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I want to ride my bicycle..

“September 2017: I made the best choice ever.
I have never used a bike in my past 25 years. Things changed when I moved to the Netherlands to study a Master course. Actually, I moved to Belgium, to a small town in the border shared with the Netherlands.
As the public transports are not economic neither well connected to the University, I bought an old bike like every student does. Basically, I bought this bike (which has also a secret name) because I did not have better choices, but now I could not live without it.
I do care about my bike not only because I need it but, honestly, it became a symbol of freedom. I can take it whenever I want, I can go everywhere I need. I can park it everywhere without losing time in traffic and without getting bored looking for a parking. I use it to go to university, to go out with friends, to the supermarket and to appreciate the Dutch and Belgium landscape!” […]

(Testemunho motivante da Linda A. que podes conhecer visitando o seu blogue, em: https://pharmineublog.wordpress.com/2018/01/05/i-want-to-ride-my-bicycle/)

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“Escola Rodoviária ensina a pedalar”, destaque da semana

A PEDALAR ESTAMOS A EXERCITAR’ é o nome da iniciativa que tem como principal objectivo ensinar crianças a andar de bicicleta.

(notícia: correiodominho.com)

“Ensinar as crianças a andarem de bicicleta bem como as regras de segurança na estrada é objectivo da iniciativa ‘A pedalar estamos a exercitar’ que começou no dia 6 de Maio do ano passado e se tem vindo a realizar, desde então, no primeiro sábado de cada mês.
“Nestes últimos dois meses não temos tido grande adesão devido ao frio que se tem vindo a sentir mas, principalmente nos meses de Maio a Outubro, a adesão tem sido cerca de 14 a 21 crianças superando, desta forma, todas as expectativas” referiu Alice Marinho da Câmara Municipal de Braga, responsável pela Escola de Educação Rodoviária.
Com entrada gratuita a acção, organizada em parceria com o Clube de Cicloturismo de Braga, tem vindo a ajudar as crianças a aprenderem a andar de bicicleta ou a melhorar a sua performance.
“Todas as crianças que participaram saíram daqui a saberem andar de bicicleta. Tivemos o caso de uma criança com 12 anos que, quando aqui chegou, não sabia andar de bicicleta” assegurou José Alves, do Clube de Cicloturismo de Braga.”
“Infelizmente o stress diário não permite que os pais tragam as crianças e isso resulta em que muitas crianças não saibam andar de bicicleta” acrescentou.
Gonçalo Teixeira, 8 anos, é uma das crianças que tem vindo a marcar presença nesta iniciativa desde o início.
“Quando cá cheguei, não sabia andar de bicicleta. Hoje já sei andar bem e já aprendi todos os sinais de segurança” referiu Gonçalo garantindo que vai continuar a participar nesta acção dirigida a crianças a partir dos 5 anos.
Apesar de, nos últimos meses, a adesão ter sido relativamente fraca, Artur Manso, director do Clube de Cicloturismo de Braga, garante que “o sucesso é de 100 por cento tendo em conta que todos os miúdos saem daqui a andar de bicicleta”.
“Para as crianças que participam nesta iniciativa frequentemente temos vindo a inovar as ideias e as actividades porque para andar de bicicleta é preciso, também, saber a técnica e os sinais da estrada” acrescentou.
A ideia de criar a iniciativa surgiu, segundo Alice Marinho, da necessidade de ensinar aos mais pequenos a andarem de bicicleta.
“É cada vez mais comum as crianças não saberem andar de bicicleta. Os pais muitas vezes não têm tempo e acabam por não insistir com os mais pequenos. A ideia de promover esta iniciativa surgiu numa das acções dirigidas às escolas. O que acontecia era que, muitas crianças não sabiam andar e, por isso, não conseguiam fazer a aula. Desta forma percebi que era importante ensiná-las a andar de bicicleta” referiu Alice Marinho.”

(fonte: http://www.correiodominho.com/noticias/escola-rodoviaria-ensina-a-pedalar/106869)

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“… a melhor parte é que nunca sabemos o que vai entrar por aquela porta”

O Preço da História (“Pawn Stars” no original) é um reality show norte-americano do History Channel, onde mostra os negócios que são feitos numa loja de penhores em Las Vegas, Nevada. A Gold & Silver Pawn é uma empresa familiar gerida por três gerações da família Harrison: pelo patriarca Richard Harrison, pelo seu filho Rick Harrison (que abriu a loja com o seu pai em 1988) e o filho de Rick, Corey, que trabalha lá desde a infância junto com o seu amigo de infância “Chumlee”, o funcionário que é uma espécie de bobo da corte, gosta pouco de trabalhar e não deve muito à inteligência.

A série conta o dia-a-dia que rodeia o negócio da única casa penhores de Las Vegas, actividade que “é uma das formas mais antigas da banca e, até aos anos 50, a principal modalidade de empréstimo pessoal nos EUA”, contextualiza o canal. Evidentemente muita coisa no programa é encenada, dirigida para as audiências e para o êxito televisivo, mas o facto é que ali ficamos a conhecer objectos raríssimos, aprendemos muito sobre a sua história e até ficamos com uma ideia, mais ou menos, estimada do quanto podem valer. Digam-me lá de que outra forma poderíamos conhecer no seu estado imaculado e original uma belíssima bicicleta dobrável BSA Airborne 1942 usada na Segunda Grande Guerra?

