the Purple One just went for a ride

Prince“Just a day after being hospitalized for flu-like symptoms, Prince is healthy enough to host an all-night dance party.
In celebration of “good weather and 4 all the love and support” he received after news broke of his hospitalization, Prince is inviting fans to come by his Paisley Park Estate in Chanhassen, Minnesota Saturday night for a dance party.

2 GIVE THANX 4 THE GOOD WEATHER AND 4 ALL THE LOVE AND SUPPORT… pic.twitter.com/PEcHzLnYvc
Prince (@prince) April 16, 2016

It’s unclear whether Prince will perform this evening, though if his afternoon activities are any indication, the musician is ready to go. The Purple One was spotted riding his Little Red Bicycle around town, which has to be the greatest sight ever witnessed by human eyes.

Prince is literally biking around my work parking lot
kaitlyn powell (@KaitlynPowell6) April 16, 2016“…

tirada daqui: http://consequenceofsound.net/2016/04/one-day-after-being-hospitalized-prince-spotted-riding-his-bike-throwing-all-night-dance-party/

Prince foi fotografado pela última vez a andar de bicicleta e vestido de… roxo.

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serenidade

aqui

Vim, porque sei que posso contar contigo. Aqui, em frente a ti, paro e encontro a serenidade. Sinto a tua presença, leve, que me acalma e me embala. Deixo-me ficar a teu lado, porque me deu uma imensa vontade de assim soltar palavras e prender o tempo. Fixo o horizonte, azul como o teu olhar, filtrado pela Primavera. Aqui desperto de sonhos que o coração me trás em vagas, intimo bater de lágrimas entre nós e as rochas. Vim porque estou tão longe e quero estar perto de ti, da tua força, da minha natureza. É nestes momentos que recupero forças, saudades que me cospem de novo à vida, à minha viagem.

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can’t miss [151] doramatos.com

A minha rota de ciclismo no país das bicicletas

Dora Matos

“Uns dias em Amesterdão não podiam passar sem uma rota fora da confusão da cidade. Apesar de haver pistas próprias no centro da capital para os que andam de bicicleta, há muito tráfico de ciclistas e preferi sair um bocadinho para ver o que havia à volta da capital.

Quando devolvi as bicicletas aos donos e lhes contei o percurso pareceu-lhes estranho que alguém chegasse tão longe num só dia. No entanto, o caminho não é nada difícil! E é uma forma de experimentares por ti próprio a sensação de pedalar num chão tão plano como o dos Países Baixos. Além disso o contacto com a natureza é indescritível. Eu recomendo fazê-lo em bicicleta, totalmente. É uma viagem muito especial.”

Aproveita a deixa de Dora Matos e experimenta este tour a pedais pelos arredores de Amesterdão, numa tradicional bicicleta holandesa onde a narração da jornalista é enquadrada por belíssimas fotografias, em http://doramatos.com/minha-rota-ciclismo-no-pais-da-bicicleta/

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portanto, o Dia Mundial da Bicicleta resulta de uma trip alucinada de um gajo drogado a dar aos pedais!!! Fixe…

Diz que hoje se celebra o Dia Mundial da Bicicleta e que tal efeméride se deve a uma trip psicadélica do criador do LSD, Albert Hofmann, o primeiro químico a sintetizar, ingerir e experimentar os efeitos alucinogénios dessa substância. Portanto, o dia da bicicleta resulta de uma trip alucinada de um gajo drogado a dar aos pedais!!! Fixe…

Albert Hofmann

Da história reza o seguinte: Em 1938, Hofmann conseguiu sintetizar o LSD-25 na intenção de obter um estimulante circulatório e respiratório. Em 16 de Abril de 1943, Hofmann decidiu analisar de novo a amostra, que entretanto havia ficado esquecida. Enquanto trabalhava com o LSD, acidentalmente absorveu uma pequena quantidade através dos dedos e, sem querer, descobriu os efeitos poderosos da substância. Passados três dias, o químico resolveu tornar-se cobaia para determinar os reais efeitos do LSD e ingeriu intencionalmente 250 microgramas da substância, uma quantidade que pensou ser uma dose limite (para efeito de comparação, hoje uma dose limite real é de 20 microgramas!). Menos de uma hora depois, Hofmann sentiu alterações bruscas e intensas da sua percepção. Com receio de que se tivesse envenenado, pediu ao seu assistente de laboratório que o acompanhasse até casa, mas estando em vigor a proibição de veículos motorizados, devido às restrições da 2ª Guerra Mundial, fizeram a viagem de bicicleta. Durante a viagem a pedais para casa o seu estado piorou mas sobreviveu à experiência e parece que chegou depressa, mesmo tendo “a sensação paradoxal que permanecia imóvel”. Posteriormente escreveu no seu diário o que havia observado. Relata as sensações vividas durante a viagem de bicicleta, que  o seu campo de visão ficou ondulado e distorcido, como uma imagem num espelho côncavo. As sensações visuais e acústicas se transformaram em imagens com cores fantásticas, surgindo na sua mente “abrindo e fechando em círculos e espirais para depois se expandirem em fontes de cor num fluxo constante, um após o outro”. Depois de um médico observar o seu estado delirante, e após passar várias horas aterrorizado,  o Dr. Hofmann ficou bem. Escreveu no seu diário pensar que estava enlouquecido. Estava convencido que um demónio o havia possuído, que o seu vizinho era uma bruxa e os móveis de casa o ameaçavam.

