fotocycle [214] caminho

A estrada não é apenas um caminho, é algo mais do que isso, algo mais que nos leva ao conhecido. Um caminho conduz-nos para outros lugares, que nos esperam para serem descobertos. Um caminho ensina outras coisas, dando-nos a oportunidade de aprender algo novo. Um caminho que se divide em outros caminhos, acompanhados por esplêndidas paisagens e povos fascinantes. E o fim do caminho faz-nos deter perante algo extraordinário, sentir a paz envolvente, com aquela que está sempre comigo, fiel companheira, que me leva e guarda os meus segredos, compartilhando novas aventuras. E depois?! Depois dou a volta e sigo o meu caminho, pelo mesmo caminho.

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fotocycle [213] rotina de adepto

Há um certo fascínio olhar ao redor enquanto pedalo do trabalho para casa: o rio, o casario, os símbolos que as pessoas colocam ao vento. Uma espécie de vislumbre sobre a vida dos outros, e andar de bicicleta é uma boa maneira de o fazer. Lenta o suficiente para que possa parar e fotografar, rápida o suficiente para chegar a casa, pegar na bandeira e seguir de metro para o jogo no Dragão. Tudo facilitado por uma bicicleta.

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uma boa razão; uma boa ideia; uma boa notícia

Do Cabo da Roca ao Cabo Norte em bicicleta por um mundo melhor

“Pai e filha recém licenciada decidem fazer, de forma sustentável, a ligação entre o Cabo mais a Ocidente da Europa (o Cabo da Roca, em Portugal) e o Cabo mais a Norte (o Nordkapp, na Noruega) com um objetivo e uma razão.

Não queremos viajar só porque sim! Um dia tivemos conhecimento de um projeto que tem o nome de “Living Peace“, do movimento dos Focolares e logo achámos que tínhamos aqui uma boa razão, decidindo assim encetar esta iniciativa, também nós com o objetivo de promover a Paz e a Unidade Universal entre as pessoas. Desta forma o trajeto está desenhado de modo a passar pelo máximo de países Europeus bem como pelos quatro maiores santuários Cristãos: Fátima, Santiago, Lourdes e Vaticano. A esta distância temporal não podemos afirmar que contactaremos com o Papa Francisco, ainda assim acreditamos nessa possibilidade que está a ser tratada com o devido tempo.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://ppl.com.pt/pt/amu/living-peace)

Jovens voluntários vão patrulhar Albergaria-a-Velha

““Patrulheiros” é o nome do projecto-piloto, desenvolvido pelo município de Albergaria-a-Velha, que vai levar os jovens da cidade a estar atentos a tudo o que se passa. Sobre duas rodas, os jovens voluntários vão “reportando ocorrências nas áreas florestais” e vão auxiliar “os peregrinos do Caminho de Santiago e de Fátima na passagem pelo concelho”, diz a Câmara em comunicado.

Nuno Ferreira, chefe de gabinete do presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, afirma que as equipas ainda estão em formação. “As patrulhas (de duas pessoas) vão começar já durante o mês de Agosto”, reitera. Para já, estão a ser preparados 10 jovens para patrulhar a cidade, nas cinco bicicletas disponibilizadas pela Câmara.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)

Mais de 10 mil viagens de teste registadas na rede de bicicletas partilhadas de Lisboa

“A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) informou nesta segunda-feira que se registaram, em mês e meio, mais de 10 mil viagens de voluntários e convidados na fase de teste da rede de bicicletas partilhadas.

“Continuamos a transformar Lisboa numa cidade mais acessível com a ajuda de todos. Sabemos que ainda há muito caminho pela frente, mas já percorremos muitos quilómetros. Na verdade, já foram feitas mais de 10 mil viagens com o Lisboa Bike Sharing”, refere a EMEL, numa nota nesta segunda-feira enviada aos utilizadores.

