fotocycle [105] marginal

marginal

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can’t miss [68] rtp.pt/icmblogs/rtp/prova-oral

Dar ao pedal

“Ontem estivemos a aprender com o Dartacão, a Abelha Maia, o Einstein e o Kafka (emissão online disponível aqui).

E hoje o programa vai ter muita pedalada, com Laura Alves e Pedro Carvalho, autores de «A Gloriosa Bicicleta» (edição Texto Editores).

«A bicicleta é uma curiosa e fantástica máquina, um ser que junta de forma surpreendente a capacidade de nos transportar, de nos fazer sorrir e, sobretudo de reflectir. Neste livro elogiamos a gloriosa bicicleta, vamos em busca das suas origens, rimo-nos com ela, descobrimos as diferentes espécies de ciclistas que se avistam na selva urbana e pensamos sobre a mudança social, política e económica que a bicicleta protagoniza, em Portugal e no resto do mundo. Em A Gloriosa Bicicleta partilhamos o amor e a felicidade de ver novos mundos devagar, ao ritmo de cada pedalada. Mas também espicaçamos, maldizemos, beliscamos, sempre com (alguma) diplomacia. Com sorte, irás ainda reter algumas utilidades tais como escolher um selim que não te magoe o rabo ou evitar cair nos carris dos eléctricos. Não vais aprender a afinar mudanças, mas ficas a saber lidar com a ira dos condutores que sadicamente tentam passar-te por cima. Não te mostramos quais os modelos de bicicleta mais modernos e aerodinâmicos, mas explicamos-te porque é que os verdadeiros ciclistas têm um sorriso na alma e uma pedaleira no lugar do coração.»

Falem-nos da vossa relação com as bicicletas: usam muito? Só em passeio?, nunca?; contem-nos da vossa primeira bicicleta, da pasteleira do avô, etc. 800 25 33 33 e caixa de comentários do facebook. A partir das 19h00, com Fernando Alvim e Xana Alves.

por: Prova Oral (aqui o link para quem quiser ouvir a conversa)

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“distraído ao volante”

A maioria dos acidentes rodoviários é causada ​​pelo desrespeito constante das regras de trânsito, negligência e desatenção dos automobilistas. Independentemente do tipo de veículo, o desrespeito pelos menos individual nas estradas equivale a uma maior probabilidade de acidentes e isto também responsabiliza todos os outros que partilham as estradas, os peões e os ciclistas. Com o aumento dos ciclistas nas estradas e a adaptação das regras de trânsito às bicicletas, tem surgido a argumentação errónea de que irão aumentar os acidentes. A quantidade de bicicletas a circular nas estradas não é a questão. A questão é como educar os automobilistas.

bici-meireles

Este artigo refere-se ao acidente sofrido pelo nosso amigo Mário Meireles, que se encontra internado devido aos ferimentos decorrentes da falta de atenção de um condutor que o abalroou. O blogue Braga Ciclável descreve aqui o que aconteceu.

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My Direction

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10 razões para não pedalar…

… eh pá, não sou só eu que o digo, são estes senhores:

“Todos sabemos que está na moda pedalar, para o trabalho, por desporto, para estar com os amigos e até para competir. Mas há também razoes fortes para não o fazer e vou deixar aqui algumas das mais pertinentes.

1. Pedalar torna as pessoas mais atraentes. Sabemos bem que a determinada altura se torna aborrecido ser o centro das atenções, especialmente numa coisa que é difícil de reverter depois de conseguido.

2. Pedalar torna as pessoas mais saudáveis. É feio andar a vender saúde hoje em dia, com todos os colegas do escritório a queixarem-se da obesidade, das varizes, da falta de ar e outras que tal, é quase ofensivo sermos o único com saúde no meio deles, arranje um problema de saúde e conviva mais com os seus colegas.

3. Pedalar faz as pessoas inevitavelmente mais felizes e com auto-estima elevada. Num pais onde a venda de anti-depressivos aumentou consideravelmente nos últimos anos, chegar ao trabalho a sorrir é quase como por um alvo nas costas, pior é que o sorriso tem tendência a ser constante durante o dia, não ofenda os seus colegas com alegria desnecessária.

4. Pedalar não gera impostos. A bicicleta não usa gasolina, diesel, ou GPL, não tem seguros obrigatórios, nem inspeções obrigatórias, a manutenção é ridiculamente baixa e não paga taxas de estacionamento. Num momento difícil em que o pais atravessa é egoísmo não contribuir com as carradas de impostos como as que os automóveis pagam. Contribua com muitos impostos, vá de carro, o pais agradece.

