can’t miss [187] velopata

“Perguntam vocês “O que é um Velopata?”.

Tal como a descrição acima indica um Velopata é alguém que sofre de Velopatia, uma condição em que o indivíduo sofre de um amor incondicional por bicicletas. É alguém que acredita que o mundo seria um local bem melhor se TODOS andassem de bicicleta.

Não acreditam?” […]

Eu acredito, não fosse um caso perdido de velopatia aguda. Não fosse eu um velopata crónico, daqueles que não passa sem a dose diária de velocaína nas veias… acho que já estou a ressacar!

E acredito que, naquelas horas fora do selim, sentado numa cadeira rotativa em frente ao computador, tendo umas boas sessões de veloterapia literária, textos bem escritos, de ironia mordaz e boa disposição, velocomédia no seu melhor, me ajuda a passar melhor estes momentos de abstinência velocipédica… estou mesmo a ressacar!

Prontes, já que ainda é muito cedo para matar o vício ao pedal, vou aliviando os sintomas lendo as aventuras velocipédicas do Velopata. (https://velopata.wordpress.com/).

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entre a compaixão de quem envelhece ao volante, a ignorância dos pobres de espírito e a admiração pelos que pedalam contra ventos e preconceitos

Depois de ler esta “crónica” do Rafael Barbosa, editor executivo do Jornal de Notícias, vi a luz. Estive por estes dias a pensar e cheguei à conclusão que ando há anos a fazer isto mal! Afinal, “isto” é coisa de pobre! Isto de dar voltas e voltas aos pedais, enfrentando automobilistas e a chuva, exposto ao frio e ao sol abrasador, suando nas subidas, apanhando mosquitos nas descidas, ao vento, com lama nos pés e merda de pássaro no capacete, para chegar cansado e esfarrapado pelos tombos… Ando eu aqui a levar uma vida de pobre assim, me desapegando de tantas coisas boas da vida, como o quentinho da sofage, do ar condicionado, dos cavalos potência, do cú tremido! Que pai sou eu que deixa o filho sair à rua a pedalar para a universidade, coisa que faz desde os tempos da escola secundária, o que irão pensar de mim, meu deus! Que mau exemplo.

Bom, não vou negar que quem tem um carro velho, com quinze anos, estacionado na rua, e opta por uma bicicleta para se deslocar, de e para o trabalho, a fim de economizar na gasolina e no estacionamento (afinal de contas o preço do metro e do autocarro também não é barato) é porque tem um poder aquisitivo baixo, ganha mal e não se pode dar a luxos, não é mesmo? Por outro lado, usar o dinheiro que desperdiçaria com a gasolina poderia ajudar este pobre coitado a comprar comida no final do mês. Só que eu pensei em algo diferente, e só quem pode e junta um dinheirinho, pois que a pode comprar. A felicidade.

A bicicleta nos ensina que são as pequenas coisas que nos trazem a felicidade do dia-a-dia. E a felicidade também se compra, custa algum dinheiro, dinheiro que se poupa, na gasolina e no tempo, dinheiro que se gasta em manutenção e acessórios, ou na compra de mais uma bicicleta, que também não são nada baratas. Não quero dizer que o ciclista se contente com pouco. Longe disso! Mas digo que nós, os que entendemos bem o uso da bicicleta, não nos apegamos a coisas que nos trazem dor e sofrimento. Não nos apegamos a coisas que nos tiram a paz de espírito, e qualquer coisa que para muitos pode parecer uma criancice. Para nós ciclistas é algo muito agradável e maravilhoso: passear, trabalhar, divertir, viajar, conviver, entre muitas outras coisas.

