can’t miss [152] br.blastingnews.com

‘Na pior’? Cardozo perde carro oficial e pega bicicleta de Dilma para ir trabalhar

DF - DILMA/BICICLETA - POLÍTICA - A presidente Dilma Rousseff anda de bicicleta nos arredores do Palácio do   Alvorada, em Brasília (DF), na manhã deste domingo, 17. O pedido de   impeachment da oposição contra a presidente Dilma passará pela votação dos   deputados federais em sessão marcada para a tarde deste domingo, 17, na   Câmara dos Deputados.   17/04/2016 - Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

“O defensor da presidente Dilma Rousseff está indo trabalhar de bicicleta. Isso mesmo. José Eduardo Cardozo já não tem mais direitos a “regalias” de Ministro (ele ocupou o Ministério da Justiça durante o governo da petista), tampouco de Advogado-Geral da União. Ele foi exonerado do cargo assim que o Senado deu seus 55 votos que afastaram Dilma. Com a perda do cargo, Cardozo também ficou sem o carro oficial. Ele também perdeu o direito à residência oficial está morando em um flat em Brasília. De acordo com a jornalista Monica Bergamo em nota publica nesta quarta-feira, 18, Cardozo agora anda pela capital brasileira com a bicicleta, que pasmem, teria sido emprestada pela própria Dilma.”

Continuar a ler

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , | Deixe um comentário

fotocycle [184] a marinar

A pitoresca vila piscatória da Afurada fica a meio caminho entre a cidade invicta e a casa paterna. Nas minhas pedaladas pela “margem sul”, na ida ou na vinda, nas voltinhas que dou em passeio ou nas pedaladas mais aceleradas, a Douro Marina é um dos locais de eleição para uma breve paragem. Para além dos barcos, do rio e do corrupio do “lado de lá”, há um banquinho patrocinado que é a eloquência para relaxar e deixar a mente navegar.

a marinarAproveito cada momento.

Publicado em fotocycle | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

o legado de Vhils

foto: Público

Alexandre Farto, AKA Vhils (foto: Público)

Alexandre Farto, digo, Vhils, é um obreiro a céu aberto, um artista português gerador de arte urbana. As suas obras captam a atenção a quem passa, a quem pára, a quem levanta os olhos para a cidade. Anda pelo mundo a esburacar paredes, a enobrecer muros com retratos, expressões, carácter. Criador na destruição, o trabalho de Vhils tem essa capacidade de transformar espaçõs consumidos pelo tempo num espaço de diálogo. Reconhecida globalmente, a sua obra já o levou a vários cantos do mundo, a espalhar arte pelas paisagens urbanas, por onde passa, em Aveiro, Nova Iorque, Açores, Paris, Moscovo, Hong Kong… até na estação espacial internacional.

Ontem recebeu o prémio personalidade do ano da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal (AIEP), por “levar o nome do país ao exterior”. Na sessão de entrega do prémio Martha de La Cal, que decorreu no IADE – Instituto de Arte e Design, em Lisboa, a presidente da AEIP, Alison Roberts, enalteceu o trabalho de Vihls e o seu importante contributo na afirmação do país como um centro da Arte Urbana. Para Alison Roberts, no trabalho de Vhils “impressiona não só a sua habilidade com métodos e materiais, simbolicamente aliando a destruição à criação, mas a sua sensibilidade, a história do meio urbano e as vidas humanas nas comunidades onde ele trabalhou”.

“A forma como interpela os cidadãos e as cidades assume uma linguagem universal e sobre a condição humana, que a APEI lhe reconhece na atribuição do prémio, vai continuar a aprofundar-se cada vez mais e a engrandecer a nossa arte”.

