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fotocycle [162] chasing the sun
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Etiquetas bicicultura, ciclismo urbano, ciclistas urbanos do Porto, fotografia, Massa Crítica, motivação, musicol, Porto
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can’t miss [132] ocorvo.pt
A conquista de aprender a pedalar aos 74

“Lucinda Vinagreiro, uma professora do ensino secundário já reformada, inscreveu-se num curso da Câmara Municipal de Lisboa para mais uma tentativa de aprender a andar de bicicleta. Desta vez, aos 74 anos, conseguiu vencer o medo e começou mesmo a pedalar. E já bateu um recorde. Foi a participante com mais idade. O Corvo foi assistir a uma das aulas destes cursos, que a autarquia ministra desde 2012 e já ensinaram 300 pessoas a circular de bicicleta.
Texto: Fernanda Ribeiro”…
Podes ler saber mais sobre o testemunho da Lucinda, e como decorreram as aulas do Curso de Aprendizagem de Condução de Bicicleta promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, aqui, n’ocorvo.
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can’t miss (131) pt.blastingnews.com
‘Rui Costa: O maior inimigo do ciclista são alguns automobilistas’
“P. A prática do ciclismo amador tem aumentado exponencialmente em Portugal. Como vê esse fenómeno e que conselho dá aos praticantes?
R. Sei que tem havido um enorme aumento e fico feliz por isso. O meu conselho é que se gostam mesmo desta modalidade que se apliquem ao máximo. Não é uma modalidade fácil, mas com talento, empenho, trabalho e honestidade consegue-se estar entre os melhores.
P. Qual o maior inimigo de um ciclista profissional? E qual é o seu maior aliado?
R. O maior inimigo são alguns automobilistas e o maior aliado talvez seja a natureza.
P. Se for possível, deixe uma mensagem aos seus adeptos, que vêem no Rui um dos maiores nomes do desporto em Portugal.
R. Eu digo sempre que não tenho fãs, tenho amigos. Se me apoias, meu amigo és. Por isso, a todos os meus amigos, quero enviar um enorme abraço de gratidão por todo o imenso apoio que me dão ao longo da época. As vossas palavras e incentivo dão-me uma força extra. Obrigado, amigos!
(Podes ler a entrevista na íntegra aqui)
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a par, em par com os carros
Na bicicleta, não há nada mais stressante do que sentir a opressão do trânsito. Andar de bicicleta acarreta algumas situações arriscadas, bem sabemos, mas se algumas estão directamente relacionadas com o nosso comportamento, muitas outras são deliberadamente ocasionadas pela acção directa de automobilistas que não ajudam. Quando não conhecem ou simplesmente se estão a borrifar para os direitos dos ciclistas, a postura ideal na estrada, a nossa reacção perante essas situações, é o “truque” eficaz e legal para a nossa segurança.
Dentro da faixa de rodagem, afastado q.b. da berma, tanto quanto possível deveremos estar o mais visíveis possível, “obrigar” o automobilista a abrandar e, quando ao nosso lado, respeitar a distância de metro e meio. A recente legislação aprovou uma distância de segurança em torno do ciclista, no entanto se o ciclista for empurrado, obrigado a andar o mais próximo à borda da estrada, isso não é seguro para si. Ele tem o direito à utilização plena da estrada.
Alguns mais impacientes vão-nos amaldiçoar por estarmos ali, vão buzinar ou mesmo acelerar para expressar a sua arrogância. Temos pena. Se estamos ali é porque a posição do ciclista na estrada é fundamental para a sua segurança. A postura a par com outro colega ciclista obriga o tráfego a abrandar e então proceder à ultrapassagem a uma velocidade segura.
![Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]](https://nabicicleta.com/wp-content/uploads/2015/05/doublfilephoto.jpg?w=640)
Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]
Este excelente artigo do bikewalknc.org contém interessante informação que explica porque teimam os ciclistas circular a par, em par com os automobilistas.
[…]”Cyclists must obey traffic signals and stop signs just like any other driver. These traffic controls divide intersection time among different directions of travel and effectively limit the traffic throughput at the intersection. Riding double file reduces by half the time required for the group to get through an intersection, reducing light signal cycles and delay for other road users as well.”[…]
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can’t miss [130] mubi.pt
Câmara do Porto persiste em manter uma solução perigosa para as bicicletas na Avenida da Boavista

“A MUBi reuniu várias vezes, entre janeiro e abril de 2014, com a Câmara Municipal do Porto, a propósito da mobilidade em bicicleta na cidade. Foram quatro importantes reuniões, com a Vereadora da Mobilidade, Cristina Pimentel – tendo também estado presentes, em alguns dos encontros, os vereadores da Inovação e Ambiente, Filipe Araújo, e do Urbanismo, Correia Fernandes – e equipas técnicas, em que se considerou que uma nova etapa se estava a abrir na cidade. Políticos e técnicos camarários ouviam finalmente os utilizadores da bicicleta.
A auscultação e envolvimento da associação, no desenvolvimento das infraestruturas e, em particular, de uma ideia de cidade, augurava uma postura política aberta à participação pública de forma continuada e dialogante, a exemplo do que acontece nas melhores práticas europeias. Quer-se pois acreditar que foi de boa-fé que a MUBi foi chamada a reunir-se com o executivo e os técnicos, no início de 2014.
Nos encontros com a câmara do Porto, a MUBi manifestou a sua extrema preocupação com a solução que foi adotada para a requalificação da Avenida da Boavista. Nessas reuniões, a MUBi fez uma apresentação, onde justificou por que é que algumas das soluções implementadas na avenida são extremamente perigosas, estando perfeitamente catalogadas nos manuais técnicos da especialidade como tal, e já foram abandonadas há muito pelas boas práticas europeias. Consequentemente, a Câmara Municipal do Porto não as deve adotar a não ser que queira pôr em causa a segurança de pessoas para “mostrar obra”, o que é profundamente irresponsável e lamentável. A formalização de uma faixa ciclável encostada ao estacionamento automóvel, sem qualquer tipo de proteção, e descontínua, acentuada pela intermitência da cor do pavimento, torna a infraestrutura dedicada às bicicletas inútil e perigosa, como se pode verificar na fotografia:
…
Por todas estas razões, e antes que algo de muito grave aconteça, a MUBi para além de alertar, mais uma vez, para os perigos da solução, e para as responsabilidades que podem ser assacadas à Câmara do Porto (por lesões ou morte de pessoas e negligência nas disposições quanto à segurança rodoviária), exige que sejam restabelecidas as condições mínimas de segurança, conforme é aconselhado em qualquer manual básico de desenho de infraestruturas para bicicletas.”
(podes lêr o artigo completo no site da Mubi)
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reciclando [9] se aprende na infância e nunca mais se esquece

