can’t miss [120] circulaseguro.pt

Bicicleta, uma solução ecológica

bicycle-basket

Foto¦ TreeHugger

“É incrível a reserva que muitas pessoas colocam à mais recente alteração ao Código da Estrada, relativamente à prioridade que foi atribuída à bicicleta, numa situação de cruzamento com veículos motorizados.

Alega-se que a bicicleta é um veículo frágil, mais lento, que não proporciona uma boa fluidez no trânsito, uma vez que os seus condutores não têm comportamentos adequados às necessidades do tráfego rodoviário moderno.”

A realidade do uso da bicicleta

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(lê o artigo completo aqui)

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reciclando [2] da temática “pedalar à chuva”

Parece que a chuva voltou e com ela, volta não volta, volto às dicas com pequenos truques para que, na basófia dos infiéis, nos voltem a apelidar de maluquinhos só porque continuamos a pedalar mesmo quando chove! Eh pá, será que volto a fazer uma introdução tão… Bom, como sabemos o primeiro passo pedalada é mental.

a humidade faz a força

Pedalar à chuva é só um pouco diferente, no entanto requer alguns cuidados extra para uma viagem mais confortável. Um bom casaco impermeável com capuz, um par de calças impermeáveis, respiráveis e leves, adequadas para deslocações no molhado, irão manter a água afastada da roupa. Certamente o revestimento pode ressoar devido à transpiração corporal, assim convém pedalar de uma forma mais lenta e suave, até por uma questão de segurança. É aconselhável ter uma muda de roupa no trabalho. Regra de ouro é procurar não ficar molhado e manter-se quente, pois o frio e a humidade são uma maneira rápida de ficar doente. Usar botas impermeáveis ou cobrir os sapatos com capas de neoprene para os isolar irá manter os pés secos. Usar também luvas resistentes à água e um boné com pala é uma boa dica para a protecção dos olhos. O capacete, já se sabe, protege, e caso seja um integral, sem buraquinhos, irá manter a cabeça seca. É fundamental manter uma boa visibilidade da estrada. Usar óculos não é importante. Embora protejam os olhos da chuva e do spray, assim que paramos num semáforo as lentes vão certamente embaciar e deixamos de enxergar.

Ter na bicicleta um par de pára-lamas é a maneira mais eficaz para manter o rabo e a cara secos evitando o spray vindo das rodas. Um porta-couves com alforges impermeáveis é o ideal para transportar equipamento vulnerável à água. Recomenda-se o uso de material fluorescente e manter as luzes para ser notado entre a chuva e o nevoeiro. É recomendável verificar com regularidade a eficácia dos travões. A mistura da água e lama acaba por ser o meio mais rápido para corroer a borracha dos calços dos travões convencionais. Para além disso, a superfície de travagem nos aros fica coberta da borracha gasta e perde bastante eficiência na travagem. Truque aconselhável é travar com antecedência. Usar um lubrificante mais consistente na corrente possa durar mais e não dilui tão rapidamente e dificilmente escorre para as rodas no contacto com a água.

Com o tempo seco, muito óleo e detritos foram se acumulando no pavimento. Agora, estas primeiras chuvadas tornam as ruas e estradas mais escorregadias e perigosas. É importante manter-se atento e procurar evitar as superfícies metálicas, tais como tampas de esgoto, pavimentos de aço como os carris do eléctrico, marcações de trânsito pintadas como algumas passadeiras, folhas das árvores, pois todos esses elementos tornam-se muito escorregadios quando molhados. Tão divertido quanto pode parecer, deves evitar passar sobre poças d’água e redobrar cuidados nos pisos empedrados, pois podes encontrar buracos submersos e fundos. Curvar com o piso molhado pode ser complicado e arriscado. Procura usar o corpo de modo a manteres a bicicleta o mais direita possível. Ao fazer isso será capaz de curvar em segurança, reduzindo a velocidade e evitando o slide dos pneus, que inesperadamente pode acontecer devido aos traços pintados no pavimento e às invisíveis manchas de petróleo.

Uma ultima dica, mesmo que pareça cómica: Caso a chuva nos apanhe a meio caminho e não estamos preparados para ela, nem podemos parar e nos proteger sob uma cobertura, um saco de plástico na cabeça ou nas sapatilhas sempre improvisa.

sacochas

Boas pedaladas à chuva.

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ciclofilia [122] Pueblo Bicicletero

…”Luis Huicho Gomez nos cuenta sobre las grandes ventajas que trae el uso de la bici en ciudades conglomeradas, además nos cuenta la presión que han tenido al gobierno, de que la movilidad sustentable existe, no solo la del auto, si no la de camión, peatonal e intermodal.”