Vhils, ou melhor, Alexandre Farto, 28 anos, cresceu no Seixal onde começou por pintar paredes e comboios com graffiti, aos 13 anos, antes de rumar a Londres, para estudar Belas Artes, na Central Saint Martins, depois de não ter conseguido média para uma faculdade portuguesa. A técnica que o notabilizou consiste em criar imagens, em paredes ou murais, através da remoção de camadas de materiais de construção, criando entulho e uma imagem em negativo. Além das paredes, já aplicou a mesma técnica em madeira, metal e papel, nomeadamente em cartazes que se vão acumulando nos muros das cidades.

“É interessante perceber como a arte tem o poder de criar uma relação com o ser humano e, a partir daí, criar diálogo e por o foco em situações nas quais a arte serve quase como uma arma para essas pessoas. É nesse sentido que o trabalho se tem espalhado e tem feito sentido em diversos sítios do mundo”, afirmou.

Da sua extensa obra, há também a realçar a sua primeira grande exposição em Portugal, em 2014, no Museu da Eletricidade, em Lisboa. “Dissecação/Dissection” atraiu mais de 65 mil visitantes em três meses. Outro trabalho marcante foi a sua colaboração com a banda irlandesa U2, para quem criou um vídeo incluído no projeto visual “Films of Innocence”, que foi editado em dezembro de 2014, e é um complemento do álbum “Songs of Innocence”. No ano passado o trabalho de Vhils também chegou ao espaço, à Estação Espacial Internacional (EEI), no âmbito do filme “O sentido da vida”, do realizador Miguel Gonçalves Mendes. No passado mês de Março, inaugurou a primeira exposição individual em Hong Kong, “Debris”, no topo do Pier 4 (Cais 4), uma mostra que reflecte a cidade e a identidade de quem nela habita, para ver e, sobretudo, “sentir”.

Vhils no Porto... e como sempre Sua Alteza quis ficar no retrato

Vhils no Porto… e como sempre Sua Alteza quis ficar no retrato

A primeira obra do artista português no Porto, a primeira num espaço privado, foi um “retrato” exposto na Fábrica Social – Fundação José Rodrigues há alguns anos. A segunda intervenção com a assinatura Vhils no Porto tornou mais visível um edifício histórico do século XIV, situado junto à Alfândega. Enquadrada numa zona de grande dinamismo e exposição, a obra está integrada num projecto inovador, o Look at Porto. A face e um olhar que se abre para um largo e possibilita a quem passa apreciar esta primeira obra pública, a primeir a céu aberto do artista no Norte.

“A peça combina elementos naturais e humanos, com o olho da figura a contemplar poeticamente a cidade e os seus velhos bairros, humanizando o espaço construído enquanto sublinha a riqueza do seu património humano”, escreveu Vhils na sua página no Facebook.

Publicado em divulgação | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

reciclando [20] entre o “seguro morreu de velho” e “quem não arrisca não petisca”

cycling

É difícil ser-se confiante quando se acha que não vai conseguir, que vai correr mal, quando se dá maior importância aos aspectos negativos do que aos positivos. A confiança pode ser medida nas consequências do que o nosso julgamento produz. Algumas pessoas são inerentemente desconfiadas, valorizando o medo e a incerteza, chegando mesmo ao ponto de desencorajar os outros. Boas consequências nos tornam mais confiantes, as más fazem de nós permanentemente desconfiados. Na maioria dos casos o nosso julgamento é o mais acertado, embora haja momentos em que a incerteza, o desconhecido e alguma ingenuidade, se sobrepõe ao verdadeiro risco que assumimos.

É muito relativo o que se tem como risco, e para alguns o ciclismo está na categoria de risco iminente. Na realidade os ciclistas correm certos riscos adjacentes, visíveis e invisíveis, cada vez que vão para a estrada, mas que são nada mais que riscos comuns aos utilizadores da via pública. Surgem na forma de situações ou acções alheias: de automobilistas inconscientes, portas de carro que se abrem a qualquer momento, buracos no piso, detritos espalhados na via, pessoas distraídas que atravessam a rua… daí o argumento divagado que andar de bicicleta é perigoso, o que tanto vale em casa própria como opinião abstracta. Mas, e depois! Se corremos riscos inclusive no sossego das nossas casas, não é por isso que deixamos de prosseguir normalmente as nossas vidas!

