como quem não quer a coisa…

publicado por Marisa Alves no Ciclismo Urbano em Portugal

Somos um povo, no mínimo, curioso… vais sózinho, ocupas o teu lugar na estrada e há sempre alguém, aqui ou ali, pronto a competir pela mesma faixa onde tu vais, ou fazer-te sentir que o teu lugar não deve ser aquele – por desconhecimento do CE, ou porque se sente o dono da dita. Para alguns, os ciclistas podem sempre encostar, ir mais devagar, nunca vão trabalhar, nunca têm horários a cumprir, estão sempre em diversão… – nesta última até têm razão 🙂 Vais em paralelo com outro ciclista e corres sérios riscos do mesmo acontecer – aqui não têm grandes hipóteses, caso te queiram ultrapassar, a não ser a ocupação da outra faixa… Mas, se por acaso fores em paralelo e colocares a mão nas costas, ou no ombro da pessoa que vai ao teu lado, no sentido de ajudar, ou ser ajudado, nada disto acontece… (quando um de nós vai numa E-bike e o outro não, fazemos isto com alguma frequência – Não o tentem em qualquer sítio sem treinar primeiro, ou se as duas bicicletas tiverem alturas similares!) – De repente o automobilista passou a ter toda a paciência. Alguém está a precisar de ajuda! – deve ser a miúda 😉 até a polícia já nos congratulou por esta atitude a subir o Freixo – Que bem a entreajuda na estrada. Quando vais com atrelado para transportar crianças, a mesma coisa, o tempo parou… Olha que bonito! – cúcú dádá! Abrandam para ultrapassar e fazem-no sempre pela outra faixa, sem apitar. A última experiência: vais com um atrelado de transporte de carga, a mesma atitude – mesmo indo um pouco mais para a direita, ocupa-se o centro da faixa – não há problema! E se forem dois?? E em fila indiana?!! – Olha, devem ser estrangeiros de viagem! O Porto está mesmo muito turístico – Hello!!! passamos pela outra faixa, afinal é assim que fazemos quando ultrapassamos um carro, não é? Vendo bem até é fácil e a estrada também lhes pertence!!!…

ciclistas urbanos Porto

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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