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fotocycle [153] voltado a poente

voltado a poente

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reciclando [1] vale bem o esforço de subir a torre

ex-líbris

Para o pobinho a bicicleta é mais um passatempo de tempos livres do que um fantástico meio de transporte. O maior número de viagens feitas de bicicleta pela cidade, são para divertimento e para a prática desportiva, num exercício de fim de semana. Pois a actividade de pedalar poderia ser mais do que um mero passeio pelo Parque da Cidade ou pela orla marítima. Aproveitando a condição física adquirida com as pedalas sazonais, o pobinho bem que poderia gradualmente ir subindo a torre complementando a utilização da bicicleta para muitas outras coisas do dia-a-dia. Tem-se verificado nestes últimos anos a crescente utilização da bicicleta na mobilidade diária, especialmente nas deslocações casa/trabalho. Atendendo à crescente quantidade de pessoas que pedalam em recreação ao fim de semana, deveriam rentabilizar a tonificação das pernocas e dar ao pedal nos chamados dias úteis para coisas também úteis. Porque não!? Se forem levadas em conta outras actividades habituais, como ir para o emprego, para a escola, fazer compras ou ir ao cabeleireiro, o índice de melhoria do estilo de vida seria mais gratificante. Há um consenso de que a bicicleta é usada para lazer, mas socialmente o seu uso está mais ligado ao transporte e ao uso conjugado com outros meios de transporte, especialmente os públicos. É uma simples e prática ideia, uma espécie de juntar o agradável à útil independência que só a bicicleta proporciona e assim poupar uns euros no combustível fóssil pela gratuíta transpiração.

ps: aproveitando alguma falta de tempo/inspiração dou inicio a uma espécie de reciclagem de alguns textos mais antiguinhos, que há tempos aqui foram publicados. Boas pedaladas.

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o rei está vivo e faz hoje 80 anos

Para o staff melhor se deslocar no complexo de estúdios em Hollywood, era (diz-se que ainda é) muito habitual usar-se uma bicicleta e muitas vezes uma estrela de cinema era presenteada com uma bicicleta personalizada. Quando da produção de Loving You, em Janeiro de 1957 na Paramount Studios, Elvis recebeu a sua própria bicicleta de aço, uma Schwinn Racer, a famosa bicicleta Hound Dog.

Elvis and the hound dog bikeDiz-se que o rei está vivo! Pois se está, porventura andará por aí no rock n’ roll a pedalar a sua vintaje bike …

 

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can’t miss [119] circulaseguro.pt

Em 2014 o código da estrada mudou, valeu a pena?
respeite o ciclista

“Agora que começa um novo ano vale a pena relembrar as regras que no ano passado mudaram o código da estrada português, será que ainda sabe quais foram as mudanças? 2014 foi sem dúvida o ano das bicicletas, cada vez mais as vemos nas estradas e, consequentemente, cada vez mais sabemos de acidentes que tenham ocorrido envolvendo ciclistas, uma triste verdade que agora vemos que as alterações do ano passado não vieram melhorar os números.

A 1 de Janeiro de 2014 entraram em vigor 60 alterações ao Código da Estrada. Entre novos limites de velocidade, taxa de alcoolemia mais baixa, alterações nas regras de prioridade entre automóveis e bicicletas e um novo limite de velocidade de 20km/h nas zonas de coexistência, saiba quais são as principais mudanças.

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Relativamente às bicicletas, os velocípedes passam a ser equiparados a automóveis e motos. Deixa de ser obrigatória a circulação nas ciclovias, podendo rolar junto do restante tráfego, e deixa de ser obrigatória também a circulação o mais próximo possível da berma, devendo agora circular pelo lado direito conservando uma distância de segurança da berma. Podem passar a circular em paralelo até um máximo de dois, exceto em vias de pouca visibilidade ou com trânsito, desde que não causem embaraço ao tráfego (multa entre 30 e 150 euros) – até aqui estavam limitados às ciclovias, onde as havia. E podem agora circular nas bermas desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões que nelas circulam.

Quem pretender ultrapassar um ciclista tem que abrandar e guardar uma distância lateral mínima de 1,5 metros (multa entre 120 a 600 euros para ambos os casos). As bicicletas poderão vir a ser autorizadas nas faixas bus pelas autarquias que o permitirem. As crianças até 10 anos poderão andar de bicicleta nos passeios.

“

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Lê o artigo completo em: http://www.circulaseguro.pt/condutor-e-ocupantes/2014-o-codigo-da-estrada-mudou-valeu-a-pena

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em dia de ano novo

Ainda alguns se atropelavam ensandecidos entre garrafas esvaziadas e copos de plástico, já eu aproveitava os primeiros raios de sol de Janeiro,  numa voltinha a pedais pela quimera da Invicta. A bordo de Sua Alteza, a minha bicicleta turquesa, cor azul, cor do Porto, companheira de tantas aventuras, busquei nas pedaladas a tranquilidade do cenário e os mistérios da cidade. Agitando o couro, por ruas e ruelas estendi o horizonte de pontos turísticos com o frio das sombras. Do alto da ponte, num coro de risos e vozes, ouvi o silêncio agitado e estranho das águas do rio. Feliz, ia parando para conversar, para fotografar, prendendo a atenção em qualquer pormenor do remanso do burgo, da cidade que especialmente amo. Agradeci a boleia e brindei ao ano novo com muito para desejar. Feliz 2015.