Muitos ciclistas não têm o conhecimento formal das regras rodoviárias ou, se têm, insistem em desrespeita-las. Circular nos passeios, em contra-mão, passar nos vermelhos, e contra mim falo, é assumir riscos desnecessários. Para os mais novatos, pedalar pode apenas significar saber como equilibrar uma bicicleta, em acrobacias, andar aos saltos no monte ou descer a toda a velocidade do ponto A ao ponto B. Uma vez na estrada fiam-se no ambiente que os rodeia, querendo acreditar que têm tudo controlado. Por uma questão de segurança, todos os ciclistas devem andar atentos, confiados mas desconfiados. É que confiar em demasia nos outros nunca é bom e um pingo de desconfiança deve ser uma função automática do ciclista. O cálculo do risco deve estar presente e sempre tomar por princípio que, naquele momento, tudo é estranho. Isto não implica que se tenha de assumir um certo risco, por exemplo quando se partilha a via com veículos pesados, ou escolher os percursos mais exigentes mas menos fiáveis, porque muitas vezes não há nem tempo nem informações que permitam determinar o que é confiável. Consequentemente, o melhor é não confiar em ninguém.

Por outro lado o acumulando de quilómetros não nos dará necessariamente um reconhecimento amplo de todos riscos. Esta é uma armadilha frequente para ciclistas experientes, que acham que conhecem tudo. Alguma auto-confiança é inerente à experiência e com isso determinados riscos, visíveis ou invisíveis, poderão ser minimizados. Infelizmente, não podemos saber o que não sabemos, podemos apenas buscar conhecimento para nos guiar. Serve para tudo na vida. Não nos podemos iludir em acreditar que nada vai acontecer connosco e que as coisas más só acontecem com os outros. Ponto essencial é ser prudente e não confiar cegamente nas nossas aptidões. A antecipação é um bom truque. Saber que o perigo existe, que pode surgir a qualquer momento, torna-nos mais previdentes.

No campo de jogo, tanto na ciclovia como na rodovia, no que nos diz respeito, devemos ser assertivos para reduzir a probabilidade de nos envolvermos num acidente. A educação, o respeito, a atenção, são a preparação para seguir com confiança e orientam o ciclista na antecipação de algum “pior cenário”. O ruído de um carro que se aproxima na nossa traseira, uma buzinadela, tanto pode ser um comportamento agressivo iminente para o ciclista, como um condutor que nos avisa e pretenda ultrapassar em segurança. A nossa primeira reacção é desconfiar da acção do condutor e, em simultâneo, demonstrar confiança nas nossas aptidões para agir e reagir. Assumir a nossa posição, indicar o que pretendemos fazer, sem arriscar uma manobra que seja perigosa para nós, só para lhes dar o luxo de nos verem sem confiança. Ter a consciência do perigo iminente é crucial para a sobrevivência e assumir a nossa segurança é uma boa ideia. Boa semana e boas pedaladas.

Publicado em outras coisas | Etiquetas , , , , , | Deixe um comentário

fotocycle [183] numa das vezes, em Fátima…

… das várias que “não é bem uma peregrinação” mas que já se tornou uma tradição!