5. Pedalar irá prolongar a sua vida na velhice e com mais qualidade de saúde. O problema do pais é a sustentabilidade da Segurança Social por ter de pagar reformas até muito tarde, alem do mais ao envelhecer com mais saúde não irá deixar a reforma na farmácia todos os meses.

6. Pedalar dá má fama na vizinhança. Por mais que aumente a sua qualidade de vida financeira depois de abdicar do automóvel, os vizinhos nunca saberão, pensarão que é pobre. Esqueça essa ideia de viver bem e até poupar dinheiro para as alturas difíceis, compre um bom carro de alta cilindrada, mesmo que não tenha dinheiro para dar de comer aos seus filhos, os seus vizinhos pensarão sempre o melhor de si, o que se passa dentro de portas ninguém sabe.

7. Pedalar para o trabalho é entediante. Chegar sempre a horas, demorar sempre o mesmo tempo no trajeto casa-trabalho-casa é entediante. Todos sabemos como sabe bem passar 30, ou 45 minutos fechados no carro a ouvir comerciais no meio de um engarrafamento, nunca saber a que horas chegaremos ao trabalho, ficar bloqueados por acidentes, trânsito inconstante e ainda ter de procurar o tão difícil local para estacionar.

8. Pedalar tonifica o corpo. Rapidamente as suas amigas vão espalhar o boato de que esse corpinho tonificado, o desaparecimento da celulite e o sorriso constante no rosto se deve a um colossal investimento numa cirurgia estética e de que a bicicleta é apenas a tentativa de encapotar isso.

9. Pedalar favorece o comercio local. As visitas aos estabelecimentos locais tornar-se-ão mais frequentes, as pessoas que pedalam deslocam-se mais vezes aos estabelecimentos perto de casa, os cuscos das redondezas podem começar a falar da sua vida.

10. Pedalar para o trabalho contagia os amigos e colegas. Tenha cuidado para que não lhe sigam o exemplo, é que as pessoas que pedalam tem uma auto-estima mais elevada e têm tendência a não se deixarem acomodar, em breve a vida ai no escritório pode começar a ficar agitada.”

E pra mais, vindo de onde vem, de um site (“o melhor online”) de venda de carros, dá pra rir 😀

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [4] Alguns conceitos básicos do transporte urbano de passageiros (1ª parte)

Neste texto vou explicar alguns conceitos básicos relacionados ao transporte urbano de passageiros. Primeiramente a diferença entre tráfego e trânsito, meios e modos de transporte, transporte público e privado, coletivo e individual. Depois uma apresentação dos principais meios de transporte existentes na atualidade, descritos de forma decrescente de capacidade, ou seja primeiro o sistema de maior capacidade (comboio/trem suburbano) até menor capacidade (automóvel). E para finalizar apresento as tendências e desafios para o transporte urbano do século XXI, onde vou explicar os serviços de car sharing e car pooling, comentados no texto anterior.

Devido à extensão este texto será dividido, a primeira parte neste sábado e a segunda no próximo sábado.

Tráfego e trânsito: Na língua portuguesa estes termos são várias vezes empregados como sinônimos. Normalmente as pessoas usam o termo tráfego para se referir ao funcionamento do sistema de transporte urbano e trânsito ao engarrafamento do dia-a-dia. De certa forma está certo pois o ramo que estuda esse sistema é a engenharia de tráfego. Tal ramo da ciência analisa e dimensiona tempos dos semáforos, sinalização, cruzamentos, estacionamentos na via, capacidade de escoamento das vias, segurança rodoviária e outros conceitos, visando que o tráfego flua, teoricamente de modo o mais equitativo possível para todos os usuários: pedestres, ciclistas, usuários de transporte coletivo e individual. Já o termo trânsito foi importado do inglês, que ganhou outro sentido na língua portuguesa. No inglês, trânsito (transit) significa transporte coletivo, ou seja autocarro/ônibus, metro/metrô, elétrico/bonde e outros. Portanto nas siglas BRT, LRT e MRT, que irei explicar mais a frente, a letra “T” se refere sempre a “transit”.

Meios e modos de transporte: Novamente estas palavras acabam por ser utilizadas como sinônimos. Modos de transporte são as categorias em que o transporte é dividido. São os 4 grandes grupos: Modo Rodoviário, Ferroviário, Aéreo e Fluvial/Marítimo. Os meios de transporte são os veículos que compõem cada modo. No modo rodoviário: Carro, autocarro/ônibus, moto, bicicleta, peão/pedestre. Ferroviário: Trem/comboio, metro/metrô, elétrico/bonde. Aéreo: Avião, Balão, Helicóptero, Dirigível (exceto o helicóptero, desconheço o uso dos outros no meio urbano). Fluvial/Marítimo: Barcos diversos, jet-ski (transporte de passageiros por via fluvial é comum em, por exemplo, Lisboa, Istambul, Rio de Janeiro, Veneza, Amesterdão, Manaus). O quinto modo (fifth mode), que começou a ser discutido nos últimos anos, refere-se à integração entre os demais modos com o uso do solo e com tecnologias diversas, que irei explicar mais a frente.

Transporte coletivo, individual, público e privado: A diferença entre transporte público e privado se refere ao usuário (cliente) do transporte e não à empresa/organização/parceria público-privada que fornece o serviço à população. Transporte público é um serviço que todos podem usar, pagando ou não, e alguns podem ser positivamente discriminados através de passes sociais, para deficientes, idosos e estudantes. Transporte privado só pode ser usado pelo seu dono e por quem ele permite e não constitui um serviço aberto ao público. Transporte coletivo refere-se a todo meio de transporte partilhado por pessoas que não necessariamente se conhecem. Transporte individual se refere ao transporte de somente uma pessoa.

Alguns exemplos:

Transporte público coletivo: Serviço de autocarro/ônibus, metro/metrô, barco, comboio/trem com um percurso, horário e tarifa fixo fornecido por uma empresa de transporte. Esta empresa pode ser pública ou privada.

Transporte público individual: táxi, moto-táxi, bike-táxi, barco-táxi, riquexó, car-sharing (aluguel à hora), aluguel de carro. Apesar de mais de uma pessoa poder usar um táxi ou um carro alugado, você e seus amigos por exemplo, se considera transporte individual na mesma. Táxi partilhado, muito comum em países árabes, é incluído nesta categoria, apesar de ser um serviço de transporte coletivo. Táxi privado, comum em países da antiga União Soviética onde você usa seu carro particular como táxi, pode ser enquadrado nesta categoria.

Transporte privado coletivo: Autocarro/ônibus escolar/de e para o aeroporto/ para levar trabalhadores para uma fábrica. Car pooling (carona/boleia).

Transporte privado individual: carro particular, bicicleta, moto, jet-ski, helicóptero, patins, patinete/trotinete, sapatos (andar a pé).

Principais meios de transporte atuais: A figura abaixo apresenta os modos que vou explicar. Há outros modos mais incomuns que não vou comentar aqui, tais como monorail, PRT (Personal Rapid Transit), vans e micro-ônibus, funicular, teleférico, elevadores e escadas rolantes urbanas e segway. Quem se interessar por estudar mais profundamente esses modos recomendo o livro do Professor Vukan Vuchic: Urban Transit Systems and Technology. John Wiley & Sons, 2007 e o tio Google.

Mas antes vou explicar como é medida a capacidade de cada meio de transporte. A capacidade é a quantidade de passageiros por hora por sentido que um sistema consegue transportar. Por exemplo, a capacidade máxima do Metro do Porto na hora de ponta/pico é de, aproximadamente, 9.000 passageiros por hora por sentido. Para fornecer tal capacidade são precisos dois veículos conjugados (composição dupla) a cada 3 minutos, totalizando 20 composições duplas em uma hora. Cada veículo do Metro do Porto transporta 216 passageiros, multiplicando por dois dá 432 passageiros, que multiplicando por 20 dá 8.640 passageiros por hora por sentido. Na figura a seguir as capacidades são apresentadas no gráfico.

A explicação detalhada dos principais meios de transporte atuais e as tendências e desafios para o transporte urbano do século XXI serão discutidas no próximo sábado.

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fotocycle [104] mãos frias, nariz frio, coração quente…

pedal numa manhã gelada… amor para sempre.

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luzes: boas para ver, precisas para ser visto

luz frontal

As novas tecnologias permitem uma maior oferta de soluções para qualquer tipo de necessidades. As luzes para bicicletas tiveram a sua natural evolução. A cada dia que passa, ao que parece, essas luzes ficam ainda mais brilhantes, e a principal evolução verificada no farol das biclas é a eficiência no recurso à fonte de energia. Da lanterna a carbureto, passando pelo dínamo (que ilumina quando o ciclista começa a pedalar) até à bateria de lítio, da intensidade do brilho ao padrão luminoso, muitos anos-luz já passaram.

Mas há quem utilize a bicicleta em meio urbano e não se ilumine devidamente. Talvez encadeado pela iluminação pública, julga estar seguro porque consegue enxergar por onde vai! Ora, a maneira mais segura de andar de bicicleta à noite é ser-se visto, e para tal deve equipar-se com um bom par de luzes, pois hoje em dia basta ir a uma loja asiática para iluminar a bicicleta. Se o equipamento dura, isso já é outra história! Adiante. As soluções são mais que muitas e há agora no mercado uma vasta gama de opções a diferentes preços.