Se perguntar a uma pessoa que trocou o carro pela bicicleta, para a sua mobilidade diária, como é que se sente hoje, certamente lhe dirá que se sente menos stressado, sente o tempo mais bem gasto e vê a vida com outros olhos. Nesta sociedade de consumo, onde o valor material tem um carácter muito mais fortuito do que essencial, fazer da bicicleta uma opção das nossas vidas não nos faz mais pobres. Podemos até ter o melhor carro, a maior casa do bairro, viver das aparências, coisas que só nos dão preocupações, a bicicleta pode ser, e é, a mola propulsora do sistema para uma melhor qualidade de vida. Dizer que “andar de bicicleta é coisa de pobre” é um preconceito descabido e retrógrado, de quem é de facto pobre de espírito, de quem sobrevive na bolha do popó, congestionando as ruas e as próprias coronárias. Deixa-te disso pá, desembrulha, pedala, sente a chuva na cara, sente o vento na pele, aprecia a paisagem à volta e a alegria de viver.

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reciclando [36] Stop. A vida parou. Ou foi o automóvel?

Desde novinho, ainda viajava eu no banco de trás do Fiat 600, aprendi a identificar a placa octogonal vermelha com quatro letras em branco e que indica paragem obrigatória (um triângulo invertido colocado dentro de um sinal circular onde constava a inscrição “Stop” foi usado durante anos). Desde crianças que todos fomos familiarizados com esse sinal de trânsito e o anglicismo inerente à palavra. Sendo um termo inglês, tem um significado universal e é conhecido praticamente em todo o mundo. Depois, com a licença de condução ainda verde na carteira, cumprimos religiosamente o código quando, ao volante, nos aproximamos de um desses autoritários STOP. Mas, com a prática e o consequente “à vontade”, o cumprimento vai abrandando. Às vezes, ao nos aproximarmos de um cruzamento, apenas calcamos o travão no último segundo. Olhar à esquerda, depois à direita, e, se não vier ninguém, então engrenar a primeira e voltar a acelerar. Se conseguirmos ver se caminho está livre, esquecemo-nos de parar ou, melhor ainda, de dar prioridade a quem a tem. A pretensão de obediência por vezes torna-se inconveniente. Nos sinais de stop, semáforo vermelho ou passadeira, alguns automobilistas hesitam, espreitam, reduzem a engrenagem mais para ver se a polícia está à vista do que para cumprir a regra, como se a simples presença da polícia o obrigasse!

O sinal de paragem obrigatória representa mais do que parece. Mais do que nos fazer parar e evitar um acidente, impõe-nos civismo, faz-nos recordar que estamos a jogar um jogo com a vida dos outros. Como ciclistas, devemos desenvolver o hábito de olhar para todos com desconfiança, principalmente nos cruzamentos. Mais agora, que não somos obrigados a ceder prioridade quando nos apresentamos pela direita, mas todos os veículos que se aproximam de um sinal de stop têm de parar. E eu presumo sempre que não vão parar. É raro o dia que testemunho automobilistas a falar ao telemóvel, na conversa com o passageiro do lado, a olhar para algo perdido no interior do carro. Até a comer ou a retocar o rímel no espelho retrovisor. Sinais que não estão a adoptar uma condução segura e que não estão minimamente atentos. A medida cautelar é soltar um pé dos pedais e preparar uma travagem de emergência, ou uma manobra rápida de evasão para evitar o encontro indesejado com a chapa de um carro. Por força do hábito, chamo a atenção dos automobilistas, mesmo que isso os irrite. Seja como for, na estrada, na nossa direcção, num cruzamento, quando não tivermos um sinal de Stop pela frente, nunca confiar. Quem nos diz que eles vão parar? E se não podem parar?!

ndr: “Stop. A vida parou. Ou foi o automóvel?”, é de leitura obrigatória o artigo de Carolina Toneloto: “O trânsito das grandes cidades faz com que a vida pare como no poema de Carlos Drummond de Andrade. Como viabilizar a mobilidade urbana sem causar tantos danos às pessoas, às cidades e ao meio ambiente?”