Publicado em fotocycle | Etiquetas , , , , , | Deixe um comentário

ar comprimido

Ontem à tarde, quando me preparava para pedalar depois um dia de trabalho, apercebi-me que tinha um problema. Ora, quando um dos pneus da bicicleta não tem ar, o viajante não deve pendurar-se em cima dela! E porque o regresso a casa pode tornar-se num simples passeio a pé com a bicicleta ao lado, mesmo sob um chuvisco persistente, percorri a curta distância a par com a bicla na mão e fui aproveitar os ares da Veloculture Palácio. Então, a frase: “A União Europeia é uma bicicleta sem ar nos pneus”, que Martin Schulz, Presidente do Parlamento Europeu, atirou esta semana para a imprensa, ecoou na minha cabeça. Sim, na prática, uma bicicleta sem ar nos pneus não vai longe, mas sempre há uma forma de o voltar a encher! E foi o que fiz com a ajuda do Ben.

os ares da Veloculture

Contudo, e voltando à frase do dito senhor, a imagem é muito complacente com as questões de equilíbrio, tanto do financeiro como do político, da União Europeia. O problema da UE, é que sendo uma bicicleta anda há muito tempo com a direcção desalinhada, corrente ferrugenta e pedais torcidos. É preciso sermos muito ingénuos para acharmos que a União Europeia é uma bicicleta, e muito menos uma bicicleta de corrida. Lá terá as suas virtudes, que até tem, mas está corroída em diversos pontos, é guiada por incompetentes, anda desafinada por burocratas e tecnocratas, que, mais do que fazer a Europa seguir em frente, andam mais preocupados com o seu umbigo e com o seu pecúlio, e menos com a União e a Europa.

…“No princípio era a solidariedade. No princípio era a ideia de que todos os membros do clube se deveriam entreajudar para caminharem para um nível de vida mais ou menos idêntico – e havia fundos estruturais específicos para isso. No princípio só havia decisões tomadas por unanimidade. No princípio as presidências da União Europeia eram rotativas semestralmente entre os Estados membros. No princípio, a Comissão Europeia era a grande defensora dos países mais pequenos e fazia o contraponto aos interesses dos grandes. No princípio havia o eixo Berlim-Paris, mas as decisões eram depois tomadas nos Conselhos Europeus.”…

Nicolau Santos
Opinião Expresso Diário 09.05.2016

Publicado em ele há coisas! | Etiquetas , , , , , , , | Deixe um comentário

pooo… po…p… trrrriiimm… trrrriiimm… trrrriiimm… trrrriiimm…

Estava marcado para ontem às 18h30 no centro de Lisboa. Objectivo? Protestar buzinando contra as obras de requalificação no Saldanha e em Picoas, projecto da Câmara de Lisboa para o Eixo Central, entre a Avenida Fontes Pereira de Melo e Entrecampos. Partilho algumas noticias, com testemunhos e tudo, dos ruidosos vs a marcha silenciosa:

buzinão

O buzinão afinal foi uma buzinadela

“O buzinão afinal foi uma buzinadela, isto porque pouco se fez ouvir e menos ainda influenciou o trânsito. Aliás, há quem diga que às 18h30 de uma terça-feira havia menos confusão no Marquês de Pombal do que é habitual. A ação foi promovida por um grupo de lisboetas indignados com as obras de requalificação da Câmara de Lisboa no Saldanha e em Picoas.

Entre os carros apareceram as bicicletas, também em modo de contestação, mas não contra as obras – contra o buzinão. O protesto silencioso foi organizado pela Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mubi). Em contraste com os automobilistas, os ciclistas são a favor das obras na capital, que preveem mais ciclovias.”…

(ler todo o artigo em: expresso.sapo.pt)

Contra o buzinão, ciclistas fazem protesto silencioso no Marquês de Pombal

…”…“Aquilo que essa manifestação (businão) pretende é manter as coisas como estão. E a situação actual é péssima para quem se desloca de bicicleta para o trabalho ou para ir levar os filhos à escola”, afirma o economista, que pertence à direcção da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mubi). “Existem muitas pessoas ansiosas por ver uma melhoria”, garante.

Quanto ao projecto que vai ser executado no Eixo Central, entre o Marquês de Pombal e Entrecampos, João Bernardino lamenta “a opção tomada à última hora pela câmara, sem qualquer discussão pública e sem o envolvimento dos utilizadores de bicicleta”. Em causa está o facto de, dias antes ao arranque da empreitada, ter sido divulgado que afinal as duas ciclovias previstas iam ser substituídas por apenas uma, bidireccional, com o objectivo de garantir um maior número de lugares de estacionamento à superfície.
“Não se troca a segurança das pessoas por mais lugares de estacionamento à borla para uns poucos”, condena o economista, que fala numa “troca nada aceitável”.

