“cumpre-se assim o objectivo maquiavélico de espalhar mais um vídeo sobre bicicletas na internet!”

E prontos, num corta e cose matreiro cumpro a cota parte de espalhar a palavra do guru da megastore, da cicloficina, das fotografias aos ciclistas… que anda de Bicicleta no Porto e arredores.

 

 

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fotocycle [110] escape

escape

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fotocycle [109] tipo, quem pedala à chuva pisga-se

quem pedala à chuva

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can’t miss [78] aviagemdosargonautas.net

Elogio simples da bicicleta – por Manuela Degerine

Um Café na Internet

…

“Para além de contribuir para a nossa qualidade de vida, a bicicleta é igualmente um objecto estético e poético. Vinícius de Moraes chama centauresas às ciclistas. (Balada das meninas de bicicleta). A bicicleta transforma-nos não só em centauros mas igualmente em pégasos: dá-nos asas. Seja qual for a nossa idade, podemos seguir a injunção do poeta: Bicicletai, meninada.

Bicicletemos, então…”

(depois da prova, degusta todo este saboroso texto aqui)

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ciclofilia [106] Cycles – A Short Film About Passion, Culture and Craftsmanship

Cycles conta a história daqueles que dedicaram as suas vidas ao ciclismo em Itália. Este filmezinho conta a história de vários entusiastas da bicicleta, como o lendário Alberto Masi (construtor de quadros desde 1960), a Ciclística Milano e Iride Modena, que sempre sonharam e construir biclas e que vivem pela filosofia de que cada bicicleta conta a sua própria história. Presta atenção e vê o que é preciso dedicar na vida a esta paixão.

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textos de Marcos Paulo Schlickmann [11] TDM – Gestão da Demanda/Procura de Transportes

Durante muito tempo se acreditou que a demanda/procura de viagens (deslocações casa-trabalho principalmente) por automóvel era somente suprida com mais oferta de infraestrutura: rodovias, estradas, estacionamento. Nada mais lógico não é? Com o aumento da procura aumenta-se a oferta.

Aliado a isso, o apelo à liberdade que o automóvel vende e o fato de ter sido popularizado, com o Ford T, num país que tenta colocar a liberdade individual acima de tudo, os Estados Unidos da América, questionar a procura (ou tentar regulá-la) e o uso crescente do automóvel era de certa forma questionar a liberdade individual. Todos tinham direito a ter um carro, combustível, estacionamento e estrada e o governo não devia tentar influenciar negativamente a disseminação deste mantra: carros para todos.

Porém os técnicos rapidamente começaram a perceber uma regra muito básica relacionada à infraestrutura de transportes: o espaço para construir estradas e pavimentar a cidade é finito. Não há simplesmente espaço para construir indefinidamente faixas, elevados, túneis, duplicação, triplicação, quadruplicação, 5 pisos de estacionamento subterrâneo, redução de calçadas, demolição de prédios…não há espaço infinito para o rodoviarismo1,2! Isso sem contar os demais custos que o rodoviarismo cria: poluição e demais externalidades.

https://www.youtube.com/watch?v=HyaAB2R5un8

Nas décadas de 70 e 80 começaram então a surgir políticas que limitavam e regulavam o uso do automóvel. É verdade que tais políticas afetam infelizmente quem tem mesmo que usar o carro mas tal desvantagem não é culpa das políticas em si, e sim do sistema democrático que não pode favorecer e diferenciar uns usuários dos outros.

Aos poucos uma nova forma de resolver os problemas do transporte começou a surgir. O foco mudou da oferta para a procura. Foi criado um grupo de políticas chamado de TDM: Transport Demand Management3,4 (também Travel Demand Management, Traffic Demand Management). Em português: Gestão da Procura/Demanda do Transportes.

fig.1

Figura 1 – Espaço ocupado por cada tipo de veículo: Carro, Ônibus, Bicicleta. Fonte: http://www.sutp.org/component/phocadownload/category/60-tc-tdm?download=41:tc-tdm-en

TDM consiste em um conjunto de medidas que visam gerir melhor a demanda/procura de transporte, principalmente as viagens automóveis com um só ocupante. As medidas podem ser divididas em duas categorias, uma representando as medidas que “empurram” ou forçam a mudança de comportamento (medidas push ou vara) e outra representando as medidas que “puxam” ou convidam à mudança de comportamento (medidas pull ou cenoura). As medidas podem também ser conjugadas ou levadas em separado, podem ser integradas com transporte público e também podem ser adaptadas para cada cidade. Abaixo vou listar as principais.

