Bem cedo, o pai teve a necessidade de sair de carro. Chave de casa, chave do carro, casaco e porta fora. Já no regresso a enervante luz de reserva que se acende no tablier. Há que ir novamente abastecer o glutão. Não foi à estação de serviço mais próxima de casa mas àquela que o seu clube do coração o beneficia com cêntimos de desconto pela filiação. 1,709€ a gota! Nem tuge nem muge, 20 euritos e uns trocos deram apenas para 12 litros. Fechado o carro, lá foi ele pagar, mas… e a carteira! A carteira…!!! Ó diacho, querem lá ver! Então não é que o parvo se esqueceu da carteira! E agora!? Perguntam vocês, como é que te desentalaste? Ora, peguei no telemóvel, despertei o Rafa pr’ai do seu 2º ou terceiro sonho húmido e pedi-lhe que viesse socorrer o velhote de mais uma enrascada. E ele foi, ao fim de 15 minutinhos chegou na sua bicicleta, à chuva, ensonado, trazendo a minha carteira no bolso. Como prémio degustou uma recheadérrima bola de berlim.
Conclusão, a bicicleta outra vez na história porque ela não tem reserva.



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![espalhando os bons exemplos [1] Aluno repensa mobilidade urbana com projeto de ciclovia](https://i0.wp.com/www.jornaldocampus.usp.br/wp-content/uploads/2012/03/390_cicloinfo1.png?resize=200%2C200)


![fotocycle [179] circul(ando)](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2016/03/circulando1.jpg?w=200&h=200&crop=1)

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