aviso à navegação, velocipédica, pédica e ortopédica

As obras de beneficiação, que decorrem como planeado, na Rua do Carvalhido, entraram na Fase 3, passaram o cruzamento e alastrando-se agora para a Rua de Oliveira Monteiro. Esta manhã, no meu percurso obrigatório pró trabalho, subindo a Av. do Conselho da Europa (a tal que prolonga a Avenida de França) até ao Largo do Carvalhido (ou Praça do Exército Libertador) para depois virar para a Rua de Oliveira Monteiro, foi ligeiramente diferente. Por causa do estaleiro montado na Oliveira Monteiro fui obrigado a subir a bicla para o passeio e pedalar devagarinho por uns metros até à Rua 9 de Julho. A Rua de Oliveira Monteiro foi cortada ao trânsito em parte da sua extensão até à Constituição e que, se tudo correr bem, abrirá lá para o Outono. Ainda não sei bem que percurso alternativo irei agora adoptar, talvez a única alternativa possível seja fazer a Av. De França em contra-mão, desviar pela Rua de D. António Meireles, Rua da Constituição em contra-mão e retomar o caminho habitual pela Oliveira Monteiro. Ficarei atento às cenas dos próximos capítulos.

Aqui o mapa do detour

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cena do quotidiano


Passo a explicar. Encontro-me em frente ao monitor, refastelado na cadeira e numa viagem virtual. Aproveitando a boleia do Astra do Tio Google,  passeio errante pelas ruas do Porto. Sem o mínimo esforço, salto, instante a instante, a cada clique no rato. Escalo em marcha a ré a Rua de D. Pedro V e é quando percebo, aproximando-me lentamente, o ciclista.

Por alguma razão a sua figura me chama a atenção. Caminha rua acima, empurra nas mãos uma bicicleta que, se não me iludir a vista, poderia até dizer muito boa. Ele, por sua vez, completa uma condição de solidão, mas parece determinado. Como leva o bagageiro vazio e carrega uma mochila volumosa às costas, poderia supor tratar-se de um estudante. Algo me diz no entanto que vem da labuta, como cantoneiro, pedreiro ou algo assim. Aparenta ter vários anos, talvez mais, e veste roupas de trabalho.  Ali, o estaleiro de umas obras de Santa Engrácia rouba-lhe o passeio e arreda-o para o asfalto, onde alguns carros passam rente. O curioso, no entanto, é que apesar desta rua ser muito íngreme, ele resguarda uma espécie de humildade e mesmo cansado consegue sobressair. São as pessoas muitas vezes humildes que fazem da bicicleta um instrumento de brio.

Fiquei por momentos a matutar, melhor, a tentar entender o que tanto me atraiu na cena. Pode ter a ver com o anonimato do ciclista, com sua condição desfavorecida, com a fragilidade das suas forças físicas e o peso da bicicleta para enfrentar os obstáculos que muitas vezes enfrenta pelas ruas da vida. Pequenas coisas que também me fazem pensar, por um instante, na nossa insignificância contra as leias da natureza e dentro dos nossos limites, que é pedalar uma bicicleta. Ou quando o obstáculo é maior do que nossas forças, surge sempre a honrosa opção de desmontar e seguir a pé, levando-a pela mão, até chegarmos ao destino.

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ciclofilia [1] Fantasia

Bicicletada: Festa da fantasia – Massa Crítica 25/03/2011 – Av. Paulista – São Paulo.
Música: To build a home – Cinematic Orchestra – myspace.com/​thecinematicorchestras

by Videocubo

A Bicicletada é uma coincidência organizada de ciclistas que se reúnem por diferentes motivações: reivindicar mais respeito e espaço para as bicicletas nas cidades, para celebrar, protestar, confraternizar, para debater assuntos diversos, encontrar amigos, conhecer gente nova, ou, simplesmente, para pedalar na Massa Crítica.

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new bike smile

Nothing beams more than a new bike and its owner. (from here)

A new bike smile, o sorriso que penso restituir um dia à bina Madalena.

Madalena, a UCAL que foi da minha mãe, agora suspensa na casa da aldeia

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para quando tiver falta de ar (nos pneus)


Um simples passeio de bicicleta pode rapidamente tornar-se num simples passeio a pé com a bicicleta, se algum dos pneus resolver furar. E uma das razões porque furam os pneus é  por circularem com frequência sem a pressão aconselhada.

Pneus mais cheios:

  • furam menos.
  • têm menor resistência à rodagem (requerem menos esforço do ciclista).
  • fazem a bicicleta ficar mais sensível a imperfeições do terreno, causando trepidações.

