hoje é dia de Massa Crítica…

… e é que é já a seguir!

Massa Crítica MarçoPorto, Praça dos Leões, 18.30h

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ciclofilia [113] Jony Bikes

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fotocycle [132] morrinha

morrinha

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o Jornal Pedal & Camisola Amarela

“O Jornal Pedal é a única publicação do género distribuída em bicicleta.

Conceito de “last mile delivery” implementado em Lisboa, pela Camisola Amarela que garante que o jornal chegue sempre rápido, promovendo, ao mesmo tempo, menos poluição, menos ruído, mais espaço para as pessoas, ou seja, maior qualidade de vida.”

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minuto verde: Porto mais pedonal

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uma ideia, uma observação e uma funcionalidade

Braga quer pôr ciclovias à porta de casa de 100 mil pessoas

ciclovias Braga“Câmara prepara uma rede ciclável no concelho com 76 quilómetros para responder à quadruplicação do número de utilizadores em três anos.

Ainda não saiu do papel, mas é uma ideia que pode revolucionar uma cidade em que o automóvel tem sido dono e senhor do espaço público. A câmara de Braga está a ultimar um plano de alargamento das ciclovias no concelho que tem como objectivo criar uma rede utilizável por bicicletas com 76 quilómetros de extensão. Caso o plano seja concretizado, haverá uma ciclovia praticamente à porta de casa de 100 mil bracarenses, um pouco mais de metade da população do concelho.

O projecto da Câmara de Braga, a que o PÚBLICO teve acesso, apresenta um mapa em que, no máximo, será preciso percorrer 300 metros entre a casa de cada um dos habitantes servidos pela ciclovia e um troço da rede. “É a distância que se estima que um ciclista esteja disposto a percorrer a pé e que corresponde a cerca de cinco minutos”, explica o vereador do Urbanismo, Miguel Bandeira.”…

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Carris de eléctrico desativados são armadilha para ciclistas

trilhos de electricos“A falta de manutenção dos carris de elétricos abandonados nas ruas de Lisboa representa um perigo acrescido para ciclistas e motociclistas. Atenção redobrada e uma condução preventiva são conselhos para quem não dispensa as duas rodas na cidade. Quem é o responsável por estes troços é uma questão antiga, opondo a Câmara Municipal de Lisboa e a Carris.

Descer a Avenida Almirante Reis de bicicleta é um verdadeiro passeio. Quase não é preciso pedalar e podemos desfrutar da viagem por uma das maiores avenidas de Lisboa de cabelo ao vento. Basta ter os cuidados normais com o trânsito e também para não ganhar muita velocidade. Na zona dos Anjos, no entanto, surgem no chão os carris dos elétricos e mesmo o ciclista menos experiente sabe instintivamente que tem de redobrar a atenção para que as rodas não vão parar na ranhura dos carris. Nos carris da Almirante Reis passa o 28, que liga os Prazeres, em Campo de Ourique, ao Martim Moniz, mas existem em Lisboa muitos carris onde há muitos anos não passa nenhum amarelinho – nem de nenhuma outra cor.”…

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Vais andar de bicicleta? Verifica as elevações do terreno no Google Maps

gmaps elevacao terreno“Em alguns países, é possível planear passeios de bicicletas no Google Maps, fazendo uso da base de dados que este tem de percursos específicos para pedalar. O Maps diz-nos qual o melhor trajecto, quanto tempo ele dura a completar e agora também qual a elevação do terreno.

A funcionalidade existe nos 14 países onde estão disponíveis os percursos de bicicleta: Áustria, Austrália, Bélgica, Canadá, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Finlândia, Reino Unido, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Suécia e EUA.”…

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apenas pedalar ao nosso ritmo

