remédio santo para um gajo doce

da-tripa#diamundialdadiebetes  #continuo como o aço

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

bom São Martinho

castanhas-assadas

Já se sabe que quem anda a pé ou de bicla é profundamente envolvido pelo ambiente por onde passa. Por estes dias, quando pedalo por uma praça, rotunda ou rua central, sou atraído pelo delicioso e persistente aroma das castanhas a estalar nas brasas. Cheiro característico da época que a carreta fumarenta liberta e nos invade as narinas. Não há como escapar a um punhado delas, quentinhas e boas, embrulhadas em papel amarelado que nos aquece as mãos. Principalmente hoje que…

É dia de São Martinho,
É a festa da castanha,
Em vez de sol há chuva,
É Outono ninguém estranha!

a-estalar-vindas-da-brasa

Vai uma?

Publicado em o ciclo perfeiro | Etiquetas , , , , , , , , | 2 comentários

espalhando os bons exemplos [3] Projeto convida empresas e funcionários a usarem bicicleta

bikersriopardo

“A bicicleta tem ganhado mais espaço na vida dos brasileiros e cada vez mais é usada como meio de transporte para chegar ao trabalho. Uma pesquisa realizada pela Bike Anjo, no Distrito Federal, com 1,3 mil pessoas mostrou que 62% dos ciclistas usam a bike para ir até ao serviço ao menos duas vezes por semana.

Entretanto, os ciclistas ainda enfrentam algumas dificuldades para fazer o trajeto casa-trabalho de bicicleta, já que a maioria das empresas não contam com chuveiros ou vestiários.

Pensando melhor esta realidade, existe hoje uma série de projectos que incentivam funcionários a trocarem os carros ou transporte público pela magrela. Um deles é o Programa Bike SP, que vai virar lei e oferece certos benefícios para ciclistas e empresas.”

Vê como funciona lendo o artigo em: http://www.bikersriopardo.com.br/noticia/797

Publicado em divulgação | Etiquetas , , , , , , , , , | Deixe um comentário

nem bons ventos nem bons pensamentos

Ontem dava à costa um mar de preocupações. Uma corrente de ansiedade atravessava o oceano e uma pergunta veio trazida na onda de choque: como foi que isto aconteceu?

Não são boas novas as que chegam do ocidente. Mais surpreendido que algum eleitorado americano está a Europa e o resto do mundo, apreensivo e assustado. Atento à campanha eleitoral americana, senti medo e repugnância do candidato republicano. Ao longo dos últimos dias, aumentou a perspectiva que isto pudesse acontecer e esta manhã rebentou a notícia da eleição de Trump. Mesmo sendo o menor dos dois males, Clinton seria um pouco menos assustadora do que o candidato republicano. Agora há uma inevitabilidade, é ele o novo inquilino da Casa Branca, e por quatro anos será o comandante-em-chefe da mais poderosa máquina militar do mundo. Todo este poder à disposição de Trump como presidente dos EUA era, à partida, algo impossível de imaginar. Agora, o futuro é uma assustadora realidade.

Li algures que, uma vez no poder, é possivel que Trump abandone a sua retórica nacionalista e descubra desculpas para não cumprir sua agenda demagógica, odiosa e economicamente analfabeta. Não creio muito nisso. Depois de ter alimentado os seus seguidores com mentiras, ódio e ameaças, e menos de metade da América ter elegido um presidente racista, xenófobo e machista (entre muitas outras coisas), que obviamente não está apto para a função, infelizmente nada de bom espero do lado de lá!

nem-bons-ventos-nem-bons-pensamentos

Publicado em ele há coisas! | Etiquetas , , , , , , | 1 Comentário

can´t miss [164] umbigomagazine.com

De Bicicleta até Timor

de-bicicleta-ate-timor

“por Elsa Garcia

Abel Branco é colaborador regular da Umbigo com o seu diário Love Hand Light onde vai fotografando as suas viagens. Desta vez vai levar a aventura mais além através de uma viagem que irá fazer com um amigo, de bicicleta até Timor…”…