Pneus mais vazios:

  • furam mais.
  • têm maior resistência à rodagem (requerem mais esforço do ciclista).
  • oferecem mais tracção e segurança em terrenos acidentados.
  • amortecem os impactos.

Com um kit de prevenção e alguns conhecimentos práticos como remendar a borrachinha, rapidamente podemos retomar o passeio, no entanto nem sempre estamos precavidos porque não levamos na bicicleta uma bomba de ar para calibrar os pneus. Então, o que fazer quando temos de encher um pneu e não temos bomba de ar? Muitos ciclistas utilizam os calibradores dos postos de gasolina. Estes compressores foram feitos para encher com rapidez pneus de maior calibre. A maior pressão e o fluxo rápido de ar insuflado para dentro da câmara de ar podem causar algum dano à câmara e aos pneus da bicicleta. Mesmo assim, em caso de emergência, podem ser usados e permitir ao ciclista voltar à estrada com um outro ar, mas é sempre conveniente ter em conta alguns cuidados:

Logo à partida verificar se a localização da máquina calibradora no posto de gasolina é segura. Assegurar-se qual a pressão máxima do pneu, inscrita na borda do pneu. Sabemos que quanto menor for o volume de ar do pneu, maior deve ser a sua pressão, por isso, não se assuste com as altas pressões usadas em pneus de bicicleta: pneus de montanha usam a partir de 40 psi e bicicletas de estrada usam entre 100 e 120 psi, enquanto um pneu de carro usa em torno de 25-30 psi). Portanto deve regular a calibradora para uma pressão ligeiramente inferior à pressão máxima recomendada (nunca correr o risco de encher demasiado o pneu).

Remover as tampas de plástico roscadas nas válvulas da câmara. Antes de fixar a mangueira de ar à válvula, dar-lhe umas rajadas de ar para limpar todos os detritos, óleo ou água que possa estar alojado. Ao contrário de algumas bombas de bicicleta, a mangueira de ar da estação não tem nenhum mecanismo de bloqueio, exigindo-lhe segurar a bomba na válvula para manter uma pressão constante. Anexar a cabeça da bomba à válvula do pneu, deixar encher e aguardar o aviso sonoro da calibradora. Depois é só inverter os passos.

Existem dois tipos de válvulas de uso comum para pneus de bicicleta:

  • Válvulas Schrader são as mesmas válvulas utilizadas nos pneus dos automóveis e são também as mais comuns nos aros das bicicletas. Como tal, é possível enchê-los nos postos de combustível. No centro da abertura da válvula há um pequeno pino que será empurrado para empurrar o núcleo e permitir entrar o ar ou para o deixar sair.
  •  As válvulas Presta são de menor diâmetro que as Schrader, o que faz delas um pouco mais leves e permitem no aro um furo menor (desejável para aros muito estreitos). Estas válvulas são usadas na maioria das bicicletas de estrada e alto desempenho. Os “caules” podem ter diversos comprimentos, dependendo da profundidade das jantes. A mola tem uma porca cativa roscada para manter o pino apertado. Antes de bombear uma válvula Presta, deve-se desapertar essa porca. Ao encher com uma bomba de mão deve ter cuidado para não forçar a válvula lateralmente com a bomba, pois o pino da válvula Presta parte com facilidade. No final deve apertar bem a porca da válvula para o ar não escapar. A forma mais correcta e segura de encher pneus de estrada é com uma bomba manual, com ou sem manómetro (pressionar o pneu com os dedos para se assegurar da pressão). Os calibradores dos postos devem ser usados apenas em emergências, o que para uma válvula Presta só é possível com adaptador (ver na imagem).

Com a cultura da bicicleta como meio de transporte, tornando-se mote para investimentos em infra-estruturas urbanas ciclóviárias, em alguns locais do mundo brotam ideias para complementar e facilitar o percurso feito por quem opta por este meio ecológico e saudável que é de transitar pela cidade a pedais. Os senhores Woon-kyeong e Kim Jong-buem, lançaram mão à ideia e idealizaram incorporar às ciclovias uma solução para o problema que todo ciclista enfrenta de quando em vez.

A Air Station, ou estação de ar, é montada na berma ao lado da via exclusiva às bicicletas, e claramente identificada para que seja visível mesmo de noite. Instalada a distâncias razoáveis ao longo das ciclovias qualquer ciclista poderá utilizar a Air Station para calibrar os pneus.

Enquanto essa engenhoca não surgir por cá e não tiver uma bomba à mão, bora lá aproveitar os ares da estação de serviço mais próxima.

