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o Rafa na Metallicaaaaaaa…

fusão, harmonia, união… numa bicla que é(ra) Cósmica

Tripas iNBiCLA que me faz(ia) bater o coração

la bamBina Pinarello

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a Maneirinha da Canyon
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Guias de Santiago: a coleção do JN que vai querer guardar
Esta é uma interessante iniciativa do JN. Sou um atento aluno das aulas de história do “professor” Joel Cleto. Semanalmente não me escapa um programa dos Caminhos da História no Porto Canal, e desde há muito tempo, desde a sua “peregrinação” de bicicleta a Santiago de Compostela, que o tenho seguido. Interessante coincidência, já que amanhã parto em mais uma “bicigrinação” pelo Caminho Português com um grupo de amigos.
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can’t miss [153] forum.mubi.pt/
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can’t miss [152] br.blastingnews.com
‘Na pior’? Cardozo perde carro oficial e pega bicicleta de Dilma para ir trabalhar
“O defensor da presidente Dilma Rousseff está indo trabalhar de bicicleta. Isso mesmo. José Eduardo Cardozo já não tem mais direitos a “regalias” de Ministro (ele ocupou o Ministério da Justiça durante o governo da petista), tampouco de Advogado-Geral da União. Ele foi exonerado do cargo assim que o Senado deu seus 55 votos que afastaram Dilma. Com a perda do cargo, Cardozo também ficou sem o carro oficial. Ele também perdeu o direito à residência oficial está morando em um flat em Brasília. De acordo com a jornalista Monica Bergamo em nota publica nesta quarta-feira, 18, Cardozo agora anda pela capital brasileira com a bicicleta, que pasmem, teria sido emprestada pela própria Dilma.”
…
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fotocycle [184] a marinar
A pitoresca vila piscatória da Afurada fica a meio caminho entre a cidade invicta e a casa paterna. Nas minhas pedaladas pela “margem sul”, na ida ou na vinda, nas voltinhas que dou em passeio ou nas pedaladas mais aceleradas, a Douro Marina é um dos locais de eleição para uma breve paragem. Para além dos barcos, do rio e do corrupio do “lado de lá”, há um banquinho patrocinado que é a eloquência para relaxar e deixar a mente navegar.
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o legado de Vhils
Alexandre Farto, digo, Vhils, é um obreiro a céu aberto, um artista português gerador de arte urbana. As suas obras captam a atenção a quem passa, a quem pára, a quem levanta os olhos para a cidade. Anda pelo mundo a esburacar paredes, a enobrecer muros com retratos, expressões, carácter. Criador na destruição, o trabalho de Vhils tem essa capacidade de transformar espaçõs consumidos pelo tempo num espaço de diálogo. Reconhecida globalmente, a sua obra já o levou a vários cantos do mundo, a espalhar arte pelas paisagens urbanas, por onde passa, em Aveiro, Nova Iorque, Açores, Paris, Moscovo, Hong Kong… até na estação espacial internacional.
Ontem recebeu o prémio personalidade do ano da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal (AIEP), por “levar o nome do país ao exterior”. Na sessão de entrega do prémio Martha de La Cal, que decorreu no IADE – Instituto de Arte e Design, em Lisboa, a presidente da AEIP, Alison Roberts, enalteceu o trabalho de Vihls e o seu importante contributo na afirmação do país como um centro da Arte Urbana. Para Alison Roberts, no trabalho de Vhils “impressiona não só a sua habilidade com métodos e materiais, simbolicamente aliando a destruição à criação, mas a sua sensibilidade, a história do meio urbano e as vidas humanas nas comunidades onde ele trabalhou”.
“A forma como interpela os cidadãos e as cidades assume uma linguagem universal e sobre a condição humana, que a APEI lhe reconhece na atribuição do prémio, vai continuar a aprofundar-se cada vez mais e a engrandecer a nossa arte”.
Vhils, ou melhor, Alexandre Farto, 28 anos, cresceu no Seixal onde começou por pintar paredes e comboios com graffiti, aos 13 anos, antes de rumar a Londres, para estudar Belas Artes, na Central Saint Martins, depois de não ter conseguido média para uma faculdade portuguesa. A técnica que o notabilizou consiste em criar imagens, em paredes ou murais, através da remoção de camadas de materiais de construção, criando entulho e uma imagem em negativo. Além das paredes, já aplicou a mesma técnica em madeira, metal e papel, nomeadamente em cartazes que se vão acumulando nos muros das cidades.
“É interessante perceber como a arte tem o poder de criar uma relação com o ser humano e, a partir daí, criar diálogo e por o foco em situações nas quais a arte serve quase como uma arma para essas pessoas. É nesse sentido que o trabalho se tem espalhado e tem feito sentido em diversos sítios do mundo”, afirmou.
Da sua extensa obra, há também a realçar a sua primeira grande exposição em Portugal, em 2014, no Museu da Eletricidade, em Lisboa. “Dissecação/Dissection” atraiu mais de 65 mil visitantes em três meses. Outro trabalho marcante foi a sua colaboração com a banda irlandesa U2, para quem criou um vídeo incluído no projeto visual “Films of Innocence”, que foi editado em dezembro de 2014, e é um complemento do álbum “Songs of Innocence”. No ano passado o trabalho de Vhils também chegou ao espaço, à Estação Espacial Internacional (EEI), no âmbito do filme “O sentido da vida”, do realizador Miguel Gonçalves Mendes. No passado mês de Março, inaugurou a primeira exposição individual em Hong Kong, “Debris”, no topo do Pier 4 (Cais 4), uma mostra que reflecte a cidade e a identidade de quem nela habita, para ver e, sobretudo, “sentir”.