Para justificar a crítica, João Bernardino sublinha que “as ciclovias bidireccionais em meio urbano de um modo geral são perigosas”, tratando-se de “uma opção que foi abolida há décadas” na maior parte das cidades. Mas são “inseguras” porquê? Essencialmente, diz, porque “os automobilistas não estão à espera de ver ciclistas a aparecer dos dois lados”, situação que “aumenta o risco de acidente”.”…

(ler todo o artigo em: publico.pt)

Automobilistas buzinaram contra obras, ciclistas consideraram absurdo

…”Moradora há mais de 20 anos na Avenida da República – artéria que vai sofrer alterações -, Maria Gonçalves disse que “os constrangimentos das obras são totais”, criticando a falta de planeamento da Câmara de Lisboa por não ter disponibilizado à população informação sobre o projeto.
Para Maria Gonçalves, “não são de todo” necessárias estas obras, acrescentando que “há tanta coisa para fazer” em Lisboa, desde recuperar passeios à pavimentação das ruas.

Com uma opinião diferente, Ladislau Ferreira, morador na zona do Arco do Cego e utilizador de bicicleta, considerou à Lusa que a intervenção “é uma necessidade municipal” e que “há muito tempo que as obras deviam ter sido impostas”, uma vez que vai “facilitar” a mobilidade aos ciclistas.

“Todos somos peões”, leu-se no cartaz do lisboeta Filipe Beja, considerando que todos os cidadãos devem ter o direito à mobilidade pedonal em primeiro lugar, antes mesmo dos ciclistas, dos automobilistas e dos motociclistas.

Vinda de bicicleta, Bianca Jeremias, de 26 anos, que nasceu na Alemanha e vive em Lisboa há cerca de sete anos, disse que quando chegou a Portugal deixou de usar a bicicleta para as deslocações diárias, uma vez que “as condições não são boas”.
Recentemente, Bianca decidiu começar a pedalar por Lisboa, motivo pelo qual decidiu participar no “passeio silencioso em protesto contra o buzinão”, convocado pela Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mubi), considerando que a paragem das obras “é um passo atrás para a evolução” na mobilidade sustentável na cidade.

Cerca de 30 ciclistas pedalaram em torno da rotunda do Marquês de Pombal, enquanto os automobilistas buzinavam.

Para o ciclista Rui Martins, de 68 anos, o protesto dos automobilistas é “absurdo”, argumentando que “qualquer coisa que reduza o tráfego é positivo para toda a gente”.

Um dos promotores da iniciativa dos automobilistas, Francisco Teixeira caracterizou o buzinão como “um ato cívico” para manifestar a “insatisfação a uma obra sobre a qual não foi ouvida a população de Lisboa”, acrescentando que “o objetivo foi plenamente atingido”.
“Estou muito satisfeito, porque foi bem audível a participação das pessoas, o que mostra que nem sempre aquilo que é decidido num gabinete está de acordo com aquilo que a população sente e aquilo que a população deseja”, declarou à agência Lusa Francisco Teixeira, após a realização do protesto.”…

(ler todo o artigo em: noticiasaominuto.com)

Publicado em divulgação | Etiquetas , , , , , , , | Deixe um comentário

hoje é o dia mundial de bicicleta para o trabalho, as known as Global Bike to Work Day, by Strava

Uma das mais maiores aplicações, senão a mais popular usada por ciclistas em todo o mundo para registar as suas viagens, a Strava, reservou o dia 10 de Maio como o Global Bike to Work Day, ou melhor, o dia mundial de bicicleta para o trabalho.

