duas ou quatro rodas, há espaço para todas

campanhaA campanha está em marcha nas redes e na comunicação social.

Numa iniciativa da FPCUB, que resulta de um protocolo com o Ministério da Administração Interna, ANSR, GNR, PSP e Sport Zone, a campanha centra-se na sensibilização para a partilha da via pública entre os utilizadores de bicicleta e os veículos motorizados. 

campanha1fonte FPCUB

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nos não damos à chave, damos aos pedais

JN Magazine

Este tem sido um fim de semana pródigo nas pedaladas notíciosas. A utilização da bicicleta no dia-a-dia tem tido o merecido destaque na imprensa, com realce para “a nova cruzada urbana” do ciclismo utilitário nas duas maiores cidades do país.

Ontem saiu no Jornal i um excelente trabalho de Diogo Pombo e Carlos Monteiro sobre o modo como o tripeiro encara a cidade dando aos pedais. Hoje saiu na Notícias Magazine (JN e DN), um completo artigo de Sónia Morais Santos, que revela uma verdade insufismável “há cada vez mais adeptos das bicicletas…”, com testemunhos interessantes de vários ciclistas urbanos conhecidos da praça que demistificam a utilização diária da bicicleta, tanto no Porto como em Lisboa.

Jornal i

Notícias Maganize

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pelo Baixo Minho e Barroso, mais um empeno jeitoso

E amanhã, bem cedinho, tempo para mais uma brincadeira. Com um quarto da distância do Paris-Brest-Paris (a origem disto tudo) teremos pela frente um brevet com metade da sua altimetria. Serão quase 4500 metros acumulados de subidas, subidinhas e subidonas, onde cada um vai mais ou menos no seu próprio ritmo. Sem pressas. Apenas chegar a tempo dentro do tempo. Não sei se já vos disse, mas isto de pedalar por longas distâncias tem muito de zen! Melhor do que explicar é ir e experimentar. 

BRM 300 Baixo Minho e Barroso

 

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can’t miss [42] worldstreets.files.wordpress.com

New Mobility Consult: 2013

new mobility consult

“One way of looking at World Streets and its worldwide network of diverse international partners, publications, programs, multiple networks, focus groups. continuing research and professional activity inour chosen field is to see it as the visible tip of a very large iceberg of experience and competence available to be put to work on your projects and programs. The greater part of this considerable mass is the New Mobility Agenda, an open collaborative program that has beendedicated to sustainable transport policy and practice since 1988.”…

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passe a publicidade [46] Noble Cycles (Custom Bicycle Frames)

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fotocycle [81] um amolador no dia do trabalhador

amolador do Porto

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oops!… crash!… urgh!… ☹↯✺➴☢✟

Tem alturas em que até eu acho que andar de bicicleta em alguns locais, tanto na cidade e principalmente nos arredores, talvez seja um pouco arriscado. O trânsito às horas de ponta e automobilistas imprudentes são apenas parte do problema. A outra parte são os próprios caminhos, tortuosos. Vai daí, a onomatopeia dar titulo ao postal. 

foto: urban repair squad

foto: urban repair squad

Depois de um longo e chuvoso inverno, muitas das nossas ruas e estradas parecem um campo minado. Fissuras e buracos gigantescos abundam no pavimento. Não importa o quão cuidadoso seja um ciclista e circule o mais próximo da berma, em algum momento um carro vai estar demasiado perto e ele não terá outra hipótese se não passar com as rodas por cima de um buraco. Com alguma sorte, o ciclista pode ter tempo e espaço para saltar e fugir do buraco sem danos de maior. Mas isso requer boa dose de destreza e sangue frio, o que nem sempre é possível. Grande parte dessas crateras surgem no lado da estrada onde a bicicleta mais vezes circula, à direita da faixa de rodagem. Isso faz com que seja extremamente difícil para o ciclista manter um movimento normal, porque para evitar males maiores tem muitas vezes de se desviar para o centro da via. Alguns automobilistas ficam particularmente furiosos e não conseguem, ou não querem, entender porque ziguezagueiam os ciclistas à sua frente!

Com o passar do tempo, devido ao mau tempo e a obras mal engendradas, o desgaste das vias é natural. As marcações das passadeiras deterioram-se ao ponto da quase invisibilidade. Somente as pessoas que estão familiarizadas com essas ruas têm consciência da presença das marcações das passadeiras. Em algumas ciclovias a tinta e linhas pintadas vão também desaparecendo. Isto levanta uma questão importante sobre a segurança de todos, particularmente de quem as usa. A julgar pela condição de algumas ciclovias, é difícil não concluir que elas foram instaladas para inglês ver, sem o mínimo de estudo, de planeamento adequado e sem a intenção de serem mantidas.

Temos muitas ruas e estradas que estão em péssimas condições. O envelhecimento de algum tipo de pavimentos, como o empedrado, e a extrema ruína de outros, torna muito complicado ao ciclista usar essas vias. A manutenção de estradas não é claramente uma prioridade e que parece estar no topo da lista dos cortes orçamentais. Só quando a deterioração das estradas se tornam demasiado perigosas para os carros é que lá vai uma equipe camarária, os tapa-buracos, remendar o asfalto com compostos de má qualidade, em trabalhos descuidados que deixam irregularidades no piso e o consequente solavanco. Um monte de tempo e de esforço canalizado para nada resolver.

À luz do dia fazemos chicanes, já as pedaladas nocturnas são ofuscadas por sacudidelas súbitas que percorrem o quadro até ao esqueleto. São como um lembrete nas mãos e braços do quão ruim está o estado das nossas ruas e que devemos redobrar cuidados. Estar particularmente atento, usar iluminação capaz de enxergar o pavimento, detectar os buracos atempadamente e não não esquecer as tampas de saneamento desniveladas, tirar o rabo do selim para absorver o choque quando as irregularidades do piso não nos dão alternativas, são conselhos possíveis para evitar cair com as rodas numa cova.

Sobrevivemos num pais que é um enorme buraco, onde não há dinheiro nem para mandar cantar um cego. Reclamar melhor qualidade das estradas, mais e melhores ciclovias, pode ser uma batalha difícil mas é uma luta que vale a pena e que pode ser mais fácil de ganhar quando os automobilistas também beneficiam com isso. Um esforço mútuo de exigência para melhorar a manutenção das estradas, ao mesmo tempo projectar vias que acomodem em segurança a bicicleta, é benéfico. A Primavera chegou definitivamente e com ela muitos ciclistas começam a sair do casulo. Em ritmo laboral ou desportivo, com menos camadas de roupa, as horas adicionais de luz do dia dão um belo colorido às ruas.

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here comes the sun

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ciclofilia [86] cycleMAYnia 2013

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movimento alternativo 2013

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MA 2013

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