suda, pedalea, siente el viento

SUDA, PEDALEA, SIENTE EL VIENTO, explora la viabilidad del uso de la bicicleta como medio de trasporte en la ciudad de San Juan, Puerto Rico; los peligros para el usuario y el potencial de la bicicleta como medio de socialización.
Siguiendo la perspectiva de cuatro usuarios, de diferentes transfondos, edades y género, se presentan su experiencia y necesidad en el uso cotidiano de la bicicleta.

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sola rota

Assim, quando se trata de pneus de bicicleta, daqueles fininhos com grande tendência para furar, é melhor não dar a chance ao infortúnio. Um pneu de 23 milímetros, lisinho, leve, com um toque suave na estrada, é tudo o que se quer para que a bicla rode rapidamente. Tem é o inconveniente de se desgastar mais depressa, propiciando maior risco de furar, como dei conta há dias ao perceber que andava de sola rompida.

borracha queimada

Quando se trata da escolha/compra de pneumáticos velocipédicos, temos de investir em mais detalhes para os padrões das ditas bicicletas de estrada/corrida: a qualidade, certas características como boa aderência no piso molhado, a largura, resistência contra furos e, é claro, o preço. Com o novo par de sapatos calçados na veloficina, a gOrka vai já no terceiro jogo de pneus. Desta vez apostei mais no atributo da resistência do que na leveza. Eu sei que certas particularidades, como a borracha rugosa e um perfil mais alto devido à protecção contra furos, afectam o desempenho mas, embora não durem para sempre, dá-me garantias de maior durabilidade e segurança.

As bicicletas de estrada servem para tudo, inclusive para ir para o trabalho. Em comparação às biclas urbanas ou híbridas, parecem realmente um pouco limitadas no conforto e na capacidade de carga, mas não na funcionalidade. Com um pneu de “turismo”, de 25 ou 28 milímetros, com boas características de resistência e protecção anti-furo, as biclas de estrada estão aptas a pisar vidro espalhado pelas ruas da cidade. Mas atenção, nem sempre o inconveniente furinho provém do lado do pneu!

Certa vez, numa saída curta por Leça da Palmeira, tive três furos em menos de uma dúzia de quilómetros. Foi num final de tarde agradável, sob um sol exuberante e constante grasnar das gaivotas a fazer-me companhia que traquejei na minha habilidade de trocar câmaras de ar. Depois, como resultado do terceiro furo consecutivo na mesma roda traseira e sem mais nenhuma câmara sobresselente no kit, nada mais me restou do que rumar a casa, dando à bomba a cada quilómetro pedalado. Não é que seja aborrecido remendar câmaras de ar, isso até sei fazer direitinho, mas porque a interrupção indesejada estraga o bom fluxo das pedaladas e dos pensamentos, que fazem de um giro de bicicleta um puro prazer, ter um furo é das poucas panes que nos fazem perder tempo, ficar com as mãos sujas e dedos doridos à custa da borracha de um pneu teimoso. Já em casa, depois de vistoriado o pneu e as câmaras, que para meu espanto tinham ambas um furito a dois centímetros da válvula e no lado oposto do rodado, voltei a guardar a carteira. Ao contrário do que poderia pensar ser a razão de tanto contratempo, proveniente do pneu, foi a fita de protecção do aro que descolou, deixando a descoberto uma aresta no alumínio. Com a fitinha reposta e  reforçada no seu sítio, ficou com uma cama fofinha para acomodar a delicada borracha e, ao menos, nunca mais fui surpreendido por esse lado.

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two on four whells

Peter Root e Mary Thompson, ambos de 34 anos, estavam numa viagem épica pelo mundo, vivendo o seu sonho.  Nas suas bicicletas, o casal havia já pedalado mais de 25 mil quilómetros, por mais de 23 países, cruzado a Europa, a Ásia Central e a China. Peter era originário da ilha de Jersey e cresceu em Guernsey. Mary era de Bristol. Ambos se conheceram há 14 anos na faculdade Falmounth College of Arts, onde estudavam arte. Desde que a sua andança teve início, Julho de 2011, a sua aventura foi sendo narrada num blogue, numa página no Twitter e editada em vídeo no Vímeo. Infelizmente não poderão concluir a sua viagem. O acidente ocorreu na Tailândia, quarta-feira passada, a cerca de 100 km a leste da capital Banguecoque. Foram vítimas de um automóvel.

