can’t miss [161] wp.clicrbs.com.br/ciclosdevida

Liberdade e mobilidade

cadeira-de-rodas-na-ciclovia

“Há poucos dias percebi uma cadeira de rodas e seu usuário na ciclovia da Osni Ortiga.

Há décadas uso a rua Vereador Osni Ortiga, a pé e em bicicleta, as vezes de carro e muito raramente em transporte coletivo, afinal eles são muito raros aqui!

E que legal, há um bom tempo percebo também muitas pessoas que não utilizavam esta via para caminhar, pedalar e vejam a foto, se deslocando em cadeira de rodas sem ajuda de alguém, ou seja, a ciclovia confere mobilidade, liberdade e garante o Direito do cidadão.

Quanto mais infra estrutura priorizando as pessoas, mas mobilidade urbana estaremos conferindo.

Liberdade de Mobilidade para todos, com prioridade dadas para as pessoas, é isto!”

Ler artigo em http://wp.clicrbs.com.br/ciclosdevida/2016/10/19/liberdade-e-mobilidade/

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criminosos à solta

Não é por ser ciclista e pai de ciclista, é como cidadão, simples mortal que se move a pedais e que não pode ficar indiferente assistindo a este acto criminoso. Atitudes e comportamentos de desprezo pelo outro que me deixam triste e apreensivo.

A maioria dos acidentes rodoviários é causada pelo desprezo constante das regras de trânsito, negligência e desatenção de quem vai ao volante. O carro é uma arma. Os números dos acidentes rodoviários são assombrosos e não suporto que me tentem convencer que, nos acidentes envolvendo bicicletas, são os ciclistas o foco do perigo. Todos somos testemunhas diárias da impaciência, agressividade e falta de civismo na estrada. Ouço e leio comentários que os ciclistas têm comportamentos vbioladores das regras. O que acontece muitas vezes é que estão a salvar o coiro a tentar chegar sãos e salvos a casa.

Condutor atropela ciclista e foge

Colisão brutal filmada na Margem Sul

condutor-atropela-ciclista-de-proposito-e-foge(ver notícia e video aqui)

Não sei em que estado ficou a vitima deste cobarde. Desejo que esteja bem e que o criminoso seja apanhado e condenado.

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can’t miss [160] desenvolturasedesacatos.blogspot.pt

O blogue desenvolturasedesacatos.blogspot.pt, dá destaque à história aos quadradinhos das aventuras velocipédicas de outrora.  Clicar no link para aceder ao post:

A VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA (2) banda desenhada

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…”Ao vermos as imagens, nos telejornais, dos velozes ciclistas que se lançam briosamente ao assalto das estradas e das pistas de montanha onde a glória pode estar à sua espera, perpassam-nos pela memória os nomes e os feitos de grandes ídolos do passado como Fausto CoppiGino BartaliLouison BobetJacques AnquetilEddy MerckxBernard HinaultMiguel IndurainJosé Maria NicolauAlfredo TrindadeAlves BarbosaMoreira de SáRibeiro da SilvaJoaquim AgostinhoMarco Chagas e outros mais, que os autores de BD, nalguns casos, ajudaram também a cobrir com os louros da fama.”…

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reciclando [22] espécie de análise crítica e porque não autocrítica

pare, escute e olheObservando o comportamento dos outros enquanto pedalamos, damos conta que também nos comportamos de uma forma inadequada: passamos o vermelho, pedalamos com imprudência em contra-mão, importunamos as pessoas nos passeios. De igual forma, como quando conduzimos (e sem querer!) usamos o telemóvel, não damos o pisca ou estacionamos o carro em qualquer lugar. Em quê, afinal, o comportamento dos ciclistas difere do comportamento dos condutores dos demais veículos? A resposta é óbvia, mas a sociedade ainda não trata a bicicleta como um elemento válido do trânsito. Não apenas a legislação e a ética desaprovam certo tipo de comportamentos dos ciclistas, como os próprios comprovam que são os que menos infringem as regras estabelecidas. No entanto, temos de admitir que agindo assim, não apenas aumentamos os riscos como damos fundamento a quem nos critica e nos tenta expulsar da via pública.

