ciclofilia [21] o amolador

“Amolador is the portuguese word for grinder, or knife sharpener. These skilled knife sharpeners push their bikes through the streets, playing a distinctive tune on pan flutes to signal their presence.

Their bikes serve as a mobile workshop, with a sharpening stone mounted on the top tube, a tool box strapped to the back, and umbrellas draped over the handlebars.

Apparently there used to be many amoladors, but with the advent of cheap knives and scissors it’s a dying profession which is too bad because it’s pretty cool.

I found a popular portuguese saying, “quando há amolador, há chuva”: when the knife sharpener is around, it’s going to rain.”

Via theundergroundcandy

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a todos um Bom Natal

Hohoho… de preferência com bicicletas no sapatinho e a distribuir prendas com os sapatinhos na bicicleta.

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pedalar é…

… ir

e voltar

(este final de tarde na Foz, Porto)

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fotocycle [3] quantos são, quantos são?

The new record, 9 kids

by fekaylius

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fazer mudanças pode ser divertido

 

Practica la solución. Van a pedal

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o uso do automóvel deve ser sensato

a triste figura d'um condutor a conduzir pela linha do metro (na ponte Luis I)!

Chama-me a atenção a quantidade de carros que vejo circular pelas ruas da cidade apenas com o condutor lá dentro. Dados não oficiais apontam que apesar da regalia do automóvel de transportar várias pessoas, a ocupação média anda nas 1,4 pessoas por veículo, das mais baixas da União Europeia. É um número estranho, que serve para ilustrar o panorama diário de milhares de veículos que entram e circulam transportando menos de duas pessoas.

As pessoas moram cada vez mais afastadas do trabalho e recorrem ao carro para as suas deslocações diárias. O que está em discussão não é somente o trânsito, mas a construção de uma sociedade consciencializada para o problema da mobilidade. Os vorazes 4×4 não foram feitos para transportar apenas um passageiro. Se várias pessoas que se dirigem a um mesmo local partilhassem o mesmo carro, muitos automóveis não sairiam das garagens. Na chamada hora de ponta, quando todos chegam ou saem dos seus locais de trabalho, as concentrações de veículos fazem dos engarrafamentos diários um despique entre automobilistas stressados. Os carros entopem praticamente todas as principais vias de entrada e saída da cidade, não se movem, atingindo em alguns casos velocidades médias inferiores a 10 km por hora e só este dado deveria estimular quem tem carro a deixá-lo em casa.

Quanto à oferta de transporte público é assunto prioritário e que precisa entrar definitivamente na agenda dos governantes. É insuficiente e incapaz de satisfazer todas as necessidades. O metro, o comboio e os autocarros são objecto de constantes revindicações sindicais, de greves, que prejudicam a vida a muita gente. Acresce ainda o constante encarecimento e escassez de oferta em áreas suburbanas e do interior. É preciso que tratem desta questão com uma visão a longo prazo, numa perspectiva sustentável.

As cidades não têm capacidade para albergar tanto automóvel. Têm falta de infra-estruturas, inclusive para servir formas alternativas de transporte, como a bicicleta. A solução é investir em alternativas de transporte que garantam uma melhor mobilidade, como o transporte colectivo, o uso da bicicleta, o incentivo a caminhar. Ainda há muito por fazer, muito que caminhar e pedalar. Queremos políticas públicas que coloquem o transporte colectivo à frente do individual. A recuperação da qualidade da mobilidade das pessoas nos grandes centros urbanos depende de meios públicos que ofereçam um mínimo de conforto e segurança. Este é um forte argumento que convencerá o automobilista solitário a deixar seu carro na garagem, pegar na bicicleta, caminhar até à estação de comboios, estação do metro, até onde tiver de ir.

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there´s a new kidstore in town… ou quase!!!

“E foi ao fim de alguns anos a lutar pela causa do ciclismo urbano, que os belos rapazes do boneco lá em cima decidiram juntar os trapinhos e lançar a primeira pedra deste novo empreendimento.

Depois de um ricochete malandro na Ponte Móvel e um ‘ploft’ estrondoso no espelho de água, a pedra lá tocou no fundo da bacia do Porto de Leixões, tendo-se encostado ao quadro enferrujado de uma velha Vilar dos anos 80.

Foi assim que nasceu a Velo Culture, negócio dedicado às bicicletas, ao estilo de vida das bicicletas e às pessoas que fazem as suas coisas de bicicleta, ou que uma vez ou outra decidiram deixar o carro em casa e ir de bicicleta (não importa onde). Gostamos tanto de bicicletas, que neste parágrafo já dissemos bicicleta  seis vezes.

À hora que o CMO desta empresa dita este postal a duas redactoras e três assistentes de marketing dinamarquesas, que mais tarde o irão publicar no blogue, uma equipa de vinte gandulos dá os últimos retoques na nossa loja, uns trinta ou quarenta metros quadrados de puro prazer, com vistas para o terminal de contentores e cheiro a aço, borracha e peixe fresco.

Prometemos que daqui a umas semanas vos convidamos para a inauguração. Têm é de vir aos grupinhos pequenos de cada vez.”

velocultureporto.com

facebook.com/velocultureporto

Será que vou ter um desconto? Nãããã…

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bicicletas de Natal

“More than 230 bikes were used to create a 12-metre (39ft) tree for a shopping mall in Shenyang, China”

via cyclivist

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ciclofilia [20] Otto di Cuori

… e desta vez em dose dupla:

Clássica

Recycle

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pedaleiros na noite tripeira

Então!? Até onde vamos ...

Pedalar por si só já é delicioso mas quando damos ao pedal em grupo pelas ruas da cidade, a noite tem outro encanto e animação.

Aos poucos a milícia nocturna foi-se juntando na praça da Casa da Música. Conversa vai, conversa vem, a temperatura e o vento incentivavam cada vez mais o inicio da pedalada. Juntos de luzinhas a piscar invadimos o Porto pelas ruas estreitas da Vitória até à Ribeira. A proposta de degustar uma nata e um cafezinho quentes em Espinho ainda foi ponderada mas a coisa ficou por um mini-tour pela marginal até Matosinhos.

Aos poucos, o pelotão em vez de reunir forças e combater o vento, um ou outro lá ia abandonando o grupo em força para mais à frente esperar e aproveitar para ligar à família “- Querida, não te preocupes se chegar tarde!”. Próximos ao fim do mundo, a ventania e o mar borrifavam de salpicos salgados nas nossas caras. Digam-me lá, onde e de que outra forma se tem este gostinho pela boa vida?! E nem um furo na verdinha do Levi arrefeceu os ânimos. Um pneu furado só serve, em qualquer circunstância, para tornar a noite ainda mais memorável. A bina aguentou firme o peso do dono e gingou por uns bons quilómetros até ao Edifício Transparente.

Numa mesa redonda, entre finos e gulodices, houve tempo para relaxar o corpo, tomar um café revigorante e destravar a língua, onde, invariavelmente, o tema de conversa foi a querida bicicleta. What else! Depois de Mr. Levi num ápice ter trocado a câmara, e desfeito o nó que demos às biclas, todas amarradas umas às outras, partimos de novo ao desafio, avenida acima até à Boavista, deixando um ou outro desviar-se do caminho rumo às suas casas.

Todos juntos a pedalar e a compartilhar a mesma sensação boa é fantástico. Travam-se conhecimentos, trocam-se opiniões, constroem-se amizades e combinam-se cenas a pedal.

Apareçam.

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