Na entrevista poderás conhecer os planos de viagem de Abel Branco, de cicicleta até Timor, tudo em: http://umbigomagazine.com/um/2016-11-07/de-bicicleta-ate-timor.html

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , , | Deixe um comentário

can’t miss [163] pedalopelacidade.wordpress.com

Regresso à escola de bicicleta

ciclaveiro-regresso-a-escola-de-bicicletaO Nelson partilha no seu blogue “um artigo de Joana Ivónia, publicado na página do blogue Ciclaveiro. Para ler e refletir…”

“Não é “apenas” uma questão de promoção de mobilidade sustentável, é necessário reflectir sobre a razão desta urgente necessidade. Que cidade e comunidade estamos a construir? Que adultos queremos ter? Que qualidade de vida desejamos? Que autonomia estamos a dar às nossa crianças e que possibilidades lhes damos para conhecerem a sua cidade?”

Joana Ivónia

(Artigo originalmente publicado no Diário de Aveiro de 03/11/2016)“

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , , , , , | 1 Comentário

aproveito cada momento

enjoy-the-silence

Publicado em o ciclo perfeiro | Etiquetas , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

reciclando [23] ciclista e peão

ciclovia da Prelada

Eu, como muitos outros amigos ciclistas, sei que ao pedalar temos uma diferente percepção do que nos rodeia. Num contexto mais amplo, tomando como exemplo quando vamos a caminhar ou a correr, o ciclismo afecta positivamente a forma como prestamos atenção a tudo: à via, aos carros, aos peões… Com o número de ciclistas em crescendo, tem sido ampliado o atrito entre peões e ciclistas, sendo que, a meu ver, a maior parte da animosidade se encontra do lado do pedestre. Porque a bicicleta é silenciosa, há quem tema os ciclistas. Porque ela é rápida, há quem não nos grame. Porque ela é divertida, “é coisa de crianças”! Há pessoas que desprezam o que não conhecem, o que é diferente e oposto aos seus hábitos e costumes.

Os peões não utilizam a rua da mesma forma como os veículos, porém são parte dela. No entanto esquecem-se muitas vezes da presença dos ciclistas. Ao atravessar a rua, fora da passadeira, viram a cabeça e o olhar confirmativo para os veículos a motor, mas distraem-se frequentemente não dando conta que pode vir um ciclista e ficar em rota de colisão. Certa vez senti na pele a aspereza do asfalto porque um peão tonto atravessou a rua a correr e parou espantado, bem à minha frente, quando finalmente me viu. Para não o atropelar, desviei bruscamente a bicla, perdi o equilíbrio e não evitei a queda. O cromo receou por mim, reconheceu a estupidez da sua acção e ainda me ajudou a limpar o casaco. Comigo estava tubo bem, a bicla é que ganhou mais uns riscos para a colecção.

Outro quiproquó é quando os peões invadem as ciclovias e vagueiam por ali, sem nenhum cagaço, como se aquilo fosse uma enorme passadeira vermelha! É evidente que alguns ciclistas mostram desconforto e reclamam com quem fica parado, caminha errante ou corre nas ciclovias. Esse ressentimento é quase sempre resultado da má educação latente e de bocas foleiras que ouvimos de muita gente. Esses, não se incomodam se o ciclista tiver de se desviar, colocar-se em perigo, ao ter de fugir para o meio do trânsito ou travar de forma insegura, para evitar um tipo que, inesperadamente, entrou no seu caminho. Independentemente, se a culpa do acidente pertence ao peão ou ao ciclista, imediatamente se estica o dedo acusador contra a suposta imprudência dos ciclistas. Infelizmente, estes incidentes alimentam a chama que incendeia a antipatia contra os ciclistas. Nesses momentos de conflito, assim como os que se verificam entre automobilistas e ciclistas, cabe ao ciclista de alguma forma descomplicar a coisa e reduzir o atrito, estando atento e antecipando as acções dos outros.