A fase de teste do projecto arrancou a 21 de Junho, com a EMEL a estimar que durasse um mês. Contudo, deverá continuar a decorrer.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)

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a Volta está de volta…

90 anos, os que a Volta a Portugal em Bicicleta comemora, fazem-se de muitas histórias. Ao longo dos milhares de quilómetros que, desde 1927, deram a conhecer o país aos próprios portugueses somaram-se episódios que tornaram singular cada edição da Volta a Portugal.

Numa volta pelas recentes notícias, divulgando reportagens e histórias à volta da Volta a Portugal em Bicicleta, que arranca hoje de Lisboa na sua 79º edição, podes ler algumas clicando nos links dos títulos:

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cartaz estival

‘O Livro da Bicicleta’ Miguel Barroso

“Estamos à conversa com Miguel Barroso, e os filhos, que escreveu ‘O Livro da Bicicleta’. No livro enaltece e dá dicas sobre este meio de transporte eficiente, saudável e económico.”

(podes ver o vídeo em: sic.sapo.pt/Programas)

Cycle Chic e Mercado da Vila animam Vilamoura | 3 a 6 de Agosto

“A 6.ª edição do Vilamoura Cycle Chic, que se realiza no sábado 5 de agosto, a edição de verão do Mercado da Vila de 3 a 6 de agosto, prometem animar o fim de semana de Vilamoura, um dos destinos de férias mais concorridos do verão algarvio.

O Cycle Chic é um passeio de bicicleta que vai espalhar glamour e boa disposição pelas ciclovias de Vilamoura no final da tarde de sábado, dia 5. Uma atitude natural perante o uso da bicicleta como meio de transporte. Gente normal, com roupa casual, a utilizar a bicicleta, para ir de um ponto para o outro, de forma rápida e sustentável. O conceito “Cycle Chic” surge muitas vezes associado a cidades como Amsterdão, Copenhaga, Berlin, Paris, e outras do norte da europa e não só, onde a bicicleta é vista como um meio de transporte usual, vestindo a mesma roupa que se utilizaria para ir a pé ou de automóvel, ao invés de equipamentos específicos como capacetes e lycra, em geral associados ao ciclismo desportivo.

O ponto de encontro é junto ao hotel Tivoli Marina Vilamoura, às 18h00. Para participar basta apresentar-se de bicicleta.” […]

(podes ler a notícia completa em: planetalgarve.com)

UBI vai disponibilizar 100 bicicletas elétricas

“Estão abertas online as pré-inscrições para o aluguer de bicicletas elétricas que serão disponibilizadas à comunidade académica da Universidade da Beira Interior (UBI) no decorrer do próximo ano letivo.

Vão estar disponíveis 100 bicicletas para serem utilizadas por estudantes, professores, investigadores e funcionários da UBI nas suas deslocações num raio de aproximadamente 30 quilómetros.

Com esta participação no Projeto U-BIKE Portugal, que fornece as bicicletas, a UBI “contribui para a promoção da mobilidade urbana sustentável e para um ambiente mais limpo, através da redução das emissões de carbono”. Vai ainda “facilitar as deslocações da sua comunidade entre as cinco faculdades e as zonas residenciais, amenizando as características próprias de uma cidade de montanha”.” […]

(podes ler a notícia completa em: (jornaldofundao.pt)

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fotocycle [212] máquina sem mudanças de humor

Não fiquei indiferente aos seus pneus murchos. Sua Alteza permaneceu pendurada e foi negligenciada neste último par de meses. Assim que lhe rodei os pedais, entendi aquele ranger de dentes, e não era desafinação! Era mesmo ferrugem na engrenagem. Algumas lufadas em cada uma das válvulas, uns pingos de óleo na corrente, bastaram para a tirar daquela modorra. Bastou querer para que me deixasse levar pelo seu singular encanto. Voltar a sentir aquela mistura estranhamente convincente de hipster e velocipedista à antiga. Tirei-a do suporte, aperaltei-me e saímos de mão dada para a missa de domingo.

