you say goodbye and I say hello

Welcome to EcoVelo. This site is the public expression of our personal commitment to reduce our impact on the environment by employing bicycles as our primary mode of transport. By sharing what we learn from this endeavor, while also providing an aesthetically pleasing experience that celebrates the beauty of the bicycle and the joys of everyday bike riding, we hope to inspire others to make a similar commitment.

As of January 1, 2012, this site is no longer being updated. It will remain live at this location as a resource for the transportation cycling community until at least January 1, 2014.

Over the 3.5 years that EcoVelo was active, we generated 3,320 posts of various sorts including road tests, product reviews, op-ed pieces, technical articles, advocacy and infrastructure news pieces, and a myriad of other tidbits related to using bicycles for transportation. Along with our regular daily blog posts, we also curated an extensive commuter bicycle gallery and a large collection of bicycle commuter profiles. Two of our most popular features were our Reader Photo Contests and the Bike Commuting 101 instructional series for beginners.

Probably the best way to surf around the site is by using the links in the left-hand sidebar. If there’s something specific you’re looking for, you might also try the search box at the top left. And, if you have lots of time to burn, you can always peruse our massive Archive Page that includes direct links to each-and-every one of the 3,300 + posts.

Thanks for visiting!
—Alan & Michael

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passe a publicidade [11] The London Bike Show

The London Bike Show is one of the largest and most exciting cycling events within the UK. Whether you’re looking to buy your first bike, treat yourself to some new gear or want to check out the latest bike designs, The London Bike Show has it all.

The London Bike Show runs alongside The Outdoors Show, The Active Travel Show and the Tullett Prebon London Boat Show, and with your ticket being valid for entry to all four shows, it’s a fantastic, affordable day out for the whole family.

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o uso do espaço by Hugo Rocha

Uma provocaçãozinha do Hugo Rocha que pedala de fixa pelo Porto. Cidade de granito e declives, o Porto definitivamente não é o lugar para andar de bicicleta sem travões, ainda assim o Hugo “comuta” todos os dias na sua fixa pela Invicta. O Porto é definitivamente uma cidade ciclável.

O projecto final “o uso do espaço” vai ser Tese de Mestrado de arquitectura, sobre como usar o espaço urbano, com bicicletas, skates ou simplesmente com o seu corpo.

This teaser is featuring Hugo Rocha, a fixed gear rider from Porto, Portugal. Covered with cobblestones and hills, Porto is definitly not the place to ride a bike without brakes, still Hugo is commuting with his bike every day.

The final project “The use of Space” is going to be architecture Master Thesis – about how to use urban space, with bikes, skateboards or just simple with your body.

Thanks to:
Hugo Rocha – The Rider
Ricardo Teixeira – Helping Hand
Fernanda Reis – Translator
Luís Camanho – Tripod

Hugo is supported by Kate Skateshop Porto

If you want to participate in my work “The use of space” please contact me at kg@kmkg.org

more information at kmkg.org

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ciclofilia [21] o amolador

“Amolador is the portuguese word for grinder, or knife sharpener. These skilled knife sharpeners push their bikes through the streets, playing a distinctive tune on pan flutes to signal their presence.

Their bikes serve as a mobile workshop, with a sharpening stone mounted on the top tube, a tool box strapped to the back, and umbrellas draped over the handlebars.

Apparently there used to be many amoladors, but with the advent of cheap knives and scissors it’s a dying profession which is too bad because it’s pretty cool.

I found a popular portuguese saying, “quando há amolador, há chuva”: when the knife sharpener is around, it’s going to rain.”

Via theundergroundcandy

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a todos um Bom Natal

Hohoho… de preferência com bicicletas no sapatinho e a distribuir prendas com os sapatinhos na bicicleta.

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pedalar é…

… ir

e voltar

(este final de tarde na Foz, Porto)

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fotocycle [3] quantos são, quantos são?

The new record, 9 kids

by fekaylius

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fazer mudanças pode ser divertido

 

Practica la solución. Van a pedal

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o uso do automóvel deve ser sensato

a triste figura d'um condutor a conduzir pela linha do metro (na ponte Luis I)!