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can’t miss [186] smart-cities.pt

Para mim um tema quente, para Joana Ivónia é também uma questão pertinente.
Um texto imperdível.

Se cá nevasse, andávamos mais de bicicleta

“Se cá nevasse, andávamos todos muito mais de bicicleta e usaríamos os parques, as esplanadas e as crianças brincariam no exterior todos os dias. Não é assim que acontece nos países onde neva? Mas esta não é a nossa realidade. Portugal tem cerca de 300 dias de sol por ano e cerca de 250 dias sem chuva. Tem temperaturas amenas, com uma média mínima anual que não baixa os 10º C e uma temperatura média anual a rondar 16º C. […]

[…]
O estudo português sobre Independência de Mobilidade das Crianças, que data de 2012, coordenado pelo professor Carlos Neto da Universidade de Lisboa e integrado num estudo internacional pelo Instituto Policy Studies Institute, concluiu que as crianças portuguesas são das mais sedentárias e com menos liberdade para brincar, colocando-nos na 14ª posição em 16 países analisados. Recentemente, também foi difundida a notícia de um outro estudo da Skip que referia que as crianças têm menos tempo ao ar livre do que um presidiário, em que se referia que sete em cada dez crianças passam uma hora ou menos ao ar livre por dia. Transpondo este cenário nacional para a utilização da bicicleta, percebemos que, em Portugal, assumimos com demasiada naturalidade que a bicicleta é para os dias bons de primavera e verão.

Nos países nórdicos, o clima é bem diferente do nosso, mas nem isso os demove de ter os mesmos hábitos de mobilidade e de vivência do espaço exterior independente da estação do ano. Os nórdicos reforçam continuamente a mensagem de que não há mau tempo, mas sim roupas não adequadas. Por isso, por lá, encontramos as crianças equipadas com impermeáveis e galochas a caminho da escola, nos parques, nos recreios e sem limite mínimo de idade. Mesmo os bebés, nas creches, passam cá fora um tempo diário no recreio a apanhar o ar livre, dentro das alcofas, independentemente de ser ar frio.

Nestes países, a taxa de utilização da bicicleta é também incrivelmente superior à nossa, que é à volta de 1%. A média europeia ronda os 8%, com a Holanda a liderar com cerca de 36% de utilizadores, segundo dados fornecidos pela European Cycling Federation. Nos países com mais utilizadores de bicicleta, as pessoas não têm uma bicicleta de verão e um carro de inverno, as crianças não hibernam dentro de casa nos meses mais frios e as esplanadas adaptam-se com mantinhas e aquecedores, mas não fecham.

Será que é mesmo a neve que faz com que as pessoas saiam de casa, libertem as crianças e andem mais de bicicleta?”

(Podes ler na íntegra este interessante artigo em: http://www.smart-cities.pt/pt/noticia/se-ca-nevasse1601joanaivonia-cidadao/)

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“percurso lusitano” by Robert Schad

Quem sabe se não será uma boa dica, pegar na bicla e pedalar de norte a sul do país à procura das esculturas plantadas pelo escultor alemão Robert Schad.

A obra de Robert Schad, “Percurso Lusitano”, está espalhada em 20 locais diferentes de Portugal, mais de 50 esculturas numa exposição que se revela única, tanto no número de esculturas expostas como na distribuição espacial das mesmas.

“As linhas que determinam as suas esculturas constituem um “fio condutor“ que atravessa o país e permitem novos pontos de vista e perspetivas sobre os locais em que as esculturas se encontram.”

Este Percurso Lusitano é mesmo uma Volta a Portugal. No site schad-percursolusitano.pt/ podemos ver no mapa os sítios da exposição.

Caso residas no Grande Porto e não tens tempo para dar a volta completa, no eixo marítimo entre Canidelo e a Granja podes descobrir e apreciar este tipo de arte urbana em quatro desses locais de exposição.

Boas pedaladas.

