tendência outono/inverno

ciclistas de inverno

O inverno está rigoroso. A chuva e vento fortes têm fustigado este cantinho à beira mar plantado. Em outras latitudes é o frio extremo e a neve que cai. Esses factores climatéricos adversos alteram o modo de vida das pessoas e para os que usam a bicicleta em distintas circunstâncias, torna-se factor impeditivo de continuar a pedalar. Significa simplesmente uma espécie de hibernação à bicicleta, porque nem todo o ciclista ocasional quer lidar com roupa molhada e estrada escorregadia. Ok, compreendo.

Apesar do número considerável de pessoas que penduram a bicicleta, nem todo mundo vê o clima tempestuoso como um impedimento para alterar as suas rotinas. Com apenas uma indumentária apropriada, assumindo comportamentos preventivos, é apenas mais uma temporada, talvez um outro desafio, mas nada que impeça de seguir o seu caminho de bicicleta. Nestas condições, aos olhos de quem nos gaba, somos uma alma corajosa que usa o transporte na bicicleta de forma inteligente. Os ciclistas de qualquer estação destacam-se dos restantes, cujo comportamento ousado não é alterado por um qualquer cenário climatérico. Mas para muitos não passamos de uns tipos malucos!

Ainda assim, apesar dos riscos, há algo tranquilo e natural em deslizar as rodas silenciosas de uma bicicleta através da chuva, do gelo e da neve. Estes elementos são a lembrança que ocupamos o mundo natural e, como o mundo selvagem, as nossas origens não estão arraigadas aos motores e à tecnologia. Andar de bicicleta não é inteiramente natural, mas é mais perto da natureza do que os veículos motorizados. Para aqueles que são corajosos e não se incomodam com a chuva, com o vento e o frio, o ciclismo pode e deve ser uma actividade para todo o ano. Pedalar no inverno é estimulante. É cansativo, mas é ao mesmo tempo divertido.

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condicionado, engarrafado, um enfado!…

Quem melhor me conhece sabe que sou um ferrenho ciclista mas também pego num volante quando dele necessito, assim numa espécie de condutor de fim-de-semana. Esta dualidade me dá um ponto de vista que não é visto por quem anda exclusivamente de cú tremido. Na bicicleta ando sempre com mil olhos, atento aos automobilistas. Observo-os enquanto pedalo ao lado deles. Analiso o seu comportamento, tento ter alguma noção do que pensam, se estão atentos ou se têm a cabeça noutro lugar. Este é o meu procedimento típico quando estou a pedalar mas é também este o hábito que retenho quando entro no meu carro e por alguns momentos visto a pele de automobilista. Aí, procuro não ver apenas carros mas quem os conduz e os seus ocupantes, especialmente quando estamos a penar num engarrafamento.

cãopiloto

Semana de Natal, fiz-me à estrada para uma viagem. Esperava mais trânsito do que o habitual, mesmo sendo Domingo de manhã, e não é que os meus receios nem demoram muito a ser confirmados! Quando dei por mim lá estava eu, no meio de um engarrafamento, no acesso à auto-estrada e à ponte. Uma fila de carros parados à frente, outros ao meu lado. Ninguém se mexia. Numa rápida espreitadela no espelho uma fileira crescente de carros se formava atrás de mim. A massa moveu-se e eu arranco, lentamente para rodar só um par de metros. O condutor em linha, atrás de mim, deixa espaço e logo uma alma aventureira acelera e surripia-lhe a vaga. Para/arranca. Para/arranca. Naquele momento pensava na sorte que teria caso estivesse na minha bicicleta. Estar parado na fila com um motor em marcha lenta era estranho às minhas experiências de ciclista. Comecei a agitar-me com a minha impaciência. Trocava de estação no rádio para passar o tempo e murmurava contra o tipo que, dois carros à minha frente, deixava os espertos da faixa esquerda entrar na fila. Meia hora naquilo e nem duzentos metros havia rodado. Por um par de vezes o telefone e a sua teleobjectiva quebrou-me a monotonia. Caem umas pingas… mas não eram de chuva! A condutora à minha frente decidiu lavar o pára-brisas e borrifar o meu. Neste ponto, começo a bater o pé de impaciência. Olhei para ela com o meu olhar mais penetrante, sem sucesso. A fila ressuscita mas a tipa não, acha necessário olhar para si mesma no espelho e antes retocar o rouge do que meter a primeira! E lá vai buzinadela para lhe chamar a atenção, antes que lhe chame outra coisa qualquer. Lentamente a fila começa a andar, começo a ter mais espaço e passados cinco minutos, finalmente, já estava na auto-estrada, a entrar na ponte.