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hoje, em exposição

Recordo-me perfeitamente de toda a polémica sobre a requalificação da zona envolvente do Museu Soares dos Reis, na sequência da construção do túnel de Ceuta. Depois de vários anos de embargo, de prejuízos, de acordo com o projecto aprovado pelo IPPAR a solução de consenso para o túnel de Ceuta previa uma “praça pedonal” na frontaria do edíficio. Em vez de asfalto, seria colocado um lajeado amarelo em granito e o afastamento dos muretes de protecção do túnel da entrada do equipamento cultural (de 25 para 30 metros). O passeio teria cinco metros de largura e aos automóveis apenas seria permitida uma velocidade máxima de 30 quilómetros por hora, em frente ao museu.

Sempre discordei da solução encontrada, mas quem sou eu! Os responsáveis pelo projecto tentaram vender o conceito de que iria ser criada uma “praça pedonal” em frente ao museu. Curiosa esta ideia de espaço pedonal onde circulam e constantemente estacionam automóveis!

Todos os dias chego por lá ao meu local de trabalho e esta manhã, quando passei, mais uma vez foi este o cenário com que me deparei na frontaria do museu nacional. Foi sem surpresa que no exterior do museu vi uma exposição aparentemente legal, mais parecida com um stand, a ocupar o passeio, obrigando os peões a desviarem-se para a rua, perdão, para a praça pedonal. Como se o espaço em causa já não estivesse suficientemente destruído pelo constante estacionamento ilegal.

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um outro lado do Tour

A primeira semana do Tour de France é geralmente aborrecida. São fugas votadas ao insucesso nos últimos quilómetros, etapas decididas ao sprint pelos suspeitos do costume, horas maçadoras onde nada se passa e um adepto do ciclismo é facilmente surpreendido a roncar em frente ao televisor. Este ano o Tour está a revelar-se uma excepção, pelas melhores e piores razões. As quedas, as traumáticas desistências de muitos ciclistas, as asneiras da caravana motorizada que acompanha o pelotão, não são de modo algum boa propaganda ao ciclismo. Por outro lado, a brilhante vitória de Rui Costa na oitava etapa veio trazer alegria às cores nacionais. Felizmente que o povo francês, apaixonado pelo ciclismo e pelo seu Tour, sabem montar um espectáculo em torno do espectáculo, engalanam as suas aldeias, saem à rua numa grande festa para ver e apoiar os corredores, nas estradas e nos campos fazem decorações e espantosas encenações. Dão espectáculo. Este ano, a encenação favorita que vi até agora é esta bicicleta gigante desenhada com fardos de feno, com o movimento pedaleiro e das rodas conseguido com tractores que circulam em perfeitos círculos. Se ainda não viram, voilá…

Mas há mais espetáculo  de onde este veio pois alguém se lembrou de montar e editar este divertido filme com alguns bons momentos vividos em tours do passado.

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é um cimbalino com cheirinho, ó faxabôre

Continuando no mote do post anterior, pego no tema do dia e que muito se fala por todo o ciclo-movimento, o “cycle-chic”. Para quem leva a vida a pedalar, o que vestir ou não, não deveria ser uma mera questão de estilo mas sim de prática e possibilidade. Penso eu de que…


Antes de sair de casa, parece-me absurda a ideia de ter de pensar no que vestir para pedalar. Talvez porque o meu imaginário seja excessivamente repisado pela velocidade e aventura e eu pense logo em usar farpelas de licra, sapatos castanhola (toc-toc) e enfiar ou não o capacete. Seria pelo menos a prova cabal e inquestionável que iria sair para um longo passeio sentado no selim da levezinha em vez de ir picar o ponto. Mas de manhã bem cedo quando saio para o trabalho, e mais tarde para um outro local específico, tenho de planear bem as coisas. Mesmo gozando da frescura matinal é inevitável que chegue ao gabinete a transpirar. Uma ti-shêrte (deve ser assim que se escreve agora com o novo acordo!), umas calças de ganga, um par de sapatilhas, o designado “casual”, é a indumentária básica. Aliás, todo o meu guarda-roupa é “pedalável”. Depois só me resta ser comedido na pedalada, aproveitar o embalo e arejar a tromba. Não há sono ou ressaca matinal que resista! Para pedaladas curtas e tranquilas não preciso vestir roupas especiais. O interessante é que com a prática, debaixo de chuva ou de sol, pedalar é cada vez mais usual e banal (no sentido de não exigir grandes preparações). Até mesmo a mochila velha e rota a tiracolo serve às mil maravilhas para um alforge improvisado. E não se torna inusitado quando eu e uma das minhas biclas compartilhamos o elevador com algum dos meus vizinhos, de fato e gravata, sorriso amarelado e admirando a minha companhia com cara de tacho.