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e um ano depois, aos 106…

… com muitas frutas e muitos legumes, ele continua a pedalar, com ou sem rodinhas!

 

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reciclando [35] velo… cidade

a pedalar para o trabalho

Nunca é demais relembrar as razões pelas quais se pode incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. São as mais variadas, no entanto uma dessas razões me mereceu maior importância quando adquiri o hábito de pedalar para o trabalho: A pontualidade. Entendo que possa parecer um pouco estranho, mas só será realmente difícil de entender para quem ainda não pedala na cidade à hora de ponta.

Mais do que um dado evidente, trata-se acima de tudo da comprovação de qualquer ciclista urbano no seu commute diário. E a minha dedução é simples: Um ciclista que pedale por vias urbanas a uma velocidade média de 15 km/h. e preveja completar um percurso de 5 km, a sua experiência diária demonstra de uma forma convincente que demorará cerca de 20 minutos a chegar ao destino, sem pressas. Um semáforo vermelho a mais ou a menos, as subidas, o vento, a chuva, tudo isso pouco interfere. As variantes estarão sempre dentro de uma margem de erro razoável.

a voltar do trabalho

Salvo algum acidente de percurso, um furo ou assim, a relação distância/tempo torna o ciclista um cidadão cumpridor dos seus horários, algo que para os habitantes automobilizados (no carro ou em transportes colectivos) nem sempre se torna exequível. Com as facilidades trazidas pelos mapas, disponíveis nas novas tecnologias, um ciclista precisa apenas delinear qual o melhor percurso para saber a distância, e com um simples cálculo matemático avaliar o tempo necessário para que cumpra a viagem pretendida.

Com congestionamentos ou sem constrangimentos, durante as horas de ponta ou a altas horas da madrugada, quem pedala saberá sempre quanto tempo demora ir daqui para acolá, do A ao ponto B e voltar ao ponto A. Com as contrariedades de quem diariamente depende de combustíveis para se locomover, o ciclista urbano torna-se um pouco numa personagem mítica. Ela é capaz de dominar o tempo. A grande verdade é que com a bicicleta se socializa, se aproveita a cidade e se promove a qualidade de vida. Dita alguma experiência das pedaladas pela minha cidade que, com a bicicleta, o andar a pé e o Metro, juntos ou em separado, sustentam a mobilidade urbana.

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can’t miss [185] pharmineublog.wordpress.com

I want to ride my bicycle..

“September 2017: I made the best choice ever.
I have never used a bike in my past 25 years. Things changed when I moved to the Netherlands to study a Master course. Actually, I moved to Belgium, to a small town in the border shared with the Netherlands.
As the public transports are not economic neither well connected to the University, I bought an old bike like every student does. Basically, I bought this bike (which has also a secret name) because I did not have better choices, but now I could not live without it.
I do care about my bike not only because I need it but, honestly, it became a symbol of freedom. I can take it whenever I want, I can go everywhere I need. I can park it everywhere without losing time in traffic and without getting bored looking for a parking. I use it to go to university, to go out with friends, to the supermarket and to appreciate the Dutch and Belgium landscape!” […]

(Testemunho motivante da Linda A. que podes conhecer visitando o seu blogue, em: https://pharmineublog.wordpress.com/2018/01/05/i-want-to-ride-my-bicycle/)

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“Escola Rodoviária ensina a pedalar”, destaque da semana

A PEDALAR ESTAMOS A EXERCITAR’ é o nome da iniciativa que tem como principal objectivo ensinar crianças a andar de bicicleta.

