bici’stória [4] um tórrido postal amoroso

“Printed in France, mailed from Olhão (not Bilbao) to Lisbon, Portugal at the end of December 1927. He has quite a fine tweed suit, and her oxfords and teal dress are really divine! Why weren’t any of the dropped bars wrapped back then? Google Translate confirms the note is written in Portuguese; on the front it introduces Joana (Joanne would be the English version of the name) and her travelling companion, and on the back…”

“To the young girl, Maria Joana Quintino, Belém, Lisboa

Olhão, 30-12-1927. Dear little cousin, have a happy new year full of prosperity and ventures it´s my ardent desire from your cousin who want see you little better and give to you many kisses.
(sign) Maria dos Reis”

No post original, onde descobri esta valiosa relíquia, a autora do blogue (loopframelove.blogspot.pt) pensou tratar-se de um tórrido postal amoroso!!! 🙂

“… apparently Google Translate really sucks!”


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in Cycle Style

Um fotógrafo alemão pedalou 5 mil km num ano para registar imagens de alguns dos ciclistas mais interessantes da capital britânica.

“Sempre fui fascinado pela enormidade da subcultura ciclista de Londres. Eu adoro a substância que se encontra na cidade, as diferentes origens, as roupas únicas, não se encontra isso em qualquer cidade”, disse Horst A. Friedrichs.

Por não gostar de conduzir, ele próprio ia de bicicleta de sua casa, em Kingston-upon-Thames, nos arredores de Londres, até à capital para tirar as fotos que agora fazem parte do livro Cycle Style, da editora Prestel. “Para mim, pedalar representa liberdade. Carros só trazem stresse, dependência, impostos.”

Entre as pessoas retratadas por Friedrichs, que se considera mais um fotojornalista que um fotógrafo de moda, estão o dançarino Para, ao lado de sua bicicleta folheada a ouro, e participantes da Tweed Run de 2011, evento descrito como “um passeio de bicicleta metropolitano com um pouco de estilo”.

Outra das fotos mostram um ciclista com uma tatuagem no braço que diz: “Ride it Like You Stole it” ou “Pedala como se a tivesses roubado”, em tradução livre. “Usar bicicletas para se locomover em cidades já foi visto como uma coisa hippie, mas isso mudou. Elas são o transporte do futuro”, diz Friedrichs.

Fotos: Horst A. Friedrichs/the5th floor

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bicicleta de recados

Na minha bicicleta de recados
eu vou pelos caminhos.
Pedalo nas palavras atravesso as cidades
bato às portas das casas e vêm homens espantados
ouvir o meu recado ouvir minha canção.

Na minha bicicleta de recados
eu vou pelos caminhos.
Vem gente para a rua a ver a novidade
como se fosse a chegada
do João que foi à Índia
e era o moço mais galante
que havia nas redondezas.
Eu não sou o João que foi à Índia
mas trago todos os soldados que partiram
e as cartas que não escreveram
e as saudades que tiveram
na minha bicicleta de recados
atravessando a madrugada dos poemas.

Desde o Minho ao Algarve
eu vou pelos caminhos.
E vêm homens perguntar se houve milagre
perguntam pela chuva que já tarda
perguntam pelos filhos que foram à guerra
perguntam pelo sol perguntam pela vida
e vêm homens espantados às janelas
ouvir o meu recado ouvir minha canção.

Porque eu trago notícias de todos os filhos
eu trago a chuva e o sol e a promessa dos trigos
e um cesto carregado de vindima
eu trago a vida
na minha bicicleta de recados
atravessando a madrugada dos poemas.

poema de Manuel Alegre

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“quando biclas também googlas?”

O maior, brum-brum, motor de busca do mundo virtual, tio Google, é conhecido por ser um bom patrão. Tido como um dos melhores lugares para se trabalhar, o campus da empresa e os seus escritórios possuem características fantásticas como mesas de bilhar, cafés, microcozinhas e uma parafernália de outras coisas bué de fixes para garantir que os seus funcionários trabalhem contentes e felizes.

No ano passado, a empresa Google lançou um concurso entre os seus trabalhadores para reformular e substituir a velha frota de bicicletas espalhadas pelo complexo. A ideia era criar uma bicicleta de baixa manutenção, fácil produção e utilização, acessível, confortável e segura, e acima de tudo ser imediatamente associada à empresa, teria de ser “Googley”, daí o esquema de cores. Entre as propostas que recebeu, entre elas uma réplica da Penny farthing-bike do sec. XIX, a que venceu o concurso tem um estilo mais conservador, sendo semelhante a uma beach cruiser aliada ao tradicional estilo de bicicleta urbana. A G-bike é uma bicicleta de aço, com cesta, campainha, pára-lamas e protecção de corrente. David Fork, membro da equipe vencedora, disse que para além de seguir à risca os critérios estabelecidos teria que dar à bicicleta um aspecto divertido. A equipa recebeu um vale de 500$ para gastar numa loja de bicicletas local mas ironicamente não conseguem descobrir como gastar a massa. Já no próximo mês terão o prazer de ver a sua criação salpicar de cor o complexo. A empresa pretende satisfazer as necessidades dos seus mais de 10.000 funcionários de se deslocarem da maneira mais fácil que existe, que é ter sempre uma bicicleta à mão… e ao pé!

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passe a publicidade [22] Foffa bikes – A day in Antwerp

Podia ser no Porto, no porto de Matosinhos…

Foffabikes. Quer saber como, pergunte ao homem que não tem três letras no nome.