 

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bora lá medir pilas

O Strava tem a importância que tem e a utilidade que cada um lhe queira dar, nem mais, nem menos. É uma ferramenta engraçada que nos permite fazer algumas contabilidades, comparações e avaliações. Atendendo ao facto de não possuir nenhuma geringonça de conta quilómetros nem velocímetro montado nas minhas bicicletas, safo-me com o que tenho e uso o telemóvel para registar as minhas voltas, sejam elas deslocações casa/trabalho/casa ou brevets randonneur. É pelo Strava que controlo os percursos por onde pedalo, é pelo Strava que partilho rotas com amigos, é pelo Strava que contabilizo os quilómetros que faço a cada volta velocipédica. É por aí também que vejo a minha evolução de ano para ano. E no ano que passou foi este o meu balanço em cima do selim:

Atendendo ao facto de algumas das minhas voltas não terem ficado registadas no Strava, terei porventura ultrapassado os 9 mil quilómetros no pedal em 2017, sendo que cerca de 70% das viagens registadas foram em modo commuting, nas minhas actividades diárias. Fazendo uns cálculos por alto, em média percorro cerca de 15 quilómetros de bicicleta por dia, só em deslocações casa/trabalho/casa, o que perfaz um consumo de 800 calorias. Assim na minha pegada de carbono livro a atmosfera de cerca de 4,12kg de CO2 e poupo no bolso algo como 1,2 Euro por dia.

(dados obtidos através da calculadora iniciativa verde).

 

 

 

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2018, ano novo velhos hábitos

Bom Ano e Boas Pedaladas

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2017, uma espécie de balanço no selim da amizade

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receita para a doçaria natalícia

Véspera da véspera da véspera de Natal, recebo uma prenda antecipada, em forma de desafio, do meu amigo Rui: “Sábado, como é que é? Dámos uma volta para preparar a consoada?” Bora lá, mas tem de ser uma boa volta, retorqui. E assim fiquei incumbido de delinear um percurso variado para saborear o doce sábado que se previa, ensolarado e com temperaturas amenas, para comer pedalar até fartar.  Vai daí lembrei-me que ainda não havia provado uma especialidade cá da região, a Ecopista do antigo ramal ferroviário entre a Póvoa e Famalicão.  Espreitei o sitío do Nelson para reler e rever o postal, o que achei uma boa ideia fazermos algo do género.

Assim, na véspera da véspera de Natal raptei a Metallica, a bicla do meu rapaz, e fui na companhia do Rui dar a voltinha preparatória para a doçaria natalícia. Ninguém diria que já é Inverno… pronto já é Inverno, mas o Sábado estava excelente. Um céu azul luminoso, a manhã que aquecia lentamente, nem uma pontinha de vento. O passeio foi fantástico. Até à primeira paragem para um cafezinho, em Famalicão, deslizamos pelo asfalto das EN’s 13, 306 e 309.

Encontrada a estação de combóios, pisamos pela primeira vez os calhaus do antigo ramal ferroviário, transformado numa Ecopista e nos deliciamos com as belíssimas paisagens rurais, desfrutamos dos aromas campestres, do cheiro a bosta mesmo, deixamo-nos levar pela tranquilidade e pasmaceira que um trilho no meio da floresta, um ambiente de grande beleza pode oferecer, aqui e ali interrompida pelos vários atravessamentos de arruamentos e estradas que nos aconselhavam ter cuidados redobrados.

 

 

Antes da paragem para almoço, aproveitamos o embalo e subimos ao cocuruto do Monte S. Félix para apreciar a belíssima panorâmica em redor. Depois do repasto, completamos o que faltava do trilho da velha ferrovia, atravessamos a Póvoa para, depois de Vila do Conde, regressar ao Porto bem juntinho ao mar. Também para mim foi uma estreia fazer a pedais o percurso entre Azurara e Lavra por arruamentos e passadiços. Tudo ciclável, exepto no passadiço daa Praia de Angeiras onde fomos obrigados a desmontar para subir e descer uns lanços de escada com as biclas às costas!

Passeio a repetir, e deixo o registo feito no Strava para quem quiser ter uma ideia da volta.

Obrigado pelas dicas Nelson.

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curto o dia mais curto

Num ritual de mobilidade, uma rota em nada aleatória entre o útil e o agradável, despego e sigo em rota de colisão com o pôr do sol. É 21 de Dezembro, o hemisfério norte entra na estação mais fria devido ao solstício de inverno, naquele que é o dia mais curto do ano. Já estamos no Inverno!… cum carago! Perante esta paz e serenidade, curto o dia mais curto…

E como já estamos no Natal, aproveito então o momento para desejar a todos os meus amigos visitantes um Feliz Natal, de preferência com bicicletas no sapatinho ou a distribuir prendas com os sapatinhos na bicicleta mas, atenção, o Natal não se resume a trocar prendas, muito pelo contrário! Há rabanadas, bolo rei, pão de ló, aletria… Feliz Natal

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ciclofilia [143] Why We Cycle

Lets look at a trailer

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fotocycle [220] a máquina do tempo

“Every time I see an adult on a bicycle, I no longer despair for the future of the human race.”

H. G. Wells

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