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em jeito de balanço

“Ciclisticamente” falando, 2014 foi um ano bonzinho. Desde logo pelo notório mini-boom de ciclistas que fui observando no dia-a-dia ao longo das estradas. Muita malta já optou pela bicicleta como meio de transporte urbano e extra-urbano em detrimento do carro. Bastantes mais terão iniciado as pedaladas pela prática desportiva. A actualização do Código da Estrada com novas prerrogativas sobre os direitos dos ciclistas na rodovia, deu o mote aos automobilistas para respeitarem mais o ciclista e para que também cumpramos a nossa cota parte de responsabilidade. Orientados a pedalar no trânsito de forma segura, com consciência, só ajuda ao convívio mais amigável entre automobilistas e ciclistas. Algumas medidas municipais também ajudaram a compor esse movimento nas ruas, estimulando o uso da bicicleta como transporte, por exemplo com novas vias cicláveis, estacionamentos apropriados, algumas melhorias de condições para quem pedala e que permitem uma global percepção das cidades, aos seus habitantes e quem as visita.

Pessoalmente foi um ano menos cicloturístico do que gostaria. Mesmo assim, e para além das minhas voltinhas costumeiras pelo bairro, porque a principal razão é andar de bicicleta, procurei oportunidades para dar umas pedaladas mais longas. Entre amigos e bicicletas, a primeira aventura do ano foi o “bai e bolta a Baiona”. E cagandabolta! Para começar foram logo uns 300 km de uma assentada. No mês seguinte concretizei duas epopeias ciclistas a algum tempo planeadas: Aceitei de novo o desafio dos Randonneur de Portugal de concluir a desafiante Flèche, entre Melgaço e Coimbra, o que para mim era também uma espécie de desforra pessoal depois de frustrada a tentativa do ano anterior. Resumindo, foram muitas as peripécias durante as 24 horas de pedalada. No dia da liberdade abri asas e voei pelas memórias, acompanhado por amigos cumprindo um desejo de infância, pedalar pelo Alto Douro, pelas estradas nacionais 108 e 222, ligando o Porto a Foz Côa e passando nas terras dos meus avós.

Depois vieram as férias e não relaxei. Deixei que as minhas bicicletas me carregassem por vários e belíssimos locais: Aproveitei inclusive para dar de novo um saltinho à vizinha Galiza e ver passar o Pelóton da Vuelta. Depois na volta, pedalamos por belíssimos locais junto ao Minho e conheci uma das mais bonitas ecopistas do nosso país. Foi já depois das víndimas que arrematei o ano ciclistico no que às longas distâncias dizem respeito. Foi junto com o pelotão nacional dos Randonneur de Portugal, fui ao encontro do mais belo rio do mundo pela Região Demarcada do Douro.

Para 2015 não faço grandes projectos. Continuarei o meu comute diário, as minhas voltinhas domésticas, voltarei a lugares para conhecer outros lugares. Espero que as minhas biclas não se cansem de mim e que tenha pernas para pedalar tanto ou melhor. Estou certo que será outro ano com mais ciclistas a ocuparem as estradas, a partilharem a via dando o bom exemplo. O blogue talvez venha ressentir-se e estar um pouco menos activo, haverá alguma falta de disponibilidade à frente do computador que certamente será ganho não selim da bicicleta. Desejos de bom ano, boas motivações, boas pedaladas.

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é uma espécie de quente e frio!

Na bicicleta o frio não se estranha, entranha-se. Afinal estamos no Inverno, o que não é de estranhar portanto que mesmo cheio de roupa mal coloque o nariz fora da porta sinta um arrepio na espinha. O dia desponta bonito, mas não eram aqueles imberbes raios de sol reluzindo no aço da bicicleta que me fariam aquecer. Ao pedalar bem cedo, para o trabalho ou outro sítio qualquer, estamos livres e ao mesmo tempo expostos aos elementos matinais. De luvas grossas e gorro a tapar as orelhas, mais que preparado para enfrentar aquele briol, dou as primeiras pedaladas do dia. O ar gelado morde-me a pele, penetra nas narinas e arrefece os pulmões. Rajadas de vento d’Este esbofeteiam-me o rosto e acordam-me de vez. Automaticamente levanto o rabo do selim, activo as pernas para dar ritmo aos pedais. Escalo o topo da montanha, neste caso o viaduto sobre a VCI. Encolho-me no cachecol e prossigo, fungando. Lentamente a energia da pedalada reconforta, o movimento pedaleiro revigora e equilibra-me os níveis do humor. Ao arredondar a primeira curva já sinto a diferença com o corpo a aquecer, mas que está um frio do carago, lá isso estava!

quente e frioChegado ao destino, estou mais que pronto e pré-aquecido para começar a trabalhar.

 

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