Medidas que puxam/convidam (Pull – mais leves, não forçam muito a decisão de mudar os padrões de viagem):

  1. Melhoramento das condições para pedestres/peões;
  2. Melhoramento das condições para ciclistas;
  3. Melhoramento das condições do transporte público;
  4. Informação em tempo real sobre o transporte (incluindo o tráfego);
  5. Car pooling (partilha de viagem);
  6. Car sharing (partilha do automóvel);
  7. Táxi partilhado;
  8. Incentivo monetário a quem polui menos;
  9. Propaganda enaltecendo pedestres, ciclistas, usuários do transporte público.

Medidas que empurram (Push – mais pesadas, forçam a decisão de mudar os padrões de viagem):

  1. Pedágio/Portagem urbana (espacial ou temporal);
  2. Eficiente regulação do estacionamento (espacial ou temporal);
  3. Taxas no combustível (Taxas de carbono);
  4. Redução/gestão da rede viária (espacial ou temporal);
  5. Pedonalização de ruas;
  6. Proibição de tráfego a carros muito poluentes.

De certa forma, toda iniciativa que vise o não crescimento ou a diminuição do uso do automóvel pode ser considerada uma iniciativa TDM. Porém a grande vantagem dessas medidas é que podem ser pontuais, alterações específicas em certos bairros e pontos da cidade ou em certos períodos do dia, ou gerais, uma alteração das políticas de base de um governo a respeito de como encarar a mobilidade e os transportes, quais meios incentivar, quais desincentivar.

Nos próximos 3 textos irei escrever sobre 3 medidas TDM que mais me interessam: Pedágio/Portagem urbana, eficiente regulação do estacionamento e incentivos monetários a quem polui menos.

Há ainda outras medidas com o mesmo propósito das TDM. São as políticas de coordenação entre o uso do solo e os transportes, que irei falar num próximo texto.

 

Referencias:

1 http://antp.org.br/website/noticias/ponto-de-vista/show.asp?npgCode=B7717B45-CA32-4F83-802B-6C4FB95AB5FE

2 http://www.antp.org.br/website/noticias/ponto-de-vista/show.asp?npgCode=DB9FBBFC-4BDD-4A38-9A85-A4ED35845A46

3 http://www.sutp.org/component/phocadownload/category/60-tc-tdm?download=41:tc-tdm-en

4 http://www.vtpi.org/tdm/

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uma espécie de biclassistência em viagem!…

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socorristas a pedais, heróis em acção em Trafalgar Square

Dando reposta a qualquer situação de emergência num limite de 8 minutos,  em Inglaterra os paramédicos driblam os engarrafamentos, pedalando nas bicicletas ambulância para salvar vidas.

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“primeira pedalada nesta bicicleta da telefonia”, a TSF Bike

“Começa esta grande viagem da volta das bicicletas à rádio. E como todas as maratonas, por mais longas que sejam, começam sempre com a primeira pedalada, e esta é a primeira pedalada nesta bicicleta da telefonia. Vamos pegar nesta máquina maravilhosa de equilíbrio instável, mas de uma grande paixão e nunca mais a vamos largar, agarrados a este guiador, com a corrente ligada, os travões afinados e os pneus cheios.”…

E porque tudo o que passa, passa na TSF, dá uma volta de bicicleta nesta telefonia sem fios. Vamos dar uma volta com José Silva, a seguir o Miguel Barroso dá uma volta pelo renovado código de estrada e por fim o grande ciclista José Maria Nicolau volta a “malhar ferro”.

“Hoje nesta primeira edição vamos saber das mais frescas sobre o código da estada que entrou em vigor à uma semana, as bicicletas têm prioridade sobre muita coisa” […]

TSF Bike, a primeira pedalada nesta bicicleta da telefonia. Destaque à entrevista de Miguel Barroso. Sintoniza aqui.

huffy-radio-bike-350

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info da PSP sobre as alterações ao CE

partilhado da página do Facebook:

info PSP

“O novo código da estrada confere mais direitos e liberdades aos condutores de velocípedes (bicicletas) harmonizando o quadro jurídico aos padrões europeus. Mas existem responsabilidades acrescidas para os utilizadores deste meio de transporte, nomeadamente a legislação geral do código da estrada na sinalização vertical, nos semáforos, nos atravessamentos de faixas e vias, no uso de sistemas de iluminação para a rectaguarda e frente da bicicleta. Por isso, se gosta de usar a sua bicicleta, bem vindo à cidade, conduza com precaução, respeite os utentes da via, use e abuse da sinalética com os braços e usufrua dos seus direitos.”

(via Grupo de Discussão da MUBI)
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