Piso molhado, desatenção, velocidade, excesso de confiança, qualquer que tenha sido o ingrediente a receita é sempre a mesma. A experiencia da condução aprende-se com a prática. Um jovem atinge a maioridade e pode se habilitar à condução, fazer parte do trânsito, mas o hábito não faz o monge e como tal também se aprendem os maus hábitos. A convivência na estrada trás à tona todos os nossos defeitos. A intolerância, a arrogância, a falta de civismo, que transforma as pessoas, toma conta das nossas acções onde qualquer motivo irreflectido é rastilho de pavio curto e um ateio para o desastre. O veículo é a extensão do condutor, uma ferramenta que ele ou ela pode usar para intimidar, uma arma para matar. Uma vez na estrada, como peão e ciclista, a minha vida depende da vontade e das acções de terceiros. Dentro dos limites do aço não temos imunidade contra a casualidade, lembrem-se disso.

Olhei de soslaio para os carros acidentados e, com alívio evidente, sigo em frente pela via desimpedida. Um par de quilómetros à frente um outro acidente, três carros enfaixados em cadeia na via de sentido contrário, e o consequente engarrafamento em formação. Depois na minha mente fiz uma nota: na próxima saída para as compras natalícias, não importa onde, não importa com quem, não importa o resto, vou na bicicleta.

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [10] A poluição deve ser taxada?

A cidade do Rio de Janeiro aprovou em 2013 uma lei que pune quem joga lixo na rua. Essa iniciativa tem como objetivos: Diminuir o risco de entupimento de bueiros, o trabalho de limpeza dos garis/limpadores de rua e melhorar a qualidade dos espaços públicos. Passou a ser multado quem fosse flagrado a jogar no chão papel de bala/rebuçado, chiclete e bituca de cigarro por exemplo.

Tal lei gerou alguma controvérsia mas pode-se dizer que foi muito bem aceita pela população1,2. Uma legislação semelhante é a que obriga o dono do cão a limpar a sujeira que seu bichano faz no espaço público. Outra lei cada vez mais comum, que se baseia na mesma lógica, é a proibição de fumar em lugares fechados.

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Figura 1 – “Por que você não para de matar pessoas através do fumo passivo… seu idiota.” Fonte: http://goo.gl/i8uxKX

Mas qual a relação desses exemplos com o título do texto? A relação é a poluição. E porque algumas pessoas concordam em multar esse tipo de poluição, muito visível, e são tão reticentes quando se cogita taxar a poluição automóvel?

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Figura 2 – Suicídio. Liberdade. Fonte: http://goo.gl/DJXe4W

Graças à engenharia automóvel que temos hoje a poluição quase nos passa despercebida e quanto mais novo e bem cuidado o carro é, menos se sente os gases que ele emite. Mas imaginemos uma situação hipotética: Se a poluição automóvel fosse sólida? Ou líquida? Ou os gases tivessem uma cor e cheiro muito fortes? Será que nos preocuparíamos mais?

A poluição atmosférica automóvel é quase invisível. Está aí no ar e nos nossos pulmões, todos nós sabemos, mas é preciso avisar que ela existe pois não se vê. E esse compromisso coletivo de ignorar a poluição (ou aceitá-la, mesmo a contragosto) faz com que a humanidade pague, através das doenças respiratórias principalmente3,4,5,6.