Mas até com um pique desportivo, a gente pode e deve ter estilo. Se o plano é pedalar dezenas de quilómetros então enfio o fato-macaco e ala que se faz tarde. Na estrada, eu gosto de pedalar com um certo ar sedento de adrenalina , bem como do plausível suor pelo esforço e prazer de escalar as subidas, movido apenas pelos próprios pés e pernas, mas sem o constrangimento de vestir indumentárias pintalgadas de publicidade. Não fosse tão puxado, até que encomendaria um mayôt henriette  ou um bib josephine à boutique… digo, ao café do ciclista, pois usar uma vestimenta mais desportiva,  mais fresquinha e confortável, é adequada à aventura e ao desejo de chegar a todos os lugares que possa conhecer.

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style meets speed (as bicicletas)

não é o hábito que faz o monge, a bicicleta é que nos faz ciclistas.

Post sexy, a não perder aqui nas bicicletas (style meets speed) .

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um tourmento

Nas minhas pedaladas e não só já assisti a muita asneira, tanta aselhice e falta de respeito na estrada. Enquanto mero ser humano que nas suas deslocações procura se equilibrar em duas rodas, como ciclista urbano, inter-urbano, radical, what ever – o que lhe quiserem chamar, se não for acometido de uma síncope, desmaie (sim, já experimentei essa) ou adormeça em cima da bicicleta, só alguns factores externos à minha vontade farão com que me estatele ao comprido, me fira ou parta qualquer parte do esqueleto.

Ontem foi outro dia fatídico para alguns ciclistas no que diz respeito a quedas, incidentes, infortúnios, mas o que se assistiu durante a nona etapa do Tour, no momento em que o motorista de um carro da têvê francesa tenta ultrapassar o quinteto que seguia em fuga para evitar colidir com uma árvore na beira da estrada entendeu que seria melhor para ele atropelar os corredores daquela forma brutal. Ora isso não foi infortúnio, nem fatalidade. Isso foi um cobarde atentado à integridade física a profissionais do ciclismo e que só não teve repercussões trágicas por mero acaso.

Juan António Flecha foi atingido pela manobra errada do motorista de um carro que não deveria estar ali. Na queda, Flecha rolou o corpo numa manobra de protecção ao ombro, evitando partir as clavículas mas não se livrando de dolorosos ferimentos. Johnny Hoogerland que seguia mais atrás embateu na bicicleta de Flecha que não pode evitar, acabando por voar para fora da estrada e cair numa cerca de arame farpado. Esperemos que a UCI não o proíba agora de receber uma vacina anti-tetânica!

Foi doloroso assistir ao sofrimento e estóica resistência destes ciclistas nos restantes 37 km de etapa. Hoogerland ainda teve de reunir forças para subir ao pódio, vestir a Polka Dot Jersey e receber o prémio da combatividade. Desejo que aproveitem o melhor possível este dia de descanso e voltem amanhã para demonstrar o seu valor.

“Podemos estar felizes porque estamos vivos. É horrível “, disse Hoogerland. “Eu posso culpar todos, mas não acho que alguém faz este tipo de coisas de propósito. Eu acho que as pessoas no carro vão ter um sentimento de culpa muito grande e com certeza vão pedir desculpas, a mim e ao Flecha … Eu tenho três cortes de cerca de sete centímetros de comprimento e bastante profundos também. Eu vou para o hospital agora e eu acho que vou precisar de cerca de 30 pontos pelo menos… Eu não sei onde o carro veio. Antes que eu percebesse, Flecha estava no chão e não havia nada que eu pudesse fazer… Eu tenho a camisa das bolinhas, mas eu vou passar o dia de descanso em sofrimento. “

O veículo em questão tinha recebido ordem da Direcção de Corrida para não passar. Eles não levaram em conta essa ordem e seguiram caminho, causando o acidente e a queda de ambos ciclistas. Tal comportamento foi intolerável. Após o acidente que ocorreu ao 167º km da nona etapa, o veículo de imprensa, numerado Euro 800, foi excluído do Tour de France. Fonte: cyclingcentral

Já umas etapas antes se tinha assistido ao caricato, no meio do pelotão uma mota  da organização arrastou consigo um ciclista, levando-lhe a bicicleta e deixando-o depois sentado na relva sem a sua máquina para prosseguir.

Qualquer condutor, estando ou não inserido numa prova desportiva, deve entender que a estrada não é um jogo de vida ou morte. Quem pedala e dirige já viu, experimentou cruzar-se com pessoas que com um volante nas mãos se transformam em frustrados pilotos de rally, deixando todas as regras da estrada em casa. É um milagre que não aconteçam acidentes com mais frequência entre os ciclistas, qualquer que seja o propósito da pedalada, mas isso se deve mais à habilidade do ciclista do que à habilidade do condutor.

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