A primeira obra do artista português no Porto, a primeira num espaço privado, foi um “retrato” exposto na Fábrica Social – Fundação José Rodrigues há alguns anos. A segunda intervenção com a assinatura Vhils no Porto tornou mais visível um edifício histórico do século XIV, situado junto à Alfândega. Enquadrada numa zona de grande dinamismo e exposição, a obra está integrada num projecto inovador, o Look at Porto. A face e um olhar que se abre para um largo e possibilita a quem passa apreciar esta primeira obra pública, a primeir a céu aberto do artista no Norte.
“A peça combina elementos naturais e humanos, com o olho da figura a contemplar poeticamente a cidade e os seus velhos bairros, humanizando o espaço construído enquanto sublinha a riqueza do seu património humano”, escreveu Vhils na sua página no Facebook.
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reciclando [20] entre o “seguro morreu de velho” e “quem não arrisca não petisca”
É difícil ser-se confiante quando se acha que não vai conseguir, que vai correr mal, quando se dá maior importância aos aspectos negativos do que aos positivos. A confiança pode ser medida nas consequências do que o nosso julgamento produz. Algumas pessoas são inerentemente desconfiadas, valorizando o medo e a incerteza, chegando mesmo ao ponto de desencorajar os outros. Boas consequências nos tornam mais confiantes, as más fazem de nós permanentemente desconfiados. Na maioria dos casos o nosso julgamento é o mais acertado, embora haja momentos em que a incerteza, o desconhecido e alguma ingenuidade, se sobrepõe ao verdadeiro risco que assumimos.
É muito relativo o que se tem como risco, e para alguns o ciclismo está na categoria de risco iminente. Na realidade os ciclistas correm certos riscos adjacentes, visíveis e invisíveis, cada vez que vão para a estrada, mas que são nada mais que riscos comuns aos utilizadores da via pública. Surgem na forma de situações ou acções alheias: de automobilistas inconscientes, portas de carro que se abrem a qualquer momento, buracos no piso, detritos espalhados na via, pessoas distraídas que atravessam a rua… daí o argumento divagado que andar de bicicleta é perigoso, o que tanto vale em casa própria como opinião abstracta. Mas, e depois! Se corremos riscos inclusive no sossego das nossas casas, não é por isso que deixamos de prosseguir normalmente as nossas vidas!
Muitos ciclistas não têm o conhecimento formal das regras rodoviárias ou, se têm, insistem em desrespeita-las. Circular nos passeios, em contra-mão, passar nos vermelhos, e contra mim falo, é assumir riscos desnecessários. Para os mais novatos, pedalar pode apenas significar saber como equilibrar uma bicicleta, em acrobacias, andar aos saltos no monte ou descer a toda a velocidade do ponto A ao ponto B. Uma vez na estrada fiam-se no ambiente que os rodeia, querendo acreditar que têm tudo controlado. Por uma questão de segurança, todos os ciclistas devem andar atentos, confiados mas desconfiados. É que confiar em demasia nos outros nunca é bom e um pingo de desconfiança deve ser uma função automática do ciclista. O cálculo do risco deve estar presente e sempre tomar por princípio que, naquele momento, tudo é estranho. Isto não implica que se tenha de assumir um certo risco, por exemplo quando se partilha a via com veículos pesados, ou escolher os percursos mais exigentes mas menos fiáveis, porque muitas vezes não há nem tempo nem informações que permitam determinar o que é confiável. Consequentemente, o melhor é não confiar em ninguém.
Por outro lado o acumulando de quilómetros não nos dará necessariamente um reconhecimento amplo de todos riscos. Esta é uma armadilha frequente para ciclistas experientes, que acham que conhecem tudo. Alguma auto-confiança é inerente à experiência e com isso determinados riscos, visíveis ou invisíveis, poderão ser minimizados. Infelizmente, não podemos saber o que não sabemos, podemos apenas buscar conhecimento para nos guiar. Serve para tudo na vida. Não nos podemos iludir em acreditar que nada vai acontecer connosco e que as coisas más só acontecem com os outros. Ponto essencial é ser prudente e não confiar cegamente nas nossas aptidões. A antecipação é um bom truque. Saber que o perigo existe, que pode surgir a qualquer momento, torna-nos mais previdentes.
No campo de jogo, tanto na ciclovia como na rodovia, no que nos diz respeito, devemos ser assertivos para reduzir a probabilidade de nos envolvermos num acidente. A educação, o respeito, a atenção, são a preparação para seguir com confiança e orientam o ciclista na antecipação de algum “pior cenário”. O ruído de um carro que se aproxima na nossa traseira, uma buzinadela, tanto pode ser um comportamento agressivo iminente para o ciclista, como um condutor que nos avisa e pretenda ultrapassar em segurança. A nossa primeira reacção é desconfiar da acção do condutor e, em simultâneo, demonstrar confiança nas nossas aptidões para agir e reagir. Assumir a nossa posição, indicar o que pretendemos fazer, sem arriscar uma manobra que seja perigosa para nós, só para lhes dar o luxo de nos verem sem confiança. Ter a consciência do perigo iminente é crucial para a sobrevivência e assumir a nossa segurança é uma boa ideia. Boa semana e boas pedaladas.
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fotocycle [183] numa das vezes, em Fátima…

