fotocycle [238] o “baiqueparque” mais in da Baixa do Porto.

Há uns anitos, quatro mais precisamente, não deixei escapar a novidade, e que novidade, dando conta neste postal do aparecimento de um estacionamento de biclas como manda a lei. O município reservou um espaço de estacionamento para bicicletas no interior do parque de estacionamento da Trindade. Assim, no espaço de parqueamento para dois carros, cravou dez robustos suportes do agrado do ciclista urbano, sem arestas agressivas à pintura das meninas, para o estacionamento de, pelo menos, vinte bicicletas a zero cêntimos à hora.

Nos entretantos, o xôres inginheiros da CMP tiveram a brilhante ideia e moveram o “baiqueparque” mais para o interior do recinto, ficando assim as biclas mais protegidas dos elementos e bem à vista dos seguranças.

no “baiqueparque” da Trindade o lema é: quantas mais melhor

Um destes dias voltei lá, e pelo que me foi dado ver, à conta da amostra e da afluência que o parque tem tido, qualquer dia a CMP terá de alargar o espaço para mais bicicletas, sacrificando assim mais um ou dois lugares aos popós… Oh, que pena!

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can’t miss [196] publico.pt

O P3 do Público tomou conta desta rubrica e pela melhor das razões. A cada semana que passa este jornal faz publicações interessantes sobre a temática das bicicletas e da mobilidade a pedais. Hoje foi a dobrar, dois excelentes e imperdíveis artigos.

Começando pelo segundo artigo do dia: “Portugal: ao segundo produtor europeu de bicicletas só falta… pedalar”. Texto de Mariana Durães e vídeo de Teresa Pacheco Miranda (Vídeo), temos um vislumbre da maior fábrica de montagem de bicicletas da Europa, em Vila Nova de Gaia…

“Em 2016, era líder do ranking europeu de exportação de bicicletas; em 2017, caiu para o segundo lugar: ainda assim, Portugal tem a maior fábrica de montagem da Europa. Mas “o mercado [nacional] é pequeno e pedala pouco”. O que falta?” […]

Podes ler o artigo na íntegra aqui: https://www.publico.pt/2019/01/07/local/noticia/cidades-faz-conta-brincase-futuro-1856647

O primeiro artigo, com texto de Sofia Neves, fotografia e vídeo de Teresa Pacheco Miranda, é este:

Nestas cidades do faz de conta brinca-se ao futuro

“Em colaboração com a autarquia de Albergaria-a-Velha, José Nuno Amaro e a sua equipa desenvolveram um tipo de bicicletas especiais que ajudam os mais novos a criar cidades sustentáveis.

Imagine uma cidade em que a forma como nos movemos é completamente diferente. Não existem carros ou transportes públicos movidos a combustíveis fósseis e quase toda a população se desloca a pé, de bicicleta ou em veículos eléctricos e mais amigos do ambiente. E este não é um cenário imaginado já assim tão distante.

Foi nestas cidades do futuro que José Nuno Amaro quis acreditar e tornar “realidade” nas salas de aula de todas as escolas públicas do concelho de Albergaria-a-Velha através do projecto PréPOP, que tem nas bicicletas seu ponto fulcral. Em colaboração com a autarquia, a Nuno Zamaro Indústrias concebeu e ofereceu 88 bicicletas que vão ser partilhadas por 250 alunos para que estes aprendam tudo o que há para saber sobre um futuro sustentável.

“Incentivamos cada escola a construir a sua cidade do futuro, a partir de alguns pontos importantes que são a partilha da bicicleta e de funções dentro dessa cidade. Como não há bicicletas para todas as crianças ao mesmo tempo, estas desempenham papéis diferentes, habituais numa cidade. Um é o polícia sinaleiro, outro o dono da estação de carregamento de energia eléctrica das nossas bicicletas. Todos têm um função associada ao faz de conta recriado em cada escola”, conta José Nuno Amaro.”

[…]

Podes ler artigo na íntegra em: https://www.publico.pt/2019/01/07/local/noticia/cidades-faz-conta-brincase-futuro-1856647

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passe a publicidade [84] Manutenção de Inverno

UM GUIA PARA A MANUTENÇÃO DA TUA BICICLETA DURANTE O INVERNO

O postal “Manutenção de Inverno” foi adapatado de um outro publicado em Fevereiro de 2015 / Fotografia: o pessoal da Pelago enfrenta intempéries a sério na Finlândia.

“Apesar dos dias de sol, o Inverno está aí a todo o gás e não deve faltar muito para a chuva voltar a fazer-nos companhia. Assumindo que não tens medo da água e de uma temperatura um pouco abaixo do normal e tens continuado a pedalar apesar do Verão já há muito nos ter abandonado, voltamos a trazer-te algumas recomendações para a manutenção da tua bicicleta nesta altura do ano tão exigente para as nossas meninas.

