passe a publicidade [45] Early Rider Hair he Comes

Já diz o pobo, é de pequenino que se torce o pepino!!!

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faxabôre, anotar na agenda

MA 2013

Vintage, old school, chopper, cruiser, custom, fixed gear, estradeira, pasteleira, monociclo, biciclo, tricilo, what ever, traja-te da bicla que te parecer melhor e aparece dia 25 no Parque da Cidade para atravancar o Movimento Alternativo 2013.

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a bicla é fixe

beautiful ride

Em cada oportunidade, circunstância ou lugar, procuro sempre destacar os aspectos positivos do ciclismo. As bicicletas proporcionam vários benefícios: à saúde, ao nosso bolso, ajudam a reduzir o trânsito e a diminuir a poluição. As bicicletas facilitam um modo de transporte e uma opção para as pessoas. Quando sou cumprimentado à porta do prédio, do elevador, com a bicla na mão, os meus interlocutores normalmente evocam uma imagem positiva da bicicleta. No entanto, como certas coisas mesquinhas da vida, há sempre um vizinho que entende a bicicleta como algo perigoso e evitável. Pensa que pelo facto de se dar ao pedal nas estradas ou em qualquer outro sítio vai sofrer algum tipo de acidente. Tem uma imagem preconcebida que gira em torno do ciclismo, de corridas de bicicleta, de trambolhões, de lesões, e que isso é coisa de putos. Enfatizam em demasia notícias negativas que esporadicamente publicam sobre quem usa a bicicleta.

Acidentes acontecem, infelizmente, mas ao contrário de notícias trágicas diárias sobre sinistralidade rodoviária, estes são relatos invulgares, como tantos de outros tipos de acidentes, envolvendo pessoas que pedalam.

Assim, e apesar de tudo, o ciclismo tem muitos benefícios. Tem-se incentivado mais o uso da bicicleta como meio de transporte. A crescente visibilidade da bicicleta no actual contexto tem vindo a reforçar os motivos e convicções sobre a sua versatilidade no meio urbano. Para estimar a velocidade, andar de bicicleta é muitas vezes comparada, e é relativamente lenta em comparação com o carro, mas parte da razão que os não ciclistas desconhecem é que de facto a bicicleta é mais célere no centro da cidade: planeando um determinado percurso, uma rota alternativa, as bicicletas oferecem claramente muitas vantagens sobre os carros, são mais fáceis de estacionar, são mais manobráveis, são praticamente silenciosas.

Aqueles que não gostam do ciclismo e, por conseguinte, de partilhar a via com ciclistas, vão sempre servir-se, com mais evidência, de esporádicos incidentes e promover uma publicidade negativa ao ciclismo. Além das vantagens mencionadas, as bicicletas são especialmente úteis pelo seu lado positivo. Não lhes vamos dar importância, dar relevância às suas atitudes agressivas, vamos sim interagir assertivamente com eles nas estradas. Para os automobilistas de mente mais aberta, devemos chamar atenção para a polivalência que uma bicicleta pode ter e usar a nossa presença como um lembrete, para que todos observem cuidadosamente os ciclistas em todos os momentos. É o sinal de que as bicicletas estão de volta, cada vez mais integradas na sociedade e lentamente a substituir os carros. Em suma, as biclas são uma coisa boa.

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por um melhor Código da Estrada – é este o momento de agir!

Sabendo o que a casa gasta pode até cair em saco roto,  não estranhem que pense assim, mas a nossa força está na união de esforços e um “emílio” é coisa barata e que se manda nuns segundos depois de umas marteladas no teclado.

Vai ao sitio da MUBI (clica aqui), lê atentamente o que nos propõe e sê mais um cidadão deste país a recordar aos srs. deputados que, se fazemos parte da União Europeia, o Código da Estrada português está fora da legislação de outros países europeus e falha em proteger, promover e dignificar peões e ciclistas. 

“Dentro de poucos dias, a Assembleia da República irá debater e votar uma proposta de revisão elaborada pelo governo. No entanto, apesar de alguns aspectos positivos, a proposta anunciada sofre de erros e lacunas muito graves

Mas nada está ainda perdido. Se conseguirmos demonstrar esses erros e lacunas aos deputados da Assembleia, talvez os consigamos influenciar a corrigir a proposta e a produzir um novo Código da Estrada que dê finalmente a proteção que os peões e ciclistas em Portugal merecem.”

