ciclofilia [85] 1er Campeonato Urbano de Ciclismo

Sabíamos que hace un rato ya, el Velodromo del Estadio Nacional se usaba para andar en bicicletas urbanas, así que era cosa de tiempo que se hiciera este, el 1er Campeonato Urbano de Ciclismo, organizado por la Asociación de Ciclistas de Quilicura.

Fuimos a mirar, grabar, sacar fotos y compartir un poco del ambiente familiar que tenía el Campeonato. Este video corresponde a la primera fecha, las que siguen son 20 de abril y 11 de mayo de 2013, así que si se motivan con el video pueden ir.

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“nos dias d’hoje”

No dia em que se celebra como sendo o Dia Mundial da Bicicleta (para mim, todos os dias são dias), e que por coincidência de calendário é sexta-feira (para mim, todas as sextas feiras são dias de pedalada), não é coincidência a estampa que o Jornal de Notícias faz hoje a um artigo da jornalista Dina Margato sobre a procura que a bicicleta tem tido “nos dias d’hoje”.

dia mundial da bicicleta

foto sacada à donabicicleta

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can’t miss [41] seixalapedal.blogspot.pt

Testemunho II

Moro no Seixal e trabalho em Almada, e desloco-me de bicicleta!…

trajeto seixal a pedal

 

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no brevet Alto Minho

Dia de brevet, de “randonneurisse”, dia de mais uma agradável viagem pedalada. Saído da hibernação ainda não eram cinco da matina, já sentia no ar o cheiro a aventura e a Primavera. O rendez-vouz para pedalar mais de 200 km pelo Alto Minho estava marcado para as Marinhas, em Esposende. Com os preparativos concluídos de véspera, apenas me faltava vestir o fato de gala, encontrar o Armando, içar as binas para o tejadilho do carro, buscar o Tiago e juntar-me ao restantes amigos: Levi, Sérgio, Jacinto, Ricardo e Fernando.

BRM Alto Minho #1

foto: Ricardo Cruz

foto: Ricardo Cruz

O aquecimento das gâmbias fez-se ligeiro, pela EN 13 rumo a norte, ao ritmo apertado de um duo suspeito. Transformado o vento de sudoeste em pseudo nortada e as nossas bicicletas em caravelas, emparelhamos cinco randonneurs em biclas de aço, num ritmo infernal para, às portas de Viana do Castelo, se guinar abruptamente para o interior do país. Confesso que estava tão exultante que mal conseguia refrear o ímpeto, massacrando os pedais com toda a força, apenas perturbado em duas ocasiões para travar a marcha, voltar uns metros atrás e apanhar o velocímetro que teimava em soltar-se do guiador. Depois foi uma sofreguidão para reagrupar, malhando no aço da Cósmica bem acima dos 40Km/h com um sorriso doentio no rosto. Aproveitando o vento, que nos empurrou impetuosamente até Ponte de Lima, para inicio de jornada a primeira hora de pedalada foi uma verdadeira loucura. O registo carimbado no cartão amarelo não nos deixa mentir.

BRM Alto Minho #8

BRM Alto Minho #4Sob um sol preguiçoso, que vinha e que ia, sobre a histórica ponte sobre o rio Lima,  em obras e que nos obrigou a apear, à passagem por localidades com nomes curiosos, com aquele ventinho amigo, a monotonia foi zero. Tudo corria muito bem e seguimos já mais calmos, tentando entrosar e adquirir um certo senso de grupo. Acompanhamos a orla do Rio Vez e, mais uma vez, tiramos os sapatos dos pedais para, desta vez, atravessar sem solavancos uma bela ponte medieval, aproveitar a água que brotava fresca de uma fonte e para identificar o duo suspeito: o Alexandre e o Filipe. Fotos e apresentções da praxe, logo estávamos de volta à estrada para a primeira escalada a sério do dia, o Sistelo.

BRM Alto Minho #3

foto: Ricardo Cruz

BRM Alto Minho #5

O Minho é lindo, exuberante e mágico. O panorama verdejante dos vales, as casas rústicas de granito, os animais de trabalho ou selvagens a pastar na berma das estradas, o sobe e desce por belas estradas rodeadas de abundantes cascatas, o som e cores da Natureza aliviava-nos a cadência da pedalada, retomando o ritmo ali e acolá,  pedalando lado-a-lado, à conversa, até ao momento em que a curva e o declive da estrada nos calava a matraca e aquecia a carcaça. Fazer aquela subida numa bicicleta clássica com andamentos pesados foi um estirão e um privilégio. Sem dar conta dos quilómetros que passavam, as vistas do miradouro do Sistelo foi o retemperar de energias que precisava.

BRM Alto Minho #7

foto: Ricardo Cruz

BRM Alto Minho #6
Com as exigências de uma estrada perigosa e a precisar urgentemente de obras, descemos feito doidos. O nosso destino era agora Monção, para a carimbadela do cartãozinho e almoço quente e retemperador. Mesmo após o começo do BRM, a bicicleta do Levi solicitou pela enésima vez a atenção do seu dono. Não pedalava nem há 10 minutos quando teve o primeiro furo do dia. À entrada de Monção voltou a furar mas aquela roda traseira não estava bem, parecia solta e não dava garantias que chegasse direita ao fim. Reposta nova câmara-de-ar no pneu, o jeito foi aguentar e pensar levar aquela roda à bruxa. A coisa foi aguentando e não deu mais problemas até ao final da viagem.