Peter Root and Mary Thompson

“Se você alguma vez teve a sorte de encontrar pelo caminho essas duas pessoas adoráveis, deve ter sido arrebatado pela generosidade, entusiasmo e jeito de tocar banjo de Peter e ter sido tocado pela natureza gentil, senso de humor e lindo sorriso de Mary”, escreveu o também ciclista Chris Roach.

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do ferro velho se faz novo

Que carcaças velhas a apodrecer numa sucata podem voltar a ter alguma utilidade, mesmo como meio de transporte, muitos haviam já pegado nessa ideia. Desta vez o ferro velho foi reciclado numa forma mais evoluída: numa bicicleta. Os criativos da Lola Madrid resolveram ir mais além e colocaram a ideia em prática no projecto Bicycled (Bicycle+Recicled)

Bicycled

Reduzir, Reciclar, Reutilizar. A política dos 3 rês faz cada vez mais sentido e num chaço velho há um filão de acessórios que podem ter uma segunda vida. Do aço molda-se o quadro, a borracha da correia de transmissão serve de corrente, faróis que voltam a ser faróis, dos estofos formam-se selins e punhos, dos puxadores das portas criam-se apertos rápidos. A imaginação não tem limites. Além da questão ambiental, a bicicleta é também um meio de transporte saudável e o projecto Bicycled renasce a oportunidade da velha arte das bicicletas feitas à mão, o que resulta em peças únicas.

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can’t miss [35] bitaites.org

BICICLETA EM LX

Benjamim008

Fotos e texto de Benjamim Silva

…”Gosto muito da mi­nha ci­dade. Ver a forma como nos últi­mos anos o nú­mero de bi­ci­cle­tas tem vindo a au­men­tar é muito agra­dá­vel. Provavelmente é uma im­pos­si­bi­li­dade, mas gosto de ima­gi­nar que um dia ao che­gar a Lisboa o nú­mero de bi­ci­cle­tas a cir­cu­lar será superior ao nú­mero de carros.”…

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ciclofilia [77] Fixie Velo Vida

Kamaleon Bikes, Chile

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can’t miss [34] iheartpublictransit.ca

Blog – Encouraging the Suburban Bike Commute: Better Bicycle-Transit Integration

By: Clement Nocos

Enhancing bike capacity on regional transit systems would encourage suburban bike usage for commutes

Enhancing bike capacity on regional transit systems would encourage suburban bike usage for commutes

 

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entre, entre, faxabôre…

velocité cafe

… hoje temos um artigo de grande valor, a bicicleta como móbil de mudança e café com cheirinho.

A bicicleta: o valor da corrente para manter o equilíbrio e melhorar a vida

“Quem não tem uma história sobre a bicicleta? Mesmo que a história seja nunca ter consigo aprender a andar não deixa, por isso mesmo, de ser uma singularidade biográfica. Largar as rodinhas ou a mão que nos ampara o selim é um acto que tem tanto de libertação como de fé. Este afastar do controlo familiar é a antevisão de outros momentos de independência pessoal e, perante a incerteza no domínio do caos, a dúvida é o grande desafio no salto para o desconhecido e, anos mais tarde, não só rimos daquilo que para nós foi um grande feito como ainda já julgamos a vida à sombra de ditos como o de Einstein “para mantermos o equilíbrio temos de continuar em movimento!”.”…

Bicicletas influenciam a decisão de comprar casa

“Nos Estados Unidos, muitas garagens estão a ser adaptadas de modo a que haja espaço para ferramentas e bicicletas. Segundo o portal Último Segundo, a bicicleta influencia cada vez mais a decisão de quem quer comprar imóveis nas cidades norte-americanas.”…

Vélocité Café: o ponto de encontro da comunidade ciclista de Lisboa 

“Desde Setembro que o número 120 da Avenida Duque de Ávila, em Lisboa, é o ponto de encontro de milhares de utilizadores de bicicleta da capital portuguesa, que podem reparar a sua bicicleta, conviver uns minutos ou simplesmente beber um café (com desconto).”…

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our world is round

This is a short film about Kenya’s prolific cyclist David Kinjah and his desire to transform lives in his village through the power of the bike.

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happy velotines day

Free-People-January-2013-Catalogue-Guy-Aroch-6_largefoto: Free People January 2013 Catalogue Guy Aroch

 

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