Pedalar é um acto mecânico e intuitivo. Quando aprendemos a manter o equilíbrio em duas rodas estamos aptos a pedalar. Mas que formação ou instruções obtivemos para alargar as nossas pedaladas pelas ruas e estradas? Não podemos esquecer os jovens e adultos sem instrução rodoviária que usam a bicicleta para a mobilidade urbana. Os ciclistas aprendem a andar de bicicleta no trânsito das cidades e, portanto, observam o comportamento do condutor no trânsito que se caracteriza mais pela disputa por espaço do que pela partilha da via pública, mais pela imposição da força do que pelo respeito e cuidado com os demais utilizadores da via. Antes mesmo de estarmos habilitados a conduzir, fomos observadores atentos do comportamento dos nossos pais enquanto condutores e, bem ou mal, fomos sendo educados pela sua forma de conduzir e de interagir com os restantes utilizadores da via.

Infelizmente o carro continua a ter mais prevalência na rua do que aquele que anda a pé, de bicicleta e de transportes públicos. Podemos contribuir para modificar este estado de coisas dando o exemplo com o nosso comportamento assertivo. É fundamental que os ciclistas tomem mais cuidado nas ruas, obedeçam à sinalização e contribuam para a moralização do trânsito. Claro que, mesmo se a totalidade dos ciclistas amanhã de manhã passe-se a respeitar todas as regras, os problemas e dificuldades que enfrentam na mobilidade urbana iriam se manter: a má qualidade das ruas, a falta de estacionamentos para bicicletas, a escassez de ciclovias (as que existem e não levam a lado nenhum) a sinalização viária que é direccionada aos motorizados…

Quem pode criticar o ciclista infractor é o ciclista. Os ciclistas não irão mudar o seu comportamento com tangentes e buzinadelas. Os ciclistas comutarão a sua conduta quando o respeito, a mentalidade do condutor e do gestor público mudar. Aquilo que é chamado de “mau comportamento” do ciclista não deixa de ser uma consequência dos problemas e dificuldades que ele enfrenta na via pública. No que estiver ao nosso alcance podemos e devemos criticar quem coloca, e se coloca, em risco, mas devemos sobretudo agir para a humanização e sustentabilidade da mobilidade urbana. Incentivar medidas pró ciclismo, debater e orientar questões voltadas para o comportamento seguro, legal e ético do ciclista no trânsito, educar os condutores, fiscalizar, etc. Se a crítica não abordar o modelo de sociedade em que vivemos e não contribuir também para a sua mudança, não temos mais do que meras reclamações e acusações.

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good morning bicyclefan

“Beloved actor and comedian Robin Williams was an ardent cyclist and fierce advocate for people with disabilities. This auction honors his passions. Bid on a selection of favorites from Williams’s personal bicycle collection, donated by his children, in support of the Challenged Athletes Foundation and Christopher & Dana Reeve Foundation.”

Muitas pessoas conheciam e admiravam Robbin Williams, actor de forte carisma, marcante nas suas actuações, de uma vulnerabilidade extremamente sincera, energia forte e cómica, trazendo uma imprevisibilidade que poucos actores conseguem causar no público. O actor deixou um legado com uma pluralidade de personagens fantástica. O que muitas pessoas não conheciam era a sua paixão pelas bicicletas. Ao longo da sua vida foi coleccionando bicicletas, um grande amor da sua vida.

Este é o acervo pessoal de Robbin Williams, um autêntico museu da bicicleta posto em leilão. Convido-vos a dar uma espreitadela, quem sabe se não têm sorte e ficam com uma delas 🙂

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aviso à navegação velocipédica, pédica e ortopédica

