escritinho* [2] Rua das Flores

* sem tirar nem por

fino como o alhoah, pois sou!

Publicado em escritinho | Etiquetas , , , , , , , , | Deixe um comentário

can’t miss [114] pedalacores.org

Qual a medida do respeito?

velocidades

… “Entretanto, no que diz respeito às distâncias, nos Açores as coisas são um pouco diferentes. O que é logo ali para quem vive no continente torna-se “do outro lado da ilha” para quem vive por cá. De fato as distâncias aqui têm outra dimensão, se é que isso é possível. Talvez a física quântica explique.

Como muitos já devem saber, o Código da Estrada foi alterado em Portugal e no começo de 2014 entraram em vigor novas regras que discriminam positivamente os ciclistas e peões e, a exemplo de outros países da Europa, foi introduzido o princípio do Utilizador Vulnerável.

Não é preciso ser muito inteligente para se entender que quando ocorre a colisão entre um carro (ou um pesado) e um ciclista (ou um peão) o mais prejudicado é o ciclista/peão por ser mais frágil, por ter uma menor massa, por não ser feito de metal, etc… não é uma física muito complicada.

Felizmente, o Código da Estrada é um só e quer seja aqui nos Açores, quer seja na Madeira, quer seja nas Selvagens ou ainda no continente as regras são as mesmas e um metro e meio é invariavelmente 150 centímetros.

A natureza de algumas estradas nos Açores obriga a atenção redobrada de condutores de veículos e velocípedes. Tanto o número de carros nas estradas quanto o número de bicicletas têm vindo a aumentar mas infelizmente a consciência de muitos condutores não evoluiu tanto quanto estes números.”…

(excelente artigo para ser lido na integra, aqui)

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , | Deixe um comentário

ciclofilia [120] Mi bici

Ejercicio repentina otoño 2014.

from 23 hours ago

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , , , , , | 1 Comentário

fotocycle [147] castanhas e bicicletas…

… quentes e boas 🙂

castanha no S. Martinho

Publicado em fotocycle | Etiquetas , , , , , , , , | 1 Comentário

do busílis a questão, e porque não uma “bia berde” para bicicletas!?

CAPA_BUS
De acordo com um artigo que li recentemente no portal de notícias da Câmara Municipal do Porto (CMP), seis meses após a implementação da medida de partilha de 14 corredores bus com motociclos e ciclomotores foi avaliada de forma positiva. “Em média 42% dos motociclistas utilizam os corredores bus sem aumento da sinistralidade”, considerou a vereadora responsável pelo pelouro da Mobilidade, Cristina Pimentel. “Os primeiros seis meses foram considerados de experimentação numa zona piloto da cidade e foram acompanhados por um estudo da Universidade do Porto, que vai aferir as vantagens para o escoamento de tráfego, podendo o projeto ser alargado ao resto da cidade. A autarquia espera fazer um balanço definitivo daqui a um ano”, lê-se na  notícia.

Atendendo ao menor fluxo de veículos que por elas circulam a CMP decidiu por bem “abri-las” aos motociclos. Com as vantagens inerentes ao mais rápido e eficiente escoamento de tráfego, dos transportes públicos, táxis, veículos prioritários e de emergência, julgo que seria de todo o interesse ser aproveitado o momento para liberalizar os corredores bus também às bicicletas. Como ciclista ávido, não é segredo para ninguém que defendo a “abertura” dos ditos corredores aos ciclistas. Uma faixa bus convertida ao ciclista é melhor que várias ciclovias. Sem rodeios e considerando ser mais seguro e vantajoso para mim, sempre que me dá jeito prevarico e coloco lá as rodas da minha bicicleta. Pelo menos até agora tenho tido a simpatia e consideração dos motoristas, tanto dos autocarros como dos taxistas.