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acção gera reação

Quem ainda não viveu a experiência de estar dentro de um veículo parado no meio do trânsito? Uma enorme seca, não é!? Felizmente estou pouco habituado, mas um destes dias penei vários minutos ao volante, num vagaroso pára-arranca por eternos minutos que até tive vontade de desprender a bicla que tinha presa ao tejadilho do carro e furar pelo engarrafamento. Mas também não ia longe com a pedalada pois estava “preso” numa auto-estrada. Então, aproveitei para passar da melhor maneira o tempo perdido e fui fazendo alguns estudos informais do que à minha volta ia vendo, especialmente os comportamentos dos condutores e cenas relacionadas com a sua condução e educação.

cãopiloto

O que desde logo me desviou do aborrecimento extremo foi observar o tempo de reacção dos que “sofriam” à minha frente. Uma observação interessante e uma constatação que provavelmente não é surpreendente: o mais stressado é aquele que sempre se atrasa mais. Um caso clássico de quem se acha esperto e incapaz de controlar a fleuma, sendo rápido a mudar sistematicamente de faixa, porque acha que ganha tempo com isso, e depois de conquistar o espaço lá vem de novo o extravasar de frustrações quando dá conta que a fila pára e se vê ultrapassado pelos que havia ultrapassado! Torna-se uma espécie de competição, onde ninguém se respeita. Obcecados contra stressados para não dar uma nesga aos aventureiros, não vá o outro ter a mesma ideia, e se o da frente não arranca logo, demora uma eternidade a reagir porque está a pensar na morte da bezerra ou distraído com os seus brinquedos electrónicos, lá sai uma buzinadela e uma caralhada. Daí até ao incongruente road rage é um instante!


Além da habilidade natural, o que é uma diferença óbvia entre pessoas ao volante, provavelmente haverá um grau invisível de diferença entre nós, como a acuidade visual, o estado de humor e a saúde física. É interessante notar que as características especiais e pessoais dos condutores respondem pelo seu comportamento, e nem mesmo escondidos por uma caixa metálica que os encobre, os maus condutores são fáceis de reconhecer. Provavelmente, haverá uma disparidade de tempo de reacção mediante a capacidade, reflexos e variáveis extrínsecas à pessoa, mas respeito que é bonito na estrada pouco se vê. Para não facilitar e evitar o acidente, cada qual será sempre responsável em reduzir essa disparidade, melhorar comportamentos, estar atento e antecipar a reacção.

Claro que tenho de comparar esta prática com a minha experiência de condução, sobretudo na perspectiva que tenho do selim. O exemplo mais prático é o que verifico no movimento da Massa Crítica, quando um grupo de ciclistas pára no semáforo vermelho, coloca um pé no chão e aguarda pacientemente. Uns aproveitam para por a conversa em dia, um ou outro aproxima-se da frente e cumprimenta os restantes, cientes que a sua presença é notada. Mal o semáforo fica verde, voltam a colocar o pezinho no pedal e começam a mover-se, quase ao mesmo tempo. Pouco tempo se passa entre a mudança da luz e o início do movimento. As acções dos ciclistas são calmas e coordenadas. O seu tempo de reacção e movimento são diferentes, mais lentos, mas não provocam congestionamento nem conflitos no grupo. Na maioria das vezes um ciclista não espera.

A título de comparação, eu diria que, independentemente de um ou outro não cumprir as regras, os ciclistas estão mais atentos, os seus movimentos estão ajustados ao que observam ao seu redor. Geralmente têm melhores tempos de reacção. O ciclismo no trânsito desenvolve um conhecimento ambiental, maior consciencialização e coordenação com os outros agentes do trânsito, com o que pode esperar dos automobilistas e peões, na variação de reflexos, tempos de reacção, para tudo, inclusive conduzir veículos motorizados.