[…]

Aqui podes ler na integra o postal dos nossos amigos duendes das megastore Veloculture com as suas dicas e sugestões de manutenção para as meninas sobreviverem às agruras do inverno.

 

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estacionamento à patrão ou o devido uso do espaço público

O uso do transporte individual implica questões de equidade do espaço público.

Se por um lado, o espaço “consumido” para o estacionamento de um carro, na melhor das hipóteses, é dividido por cinco passageiros, quantos passageiros de bicicleta caberiam no mesmo espaço?

(aqui uma ajuda)

Bom ano.

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rumo a 2019

Bora lá entrar no novo ano, com o pé direito, um passo de dança ou a roda da frente. Brindar à vida junto da família e dos amigos.

Bom Ano e boas pedaladas

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can’t miss [195] publico.pt

Abordando essencialmente as preocupações e dificuldades sentidas pelos ciclistas urbanos em Lisboa,  a mobilidade e questões de planeamento urbano na capital, eis o artigo do ano, de leitura absolutamente imperdível.

Ciclismo urbano: obstáculos de uma opção sem marcha-atrás

“Abriu de mansinho a época da caça ao ciclista, à boleia da inundação de trotinetes eléctricas, que se traduz num súbito excesso de zelo das autoridades em “sensibilizá-lo” para as regras de trânsito. Tem de haver bom senso.”

[…] “Obviamente que há ciclistas que têm comportamentos perigosos que devem ser corrigidos até pelo meio de coimas, mas não podemos negar que ainda é o comportamento negligente de alguns automobilistas que tem o maior potencial de colocar em risco a integridade física de outrem. Mesmo assim, não se tem assistido com o mesmo zelo à sensibilização dos que continuam a conduzir enquanto mexem no telemóvel ou/e passam passadeiras e vermelhos sem ter atenção aos peões. Tanto que um ciclista que se preze não anda aí a desrespeitar regras de trânsito à louco — quanto muito trata um sinal vermelho como um Idaho Stop, pois sabe que o menor erro que cometer ao não adoptar uma condução defensiva recairá sempre sobre ele o maior dano.

Dir-me-ão que o comportamento errado de uma parte não justifica o comportamento errado de outra, mas as leis só são verdadeiramente fortes quando são fiscalizadas e feitas cumprir. Quando essas mesmas leis se tornam anacrónicas e/ou ineficientes acabam por se esvaziar sem qualquer mal maior, sendo usadas apenas pontualmente para dirimir conflitos. É com esse raciocínio em vista que peço que haja um foco das autoridades no que realmente possa causar dano, ao invés de um ciclista que, para evitar contornar uma rotunda enorme, usa o passeio onde está mais seguro e se cansa menos; ou de um que passa um vermelho numa recta sem cruzamento. Também não me parece que se vá começar a multar peões por passarem fora da passadeira ou quando o semáforo está vermelho. Tem de haver bom senso para que enquanto as cidades e mentalidades não se adaptam a esta nova dinâmica na mobilidade urbana, se consiga facilitar a vida a todas as partes.”

Podes, e deves, ler na integra este excelente artigo de Edgar Almeida, no Publico, em: https://www.publico.pt/2018/12/25/p3/cronica/bicicleta-1855213

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a teimosia é a personalidade dos imbecis

No meu mais longo belo caminho do trabalho para casa, passo na ciclovia da Foz em quase toda a sua extensão, em direcção a norte.

O tramo inicial da dita via, o asfalto da Rua Coronel Raul Peres, foi há tempos redesenhada. A cilovia foi sacrificada em largura para que a rua voltasse a ter dois sentidos de rodagem para os veiculos motorizados.

Considerando que a ciclovia está, como deve estar, na faixa de rodagem, os pilaretes estão ali com uma função específica: impedir a invasão da ciclovia por outros veículos.

No entanto, e como sucede repetidamente em outras vias interditas aos automóveis, a ciclovia da Rua da Constituição é um desses (maus) exemplos de fartar vilanagem dos senhores condutores nos espaços onde não foram plantados pilaretes, porque existem paragens de autocarro, passadeiras, entrada/saída de garagens, os espertos dos automobilistas aproveitam a deixa e deixam os popós estacionados “à lagardère”, tornando assim a funcionalidade da via tudo menos ciclável.

São raríssimas as ciclovias bem desenhadas. Na sua grande maioria não servem e tornam a vidinha dos ciclistas uma pista de obstáculos, havendo casos até que podem mesmo provocar graves acidentes.