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o Cycle Chique e o Cycle Choque

No Sábado houve Cycle Chique…

Minibus ou a capacidade de carga que uma bicla tem em “Um passeio em família”

Cycle moves e o fotógrafo regista

Bem comportadinhas, no Velo Culture bike rack, à espera dos donos

Depois, ontem, tive um Cycle Choque!

A aguardar a debandada dos gnus…

O dia era da Terra e o cenário foi este: entre terra queimada e as cores do litoral

Olha, outra piscina olímpica!…

… onde aqui o tonso havia de meter a pata na poça!

Tempo de uma merendinha rápida à beira rio. O rio é o Neiva.

“Oh pá, cuidado com os cornos… com o capacete!”

E à chegada, no bike wash, fui encontrar Mr. Tiago, the Alley Cat champion.

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ciclofilia [38] nonna lina riding bike extreme freeride

La signora Lina scende in bicicletta su monopedale con le borse della spesa. Quando si parla di bicicletta da discesa o di ciclismo estremo spesso pensiamo alla velocità in bicicletta. In inglese la chiamano bike extreme, in discesa per le scoscese montagne una mountain bike estrema scende in downhill…. Cosa dire di questa signora con la borsa della spesa e su un lato solo della bicicletta? Freeride allo stato puro, la nonna ciclista più spericolata che io abbia mai visto!

Complimenti (meus também) a Nonna Lina.

www.morettafanese.it

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situação caricata e não menos embaraçosa da manhã

Bem cedo, o pai teve a necessidade de sair de carro. Chave de casa, chave do carro, casaco e porta fora. Já no regresso a enervante luz de reserva que se acende no tablier. Há que ir novamente abastecer o glutão. Não foi à estação de serviço mais próxima de casa mas àquela que o seu clube do coração o beneficia com cêntimos de desconto pela filiação. 1,709€ a gota! Nem tuge nem muge, 20 euritos e uns trocos deram apenas para 12 litros. Fechado o carro, lá foi ele pagar, mas… e a carteira! A carteira…!!! Ó diacho, querem lá ver! Então não é que o parvo se esqueceu da carteira! E agora!? Perguntam vocês, como é que te desentalaste? Ora, peguei no telemóvel, despertei o Rafa pr’ai do seu 2º ou terceiro sonho húmido e pedi-lhe que viesse socorrer o velhote de mais uma enrascada. E ele foi, ao fim de 15 minutinhos chegou na sua bicicleta, à chuva, ensonado, trazendo a minha carteira no bolso. Como prémio degustou uma recheadérrima bola de berlim.

Conclusão, a bicicleta outra vez na história porque ela não tem reserva.

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levar uma buzinadela!

Isso acontece com alguma frequência quando visto a pele do ciclourbano, mas mais quando me enfio no spandex do ciclodesportista e vou pedalar estradas fora. Nada de anormal, é um alerta importante sempre que nós, ciclistas, vamos ser ultrapassados por duas toneladas de metal em excesso de velocidade. Como tal, é uma conduta adequada do automibilista para nos precaver contra a forte probabilidade de um qualquer susto. Por outro lado o barulho constante da buzina chateia que se farta e aumenta a irritação dos que seguem tranquilos na sua.

Às vezes vou estando atento a alguns comportamentos nas estradas, comportamentos que também vou tendo. Um deles é quando pedalamos lado a lado. Não há nada de errado quando pedalamos lado a lado, no entanto a lei diz que a bicicleta, um veículo que se move devagarinho na estrada (nem sempre a mais de 30km/h!!!), deve circular o mais possível à direita, junto à berma da estrada, porque andar lado a lado na faixa de rodagem pode impedir o fluxo normal do tráfego, ouço dizer! Ora, eu gosto de ver os ciclistas usarem o espaço da faixa de rodagem, essencialmente por uma questão de direito e segurança. Portanto, quando os carros não estão por perto, os ciclistas tendem a andar lado a lado e ter conversas de ocasião. Este aspecto social do ciclismo é uma das coisas que atrai as pessoas para o convívio. Nós não estamos apenas a pedalar, estamos a ganhar algum tempo de qualidade com os nossos amigos.

Quando surge um automóvel que nos pretende ultrapassar “dá-nos” uma buzinadela avisadora e, em segurança, os ciclistas realizam duas coisas: O que pedala mais próximo da berma desloca-se para trás ou para a frente, abrindo espaço para que o que pedala no interior da faixa entre na fila única, libertando assim espaço para o automobilista proceder, em segurança, à ultrapassagem. Assim deve ser, mas infelizmente nem todos os automobilistas e ciclistas têm esse comportamento assertivo. O que muitas vezes sucede, quando um carro surge rapidamente e buzina de forma ameaçadora, é gerar no ciclista uma reacção contrária. Nos casos mais graves o ciclista tem mesmo repulsa em lhe abrir caminho, o que origina conflitos desnecessários. Não podemos fazer isso pessoal, as coisas já são complicadas o suficiente nas estradas entre as biclas e carros sem precisar de aumentar a animosidade.

É claro que infelizmente há automobilistas estúpidos mas isso não justifica um comportamento adverso da nossa parte. A buzina é um importante instrumento de comunicação no trânsito e deve ser usada com moderação para chamar a atenção quando é necessário. Então, da próxima vez que um desses apressadinhos use a buzina como a extensão da sua frustração devemos fazer o que é suposto fazer. Interromper a conversa, facilitar a ultrapassagem, esperar que o carro passe e prossiga, para que nós possamos retomar a conversa. Dessa forma a pedalada decorre sem atritos, criando mais boa vontade entre os ciclistas e os automobilistas. Sem stresses… pelo menos até o próximo cão… dutor aparecer!

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fotocycle [15] Porto de encontro

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