Chama-me a atenção a quantidade de carros que vejo circular pelas ruas da cidade apenas com o condutor lá dentro. Dados não oficiais apontam que apesar da regalia do automóvel de transportar várias pessoas, a ocupação média anda nas 1,4 pessoas por veículo, das mais baixas da União Europeia. É um número estranho, que serve para ilustrar o panorama diário de milhares de veículos que entram e circulam transportando menos de duas pessoas.

As pessoas moram cada vez mais afastadas do trabalho e recorrem ao carro para as suas deslocações diárias. O que está em discussão não é somente o trânsito, mas a construção de uma sociedade consciencializada para o problema da mobilidade. Os vorazes 4×4 não foram feitos para transportar apenas um passageiro. Se várias pessoas que se dirigem a um mesmo local partilhassem o mesmo carro, muitos automóveis não sairiam das garagens. Na chamada hora de ponta, quando todos chegam ou saem dos seus locais de trabalho, as concentrações de veículos fazem dos engarrafamentos diários um despique entre automobilistas stressados. Os carros entopem praticamente todas as principais vias de entrada e saída da cidade, não se movem, atingindo em alguns casos velocidades médias inferiores a 10 km por hora e só este dado deveria estimular quem tem carro a deixá-lo em casa.

Quanto à oferta de transporte público é assunto prioritário e que precisa entrar definitivamente na agenda dos governantes. É insuficiente e incapaz de satisfazer todas as necessidades. O metro, o comboio e os autocarros são objecto de constantes revindicações sindicais, de greves, que prejudicam a vida a muita gente. Acresce ainda o constante encarecimento e escassez de oferta em áreas suburbanas e do interior. É preciso que tratem desta questão com uma visão a longo prazo, numa perspectiva sustentável.

As cidades não têm capacidade para albergar tanto automóvel. Têm falta de infra-estruturas, inclusive para servir formas alternativas de transporte, como a bicicleta. A solução é investir em alternativas de transporte que garantam uma melhor mobilidade, como o transporte colectivo, o uso da bicicleta, o incentivo a caminhar. Ainda há muito por fazer, muito que caminhar e pedalar. Queremos políticas públicas que coloquem o transporte colectivo à frente do individual. A recuperação da qualidade da mobilidade das pessoas nos grandes centros urbanos depende de meios públicos que ofereçam um mínimo de conforto e segurança. Este é um forte argumento que convencerá o automobilista solitário a deixar seu carro na garagem, pegar na bicicleta, caminhar até à estação de comboios, estação do metro, até onde tiver de ir.

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there´s a new kidstore in town… ou quase!!!

“E foi ao fim de alguns anos a lutar pela causa do ciclismo urbano, que os belos rapazes do boneco lá em cima decidiram juntar os trapinhos e lançar a primeira pedra deste novo empreendimento.

Depois de um ricochete malandro na Ponte Móvel e um ‘ploft’ estrondoso no espelho de água, a pedra lá tocou no fundo da bacia do Porto de Leixões, tendo-se encostado ao quadro enferrujado de uma velha Vilar dos anos 80.

Foi assim que nasceu a Velo Culture, negócio dedicado às bicicletas, ao estilo de vida das bicicletas e às pessoas que fazem as suas coisas de bicicleta, ou que uma vez ou outra decidiram deixar o carro em casa e ir de bicicleta (não importa onde). Gostamos tanto de bicicletas, que neste parágrafo já dissemos bicicleta  seis vezes.

À hora que o CMO desta empresa dita este postal a duas redactoras e três assistentes de marketing dinamarquesas, que mais tarde o irão publicar no blogue, uma equipa de vinte gandulos dá os últimos retoques na nossa loja, uns trinta ou quarenta metros quadrados de puro prazer, com vistas para o terminal de contentores e cheiro a aço, borracha e peixe fresco.

Prometemos que daqui a umas semanas vos convidamos para a inauguração. Têm é de vir aos grupinhos pequenos de cada vez.”

velocultureporto.com

facebook.com/velocultureporto

Será que vou ter um desconto? Nãããã…

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