Na tarde de terça-feira, mais uma vez precenciei um desses episódios.

Ao iniciar a minha passagem pela ciclovia dou com o imbecil que irás vêr na foto naqueles preparos. Travei e fiquei ali a observar a cena. O autocarro a tentar a passagem e o idiota abusivamente na ciclovia, em cima da passadeira, a ocupar parte da faixa de rodagem. O autocarro aperta-o e o imbecil dá finalmente sinal de vida. Depois de registada a foto avanço devagarinho, imaginando qual das seguintes desculpas esfarrapadas o imbecil terá na manga:

a) “ah e tal, estou a trabalhar!”;
b) “é só um minuto, vou espreitar a montra da Dourobike”;
c)  nenhuma das anteriores.

Não obtive resposta mas não foi dificíli perceber que era “nenhuma das anteriores”. Afinal o imbecil estava ali a estorvar só porque lhe apeteceu ser guia turístico. Armou aquela confusão apenas para satisfazer a sua curiosidade e a de três simpáticos sexagenários que transportava dentro do carro!

Apeteceu-lhe mostrar o revolto oceano com as ondas a rebentar contra o molhe, e a boa intenção do imbecil correu lindamente, como se pode ver!

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passe a publicidade [83] bicla de corrida iNBiCLA

Os calços da Dona Tripas não paravam de chiar se não parasse à passagem pela Dourobike para espreitar na montra as suas manas mais pequenas. A Bicla de corrida da iNBiCLA

“Uma pequena bicicleta para um grande ciclista! Leve e ágil, é a companheira ideal para destemidos aventureiros e aspirantes a velozes ciclistas. Estas bicicletas de equilíbrio são a forma mais natural para aprendizagem sendo, por isso, ideais para crianças até 3 anos. Construídas em madeira e disponíveis em 5 cores base, estas Biclas de Corrida são totalmente personalizáveis, para agradar até ao mais exigente atleta. Portes para Portugal Continental: 9€. Oferta dos portes na compra de 2 ou mais unidades.”

O senhor das barbas brancas está prestes a começar a anual distribuição chaminé-a-chaminé mas assegura que ainda tem um cantinho no porta-bagagens do trenó para o presente ideal que irá oferecer este Natal.

Mais pormenores destas pequenas maravilhas em https://www.facebook.com/inbicla

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can’t miss [194] publico.pt

Kilis, na Turquia, tem um plano ambicioso para mudar os modos de vida e de locomoção dos seus habitantes.

Kilis é uma pequena cidade turca, junto à fronteira com a Síria, que nos últimos anos tem sido notícia por ser um dos principais locais de acolhimento dos milhões de refugiados que escaparam à guerra no país vizinho. E é também uma cidade barulhenta, cheia de motas e scooters, que quer passar a ter nas bicicletas o seu principal meio de transporte. Para concretizar esta mudança, a autarquia de Kilis começa pelos mais novos. As autoridades estão agora a oferecer bicicletas a crianças e jovens que assumam alguns compromissos: convencer um familiar a deixar de fumar; terem boas notas na escola e melhorarem o rendimento numa disciplina em que tenham maiores dificuldades, e prometerem usar a bicicleta pelo menos uma hora por dia.

“Até agora, distribuímos mais de 4 mil bicicletas e nossa meta é distribuir pelo menos 15 mil”, explica o presidente da câmara de Kilis, Hasan Kara, citado pelo jornal britânico The Guardian. O objectivo do autarca é criar na cidade um ambiente habitável para toda a população. “Demos prioridade ao projecto das bicicletas porque o uso de motocicletas e carros é muito comum. Agora já vemos crianças a fazer o caminho para a escola de bicicleta”, diz ao diário londrino.

Além deste projecto para crianças, a autarquia construiu uma ciclovia de seis quilómetros ao longo de uma rua na periferia da cidade, à qual deverão juntar-se em breve outras ciclovias que irão ligar toda a urbe. A câmara de Kilis conta com o apoio financeiro do Governo turco mais vai procurar também a ajuda da União Europeia.

[…]

Podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt/2018/12/11/p3/noticia/ha-cidade-dar-bicicletas-criancas-parentes-deixarem-fumar-1854311

 

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fotocycle [237] Movimento colete laranja

  • Incentivar a aquisição de bicicletas e estimular a produção nacional;
  • Zero IVA na compra de bicicletas e acessórios;
  • Fomentar o uso da bicicleta;
  • Reduzir do tráfego automóvel;
  • Reduzir a sinistralidade rodoviária;
  • Reduzir as emissões e a dependência energética do petróleo;
  • Estimular estilos de vida saudáveis;
  • Qualificar e humanizar o espaço público das cidades

E estas são só para início de conversa!

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