Em 20077,8 a União Europeia recomendou ao estados-membros a adoção de políticas de tributação ao automóvel que considerassem a geração de dióxido de carbono (CO2) de cada veículo. Portugal fez sua parte e atualmente considera o nível de poluição gerado pelo veículo, além de outros fatores, para determinar os impostos sobre a aquisição (Imposto Sobre Veículos – ISV) e posse anual (Imposto Único de Circulação – IUC). Tal medida é importante mas não limita o uso indiscriminado dos veículos. No Brasil a legislação é mais atrasada e complexa e não considera as emissões de CO2 para determinação do valor a ser tributado.

Tanto no Brasil quanto em Portugal os combustíveis não são tributados tendo em conta a geração de CO2 e sim outros critérios. Esse tipo de imposto existe em alguns países e se chama taxas de carbono9,10,11.

Por mais alto que sejam os impostos sobre a aquisição e a posse, nada disso impede que o motorista gaste um litro de gasolina para comprar um litro de leite. Para limitar o mau uso do automóvel é preciso aumentar o custo da viagem e não do veículo. Uma viagem casa-trabalho por exemplo é composta pelos seguintes custos:

  • Estacionamento na origem (casa) e no destino (trabalho);
  • Eventuais Portagens/Pedágios;
  • Combustível;
  • “Micro” Degradação e Depreciação do veículo;
  • Custos externos: Poluição sonora, atmosférica; ineficiente ocupação do espaço público; custos sociais do rodoviarismo (acidentes, degradação de infraestruturas, congestionamento) e outros.

Depende então de cada governo decidir o que se deve taxar para reduzir o mau uso do automóvel e suas consequentes externalidades. Geralmente a resposta mais óbvia é taxar (mais) os combustíveis, tendo em conta a geração de CO2.

Taxar (mais) o combustível é sempre difícil. Muita gente deve ter insónia quando é anunciado um aumento do combustível. Porém a tendência é piorar. Não sou especialista no mercado do petróleo mas não vislumbro no futuro próximo uma redução do preço da gasolina ou gasóleo/diesel, muito pelo contrário, tendo em conta estudos que apontam para o fim do petróleo barato ainda na nossa geração12,13. E taxar (mais) os combustíveis é complicado pois invariavelmente o aumento seria repassado aos produtos e serviços que dependem dos transportes, ou seja, quase tudo.

Na minha opinião, deve-se sim taxar os combustíveis tendo em conta a geração de CO2, mas há também outras boas alternativas. Taxar o estacionamento, uma medida que surte muito efeito no destino principalmente, e portajar/pedagear os centros das cidades (ex.: Londres, Estocolmo, Singapura) ou reduzir/gerir melhor a rede viária disponível são outras opções. Todas essas medidas fazem parte das políticas de Gestão da Demanda/Procura de Transporte, ou em inglês TDM: Transport Demand Management. Tema que irei abordar no próximo texto.

Respondendo então a pergunta: A poluição atmosférica gerada pelo automóvel deve ser taxada? Sim. O poluidor deve ser taxado, tendo por base o princípio do poluidor-pagador14. Deve-se sim taxar a aquisição, posse do automóvel e os combustíveis, mas fundamentalmente deve-se limitar as viagens desnecessárias de automóvel através de medidas de incentivo ao transporte público e modos suaves e desincentivo ao transporte individual.

Finalmente acho que devemos nos afastar do discurso do aquecimento global e preservar o meio ambiente simplesmente porque sim. Devemos cuidar bem da nossa casa chamada planeta Terra.