Basicamente, não só mas especialmente, é para quem gosta de pedalar e registar o treino ou passeio na aplicação. Este é o dia para deixar o carro em casa e usar a bicicleta também como meio de transporte. Ir de bicicleta para o trabalho pode ser complicado para alguns, ainda mais se não estiver acostumado com a rotina ou ainda não iniciou este hábito, e é por essa razão que a Strava convocou os seus utilizadores, ciclistas de todo o mundo para participar do Global Bike to Work Day. É uma excelente forma de encorajar velhos e novos ciclistas (afinal não é mais do que já havia sugerido aqui há uns bons anos) a apoiar, difundir e fazer parte da campanha “Commutes Count” (ir para o trabalho também conta), em prol de melhores infra-estruturas, para peões e ciclistas. Alguns países têm um “dia da bicicleta para o trabalho”, outros não. Agora existe pelo menos um para cada ciclista, e é o mesmo dia, independentemente do local onde viva.

O evento faz parte do programa Strava Metro, que usa cada pedalada que registamos no Strava com a tag “Commute” (ida para o trabalho) para gerar uma imagem de quais caminhos os ciclistas mais usam para ir para o trabalho e assim permitir que urbanistas e departamentos de trânsito locais possam trabalhar em melhorias nessas áreas especificamente. Quanto mais idas ao trabalho forem registadas, mais claras serão as análises dos departamentos envolvidos. Mais de 70 organizações em todo o mundo já usaram esses dados para implementar melhorias em ciclovias e infra-estruturas, um movimento global que ajudará na construção de cidades mais amigáveis para os ciclistas.

Ora, como uso regularmente a bicicleta como meio de transporte, e por vezes registo as minhas viagens de pedal na aplicação, também participei no evento registando a minha pedalada matinal para o trabalho. A contribuição é curta mas foi de bom grado: 4,5 km em 15 minutos. É o que faço habitualmente todas as manhãs. Já o regresso, esse pode ser variado, pois a premissa do horário a cumprir não é tão rigorosa. Devido à chuva, hoje a escolha da bicla ideal recaiu na Maria Del Sol, a minha bicla guarda-chuva que me fez chegar sequinho e pronto para mais um dia de trabalho.

Para participar do Global Bike to Work é bem simples. Tudo que precisas fazer é pedalar hoje, do ponto A ao ponto B, e registar a tua pedalada na aplicação usando a tag: #CommutesCount.

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , , , , , , | Deixe um comentário

ciclofilia [134] The Adventure Dispatch – Sarah Swallow

 

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , , , , , , | 1 Comentário

já diz o pobo “Maio me molhou, Maio me enxugou”

Maio me molha, Maio me enxuga
Aí estão as primeiras chuvas de Maio, tépidas, que não obrigam à alteração do guarda-roupa, pensava eu! Ao contrário dos hábitos de velhos tempos, nem a “roupa de meia estação” temos como garantia. Isto da Primavera é um eufemismo para falar das alterações climáticas, transições drásticas entre as sucessivas estações do ano. Tão depressa está um típico dia de Verão como no dia seguinte voltamos a calçar as galochas. Passados alguns dias de bom tempo e calor, houve peças que saíram do guarda-roupa e outras que voltaram para lá bem guardadas, não só porque desejava um vestuário mais prático mas também porque pensava que o sol tinha vindo para ficar. Bem me enganei. Lá nos teremos de habituar ao descontrole da nossa atmosfera, às estações do ano que andam ao saltos para o colo umas das outras até se confundirem, confundirem os pássaros e os ciclistas.  A desconfiança eterna a que são votados os senhores da meteorologia, esses “mentereologistas”, teremos de dar mais crédito às suas previsões e não arriscar uma valente molha, saindo de casa com a vestimenta e a bicicleta certa. Pois abafem-se, que a semana que aí vem continuará bem fresquinha e demolhada…

Publicado em ele há coisas! | Etiquetas , , , , , , , | 3 comentários