O recurso às luzes LED tornou-se comum entre os ciclistas. Algumas luzes oferecem mais que um padrão de iluminação e entre as opções, a luz intermitente, o “pisca-pisca” é o mais visto na noite, o que é para alguns automobilistas também o mais irritante! Será!? Até pode ser que seja, mas uma luz irritante é difícil de não se ver, e esse é o objectivo. Há mais prós do que contras na utilização deste tipo de iluminação. Sob certas condições, onde a bicicleta pode ser difícil de se ver, chamam melhor a atenção de um automobilista para o local onde o ciclista circula. Exemplo de momento onde a luz intermitente é benéfica é quando o ciclista circula em vias congestionadas e a atenção dos condutores está dividida em várias direcções. Em momentos como esses, onde um automobilista não espera ver uma bicicleta, o pisca-pisca das luzes pode significar a diferença entre um automobilista notar a presença de uma bicicleta e perceber o seu movimento, adequando assim a sua condução e evitando o acidente e a evasiva “ah, eu não o vi!”. O piscar das luzes proporciona mais segurança, dando ao ciclista uma vantagem psicológica e criando uma situação em que o automobilista não pode alegar que não viu a bicicleta.

Mas, o que dizer de casos em que as pessoas pedalam em estradas suburbanas moderadamente transitadas e com iluminação deficiente? Será esse tipo de padrão de iluminação necessário em tais cenários? Também é discutível. Sob essas condições, mais do que qualquer outro método de criar visibilidade, ter a bicicleta equipada com um bom foco de iluminação permanente, para enxergar bem a estrada, vestir roupas coloridas e reflectivas, que se destacam sob os faróis de um carro, ajuda um ciclista a ver e a ser visto, chamando assim a atenção de todos. Assim, existe uma vantagem de segurança definida em situações onde uma bicicleta não pode ser vista de outra forma. Tão irritante quanto as luzes intermitentes podem ser, ao usá-las fazem o ciclista sentir-se mais seguro e acredito mesmo que alguns automobilistas admitem que isso também os ajuda. Sentindo-se mais seguros, os ciclistas ficam mais propensos a pedalar à noite.

As fotos no post não serão talvez a melhor representação dessas luzes ofuscantes, a piscar, que se tornaram tão comuns em bicicletas de hoje, mas sem puxar os galões ao semi-profissional da fotografia, este foi o mais perto de capturar o pulsar do led que consegui. Existem vários métodos para tornar visível uma bicicleta, no entanto nunca é demasiado o peso de carregar um par de pilhas ou luzes suplentes, não se vá dar o caso de acabar a autonomia a meio do percurso. Deixando um pouco de lado alguma da estética e do classicismo velocipédico mas aproveitando a solução prática e tecnológica, um bom investimento é este pack de luzes recarregáveis por USB: excelentes para uso diário e intensivo, uma iluminação “para ser visto” mais que suficiente, boa autonomia, resistente à chuva e ao choque, de fixação fácil à bicicleta. É só ligar ao computador esperar 2 horas e estão recarregadas.

luz traseira

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aquecimento central

Um dos muitos desafios que o ciclista tem de enfrentar é combater o frio e manter o corpo quente. O inverno ainda não chegou no calendário mas o ar está bem mais frio e antes de sairmos de casa a pedalar, especialmente de manhãzinha ou ao cair da noite noite, o melhor é estar preparado para quando o frio apertar. Seguindo algumas regras básicas quanto aos acessórios e vestimenta a adoptar, sabemos que a bicicleta não é mais que um aquecedor com rodas.

radiador com rodas

Não sei qual a origem da foto nem quem foi o artista da escultura. Sei que é em Apeldoorn, na Holanda, onde sabemos se pedala sem desculpas sob qualquer condição climatérica.

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can’t miss [67] diariodigital.sapo.pt

Laura Alves: «Muitas ciclovias carecem de planeamento eficaz e são construídas para “encher o olho”»

A Gloriosa Bicicleta

“A bicicleta é já uma certeza nos centros urbanos. Não estamos ao nível de outros países, mas aos poucos os portugueses acordam de uma letargia incompreensível, principalmente os mais novos, que parecem livrar-se de vez da ditadura dos carros. «A Gloriosa Bicicleta – Compêndio de costumes, emoções e desvarios em duas rodas» demonstra que há algo de novo a acontecer entre nós… “

(entrevista essencial, continua a ler o artigo aqui)

A apresentação do livro “A Gloriosa Bicicleta no Porto será próximo dia 20 às 18:30 na Livraria Leya, na Latina.

Aproveitando a citação da Laura que dá título ao artigo, o Ricardo critica aqui a nova aberração cicloviária da Invicta, obra ridícula, inútil e perigosa mas que foi construída numa das fundamentais artérias da cidade. 

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