BRM Alto Minho #7

BRM Alto Minho #13

Com o corpo renascido por uma sopinha quentinha à maneira e pães d’alho, com a viragem a oeste, rumo a Valença, foi então a vez de enfrentar com afoiteza a pequena vingança de Éolo. Pois se até ali a pedalada havia sido canja, agora haveria de ser espinhosa, com as pernas esfalfadas e a cara ao vento, para subir, descer, subir muito, descer pouco, subir mais, subir mais ainda, bulir… Os pensamentos é que voavam. E faltava ainda bastante chão pela frente quando o meu tornozelo esquerdo resmungou alguma coisa. A melhor parte da viagem estava ainda para começar.

BRM Alto Minho #12

BRM Alto Minho #14

foto: Levi Arrepia

Quase ao cimo da serra, junto ao albergue de Rubiães, tempo para outra carimbadela, outra mijadela e depois aquela sensação de quase euforia ao iniciar a descida e atravessar uma região belíssima, no meio de vales, ao longo do rio Coura, pontes, terras e verdes de muitas tonalidades e cheiros. Foi tanta sensação que deixei cair a garrafinha acabada de encher de àgua fresca e que ficou vazia.  A estrada descia e subia, muito sinuosa e muito bonita, com muitos recantos a jorrar água. Bem que desejava abastecer a garrafa mas decidi continuar a pedalada e alcançar o pessoal que ia lançado mais à frente.

BRM Alto Minho #15

foto: Ricardo Cruz

foto: Ricardo Cruz

foto: Ricardo Cruz

Em Caminha foi bom rever o azul do mar depois de tanto verde! Por alguma razão o mar me fazia crer que poderia ser um passeio no parque, por terras planas, com o aroma suave da brisa, mas dali em diante, o cansaço e o vento de sul, contrário à nossa nortada, nos transmitia a sensação reforçada que a estrada parecia não ter fim. E nem os açucares sempre confiáveis do sumo de laranja e um caminhense, um dos doces tradicionais de Caminha, nos atenuaram a produção de ácido lático nas pernas. Os derradeiros quilómetros entre Viana e Esposende foram vencidos sem grandes dificuldades ou emoções, as maiores das quais garantidas pela vontade de chegar ao ponto de partida, estampar o último carimbo no cartão e concluir mais um brevet, onde cada qual chegou ao termo a seu ritmo, a seu tempo.

BRM Alto Minho #16Depois foi tempo de retemperar o corpo com um banho, um jantar em grupo, onde a têvê me torturava com as imagens das desgraças do meu FêCêPê, que via a Taça da Cerveja por um canudo, levantada em glória pelos jogadores do Braga. Por alguma razão previ que naquele dia iria haver um vira minhoto!

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post único do dia, assim tipo presente pessoal de anos: Boyz on the Hoods| Fleche 2013 | San Francisco Randonneurs|

Boyz on the Hoods rules: Rule #1: F*ck all those other rules. Rule #6: Always ride on dirt trails when the opportunity is present. Rule #7: Only skip dirt trails if its so you can get to another dirt section sooner. Rule #9: If you’re riding in a storm through the whole night, you’re a dumb ass. Period.

assim para a próxima Flèche ficamos a saber!

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fotocycle [80] when the things get tough the tough get going

Um “teaserzinho” do que foi o BRM Alto Minho.

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ciclofilia [84] The Bicycle Academy

 

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epic behind the scenes video of Paris Roubaix

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can’t miss [40] meaghanhackinen.wordpress.com

How to Ride a Bicycle

tandem bicycle

“Start with you legs
long and gangly
push down
pull up. Repeat.

Grip the handle bars
like an old flame
you want to forget
but can’t.
Hold on tight. Don’t let go.

Look up
see how the horizon stretches.
What pictures
are etched in the clouds today?
how many eagles
how many tree tops
how many steeples
can you count?

…”

click “How to Ride a Bicycle” and enjoy a beautiful journey of poetry.

 

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assunto: Por um Código da Estrada que proteja peões e ciclistas

A melhor resposta recebida ao email conjunto enviado aos grupos parlamentares da AR.

“Caro Paulo Almeida,

Agradeço a mensagem que me envia, a par de tantas outras que nos têm chegado de muitos cidadãos preocupados com as alterações ao Código da Estrada relativas a ciclistas e peões. Creio que esta mobilização cidadã em torno dos elementos mais vulneráveis da circulação rodoviária mostra que a sociedade portuguesa exige hoje uma legislação mais atenta aos “modos suaves” de mobilidade. Isso é desde já um ganho importante num país com a história negra de sinistralidade rodoviária que infelizmente temos – e tem um importante impacto para discussão que agora fazemos.
Como creio que sabe, o Bloco de Esquerda apresentou há já alguns meses uma proposta que creio que responde à maioria das questões que coloca, e que aproveito para lhe enviar em anexo.
Ontem tivemos um primeiro debate aqui na AR, e creio que a maioria parlamentar PSD/CDS permitirá a aprovação destas propostas. Apesar do clima político marcado por grande conflito, creio, contudo, que será possível prosseguir com a discussão destas propostas no âmbito da mobilidade suave, tendo também em conta as reivindicações de cidadãos e associações que vão chegando à AR.
Qualquer dúvida ou sugestão que lhe pareça importante nesta matéria, não hesite em nos voltar a contactar.
Grata pela sua atenção, os meus melhores cumprimentos,

Ana Drago”

Aqui o anexo

Aqui a intervenção da senhora deputada no Parlamento

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