“As ruas de Coronel Raúl Peres e Diogo Botelho estão desde segunda-feira em obras. As empreitadas visam reparar o pavimento, trabalhos que estavam desaconselhados para o período balnear, devido à grande pressão que aquela zona da cidade sofre nessa altura do ano. E eram inadiáveis, uma vez que os estudos técnicos realizados mostravam que aquelas vias não iriam aguentar mais um inverno…”

rua-coronel-raul-peresOntem, ao regressar a casa via Foz do Douro, percebi finalmente poque haviam retirado os pilaretes da ciclovia da Rua Coronel Raúl Peres, um dos únicos troços de ciclovia de jeito que conheço no Porto. A rua encontra-se totalmente fechada ao trânsito, situação que estará resolvida em aproximadamente três semanas, refere o site da CMP. Para entrar na Avenida do Brasil, a alternativa ao pessoal das pedaladas é seguir pela Rua do Passeio Alegre. Quem vier da “ciclovia” da Avenida do Brasil para a Avenida D. Carlos resta-lhe expremer-se nos passeios com os peões.

Pelo que me dá a entender, esta intervenção visa somente a repavimentação da rua, não estando englobada no Plano de Estrutura para a Frente Marítima do Porto qualquer melhoria da segurança rodoviária dos utilizadores de bicicleta e para a segurança dos utilizadores mais vulneráveis. Aproveito para relembrar o parecer genérico da MUBI com base no documento por ela elaborado “Princípios de ação para a melhoria da segurança rodoviária dos utilizadores de bicicleta”. (clicar no link)

fontes:

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fotocycle [193] na calada da noite

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O Douro à noite é uma magia de luzes. Andar de bicicleta e interagir com a cidade que vivemos, é fantástico. Deste meu terraço a pedais posso beber desta vista incrível sobre as cidades do Porto e Gaia. Na calada da noite tudo ganha um encanto ainda mais especial. Fotos magníficas acompanhadas pela música urbana. Aproveito cada momento.

Pedalar sob a luz da Lua, quer esteja na cidade ou na estrada, pode se tornar um momento especial e até inesquecível. Num verdadeiro vício, muitos já o fazem por diversão ou para passear. Para outros é uma necessidade. É claro que devemos estar com os equipamentos certos. Afinal, a segurança deve estar sempre em primeiro lugar. Durante a noite a cidade está mais vazia e tem menos movimento, menos trânsito. Mesmo assim devemos nos fazer ver. A sinalização pode fazer toda a diferença: Luzes e reflectores à frente e na traseira da bicicleta. Usar roupas claras e chamativas, com faixas reflexivas. Depois bastar estar atento onde colocar as rodas, pedalar e usufruir.

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raínha morta, raínha posta

Uma das muitas coisas agradáveis deste mundo das bicicletas é que vamos conhecendo pessoas interessantes. Pessoas de quem ficamos amigos, com quem vamos partilhando pedaladas. Pessoas que tal como nós gostam de bicicletas. Artífices que fazem delas autênticas obras de arte.

As bicicletas são um bom exemplo de projecto criativo e objecto de restauro. Nascem na habilidade de conjugar peças, novas ou recicladas, para criar novas bicicletas. Os elementos básicos e funcionais de uma bicicleta seduzem-nos a aprender, a entender como manter em uso esta máquina surpreendente. A bicicleta é muito mais que um veículo, é a ferramenta.

Após o acidente que danificou irreparavelmente a Cósmica, fiquei com um monte de componentes à espera de um quadro. E não tardou a aparecer um quadro à minha medida, clássico, tradicional, pintura elegante e com acabamentos magníficos. Iria então reconstruir a Cósmica com uma nova marca, a iNBiCLA.

Não poderia estar mais feliz com o resultado final. O pacote inteiro resultou realmente muito bem. Nas mãos do hábil cirurgião, foram transplantados os velhos órgãos no novo quadro, foram lhe acrescentados novos apêndices, feitos os ajustes e afinações de primeira qualidade, da clínica saiu uma construção harmoniosa, uma bela bicicleta de estrada, com efeito randonneur, e que terá novas rodas um dia.

Apresento-vos a Tripas, nascida na iNBiCLA que faz das bicicletas coração.

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um convite, uma professora, e um artigo educacional (e de leitura obrigatória)

Que tal ir de bicicleta do Porto à Figueira da Foz?

mw-767“Um desafio para famílias que gostam de pedalar, mas que nunca o fizeram durante três dias seguidos — e sem carro-vassoura

Este percurso é ideal para quem se quiser estrear nestas andanças: acompanha o oceano, num traçado plano, maioritariamente em ecovias e é um deleite para os sentidos.”

(toda a história desta viagem a pedais em: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-10-02-Que-tal-ir-de-bicicleta-do-Porto-a-Figueira-da-Foz-)

A professora que vai de bicicleta para a escola todos os dias

prof-fernanda“A imagem já é recorrente: todos os dias, Fernanda Martins chega à Escola Secundária de Loulé, vinda da Campina de Cima, de bicicleta. Professora de Geografia, o seu gosto por andar de bicicleta é antigo. Nas aulas, tenta incutir aos alunos as questões ligadas com a mobilidade sustentável, mas o sucesso, diz, «ainda é fraco».

A aposta que faz no uso da bicicleta não surgiu por acaso. Sempre sorridente, a docente revela que há vários anos que fala destas questões da mobilidade leve nas suas aulas. O compromisso pela bicicleta, assinado pela Câmara Municipal, há dias na própria Escola Secundária de Loulé, vem no sentido da promoção desse tipo de mobilidade, mas há lacunas, no entender da professora.”…

(podes continuar a ler o artigo em: http://www.sulinformacao.pt/2016/09/a-professora-que-vai-de-bicicleta-para-a-escola-todos-os-dias/)

A pobreza da educação e a bicicleta

logo-desporto-matosinhos“Ir de bicicleta para o trabalho é coisa de pobre e usar a bicicleta para desporto é só para atletas e nem um nem outro tem lugar na estrada.

Sentado à mesa num jantar entre amigos, um elemento novo e o tema surge: ciclistas na estrada. Sou treinador de ciclismo, qualquer novo conhecido tem curiosidade. Foi uma discussão, não das acesas porque não faço isso, uma discussão amigável contra uma posição inflexível de um novo conhecido. Nada de novo, as velhas teimas de quem nasceu automobilizado e a bicicleta não é mais que um brinquedo que ficou para trás junto com a infância.

Fazer um automobilista convicto perceber como funciona a vida em cima de uma bicicleta e inutilidade de uma ciclovia, é uma batalha perdida logo à partida, mas não sou de baixar os braços e mesmo que não ganhe, não vou deixar a bicicleta, mesmo correndo riscos com automobilistas deste género.

“Ciclista não tem lugar na estrada, se tem as ciclovias, vem para a estrada fazer o quê?””…

(muito mais para ler neste excelente artigo em: http://www.desportomatosinhos.pt/a-pobreza-da-educacao-e-a-bicicleta/)

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can’t miss [159] elizamiddleton.wordpress.com

Touring Timor-Leste

“I hadn’t ever really considered travelling to Timor-Leste when day dreaming about the holidays I would take, but when a friend said, “Hey, want to do a 5 day mountain bike race with me in East Timor?” I said “Heck yes”. I have to admit I was ignorant of almost everything to do with Timor-Leste, it simply hadn’t registered in my mind. I knew vague things, like oil disputes and that there was a violent history, the Balibo 5, but I hadn’t ever taken the time to learn about this country. Heck, I didn’t even realise it was a country separate from Indonesia and my ignorance in this aspect really humiliated me. I was determined to change this during my visit.

… I’m privileged. I have always known how privileged my life has been, and I have felt different levels of appreciation and guilt for it over time. The struggle of the Timorese people, the hopefulness you feel from them about their future, I’ve never had to experience anything on the same level as these people. I’ve never questioned the food on my table, the roof over my head, I’ve never experienced violence such as this, never been forced from my home or to fight for my independence. In the face of it all, these people are still welcoming, still smiling, still happy. Of course there are deep seated issues with PTSD and mental illness after such a horrific and violent history, but the people keep on keeping on.

Partilho o testemunho de Eliza Middleton, cidadã australiana que em viagem de bicicleta por Timor Leste nos revela o seu reconhecimento, respeito e compreensão pela estóica resistência e perseverança do povo timorense, em: https://elizamiddleton.wordpress.com/2016/09/29/touring-timor-leste/. Thanks for your post Eliza.

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