O esboço rodoviário das cidades foi sendo desenhado em função do automóvel. Raramente é pensado o incentivo ao uso da bicicleta, beneficiando o ciclista ou dando atenção à sua protecção. Sendo que para um ciclista urbano o mais lógico é optar pela melhor e mais confortável alternativa de percurso, descuidando muitas vezes a própria segurança e o caminho mais curto, porque não quer encarar uma subida mais íngreme ele vai optar pela via mais amiga das suas pernas, porque a bicicleta não tem motor. Estes corredores geralmente ocupam a faixa mais à direita da rua, sendo que em alguns casos também aproveitam o corredor central de avenidas para o rápido fluxo de veículos prioritários. Sabemos que nas cidades onde a utilização de bicicletas é incentivado o desenvolvimento do sistema rodoviário está a ser adaptado às necessidades do ciclista. Cada sistema tem a sua função, eficiência e lógica, privilegiando a segurança e a fluidez. Um exemplo disso, e considerando o Porto uma cidade moderna, julgo ter sido esse o objectivo da CMP quando por exemplo construiu uma pista especial no canteiro central do troço final da Avenida da Boavista, para depois, entre a zona da Fonte da Moura e a zona do Foco, esse corredor, antiga via exclusiva dos eléctricos, passar a ser uma via reservada aos transportes públicos e veículos prioritários!!!

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

Aliviar o congestionamento do tráfego exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, como as bicicletas. Reduzir o tempo de viagem e os níveis de emissão de CO2, além de aumentar os níveis de segurança, exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, diminuindo o uso do automóvel. Sendo esta medida um “incentivo à transferência do automóvel para o motociclo e a diminuição do tráfego automóvel como meta a atingir” esse objectivo tem de passar pela utilização da bicicleta. Talvez não acredite que por via dessa medida muita gente vai começar a utilizar a bicicleta em meio urbano, de qualquer forma a expansão de vias prioritárias ao ciclista vai permitir que os ciclistas assumam a cidade com segurança. Mais ciclismo e melhor uso da bicicleta vai tornar a vida na cidade melhor para todos, vai aliviar os congestionamentos urbanos, melhor transporte público e consequentemente melhorar a vida dos automobilistas.

Publicado em 1 carro a menos | Etiquetas , , , , , | 3 comentários

do tipo, pelos caminhos de Portugal

(de : Chaves – Faro em bicicleta, na Estrada Nacional número 2).

EN2, me aguarde que eu, um dia ou mais, a vou usar.

Publicado em filme | Etiquetas , , , , , , , | 2 comentários

can’t miss [113] dn.pt

A bicicleta não é só para passear. Também dá para trazer móveis do Ikea

Ana Pereira e Bruno pedalam pelas ruas da cidade de Lisboa desde 2005 Fotografia © Jorge Amaral/Global Imagens

Ana Pereira e Bruno pedalam pelas ruas da cidade de Lisboa desde 2005 Fotografia © Jorge Amaral/Global Imagens

“Cansaram-se do trânsito ou ter uma vida mais saudável. As razões são várias e fazem aparecer cada vez mais ciclistas urbanos. Transformar-se num pode custar em média 500 euros

Diz o ditado que a necessidade aguça o engenho. Aqui foi a curiosidade. Há cinco anos que Joana Janeiro, criadora da marca Bashô Cycling Club, trocou o carro pela bicicleta para andar nas ruas de Lisboa. O click aconteceu numas férias em Copenhaga (Dinamarca). Quando regressou a Portugal viu que não queria outra coisa: “O sentimento é de liberdade. Não há nada melhor do que pegar na bicicleta e sentir o ar fresco na cara, descobrir ruas que de outra maneira não conheceríamos, de ter um contacto com a cidade tão diferente.”

Ana Pereira, 33 anos, tem várias preocupações, mas ouvir o trânsito não é uma delas desde 2005, quando tornou a bicicleta o seu meio de transporte diário. Andava na faculdade no Monte de Caparica, vivia em Oeiras e tinha quatro transportes públicos pelo meio e filas de trânsito no IC19 quando acompanhava Bruno, o seu namorado. “Estávamos fartos de sermos tão dependentes do carro.”…”

(podes ler o artigo completo do DN aqui)

Publicado em can't miss it | Etiquetas , , , , , , , | Deixe um comentário

ao rodar os pedais

Logo pela manhã é fantástico sentir a bofetada do vento na cara. Despenteia os nossos sentidos, criando estímulos que alimentam o corpo, a mente e a imaginação. O furor dos aromas que me invade as narinas. O candeeiro do sol que ilumina expressões carrancudas nos rostos das pessoas. Um medley sonoro da natureza e do cagaçal urbano, campainha que nos fica na cabeça por muito tempo. Eu não dou à chave, dou aos pedais e aproveito cada momento.

