ontem e hoje

Quem viu o dia de ontem e vê o dia de hoje! É uma diferença abismal e não me refiro apenas às condições climáticas com que me deparei esta manhã à saída de casa. Acabadas as mini-férias da Páscoa e reabertas as escolas, uns pingos de chuva bastaram para que a ruas se entupissem de carros. O tráfego automóvel praí que quintuplicou. Ontem, vi ruas livres de trânsito e um sol luminoso que me cumprimentou logo pela manhã. Hoje, um céu cinzento, macambúzio como alguns automobilistas que desesperavam pelo tempo perdido nos engarrafamentos.  E eu? Claro que vim para o trabalho na bicicleta e bem equipado para o momento. Vim nas calmas e por todos eles passei com a felicidade estampada no rosto. O tempo entre ontem e hoje? Ora, demorei o mesmo!

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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3 respostas a ontem e hoje

  1. Anónimo diz:

    Eu adoro andar de bicicleta. Quando eu saí da escola isto nos anos 60, eu tinha os meus 17 anos e a prenda da minha mãe foi uma bicicleta, eu quase dormia com ela, na altura morava em Lisboa, e vinha ali para o Campo Grande onde tinha umas grandes pistas para eu andar. É verdade, belos tempos em que as nossas mães nos grandes presentes era a bicicleta a prenda nº 1. Hoje reparo que a maioria das mães o presente nº 1 é oferecer um carro. Tenho um amigo meu que ofereceu ao seu filho por ele passar o 12º ano um carro, para que seu filho vá agora para o instituto de mercedes, sim tinha que ser um mercedes para as miúdas verem. Enfim… obrigado mãe por me teres dado uma bicicleta.

    É verdade Paulo, ontem (segunda-feira) de manhã andei pela marginal Matosinhos e Porto e, estava um sol radiante embora fresquito, de tarde fui (ida e volta) de bi até Santo Tirso, fui pela serra da Agrela, maravilha.

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  2. paulofski diz:

    Quem pedala assim não se cansa. Boas pedaladas amigo Jacinto.

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  3. Pingback: o nosso amigo Jacinto | na bicicleta

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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