(notícia: correiodominho.com)

“Ensinar as crianças a andarem de bicicleta bem como as regras de segurança na estrada é objectivo da iniciativa ‘A pedalar estamos a exercitar’ que começou no dia 6 de Maio do ano passado e se tem vindo a realizar, desde então, no primeiro sábado de cada mês.
“Nestes últimos dois meses não temos tido grande adesão devido ao frio que se tem vindo a sentir mas, principalmente nos meses de Maio a Outubro, a adesão tem sido cerca de 14 a 21 crianças superando, desta forma, todas as expectativas” referiu Alice Marinho da Câmara Municipal de Braga, responsável pela Escola de Educação Rodoviária.
Com entrada gratuita a acção, organizada em parceria com o Clube de Cicloturismo de Braga, tem vindo a ajudar as crianças a aprenderem a andar de bicicleta ou a melhorar a sua performance.
“Todas as crianças que participaram saíram daqui a saberem andar de bicicleta. Tivemos o caso de uma criança com 12 anos que, quando aqui chegou, não sabia andar de bicicleta” assegurou José Alves, do Clube de Cicloturismo de Braga.”
“Infelizmente o stress diário não permite que os pais tragam as crianças e isso resulta em que muitas crianças não saibam andar de bicicleta” acrescentou.
Gonçalo Teixeira, 8 anos, é uma das crianças que tem vindo a marcar presença nesta iniciativa desde o início.
“Quando cá cheguei, não sabia andar de bicicleta. Hoje já sei andar bem e já aprendi todos os sinais de segurança” referiu Gonçalo garantindo que vai continuar a participar nesta acção dirigida a crianças a partir dos 5 anos.
Apesar de, nos últimos meses, a adesão ter sido relativamente fraca, Artur Manso, director do Clube de Cicloturismo de Braga, garante que “o sucesso é de 100 por cento tendo em conta que todos os miúdos saem daqui a andar de bicicleta”.
“Para as crianças que participam nesta iniciativa frequentemente temos vindo a inovar as ideias e as actividades porque para andar de bicicleta é preciso, também, saber a técnica e os sinais da estrada” acrescentou.
A ideia de criar a iniciativa surgiu, segundo Alice Marinho, da necessidade de ensinar aos mais pequenos a andarem de bicicleta.
“É cada vez mais comum as crianças não saberem andar de bicicleta. Os pais muitas vezes não têm tempo e acabam por não insistir com os mais pequenos. A ideia de promover esta iniciativa surgiu numa das acções dirigidas às escolas. O que acontecia era que, muitas crianças não sabiam andar e, por isso, não conseguiam fazer a aula. Desta forma percebi que era importante ensiná-las a andar de bicicleta” referiu Alice Marinho.”

(fonte: http://www.correiodominho.com/noticias/escola-rodoviaria-ensina-a-pedalar/106869)

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“… a melhor parte é que nunca sabemos o que vai entrar por aquela porta”

O Preço da História (“Pawn Stars” no original) é um reality show norte-americano do History Channel, onde mostra os negócios que são feitos numa loja de penhores em Las Vegas, Nevada. A Gold & Silver Pawn é uma empresa familiar gerida por três gerações da família Harrison: pelo patriarca Richard Harrison, pelo seu filho Rick Harrison (que abriu a loja com o seu pai em 1988) e o filho de Rick, Corey, que trabalha lá desde a infância junto com o seu amigo de infância “Chumlee”, o funcionário que é uma espécie de bobo da corte, gosta pouco de trabalhar e não deve muito à inteligência.

A série conta o dia-a-dia que rodeia o negócio da única casa penhores de Las Vegas, actividade que “é uma das formas mais antigas da banca e, até aos anos 50, a principal modalidade de empréstimo pessoal nos EUA”, contextualiza o canal. Evidentemente muita coisa no programa é encenada, dirigida para as audiências e para o êxito televisivo, mas o facto é que ali ficamos a conhecer objectos raríssimos, aprendemos muito sobre a sua história e até ficamos com uma ideia, mais ou menos, estimada do quanto podem valer. Digam-me lá de que outra forma poderíamos conhecer no seu estado imaculado e original uma belíssima bicicleta dobrável BSA Airborne 1942 usada na Segunda Grande Guerra?

 

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