relatório e contas

Alteza
Porque opto pela bicicleta como meio de transporte urbano e muitas vezes extra-urbano em detrimento do carro? Porque gosto de andar de bicicleta e essa é a principal razão. Depois tem muitas outras, como por exemplo o gozo que é passar pelo trânsito parado e pensar “olha-me para estes patetas!”. Além de não ficar preso no trânsito, vale sempre a pena repetir várias outras razões em que todos retiram benefícios, só de viver e conviver na bicicleta: O acto de pedalar e a boa sensação que é aquela corrente de ar no rosto que nos liberta o bom humor; A melhoria da forma física e de qualidade de vida, argumento válido para a nossa saúde; A consumição que se tem em constantes engarrafamentos, a perda de tempo à procura de estacionamento, são alguns exemplos dos custos e aborrecimentos que não se têm na bicicleta, e daí a razão deste blogue: partilhar, divulgar e dar força a um certo activismo em prole deste fascinante meio de transporte.

Usando a bicicleta com consciência, orientado a pedalar no trânsito de forma segura, ajuda ao convívio mais amigável entre automobilistas e ciclistas. Está comprovado que quando há mais ciclistas nas ruas há menos acidentes. Numa cidade onde há pessoas a caminhar, a circular de bicicleta, há mais respeito mútuo. Ajuntamentos urbanos com mais gente a pedalar são comprovadamente comunidades mais solidárias. Por essas e por outras razões, mais gente pedala pelas cidades, pela minha cidade. Melhores dias virão, essa é a tendência, esse é o desejo.  E é com esta nova legislação o mote para que cumpramos a nossa cota parte de responsabilidade, como por exemplo evitar erros ainda cometidos por muitos de nós que insistem em pedalar em contra-mão e nos passeios, até porque o seguro morreu de velho! Devemos respeitar o peão e cumprir com inteligência as regras de trânsito.

A todos os leitores deste blogue, para quem muito me honra publicar, desejo boas pedaladas, boas festas, bom ano…

vimeo 2014

foto: Vimeo

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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3 respostas a relatório e contas

  1. gerardopereira diz:

    Republicou isso em Gerardo Pereira.

    Gostar

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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