Hofmann viria a morrer de causas naturais em 2008, aos 102 anos de idade. Com mais de 100 artigos científicos publicados, o cientista contou no seu livro “LSD: My Problem Child” a experiência de pedalar sob os efeitos da LSD! Em 2007, os italianos Lorenzo Veracini, Nandini Nambiar e Marco Avoletta produziram um curta-metragem intitulada “A bicyle trip” como trabalho de conclusão do curso no Centro Sperimentale di Cinematografia. No filme, é possível acompanhar um pouco do que pode ter sido a viagem vivida por Hofmann naquele dia.

E pronto, vá se lá perceber porquê, desde então o dia 19 de Abril é celebrado como o Dia Mundial da Bicicleta. A minha experiência matinal a pedalar para o trabalho é em tudo semelhante, alucinado, apenas alterado consoante o meu estado de sonolência!

speed

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máquina do tempo, uma máquina intemporal

50 soma e segue
Não é nenhum segredo que estou com 50 anos e especialmente quando estou a pedalar eu não sinto a minha idade… Mas, qualquer que fosse a minha idade, estando alapado no selim das minhas bicicletas era suposto sentir-me como!? Na verdade, sinto-me diferente do que há uns trinta anos atrás, quando andava na minha primeira bicicleta “de corrida”. Bem sei que para qualquer distância já não estou tão rápido, e isso vou sentindo ao pisar os pedais. Mas eu pedalo mais pelo prazer, a pura alegria e sensação de liberdade que isso me dá. Faz-me sentir bem. É, de certa forma, uma terapia espiritual. Os meus pensamentos voam e fazem esquecer o esforço físico. A bicicleta torna-se uma extensão do corpo, é a coisa mais próxima de voar sem realmente sair do chão. Homem e máquina que se tornam um e não há nenhum outro sentimento parecido. Apenas o presente ou o momento é real e a minha bicicleta é como uma máquina do tempo, que me leva de volta a sensações, as mesmas que experimentei há 30 anos e mais.

Andar de bicicleta é uma das minhas muitas paixões na vida. Precisamos de paixões, paixões que nos mantenham verdadeiramente vivos.

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ciclofilia [133] Rastros e Pegadas pela Estrada Real

de Leandro Franco

“Um homem e seu cão, uma bicicleta e uma caixa de feira, 720kms e 18 dias unidos pela fidelidade plena e redescobrindo o modo de viver.”

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can’t miss [150] asminhasbicicletas.blogspot.pt

Calças para andar de bicicleta?

asminhasbicicletas

Cada um deve vestir aquilo que quiser para o seu percurso de bicicleta, se for casa/trabalho ou trabalho/padaria ou escola/casa ou outro qualquer… não há vestuário próprio, e não é preciso nem ir todo casual nem todo licrado. O que importa é ir, com o que se sentir bem.

Eu costumo levar a roupa do trabalho da cintura para baixo, e da cintura para cima levo uma tshirt, ou camisola mais quente quando está frio ou impermeável quando está de chuva, e mudo para uma camisa/pólo no destino que transporto na “bagageira” da bicla ou previamente deixei no local de destino em dias anteriores.

Mas uma “maleita” que me tem assolado é que não ganho para calças!”… (para continuar a ler clicar no link)

O postal  aborda um assunto caro a muito ciclista urbano. E o que tem a ver o cu com as calças? A expressão “O que o cu tem a ver com as calças?”, conta a lenda Levi’s, era justificável para os mineiros que não entendiam a razão de se usar brim de barraca para fazer calças. A razão era que as calças durariam mais nos fundilhos.

Ora eu também não ganho para calças, e só umas Lee vintage que me voltaram a servir depois de vinte anos, e vinte quilos, resistem ao meu commuting alapado no selim. Tudo o resto que seja ganga tende a ganhar entradas de ar forçado nos fundilhos das calças. Vai daí, o postal de hoje tem também a etiqueta “passe a publicidade” e passa por recordar uma marca nacional de roupa dedicada ao ciclismo, a Rasto de Geraldo Cirineu veste o ciclista urbano de estilo mas sobretudo com conforto e funcionalidade.

rastoJá está na lista de prendas pró meu aniversário.

 

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reciclando [19] de olho no trânsito

Alguns condutores estão tão acostumados a viver em ruas apinhadas de carros que acreditam ser essa a ordem natural das coisas. Por conta disso, não percebem que uma bicicleta que circula à sua frente, ao seu lado, atrás de si, é possivelmente um carro a menos. Na sua inabilidade de se colocar no lugar do ciclista, eles nem dão conta da nossa presença e, se dão, têm dificuldade em partilhar a via. O ciclista tem o direito de transitar como qualquer outro veículo, porém alguns motoristas parecem ignorar as regras do Código da Estrada, ou mesmo ignorar as recentes alterações, achando-se os donos disto, colocando ciclistas e peões em situações de risco.