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can’t miss [39] comboiosxxi.tk

“Logicamente, regressemos ao passado”

mini-ensaio-relâmpago de Nuno Gomes Lopes

“A título de exemplo refiro o Porto (e arredores). A sua rede de elétricos (o Porto teve a primeira linha da Península) atingiu 150 quilómetros de extensão; os tróleis vieram desocupar os elétricos, e por sua vez os autocarros; o metro veio colmatar um vazio existente, custando, no entanto, mais de mil milhões de euros a instalar. Outro exemplo: entre o Porto e Vila do Conde existia uma ciclovia com mais de 25 km, paralela à EN13, desmantelada para aumentar o espaço para os carros. Por toda a área metropolitana gastam-se milhões para construir ciclovias, quando as infraestruturas existentes foram abandonadas. No extremo oposto, a rede de autoestradas foi crescendo ao ponto de sermos o país europeu com mais quilómetros per capita. É este o uso racional dos dinheiros públicos?”

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ciclofilia [83] Ser Feliz! / Be Happy!

from

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how to apply fix your bike

fixyourbike.it
Do It Your Self – Customize Your Bike

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a brincar com os resultados

Eu sempre gostei de fotografia a preto e branco. Emersos na magia do monocromático, foram assim os primordiais registos fotográficos da minha existência. Não é que seja tão velho assim, apenas mantenho boas as lembranças que o meu álbum de fotografias me devolve. Momentos belos que o olho fotográfico do meu pai foi capturando com as suas velhas máquinas, revelados e eternizados em pequenos pedaços de papel, amarelados a sépia pela passagem do tempo. Memórias desbotadas do enquadramento na nossa vida familiar, nos anos sessenta e setenta. Do encantamento e mistério desses dias, dos primeiros passos, os meus e depois os do meu irmão, dos sorrisos e das nossas primeiras pedaladas no triciclo. É um longo caminho, no espaço e no tempo até esta era do digital. Agora tudo podemos corrigir, o ruído, o balanço, a matiz, a luz, tudo. Como é muito mais simples, mais limpo e mais verdadeiro clicar na alternância do preto e do branco, do cinzento e imaginar os tons, todas as formas e sombras, humor e mistério, sem a distorção da cor. Faz-nos processar imagens na mente, adivinhar o colorido dos cenários, a cor do objecto, imaginando-nos na época com toda a sua simplicidade, colorir ou descolorir esses instantes.

red hot

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ainda é “pouca-terra” mas vai entrando nos carris!

Resolução n. 43 2013fonte: http://dre.pt/pdf1sdip/2013/04/06500/0195001951.pdf

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the pre-match biking

Serena Williams

Normalmente, não leio tudo o que mister Google me sugere. Por uma questão de preguiça mental, tempo ou pachorra, deixo que ele me faça a papinha toda e procure por mim algo específico, algo relacionado por exemplo com a bicicleta no noticiário global diário. Algumas coisas para me entreter, outras boas para possivelmente divulgar aqui.

Ora um destes dias andava eu a pesquisar à unha pela imprensa estrangeira e tropecei numa curiosa notícia sobre uma diva bem conhecida do ténis mundial. Mesmo sendo ela uma tenista de top, o foco da notícia não versava as suas conquistas no court.  As letras gordinhas diziam:  “Serena Williams rode her bike to a match to beat traffic”. Assim de repente, pensava eu ser apenas mais uma dessas notícias tingidas a cor-de-rosa, coscuvilhice pura, onde famosos se envolvem em algum tipo de acidente, ou coisa do género, no trânsito. Mas não, afinal nem só de negativo dão destaque às notícias sobre ciclistas. O relato era curto e debruçava-se sobre a forma serena como a desportista fintou um enorme engarrafamento em Key Biscayne, na Flórida, para chegar a tempo e horas a um jogo desse importante torneio.

Aparentemente, ela tinha apenas oito minutos para chegar ao local do torneio, mas não tinha maneira de chegar lá porque a estrada principal estava entupida com o transito parado. Para se safar, o seu primeiro pensamento foi pedir ao staff do hotel um carrinho de golfe. Sendo de circulação ilegal na via pública, claro está que o carrinho foi imediatamente descartado. Depois de também recusar o motor de uma bicicleta eléctrica, aceitou de bom grado a proposta de ir a pedalar até ao torneio, respondendo: “’I really don’t do bicycles, but I will today.”!!! Nem arrisco a tradução, mas o facto é que a necessidade fez a ocasião. Serena pode não ter o hábito de ir a pedalar para os torneios mas desta forma acabou por descobrir a melhor opção e, sobretudo, ela gostou: “Foi muito divertido. Esta será provavelmente uma das minhas melhores memórias, ir de bicicleta para um jogo. Isto é muito fixe. “

Nem sei porque Serena demorou tanto para descobrir as vantagens e alegrias de utilizar a bicicleta como meio de transporte! A bicicleta seria até benéfica como forma de treino! Bom, esta é mais uma evidência em como pedalar uma bicicleta é o ideal para ultrapassar o trânsito engarrafado, e faz todo o sentido até para a sobranceira “carrocultura” americana.

“The pre-match biking didn’t seem to have any ill-effect on Serena. She defeated Morita 6-3, 6-3.”

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