ao rodar os pedais

Publicado em o ciclo perfeiro | Etiquetas , , , , , , , | 1 Comentário

ciclofilia [119] get on your bike

“When you find your cycling niche you never look back, whether it’s BMX or Road bikes you stand by your ride. You might even say biking has a tribal mentality.
In the cycling world there’s not just one type of bike that rules all. Check out the different cycling tribes”

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , , , | Deixe um comentário

devagar se chega de longe

De Hossegor até Peniche de bicicleta e pelo ambiente

de Hossegor até Peniche
… “Podes não ter dado pela passagem deles por Peniche, mas Oscar Garcia e Javier Ramírez Gil estiveram lá. Isto depois de terem cumprido 1.600 km de bicicleta. O ponto de partida foi em Hossegor, onde estiveram durante o Quiksilver Pro France, e a meta foi a capital da onda.

Fizeram cerca de 80 km por dias e pelo caminho reuniam-se com escolas de surf, surfistas proeminentes e líderes cívicos locais. Ambos pertencem à Coge3, organização que procura alertar para o problema da poluição ao longo da costa do Atlântico, tentando mudar mentalidades.

Agora que terminaram a heróica jornada, a história é contada pelo site da ASP, a quem concederam uma entrevista que podes ler aqui.”

(aventura chegada daqui)

all the way from Norway….

viver o Porto
“esta bicicleta já me tinha chamado a atenção numa rua mais acima, estava o seu dono ainda a sentar-se nela à saída da Fnac da Baixa. a quantidade de mochilas e sacos foi o que me deu nas vistas, e eu ao passar por ela ainda pensei “vou ver se ele me deixa fotografá-lo”, mas achei que o enquadramento nem era o melhor, nem eu tive à-vontade suficiente para o abordar, por isso segui.

um pouco mais abaixo apanhei-o aqui, eu deste lado da rua, um pouco à frente da Tubitek, ele às voltas com o mapa em cima da bicicleta.

mesmo sem lhe pedir, desta vez fotografei-o.

segui o meu caminho para fotografar um hostel bem perto dali (fotos em breve no blog), e no final, quando me ia a despedir do rapaz da recepção, eis que vejo vários sacos e mochilas pousadas no chão, e o mesmo senhor que tinha fotografado, ali, sentado, a fazer o check-in:).

mostrei-lhe as fotos claro, e fiquei a saber que veio de bicicleta desde a Noruega!!! estava a chegar ao Porto vindo de Espanha, e não me soube dizer os kilómetros que já tinha feito porque o conta kilómetros dele tinha avariado.”

(cicloturista encontrado aqui)

Viagens que inspiram – Globonautas

globonautas

“Viajar é uma das melhores coisas no mundo, e como não sou diferente de ninguém, adoro viajar, conhecer novos sítios, embrenhar-me no modo de vida dessa cidade.

E quando não dá para viajar, adoro perder-me nos sites de viagens e conhecer outros lugares através dessas pessoas. Há uns tempos atrás tive conhecimento de uma dupla que é aqui de Leiria, que são uns verdadeiros aventureiros. Viajar o Mundo é uma coisa que muitos gostariam de fazer, outros já fizeram e foi a melhor experiência que tiveram. E agora, quem dá a volta ao Mundo numa bicicleta? É completamente impossível, é de loucos. Pensam vocês.

À primeira vista parece de doidos sim, mas a verdade é que a Joana e o Nuno terminaram ontem uma viagem que tem tudo para ser épica, nos últimos dois anos e nove meses pedalaram mais de 29.000 kms, em Janeiro de 2012 aterraram na Nova Zelândia, e a 5 de Outubro de 2014 chegaram à cidade que os viu crescer.

Se ficaram curiosos para conhecer esta e outras aventuras deste casal, podem visitar a página de facebook e o site do projecto.”…

(esta dupla aventureira viajou daqui)

Publicado em divulgação | Etiquetas , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário