lançamento Editorial x Velo Culture

lançamento Editorial Velo CultureFoi há uns dias a festa de lançamento da bicicleta O Editorial x Velo Culture & corrida vadia em Matosinhos amenizadas pela Jameson…

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fotocycle [149] mirando o mar

miramar

Lenda do Senhor da Pedra

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can’t miss [116] aecentroncamento.pt

Trapalhão Rodoviário

ESER Trapalhão Rodoviário

“A ESER – Escola de Segurança & Educação Rodoviária, inserida no Serviço de Educação do Município do Entroncamento, é um espaço dedicado à Educação e tem inevitavelmente a função de dar a conhecer às crianças durante o período de crescimento, condições de liberdade, assegurando a transmissão dos valores humanos, sendo esta função de quem assume um projeto educativo numa comunidade.

Desenvolvida na íntegra pela ESER – Escola de Segurança e Educação Rodoviária do Entroncamento, esta mini-série é constituída por oito episódios que são apresentados pela mascote da ESER, o Trapalhão Rodoviário, que conta com a ajuda dos “Heróis da Segurança” que são as crianças que visitam esta escola.”

Todas as semanas, foi sendo divulgado um novo episódio da mini-série com um tema diferente. Os vídeos centram-se num objetivo muito específico, onde a mensagem da prevenção rodoviária é transmitida à comunidade pelas próprias crianças:

Episódio 8 – A História do Código da Estrada

Episódio 7 – O Sinal de STOP

Episódio 6 – O que são as Ciclovias ?

Episódio 5 – Andar de Bicicleta

Episódio 4 – As Regras do Ciclista

Episódio 3 – Viajar de Automóvel

Episódio 2 – Os Sinais Para os Peões

Escola de Segurança e Educação Rodoviária do Entroncamento Apresentou Blog e Mini Série “Espaço Informação da ESER”

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ciclofilia [121] BikeWorks

“A short video doc for the non-profit orginization Bike Works located in Columbia City.”

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sua Alteza não é só vaidosa!

Alteza de visita a casa-mãe
Fazia tempo que não levava Sua Alteza numa visitinha à casa-mãe. Ontem ao final do dia levei-a lá, não só para um tratamento de beleza há muito prometido, cravar-lhe uma chapa na testa sobre aquele autocolante escarafunchoso,  mas também para uma espécie de despedida do local onde pela primeira vez viu a luzes da ribalta, a velha/afamada/carcomida casa de bicicletas e acessórios, conhecida loja/oficina/antro-de-bons-caminhos com 70 anos de existência, ou como a conhecemos há bem menos tempo. E a valente aguentou firme a pequena cirurgia, só não conseguiu esconder um chiar de calços nos travões na hora do adeus. O edifício da escarafunchosa/antiga/mui-nobre Velo Invicta aka oficina do Capas Peneda vai entrar em obras e tornar-se uma cena do tipo restaurante/bar/sei-lá-mais-o-quê! Estando a velha casa na afluência dos bares da animada movida nocturna tripeira, não resistiu às tentações do negócio. Foi-me dito entre fontes de ferrugem e poeira que a oficina propriamente dita irá permanecer por lá, acanhada entre o negócio da restauração a arranjar bicicletas e, para quando reabrir, que o novo espaço terá nas rodas de amigos, bailarinas e copos à pala do Barbosa!

Para memoria futura/melancolia/choro compulsivo, fica o meu album de fotografias de bons momentos passados na veloloja, a mais famosas e antigas do país:

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com chuva ou sem chuva, molho ou sem molho, o prato do dia é Massa Crítica

Porto, Praça dos Leões, 18:30/19h

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can’t miss [115] transportespublicos.pt

No seu blogue Transportes públicos, Nuno Gomes Lopes faz uma análise lúcida e pertinente dos quase 17km de uma via de comunicação fundamental para o Grande Porto. Em Junho de 2014, entre os presidentes das câmaras do Porto e dos concelhos que serve de fronteira terrestre, Matosinhos, Maia e Gondomar, traçaram planos de requalificação para a Circunvalação, passando pela criação de interfaces, pelo desvio de algum trânsito, criação de ciclovias, linhas dedicadas para autocarros, para além de todas as questões ambientais, como a criação de espaços verdes.O modelo de financiamento para esta obra não está ainda definido, podendo passar pelos quatro municípios, pela Junta Metropolitana ou por fundos comunitários.

