o “andar a pé”.

O partido chama-lhe “Plano de Promoção da Bicicleta e Outros Modos Suaves” e este domingo aproveitou a Marginal Sem Carros, para passar a mensagem.

O partido quer incentivar os portugueses a prescindirem do automóvel, optando por duas rodas ou pelos próprios pés. Nada melhor do que começar por um domingo sem carros.”

É por estas e por outras que tem o meu voto.

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fui…

campingSó para dizer que não há férias mais tranquilas, agradáveis e baratuchas que as de Setembro, e as minhas duas semaninhas de “folga” estão só a começar. Até já…

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comunicado da Federação Portuguesa do Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta

SEGURO IMPOSTO A UTILIZADORES DE BICICLETA INÉDITO NA EUROPA

As razões pelas quais a FPCUB não apoia o seguro obrigatório para utilizadores de bicicleta:

1ª – A narrativa do interesse financeiro

A lógica a que o universo automóvel massivamente instalado nos tenta impingir implica uma inversão de política sem precedentes nacionais ou europeus, contra as boas praticas e diretivas de todos conhecidas, nomeadamente a Diretiva do Parlamento Europeu de 2005 (2005/14/CE). Apenas o interesse financeiro da indústria automóvel, seguradoras, petrolíferas têm ganhos diretos com este criativo malabarismo de obrigar os utilizadores de bicicleta a terem seguro obrigatório.

A FPCUB já percebeu que existe um lobby na área do automóvel que a todo o custo pretende criar obstáculos para que as pessoas livremente possam usar bicicleta como andam a pé, sendo que o Automóvel Clube de Portugal (ACP) e a Associação Portuguesa de Seguros (APS), membros da Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP) e são a face visível deste interesse, que pretendem iludir a classe política, criando uma necessidade artificial.

2ª – A necessidade de séria e rigorosa avaliação dos resultados do novo código da estrada

Verificaram-se alterações recentes ao código da estrada num trabalho globalmente muito positivo dos representantes políticos, dos organismos e instituições públicas e da sociedade civil com intervenção na matéria. Estas alterações trouxeram melhorias significativas para a segurança dos utilizadores de bicicleta, sendo um importante passo para o reconhecimento da bicicleta na via pública. Mas não se pode afirmar que a bicicleta, por ser equiparada ao automóvel no Código da Estrada em grande parte das situações, deva ter os mesmos deveres que tem o automóvel. A bicicleta não polui, não ocupa espaço público, não provoca ruído, não contribui para as importações de petróleo que têm um grande peso negativo na balança económica, nem necessita de infraestruturas como as autoestradas que foram construídas desenfreadamente nas últimas décadas, cuja fatura ainda estamos a pagar, logo não se pode pedir as mesmas obrigações.

Acreditamos portanto, que os resultados são positivos e portanto a bem da qualidade da produção legislativa e credibilidade perante a população portuguesa, qualquer obrigatoriedade de seguros teria de ter um trabalho prévio de forte escrutínio com semelhante modelo, após séria avaliação dos resultados do novo código e caso existam fundadas melhorias (que duvidamos) para o superior interesse público e coletivo.

A aplicação de medidas tem de ser proporcional ao risco gerado pelos diversos utilizadores viários, o qual é incomparavelmente maior no caso dos veículos motorizados. É precisamente por esse risco ser incomparavelmente maior que a obrigação de seguro é apenas aplicada aos veículos motorizados.

3ª – O desincentivo real à utilização da bicicleta

A mobilidade sustentável e a prevenção rodoviária portuguesa necessitam de um conjunto de medidas políticas com uma relação de prioridades adaptada às estatísticas da realidade.

Numa altura em que é necessário apostar e incentivar a mobilidade suave e os transportes públicos em detrimento do automóvel, não se pode colocar mais um obstáculo à utilização da bicicleta (ou ao inicio de utilização da bicicleta) com a implementação de um seguro de carácter obrigatório. Deveria ser prioritário portanto, promover o convívio pacífico nas ruas e estradas, e a responsabilização dos automobilistas por condução perigosa e desrespeito pelos utilizadores mais vulneráveis.

Mais temos a acrescentar, não podemos deixar de referir que a utilização da bicicleta em mobilidade urbana é elemento essencial de uma estratégia alargada de segurança rodoviária e de acalmia de tráfego proporcionando a redução de acidentes, em consequência, a redução globalizada dos prémios de seguros dos utilizadores de veículos motorizados e a melhoria dos níveis de qualidade de vida em ambiente urbano. Incentivar a utilização da bicicleta e promover ações de sensibilização comportamental para o respeito e responsabilidade na condução rodoviária (abrangendo portanto, todos os utilizadores, sem discriminações negativas)

Mais razões poderíamos apontar mas, na essência, vem assim a FPCUB, apelar ao bom senso na produção legislativa destas matérias, assim como, à necessidade de revisão dos princípios tutelados pela prevenção rodoviária portuguesa.

Apesar de ser contra a obrigatoriedade deste seguro para utilizadores de bicicleta, a FPCUB oferece aos seus associados, incluído na quota anual, um seguro de responsabilidade civil e de acidentes pessoais sempre que usa a bicicleta, entre outros benefícios.