Um ciclista experiente sabe ocupar o lugar correcto na viaUm ciclista experiente sabe ocupar o lugar correcto na via, seguindo na direcção do fluxo automóvel, colocando-se na via de modo a estabelecer uma margem de segurança com a qual se sinta à vontade, consoante as condições da estrada, tráfego e demais meio envolvente. Mas mesmo assim não é o bastante para escapar dos automobilistas distraídos ou dos que nem querem saber de nós. Todos sabem diferenciar os comportamentos seguros dos comportamentos incorrectos no trânsito. Geralmente, não conseguimos manter sempre a mesma atenção durante o tempo todo, enquanto dirigimos ou pedalamos. Constantemente o nosso pensamento leva-nos a matutar outras coisas, sejam elas importantes ou não. A concentração nem sempre está presente e é habitual ver algo que nos distrai, e por instantes ficamos a observar o que não devemos enquanto dirigimos.

de-olho-no-transito-1Pedalar o mais à direita possível dá uma falsa sensação de segurança. As razias são facilitadas e o ar deslocado pela ultrapassagem do primeiro carro é um alerta para que os que vêm atrás façam o mesmo. Com receio, somos levados intuitivamente a nos aproximarmos do passeio e a ficarmos entalados entre os carros e a berma, ou o passeio, o que é meio caminho andado para nos colocarmos em risco. Por experiência, tanto ao volante como no pedal, não há um dia em que não assista a todo o tipo de infracções por parte dos automobilistas. O simples acto de ligar o pisca-pisca para indicar a mudança de direcção é muitas vezes esquecido.

de olho no transito 2Há uma situação em particular que resulta muito perigosa para o ciclista. É o caso do chamado “gancho à direita”. Isso acontece quando um automobilista ultrapassa um ciclista para logo a seguir virar à direita, entrando à frente do ciclista. A mudança de direcção é inclusive muitas vezes efecutada sem a devida sinalização, o que coloca o ciclista em sérios riscos. Numa situação de recurso, e para evitar o embate, se o conseguir, o ciclista trava a tempo ou simplesmente desvia-se, virando também à direita. Não devemos contar que reparem sempre em nós e, como tal, é de evitar ficar lado a lado com os carros antes de cruzamentos ou saídas à direita, como os parques de estacionamento, garagens ou bombas de gasolina. O mais sensato é o ciclista ocupar o centro da faixa, com a probabilidade de assim desencorajar o automobilista a ultrapassá-lo. No entanto, não contes muito com facilidades.

de olho no transito 3Quando nos deparamos com congestionamentos na estrada, uma fila de carros, o mais conveniente é passá-los sempre pela esquerda. Assim, pelo menos, o ciclista tem algum espaço de manobra, seguindo em frente e permitindo que outros veículos virem à direita sem colocar a sua integridade física em perigo. O ciclista deve posicionar-se no centro da faixa de rodagem, pois isso dá maior sensação de segurança e permite ao automobilista a oportunidade de perceber o ciclista que segue à sua frente. Ao pedalar pelo centro da faixa de rodagem os ciclistas reivindicam o seu espaço na estrada. As suas intenções são sempre previsíveis e um simples rodar de cabeça e esticar um dos braços para o lado, vai comunicar com os automobilistas, indicando-lhes o que pretende fazer. Eu pedalo no meio da rua, tranquilamente, sem stresses, e vou fazer isso enquanto não houver um espaço decente e dedicado a mim.

infografias: davesbikeblog.squarespace.com
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fotocycle [181] Cósmica

Porto de Carreiros

É amiga, confidente e terapêutica. Leva-me para todo o lado e faz questão de requintar o meu quotidiano. Nela chego ao trabalho bem relaxado e volto a casa menos stressado. Sem sobressaltos, passando por lugares tranquilos, saboreando o tempo, superando limites. Pedalo, porque tenho tempo para desfrutar do ar livre, experimentar uma vida simples, de um modo simples. A bicicleta tem essa capacidade maravilhosa de nos desentorpecer, de nos fazer perceber a real dimensão da distância, do relevo, da temperatura. Em ter os olhos abertos e descobrir outras visões do momento, outras formas de ver o mundo. Aproveito cada momento.

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questionário sobre ciclismo urbano

Questionário sobre ciclismo urbano
“Boa noite,

Vi o seu blog e tomei a liberdade de lhe enviar este email.

Estou a fazer um estudo sobre o ciclismo urbano em Portugal e venho pedir-lhe apoio no preenchimento e divulgação do questionário que servirá de apoio à minha dissertação de mestrado. O objectivo do estudo é entender as motivações, escolhas de percursos e o impacto da inovação no ciclismo urbano em Portugal.
Todos os dados recolhidos são confidenciais e anónimos.

O questionário demora apenas 5 minutos.

http://goo.gl/forms/MpmwMiOcrh

Muito obrigada,
Carlota Léchaud”

Bora amigos, é só colaborar que já, já,  voltam a pedalar!

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