… das várias que “não é bem uma peregrinação” mas que já se tornou uma tradição!
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ar comprimido
Ontem à tarde, quando me preparava para pedalar depois um dia de trabalho, apercebi-me que tinha um problema. Ora, quando um dos pneus da bicicleta não tem ar, o viajante não deve pendurar-se em cima dela! E porque o regresso a casa pode tornar-se num simples passeio a pé com a bicicleta ao lado, mesmo sob um chuvisco persistente, percorri a curta distância a par com a bicla na mão e fui aproveitar os ares da Veloculture Palácio. Então, a frase: “A União Europeia é uma bicicleta sem ar nos pneus”, que Martin Schulz, Presidente do Parlamento Europeu, atirou esta semana para a imprensa, ecoou na minha cabeça. Sim, na prática, uma bicicleta sem ar nos pneus não vai longe, mas sempre há uma forma de o voltar a encher! E foi o que fiz com a ajuda do Ben.
Contudo, e voltando à frase do dito senhor, a imagem é muito complacente com as questões de equilíbrio, tanto do financeiro como do político, da União Europeia. O problema da UE, é que sendo uma bicicleta anda há muito tempo com a direcção desalinhada, corrente ferrugenta e pedais torcidos. É preciso sermos muito ingénuos para acharmos que a União Europeia é uma bicicleta, e muito menos uma bicicleta de corrida. Lá terá as suas virtudes, que até tem, mas está corroída em diversos pontos, é guiada por incompetentes, anda desafinada por burocratas e tecnocratas, que, mais do que fazer a Europa seguir em frente, andam mais preocupados com o seu umbigo e com o seu pecúlio, e menos com a União e a Europa.
…“No princípio era a solidariedade. No princípio era a ideia de que todos os membros do clube se deveriam entreajudar para caminharem para um nível de vida mais ou menos idêntico – e havia fundos estruturais específicos para isso. No princípio só havia decisões tomadas por unanimidade. No princípio as presidências da União Europeia eram rotativas semestralmente entre os Estados membros. No princípio, a Comissão Europeia era a grande defensora dos países mais pequenos e fazia o contraponto aos interesses dos grandes. No princípio havia o eixo Berlim-Paris, mas as decisões eram depois tomadas nos Conselhos Europeus.”…
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