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fotocycle [148] dourando a pílula…

… ou como este belo instante à beira Douro me adoça e cuida de uma irritante constipação.

pôr de sol à beira Douro

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passe a publicidade [65] Mud Cycles

Obra-prima de madeira a pedais

Mud Ovar
Ninguém diria que numa recôndita rua de Ovar nascem bicicletas de madeira feitas para proporcionar a melhor experiência a quem gosta de pedalar. Sendo o nosso Município, o titular do prémio da Mobilidade em Bicicleta 2014, não há desculpa para não o fazer.

É ali na rua Marechal Zagalo que fica a oficina da Mud Cycles e é lá que se vem desenrolando uuma aventura que durou mais de um ano a desenvolver.

João Baptista, responsável da Mud Cycles, conta que, em primeiro lugar, teve de pensar no aspecto que queria imprimir à bicileta: “Para o ‘design’ da bicicleta e do respectivo quadro, inspirei-me nos triciclos de madeira que eram antigamente usados pelos miúdos”…

Mud cycles Ovar
… “A MUD Cycles, fundada em 2011, dedica a sua atividade à conservação, restauro e redesenho de bicicletas. A marca produz bicicletas clássicas que se destacam pelas suas formas e estética simples, a combinação de peças recuperadas com peças manufaturadas de raiz, origina modelos únicos, sem nunca perder o estilo vintage.

Assim, a marca pretende proporcionar uma ligação ao mundo das duas rodas através do minucioso restauro de bicicletas com passado bem como através da exploração de novos conceitos de mobilidade.

Agora que cada vez mais cidades do mundo se preparam para optimizar e dinamizar o uso da bicicleta nos seus centros urbanos, a MUD Cycles quer afirmar-se no mercado nacional e internacional como produto português de qualidade.

O preço de uma Mud ronda os 2.000 euros, preço final de venda ao público.”

(podes ler o artigo completo em http://www.ovarnews.pt)

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no bom sentido

Os ciclistas variam consideravelmente no que consideram ser para si um risco e o quanto estão dispostos a arriscar. Seja para tomar um atalho e encurtar o percurso ou para economizar energia, quem pedala está indo na direcção errada quando circula em contra-mão e assim contraria o sentido numa rua de sentido único. Dependendo do volume de tráfego e da configuração rodoviária, além de ilegal circular em contra-mão em certo tipo de ruas pode ser perigoso. Aí, a existência de ciclovias seria certamente uma opção segura. Em outros casos, ruas que vão na direcção certa mas que são um percurso tortuoso, incentiva o ciclista a optar por outro caminho, mais nivelado mas ainda mais tortuoso.

Enquanto os ciclistas devem cumprir as regras de trânsito, como qualquer outro veículo, e porque as estradas foram projectadas para servir os automóveis, há momentos em que estes não encontram outra alternativa a não ser desobedecer às regras. Embora entendendo o objectivo do ciclista, a sua abordagem desnecessariamente arriscada, eu próprio já passei por essa experiência em várias ocasiões e, obviamente, transgredi. O espaço urbano dado aos carros cresceu em demasia e embora isso tenha acalmado significativamente, por exemplo com a construção de passeios mais largos, raras são as ciclovias que existem em ruas de sentido único e que permitem aos ciclistas circular em segurança na direcção oposta do tráfego normal, a fim de ter acesso a um outro caminho, estrada ou outra ciclovia.

A bicicleta geralmente encaixa-se um pequeno espaço ao longo de uma rua ou estrada de sentido único, permitindo a passagem normal dos carros que nela circulam. Os passeios são muitas vezes uma segunda escolha para evitar circular em sentido contrário. Apesar de ser “ilegal”, no sentido amplo da palavra, com esse comportamento errado os ciclistas arriscam em demasia a sua integridade física, a dos outros, como podem provocar desnecessários problemas aos automobilistas que com eles encaram de frente. Ok, tudo o que fazemos na vida envolve riscos e recompensa mas cada um de nós tem de pesar os riscos que estamos dispostos a assumir. Alguns calculam menos esses riscos e, ignorante ou conscientemente, entregam o seu destino nas mãos de outros. Andar de bicicleta desta forma é andar numa roleta russa. E depois existe sempre a alternativa que é, com um certa dose de coragem, desmontar da bicla e empurrá-la a pé.

one way street

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