Apesar de passar muito tempo a pedalar, gasto muito mais sentado à frente de um computador. Ficar sentado por longos períodos de tempo a olhar para um monitor de computador não é bom para a saúde e, como tal, incorporo a actividade adicional de uma caminhada ou uma corridita de quando em vez. Ao chegar a um cruzamento que quero atravessar, paro, escuto e olho para os dois lados. Procuro estar atento a todos os tipos de veículos, carros, bicicletas, motocicletas, patins em linha… e também reparo nas pessoas em cadeiras de rodas. Cheguei a assistir à triste cena de um homem numa cadeira de rodas por pouco não levar uma panada de um carro numa rua movimentada porque um automobilista gordo deixou a viatura estacionada em cima do passeio, impedindo a  sua passagem e que por via disso circulava na rua. Enfim, para evitar incomodar ou colocar alguém em perigo, enquanto peões, ciclistas ou automobilistas, tornemo-nos cientes das nossas responsabilidades, baseados no respeito mútuo e compreensão. Nem todos os ciclistas são condutores, mas os ciclistas também são peões!

 

Publicado em ele há coisas! | Etiquetas , , , , , , , , | 3 comentários

VII Passeio Amigos do Rui Costa com o aniversariante Jacinto Oliveira

Para quem não sabe, o ciclismo é um dos desportos mais belos e emocionantes do mundo. Desde jovem que vibro com os despiques na alta montanha, que me empolgo com as fugas nas clássicas, fervilho com os duelos nos sprints. A televisão permite-nos acompanhar as grandes competições. As estradas por onde passa o pelotão são verdadeiros pólos de animação e incentivo aos heróis, transformados pelo público, por conta do seu desempenho e conquistas. Eu também tenho uma colecção de heróis na bicicleta, indivíduos dotados de coragem extraordinária, notabilizados por grandes feitos. O que faz o público proclamar um atleta como um herói é basicamente o ser humano ter uma habilidade superior que a média, algo que encanta o público. Para mim, para além da sua habilidade, não é apenas o facto de vencer e de se superar, mas sobretudo de o fazer com graça, com encanto.

jacinto-e-rui-costa

O nosso amigo Jacinto é um alento para todos. É com um contagiante sorriso, suor à mistura e permanente boa disposição, que conquista amigos. É um verdadeiro exemplo para nós e para todos, transformando a sua alegria em incentivo, a sua capacidade em motivação. Demonstra a muito boa gente o que é ser campeão. O seu exemplo remete-nos a sentimentos ligados à infância, a um prazer simples e inestimável, pois o acto de andar de bicicleta não tem idade nem preconceitos. Ao contrário do que já lhe disseram muitas vezes, o Jacinto não tem idade para ter juízo. O Jacinto tem idade para ser o que quiser. Parabéns ao nosso jovem, cada vez mais perto das setenta primaveras e que pedala que é cá um regalo.

Publicado em o ciclo perfeiro | Etiquetas , , , , , , , , , | Deixe um comentário

fotocycle [195] o Parque da Cidade

O final de tarde convidava a vadiar, a saborear o tempo. Apreciar a luz outonal de um verão improvisado, que ao de leve toca a paisagem e aquece a alma. Degustar da paz e liberdade, da deslocação e movimento que solta folhas caídas do chão. Com um sorriso natural, sem aditivos, pelo simples prazer que é pedalar por estes jardins de Outono. Aproveito cada momento.

jardins-de-outono

O Parque da Cidade do Porto é uma das minhas opções de percurso após o expediente, no meu regresso a casa. É considerado o maior parque urbano do país. Perfeitamente integrado no tecido urbano, estende-se até ao mar, conferindo-lhe uma particularidade rara. Enquadrado numa arquitectura sofisticada, com elementos graníticos entre vastas áreas verdes arborizadas, extensos relvados, lagos, flora e fauna variada. A ondulação do terreno, os espaços decorativos e de lazer, o Pavlhão da Água, o picadeiro, os bancos, os caminhos aprazíveis entre o arvoredo, conferem ao visitante a sensação plena de serenidade e encanto, particularmente se o visitarmos na mais bela época do ano.

Publicado em fotocycle | Etiquetas , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário