passageiro de meio mundo

“Quantas vezes vos passou pela cabeça agarrar numa bicicleta e partir à descoberta do mundo?
Arriscamos a dizer que seguramente já o fizeram. Mas por alguma razão nunca chegaram a dar a primeira pedalada aventureira.
Pouco são aqueles que o fazem, pois não é uma decisão fá…cil. Mais ainda quando se viaja em regime solitário.
Foi por esses trilhos que encontrámos Idílio Freire, um português que se aventurou a sair do nosso lugar ao sol e entre uma pedalada e a outra conheceu meio mundo.

Economista no Instituto Nacional de Estatística, desde 1992, Idílio é um desportista indisciplinado, viajante apaixonado e um aventureiro audaz: “Numa dimensão mais física e mental, procuro a adrenalina, os limites; mas também o fio da navalha e, com ele, um patamar de equilíbrio sempre superior. A superação. Do ponto de vista intelectual, move-me a curiosidade, a individualidade, as vivências, a natureza, a cultura. O conhecimento. Numa perspectiva humana, ver, viver, sentir “o outro”, o “estranho” que é o nosso semelhante do outro lado do mundo, na diversidade, no contraste que flagela um continente, um mundo – o nosso mundo.”

A Matilha Cycle Crew em parceria com a Casa da América Latina gostaria de vos convidar a ouvir o Diário de Viagem de um ciclista em regime solitário do Canadá à Argentina.
Num ambiente descontraído e informal vamos conhecer as história e as peripécias de quem visitou 15 países ao longo de 14 meses. Uma boa oportunidade para ganharmos inspiração, conhecermos as dificuldades e as alegrias de viajar de bicicleta para que um dia talvez, sejamos nós os Passageiros de Meio Mundo.

Entrem nesta viagem com data marcada para dia 13 de Março às 21 horas na Casa da América Latina – Av. 24 de Julho 118-B, Lisboa.

A não perder temos também o pré-lançamento exclusivo do número 2 da revista B – Cultura da Bicicleta.

Contamos com a vossa presença

Matilha Cycle Crew””

Agradecimentos:
Idílio Freire – bacalhaudebicicletacomtodos.blogspot.com
Casa da América Latina – www.casamericalatina.pt
Revista B – facebook.com/B.CulturadaBicicleta
Cenas a Pedal – www.cenasapedal.com/
Câmara Municipal de Lisboa

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fotocycle [7] flying

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ciclofilia [30] Bike Collective

The mission of the Bicycle Collective is to promote cycling as an effective and sustainable form of transportation and as a cornerstone of a cleaner, healthier, and safer society. The Collective provides refurbished bicycles and educational programs to the community, focusing on children and lower income households.

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pedalar

Os irmãos Regadas, eu e o velho Lau a postos para engrossar a Massa

Pedalar não é apenas um extraordinário exercício físico. Pedalar é um acto de amizade, de reverência com o mundo, com tudo o que nos rodeia, a nossa vida e a dos outros. Quando estamos sentados no selim duma bicicleta, pretendemos do respeito dos outros, dos automobilistas, dos peões, e somos nós os primeiros a respeita-los. Na bicicleta sabemos honrar os nossos limites. A pedalar exercitamos a tolerância.

Logo mais às 18:30h a malta junta-se na Praça dos Leões para a Massa Crítica de Fevereiro. Apareçam para pedalar e conviver.

(Fotografia do Bob)

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fotocycle [6] burnout

bicyclist by fcknn.tumblr.com

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¿has probado a usar la bici?

Motion Graphics for the Environmental education center in the Valencian Community
It promotes the advantages of the bicycle and use of this in detriment of the car.

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passe a publicidade [18] Italia Veloce

Officina italiana velocipedi di pregio

“Ritti sulla cima del mondo noi scagliamo una volta ancora la nostra sfida alle stelle”

Italians do it better?

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análise crítica home made

Na cidade ou no campo, pedalar é do melhor que pode haver. No entanto, todos estamos cientes que corremos alguns riscos e existem sempre possíveis perigos ao virar uma esquina. Quando pedalo, eu opto quase sempre por ir com o fluxo, no meio do car doom, porque considero ser para mim a via mais segura. Como tal já fui desconsiderado por um monte de gente, automobilista e não só, que não deixa espaço suficiente entre os seus veículos e os ciclistas. É verdade que os ciclistas também não respeitam os semáforos vermelhos, mas se o fazem talvez seja também para não ficar ali, a estorvar!

Algo ainda mais preocupante é o que este artigo aqui mostra, uma atitude terrível e inaceitável de um motorista de autocarro.

No meu inquérito privado, numa pequena pesquisa de opinião entre algum pessoal não pedaleiro que conheço, a maioria pensa que é muito inseguro e até perigoso pedalar por vias urbanas, e que para dar a primeira pedalada para uma mudança significativa do estilo de vida para o ciclismo de massa devem ser tomadas medidas de segurança importantes como, por atacado: limitar a velocidade em 30 km/h nos centros urbanos, grandes investimentos em ciclovias segregadas e outras infra-estruturas. Ok, no entanto o número de ciclistas urbanos tem aumentado nos últimos anos e não é raro ver e ouvir argumentos entre motoristas e ciclistas. A rua e a estrada são caminhos públicos para todos os que se movem sobre rodas, portantos à que partilhar e sobretudo saber estar.

Deixo esta infografia bem interessante. Se ciclares na imagem as letrinhas na língua de Shakespeare pode ser que fiquem legíveis.

 

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…e com espaço para a bicicleta

Se pudesse comprar uma casa no Porto só por mil euros, moraria num espaço de seis metros quadrados com terraço?


Filipe Magalhães e Ana Luísa Soares, estudantes de Arquitetura, projectaram e conceberam a cápsula low cost para quem quer viver a Baixa sem luxo e complexos.

A reabilitação no Porto tem sido criticada por oferecer apenas casas para os ricos, sem solução para habitação de baixo custo. Dois jovens estudantes da Faculdade de Arquitetura do Porto projectaram alojamento barato e móvel, para quem não passa muito tempo entre paredes, precisa de pouco espaço, reside sozinho e gosta de experimentar a cidade. O estudante universitário, “descomprometido e descomplexado”, apontam Filipe Magalhães e Ana Luísa Soares, seria o ocupante ideal da cápsula, de inspiração japonesa, pensada para a Baixa onde os terrenos sem construções são poucos e pequenos.

notícia JN

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o Rafa

A bicicleta é o seu meio de transporte preferencial desde os 15 anos de idade. Não começou a pedalar por consciência ambiental, por ser uma actividade saudável ou apenas porque é divertido. Ele começou a utilizar a bicicleta diariamente e com regularidade porque é mais eficaz que qualquer transporte público. Ele pedala para a escola, para o treino, para a casa dos avós. Pedala ida e volta, para todos os lugares que vai. Também faz as suas bizarrices e comete os seus erros, como pedalar nos passeios, em contramão, e essa mania inquietante que tem de pedalar sem as mãos do guiador. Mas o facto é que começa a aprender como se comportar, tomando consciência de como se posicionar na via, descobrindo a cidade por novos caminhos. Este é o ciclista urbano do Porto que melhor conheço e meu companheiro para todas as pedaladas. Vai com calma filho.

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