Nos movendo e cruzando com dezenas de carros, pessoas e outros ciclistas, para o ciclista a atenção e rapidez de reacção pode ser uma questão de vida e de morte. A auto-preservação é, provavelmente, o mais forte motivador quando se trata de melhorar o seu desempenho e segurança, o que pode explicar o maior tempo de reacção dos ciclistas em relação aos automobilistas. Assim, configurar um estudo mental para testar as hipóteses por mim desenvolvidas, enquanto sentado e entediado no interior do meu carro, foi proveitoso, acho! Por agora, vou apenas ser um feliz ciclista a maior parte do tempo, aproveitando todo o tempo.

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can’t miss [179] escritores.online/livro-da-bicicleta

‘O Livro da Bicicleta’

O livro já foi apresentado e é uma excelente proposta de leitura, não só para as férias mas sobretudo para mudar difinitivamente o chip, dar uso à bicla quando voltar às rotinas do quotidiano. Imperdível.

«A pedalar se vai ao longe. Aprenda a dar o melhor uso à sua bicicleta no dia-a-dia – Já se imaginou a ir para o emprego de bicicleta, enquanto sente o vento e o sol no rosto, desfruta calmamente do seu percurso, evita o trânsito caótico e ainda poupa tempo e dinheiro em gasolina e faz muito pela sua saúde? Pode parecer um cenário idílico, mas também difícil de concretizar pois, de repente, começa a pensar como é que vai conseguir levar os seus filhos na bicicleta, como vai fazer nos dias em que chover, como vai transportar as compras que costuma colocar na bagageira do seu carro ou como vai enfrentar aquela subida íngreme que parece impossível de vencer. Miguel Barroso, especialista na área da Mobilidade Sustentável, prova-nos ao longo deste livro que todas estas questões podem ser facilmente resolvidas. Uns simples alforges podem solucionar o problema das compras, e uma cadeira específica, o transporte do seu filho, e vai ver que, passadas umas semanas, a subida já não é assustadora, mas apenas um pequeno declive. A chuva? Nada que um poncho impermeável não resolva, mas se vir bem não chove assim tantas vezes em Portugal. E não tem de vestir uns calções de lycra para andar de bicicleta, é perfeitamente possível vestir o seu melhor fato e pedalar até ao seu destino. Estamos tão presos a uma lógica onde todas estas deslocações são feitas de outros modos (geralmente presos à mobilidade automóvel) que deixar os velhos hábitos nem sempre é fácil. Mas acredite que é possível e este livro vai ajudá-lo a perceber que, depois de ultrapassados estes obstáculos aparentemente intransponíveis, a bicicleta vai passar a ser a sua melhor aliada.»

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apenas andar às voltas

Nenhum destino real em mente, nenhuma rota previamente traçada, apenas uma volta ao bairro. Quase sempre pedalo sozinho e guardo ciumento estes momentos preciosos. É tempo para mim, tempo para os meus pensamentos, e o tempo gasto no selim da bicicleta que também combina com este tempo meio desagradável. Estes últimos dias trouxeram-nos uma canícula outonal, ainda assim, o vento pode soprar forte que eu lhe volto as costas e desfruto do seu impulso, deixando que a minha viagem role nessa direcção. A pedalada despreocupada é libertadora. É a oportunidade para relaxar e deixar a mente vaguear, sem responsabilidades de qualquer tipo, pedalar por horas, apenas às voltas perdido na minha zona. E é particularmente arrebatador o quão depressa o tempo voa, quando de repente me detenho para um gole d’água e uma fotografia, num relance olho para o relógio e dou conta que uma manhã inteira se passou!… “Caramba… por isso estou com fome!”

 

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ciclofilia [141] José Luis Macías a sus 87 años, corre, práctica el ciclismo y canta

https://vimeo.com/226231775

“Con el buen humor que lo caracteriza Don José Luis Macías Briceño, explica que el tener buena salud lo motiva a recorrer todos los días en su bicicleta los caminos de Colima de la colonia Fátima donde vive hasta Altozano en Cuauhtémoc, solo por el gusto de pasear.”

 

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