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Figura 3 – “Veículo Zero Emissões” Fonte: http://www.andysinger.com/bikesample7.html

Referências:

1 http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/lei-multa-mais-de-100-no-rio-por-jogar-lixo-na-rua

2 http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/09/programa-lixo-zero-combate-quem-suja-ruas-do-rio-de-janeiro.html

3 http://pt.euronews.com/2013/10/29/cancro-causado-pela-poluicao-governos-devem-agir/

4 http://www.dailymail.co.uk/health/article-2465699/World-Health-Organisation-names-air-pollution-main-cause-lung-cancer.html

5 http://www.who.int/gho/phe/outdoor_air_pollution/en/

6 http://www.publico.pt/ciencia/noticia/poluicao-do-ar-causa-cancro-diz-organizacao-mundial-de-saude-1609483

7 http://recipp.ipp.pt/handle/10400.22/851

8 http://www.acea.be/images/uploads/files/20120329_TaxGuide2012Highlights.pdf

9 http://www.greencarreports.com/news/1084541_beijing-adds-pollution-tax-to-fuel-to-curb-huge-smog-problems

10 http://en.wikipedia.org/wiki/Carbon_tax

11 http://www.vtpi.org/carbontax.pdf

12 http://en.wikipedia.org/wiki/Peak_oil

13 http://www.youtube.com/watch?v=CWY1klGVon0

14 http://en.wikipedia.org/wiki/Polluter_pays_principle

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fotocycle [108] visitporto.travel

visit Porto Travel

Fotografia: Joaquim Oliveira

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a Costureira Cilcista, um “can’t miss” especial

a costureira ciclista

A dica do Ricardo Cruz lá no antro ciclo-urbano português levou-me a acelerar a pedalada e visitar o atelier da costureira ciclista, a oficina de costura de Cátia Fonseca onda borda palavras ao ritmo criativo da sua máquina, uma Dahon Curve, que a leva a pedalar pelas ruas da capital e depois moldar textos de linhas bem humoradas onde enfia a agulha em ponto “para tentar mudar essa cultura carro-dependente”.

Pois, tirou-me bem as medidas, gostei bastante do que li e logo abotoei um botão ali na lapela do lado direito, para as minhas visitas diárias.

Com o devido atrevimento, abro o zipper para o corta e cose do momento, o de tanta hostilidade na convivência dos automobilistas com o novo código da estrada.

Parabéns Cátia, é uma (nova) regalia 😉

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can’t miss [77] globonautas.net

Tajiquistão – sabes guardar um segredo?

globonautas

“Há alturas em que tenho a sensação de estar num sítio maior do que nós e a nossa compreensão das coisas, um sítio tão para lá do espaço, do tempo, da dimensão real… um sitio à parte, como uma catedral de proporções infinitas com tecto de céu. É como se a nossa presença ali fosse um sacrilégio, que os ruídos dos solavancos das bicicletas, o chiar da correntes com a falta de óleo, as respirações ofegantes nas subidas, os nossos corpos sem dias de banho – quando tudo ali devia ser pureza,  excepto o som das admoestações do vento, do canto efervescente da água  no seu longo percurso rumo ao oceano, do chilrear dos pássaros com o seu picotar agudo do silêncio. A estrada que pedalámos de Khorog a Shuroabad rumo a Dushanbe, atravessa um desses sítios raros, onde nada importa, só o que nos rodeia. Um sítio onde nos esquecemos de tudo para viver apenas no seguimento do que se encontra ao longo do que a estrada trilhou.” […]

(as fantásticas aventuras da Joana e do Nuno, da Nova Zelândia a Portugal em bicicleta, são desvendadas aqui)

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can’t miss [76] aseasyasridingabike.wordpress.com

 

Not dangerous

screen-shot-2013-12-30-at-23-36-09 Continuar a ler →

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os Reis da Estrada

“No dia 14 de Julho de 1880 foi disputada a primeira corrida de bicicletas em Portugal, precisamente na Foz do Douro entre Matosinhos e o Castelo da Foz. A organização deste evento ficou à responsabilidade do recém fundado Clube Velocipedista Portuense que nasceu do entusiasmo que as bicicletas provocaram nesta cidade.