Aprender a andar de bicicleta faz parte das primeiras conquistas que temos. É uma das mais importantes aprendizagens, quase como ficar em pé e aprender a andar. Se não compreender a psicologia inserida no contexto então não entende e não sabe pedalar.
No tempo das nossas mães muitas “primeiras bicicletas” não tinham rodinhas. O curso intensivo começava nas bicicletas grandes, nas pasteleiras dos adultos com o selim a roçar o quadro. Apesar de parecer o contrário, aprender a andar numa bicicleta tão grande tem as suas vantagens. A primeira delas é a confiança na destreza do adulto que auxilia. Quando esse adulto era o pai nunca se aprendia tão depressa a técnica do equilíbrio. Sempre mais temeroso que a descendente, ele lá ia agarrando vigorosamente o guiador querendo comandar tudo. Mas quando era o tio que segurava o ombro, aprender a andar de bicicleta era diversão garantida. A segunda é o sentimento de algo conquistado, a intuição forte num corpo tão franzino querendo dominar um meio de transporte tão absurdamente desproporcionado. As demais vantagens estariam no desafio, nos tombos, dos quais se coleccionavam pequenos arranhões, nas risadas e nas horas alegres passadas em boa companhia. As aulas resumiam-se a três momentos: pedir ajuda para subir na bicicleta, começar a rodar e depois sentir um ligeiro e não tão delicado empurrão, deixando-se ir aos zigue-zagues tentando equilibrar-se. O problema era quando o movimento terminava e era preciso rodar os pedais. Para quem começava a aventura-se numa garupa de duas rodas, equilibrar e pedalar ao mesmo tempo não é tarefa fácil. E por mais que se tentava adiar o tombo era sempre certo, mas lá ao fundo do estradão havia sempre um monte de mato seco que amaciava o trambolhão. As esfoladelas não passavam de troféus, e o tio ria-se, esperando que ela se levantasse e voltasse a empurrar a bicicleta para com persistência repetir a proeza.
A teimosia e a aprendizagem possibilita a liberdade de pedalar pelos campos verdes e estradas poeirentas da vida, que a bicicleta nos permite alcançar, e que se transformaram em memórias preciosas dos jovens que somos hoje.
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escritinho* [4] caixinhas de surpresas
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passe a publicidade [71] Campagnolo – The Revolution continues
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can’t miss [129] exame.abril.com.br
Força no pedal! Como as bikes estão mudando 10 capitais
Transformação sobre duas rodas
A criação de vias exclusivas para bicicletas, um veículo limpo e sustentável, está longe de receber a atenção que merece nas grandes cidades brasileiras. Mas, pedalando, é possível chegar lá.
É o que mostra o recém lançado livro “A Bicicleta no Brasil”, que fornece um panorama atualizado da ciclomobilidade a partir do olhar daqueles que defendem (e adotam) as magrelas como meio de transporte em 10 capitais.
Obstáculos não faltam no caminho dos ciclistas, especialmente em um cenário que favorece o transporte individual e motorizado. Mas, pouco a pouco, com a mobilização social e as pressões crescentes por melhorias, a distância entre os gestores públicos e as demandas de grupos organizados tem diminuído.
É um pouco dessa revolução sobre duas rodas que você poderá conferir clicando nas fotos.”
…
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o ancoradouro/varadouro, e agora, velodouro da Cantareira
Faz tempo, havia aqui anunciado que o secular edifício hospedeiro da escarafunchosa/antiga/mui-nobre Velo Invicta aka oficina do Capas Peneda iria entrar em obras para se tornar numa cena do tipo restaurante/bar/sei-lá-mais-o-quê. Pois muito bem, confirmei ontem mesmo que a veloloja, das mais famosas e antigas do país, irá permanecer de portas abertas provisoriamente num noutro local também in da Cidade Imbicta, ou seja, na Foz do Douro lá para os lados da Cantareira mais propriamente na rua do Passeio Alegre, onde o rio beija o mar, onde os pescadores enrolam as redes e os reformados gastam tardes a bater umas cartas. É mesmo, a mítica Velo Invicta abancou-se numa velha casa entre vários outros negócios, na afluência de hordas de ciclistas, urbanos e de fim-de-semana, que alegremente pedalam de um lado e para o outro. Não é certo que o novo espaço terá bailarinas e copos mas certamente mister Barbosa e sus muchachos estarão por lá, quase sempre prontos a dar uma afinaçãozita às nossas meninas.
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![Motorist perception of bicyclist position and available passing space. [Graphic: Keri Caffrey]](https://nabicicleta.com/wp-content/uploads/2015/05/4lane-position-visibility-groups-01-300x265.jpg?w=640)









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