A FPCUB

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um regresso pelos Caminhos do Romântico

Foz do Douro
Encerrado o expediente, aproveitei para dar um saltinho à veloloja do Palácio e cumprimentar os duendes. Mas como a tarde estava convidativa e eu carente de um arejo, vai daí, decidi logo ali alegrar o meu regresso a casa e embrenhar-me pela Rua de Entre-Quintas. Fui, por assim dizer, espairecer numa ilha de tranquilidade no meio do Porto, no coração de uma cidade repleta de contrastes e recantos que a tornam numa urbe tão especial. Na estreita via entalada entre os muros da Quinta da Macieirinha e da casa Tait, ou Quinta do Meio, começa um dos percursos dos Caminhos do Romântico, cenário perfeito para desopilar um pouco, e também para testar a resistência aos travões da Cósmica depois de um lifting forçado ao guiador.

Entre Quintas e Casa Tait
O Porto tem esta primazia contrastante. tem uma dupla face bem distinta. De repente sai-se da confusão das ruas de D. Manuel II e de Júlio Dinis para logo entrarmos na tranquilidade de cenários mágicos e esplêndidos, com uma vista bucólica sobre o rio e a Foz do Douro. Há pequenas hortas, matas, muros de pedra, quintas da antiga nobreza e burguesia, fontes, chafarizes, lavadouros, gatos sem dono e um silêncio que inspira. Os Caminhos do Romântico apresentam um pouco das contradições do Porto de Oitocentos, romântico e burguês, rural e industrial. A intenção de atrair os visitantes passa pela delimitação de cinco percursos pedonais, cada qual com um tema ligado à história de Massarelos: o Porto do Romantismo, o Aproveitamento da Água, Arqueologia Rural e Industrial e o percurso do Gólgota a Massarelos.

Quinta da Macieirinha
Iniciado o curto passeio o cenário tem um encanto um pouco agridoce, pois ainda persiste o vandalismo, lixo e muitas ruínas. Aquela que foi considerada uma das obras marcantes da Porto 2001, mereceu relevância em promessas de reabilitação. A ambição inicial era de transformar este espaço privilegiado num pólo de atracção turística. Pouco ou nada se consegue ler dos painéis informativos, dos que ainda existem, dada a quantidade de riscos e rabiscos que os cobrem. Os grafitos de mau gosto já foram uma epidemia nestes caminhos. As paredes foram entretanto limpas, faltando saber por quanto tempo irão resistir às tintas e canetas de quem na calada da noite se esgueira e se esconde.

Rua Entre-Quintas
Para além da evidente degradação, abandono e vandalismo que não roubaram o romantismo destas estreitas vielas e caminhos pedestres traçados no vale de Massarelos, há sinais de recuperação urbana e limpeza de alguns terrenos, de pequenas hortas preservadas para a subsistência das pessoas que lá vivem. Mas a curiosidade aguça que se farta e nos aponta a rota a seguir. Voltei a descer as vielas e escadas da Rua das Macieirinhas, cruzei com casais de mapa na mão e a fotografar tudo em redor, enquanto muitos outros, com proveitos mais românticos, povoavam de mão dada as sombras dos jardins da Quinta da Macieirinha.

Rua Entre-Quintas ao fundo
O caminho desemboca um pouco mais à frente na Rua da Restauração e, assim como num estalar de dedos, sai-se do torpor do paraíso para entrar no rebuliço da cidade. Encarrilei num dos meus itinerários normais, pós-laborais, desci a rua até entrar na Marginal, bem perto do novo hotel que recuperou o belo edifício da antiga Bolsa do Pescado. Mas antes mesmo de prosseguir o meu regresso a casa e dar-me ao privilégio da panorâmica na companhia de um velho e leal amigo, o Rio Douro, aproveitei para tirar outra foto, desta vez, e mais uma vez ao Sr. Eléctrico e ao seu Museu.

Museu Carro Eléctrico

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fotocycle [167] das artimanhas da minha bicicleta…

… que a cada stop no semáforo aproveita uma obra de arte só para dar nas vistas!

na Rua da Quinta Amarela

na Rua da Quinta Amarela com a Rua de  Oliveira Monteiro

 

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porque o Porto é a minha praia e porque há outras praias bonitas para onde pedalar

Conhecer o Porto de riquexó

riquexós Porto“Depois dos autocarros e comboios turísticos, e dos divertidos tuk-tuk, chega agora uma nova moda nos transportes turísticos no Porto: os riquexós. Um novo meio de transporte ecológico que permite dar a conhecer a cidade, como tradicionalmente se fazia.
Antigamente, esta tipologia de carruagens eram o meio de transporte de eleição. Puxadas por cavalos e, posteriormente, a motor, a evolução industrial veio terminar com este conceito que acabou por cair em desuso. Atualmente, este passado voltou para ser reinventado e distinguir-se de forma chique e clássica, permitindo dar a conhecer um pouco da história da indústria dos transportes.
Desde março, que todas as pessoas que queiram conhecer a cidade, podem fazê-lo através de um passeio de riquexó. Estes riquexós, para além de serem veículos ecológicos, são constituídos por uma carruagem para duas pessoas e uma bicicleta que é conduzida por um guia turístico.
Devido à topografia da cidade, foram definidos dois percursos estratégicos para estes passeios, ambos os trajetos englobam ida e volta: um, vai desde o Largo de São Francisco até ao Passeio Alegre e, o outro, vai desde o Largo de São Francisco até à Afurada.
São percursos com uma duração média de 60 a 70 minutos e custam 20 euros por pessoa.”

Para mais informações, consulte: Riquitó Tours

(fonte: porto.pt)

XII Passeio de bicicleta Porto Antigo – 13 de Setembro

XII Passeio Porto Antigo“Já abriram as inscrições para o XII Passeio de bicicleta Porto Antigo, uma iniciativa apoiada pela Câmara do Porto, criando assim um boa oportunidade para conhecer o Porto, a pedalar…
O passeio tem data marcada para 13 de setembro, com partida e chegada na Quinta da Bonjóia, em Campanhã. O percurso da iniciativa “Conhecer o Porto, a pedalar”, de 25 quilómetros, é acessível e pretende dar a conhecer alguns pontos histórico da cidade.
Uma boa oportunidade para aqueles que ainda receiam e acham que o conhecer o Porto a pedal possa atrapalhar ou mesmo “estragar” a aventura. Costuma-se apontar as subidas, o estacionamento precário para bicicletas, o tempo de deslocação (sendo este muito relativo) e claro, a integridade física ao partilhar a estrada com tantos veículos motorizados…”A inscrição pode ser feita online.

(fonte: invictadeazulebranco.pt)

Porto Urban Cicle Chic – 19 de Setembro

Porto urban cicle chic“Bicicletas, Moda, Fotografia e Cultura, uma combinação perfeita para uma tarde única.
Passear pelo Porto em duas rodas e captar dos mais belos monumentos e ruas do Porto é a razão perfeita para pedalar. Esta é a filosofia do URBAN CICLE CHIC
URBAN – Somos urbanos, citadinos, cosmopolitas e com estilo. Queremos por isso um evento que se defina desta forma e que proporcione aos participantes a possibilidade de passearem por um circuito urbano, repleto de pontos de interesse e com passagem pelas zonas, bairros, ruas e avenidas mais emblemáticas da cidade Porto.
CICLE – Uma visão única, privilegiada e emocionante. Só usando uma bicicleta é possível ver desta forma a cidade do Porto. Estamos empenhados em proporcionar a todos os participantes a melhor experiência ciclável de sempre. Um percurso pensado e desenhado para que todos os participantes desfrutem da viagem.
CHIC – O estilo, a personalidade e a visão de cada um é importante para nós e queremos que se traduza não só na bicicleta mas também na forma como se vestem. Por isso pedimos a todos os participantes que se vistam a rigor, que usem o outfit com mais estilo e mais adequado para um passeio de bicicleta altamente cosmopolita.” Inscrições em www.easy-cicle.pt.

(fonte: fpcub.pt)

As praias de Portugal mais bonitas para conhecer de bicicleta

gobybike“O calor convida a longos passeios e o Verão é a altura ideal para relaxar e apreciar a beleza do exterior.
Se gosta de longos passeios de bicicleta, porque não juntar o útil ao agradável? Um passeio com cheirinho a mar não é má ideia (e já agora, porque não fazer uma pausa para um mergulho?).
Deixe o conforto de casa e conheça as praias de Portugal mais bonitas para pedalar e desfrute de uma experiência relaxante!”

(fonte: blog.gobybike.eu)

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sobre a temática “Circular de bicicleta na cidade com segurança – uma ideia fantástica”

Circular de bicicleta na cidade com segurança – uma ideia fantástica.

road-diet-1

O artigo cujo link e foto partilho ali acima vem no Avatar, blogue de largo espectro temático e de popularidade.

Concordando, ou não, poderá ser de facto uma boa ideia, esse conceito urbanístico que é colocar a pista de bicicletas junto ao passeio e usar os carros estacionados como uma barreira de protecção. Não é no entanto um conceito exclusivo do “lá fora”. Este tipo de morfologia rodoviária já existe em algumas estradas ou ruas nacionais. É disso exemplo a Rua Sousa Aroso em Matosinhos.

Rua Sousa Aroso

Só que há muitos “mas” a atrapalhar as boas ideias, e há boas ideias que até funcionariam não fosse o caso de alguma esperteza saloia a atrapalhar a vida de muitos. Não raras vezes dá-se de caras com o desrespeito e arrogância do “que é que queres, estou a trabalhar!” e que sempre se está marimbando para ti e acha aquilo tudo uma boa ideia para si, um sugestivo tapete vermelho para quando quiser estacionar!

Querem ver?! Então vou entrar à socapa na Adega do Ciclista e do meio do caruncho recuperar estes dois postais do Velho Lau (este aqui e outro aqui) para demonstrar isso mesmo, que de boas ideias está o ciclista urbano e o inferno das ruas cheio!

 ciclosia Sousa Aroso ciclosia Sousa Aroso 2

(fotos de Miguel Barbot)

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