Vemos portanto que a marginal da cidade invicta junto à Foz é desde há mais de uma centena de anos, palco para eventos de recreio e desporto ligados à história da bicicleta.

Com esta ideia em mente, a Invictus Cycle United e O Veterano Cyclista uniram-se para proporcionar aos velocipedistas portuenses, e não só, um evento inspirado nos passeios do passado com jogos e bicicletas do passado neste exacto local histórico — o Jardim do Passeio Alegre.

O ponto de partida é pelas 11 horas da Rotunda da Boavista, descendo depois pelas avenidas históricas da Boavista e Marechal Gomes da Costa até à marginal da Foz para um picnic e convívio do século passado com jogos tradicionais da malha e fisgadas ao alvo. Vai haver também a presença dum fotógrafo da Invictus Real e C.ª a registar retratos para Cabinet Cards dos velocipedistas trajados e acompanhados das suas machinas.

Posto isto, vamos então celebrar a véspera de Reis a pedal e com um sentimento de nostalgia pelos nossos veteranos cyclistas dos tempos de outrora.”

Reis da estradafonte: http://forum.amigosdaspasteleiras.com

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relatório e contas

Alteza
Porque opto pela bicicleta como meio de transporte urbano e muitas vezes extra-urbano em detrimento do carro? Porque gosto de andar de bicicleta e essa é a principal razão. Depois tem muitas outras, como por exemplo o gozo que é passar pelo trânsito parado e pensar “olhem-me estes patetas!”. Além de não ficar preso no trânsito, vale sempre a pena repetir várias outras razões em que todos retiram benefícios, só de viver e conviver na bicicleta: O acto de pedalar e a boa sensação que é aquela corrente de ar no rosto que nos liberta o bom humor; A melhoria da forma física e de qualidade de vida, argumento válido para a nossa saúde; A consumição que se tem em constantes engarrafamentos, a perda de tempo à procura de estacionamento, são alguns exemplos dos custos e aborrecimentos que não se têm na bicicleta, e daí a razão deste blogue: partilhar, divulgar e dar força a um certo activismo em prole deste fascinante meio de transporte.

Usando a bicicleta com consciência, orientado a pedalar no trânsito de forma segura, ajuda ao convívio mais amigável entre automobilistas e ciclistas. Está comprovado que quando há mais ciclistas nas ruas há menos acidentes. Numa cidade onde há pessoas a caminhar, a circular de bicicleta, há mais respeito mútuo. Ajuntamentos urbanos com mais gente a pedalar são comprovadamente comunidades mais solidárias. Por essas e por outras razões, mais gente pedala pelas cidades, pela minha cidade. Melhores dias virão, essa é a tendência, esse é o desejo.  E é com esta nova legislação o mote para que cumpramos a nossa cota parte de responsabilidade, como por exemplo evitar erros ainda cometidos por muitos de nós que insistem em pedalar em contra-mão e nos passeios, até porque o seguro morreu de velho! Devemos respeitar o peão e cumprir com inteligência as regras de trânsito.

A todos os leitores deste blogue, para quem muito me honra publicar, desejo boas pedaladas, boas festas, bom ano…

vimeo 2014

foto: Vimeo

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can’t miss [75] bbc.co.uk

Cycling 770 miles non-stop on a 100-year-old bike with onions

Drew Buck1

“The Paris-Brest-Paris race is said to be one of the hardest long distance cycle races in the world.

A 770 mile (1,280km) round trip – cycling through the night – which has to be completed in under 90 hours.

Of the 5,000 Lycra clad cyclists who line-up for the challenge, nearly a thousand do not make it.

But Drew Buck, a 65-year-old from Somerset, has not only completed it six times but done it on a 100-year-old bike dressed as a traditional Breton onion seller – known as an Onion Johnny.
…
Drew Buck onion seller

keep reading his story, straight from Café René

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