ao nosso próprio ritmo

Quando se está no selim de numa bicicleta não há nada entre nós e o mundo que nos rodeia. Apenas um espaço de ar que nos torna vivos, vulneráveis, mais livres. O ambiente chega-nos espontâneo e envolve-nos com tudo ao nosso redor. Não há vidro, não há metal, não há interior climatizado que nos contenha a liberdade e o tempo. Em movimento exploramos tudo, uma estrada, uma montanha, uma cidade, tudo o que nos chega e tem para nos oferecer. Os nossos sentidos são seduzidos a cada pedalada. Ao rodar os pedais para a frente levamos uma bofetada de estímulos sensoriais que alimentam o nosso corpo. É maravilhosa a sensação do vento na pele e no cabelo. A música que ouvimos, esse coro de risos e vozes, o medley sonoro da natureza misturado com ruídos da cidade, uma doce canção que nos fica na cabeça por muito tempo. O furor dos aromas que nos invade as narinas, não apenas o perfume das flores mas também a maresia, do pão que está a ser cozido, da chuva fresca no asfalto quente. Maravilhosos os contornos do horizonte, um padrão definido no céu, o fogo do pôr-do-sol, os pontos turísticos da cidade que especialmente se ama, as expressões nos rostos das pessoas, um qualquer pormenor que nos prenda a atenção. Às vezes o ar é pesado, às vezes é mais húmido, um quente e frio que nos faz arrepiar caminho. Não precisas de ser mais rápido, apenas sentir-te vivo, decidir e optar seguir no nosso próprio ritmo. E tudo isto cria motivação e imaginação, um dos mais simples e agradáveis actos que é a alegria de pedalar a nossa bicicleta.

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voto na matéria

E agora, numa matéria completamente diferente, trago aqui à baila a importância do voto. Numa amena cavaqueira com colegas de trabalho debateu-se o ter de “ir deitar o voto”. Pelos vistos, se por vezes eu me pareça utópico, acabei por me achar um crente (fia-te na virgem e não corras). Senão vejamos, numa assembleia à volta do cafézinho contei três abstenções e um voto, o meu! Não entendo porque algumas pessoas são abstencionistas militantes! Dizem que gostariam de mudar o rumo das coisas e no entanto estão-se nas tintas e não fazem o mais pequeno esforço para que isso aconteça, mesmo que estas eleições sejam para as europeias, o mesmo que dizer para nada! Mas que diabos, devemos aproveitar o nosso direito e não simplesmente esperar uma intervenção divina ou algo parecido que decida o nosso futuro… Ok, eu não sou crente.

Exercer o nosso direito cívico é algo mais importante do que parece. Não é apenas acordar num domingo solarengo e ter de se deslocar a um local onde certamente nunca fomos, ou até já, mas que não tirará mais do que uns minutinhos do nosso precioso tempo. Votar é escolher alguém que vai, ou pelo menos deveria, representar os nossos interesses e expectativas futuras. Bem sei como é complicado confiar a nossa vida em alguém, ainda mais se já os conhecemos de ginjeira e que insistem em nos tentar enganar cativar com as mesmas promessas. Também sabemos que boa parte dos candidatos neste ramo de actividade está mais interessada nas políticas pessoais do que na maioria que os quer ver pelas costas. Por mais que a gente olhe para a direita ou para a esquerda é cada vez mais difícil acreditar neles. Não pretendo promover aqui nenhuma candidatura, e muito menos promover a minha, procuro apenas lembrar que no próximo domingo teremos uma palavra a dizer, e agora que a voltamos a ter deveremos dizê-la à boca das urnas com uma cruzinha, ou até nenhuma, que riscaremos no papelucho. O povo não pode passar a vida a reclamar e depois, na hora certa, não comparecer para “deitar” o seu voto. Vá, ide lá, votem, e logo se livram desse aborrecimento todo. E já agora, ide na vossa bicicleta.

vote

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can’t miss [96] cicloficinaoriente.wordpress

Eficiência energética do ciclista urbano e o seu custo por km

“Segundo os dados obtidos através do metabolismo do ser humano, um ciclista com cerca de 70kg, a uma velocidade de 16km/h, tem um consumo calórico de 220 calorias por cada meia hora. Feitas as contas, um ciclista com este perfil tem um consumo energético de aproximadamente 28 Calorias por km (“Caloria”, a unidade mais popular, com C maiúsuculo refere-se na realidade a quilocaloria).

Considerando os níveis calóricos de alguns alimentos é possível estabelecer consumos, e os respeitovs preços por km, para alguns dos petiscos mais conhecidos dos portugueses e dos brasileiros.”
…
Um automóvel com consumo de 6 ltr/100km, com a gasolina a custar 1,6€/litro tem um custo aproximado de 10 cêntimos por km, igual ao custo por km da aguardente ou do bolo de arroz para um ciclista.”… (continua a ler e confere a tabela aqui)

finórioEntão, seguindo a tabela e fazendo as contas por alto, assumindo que um fino, um copo de cerveja de 25cl, custe 1€ e a cada paragem numa esplanada para reabastecer ingiro cerca de 130 calorias, por fino tenho combustível para cerca de 5 km de pedalada, o que me fica a +/- 20cts. por km! Finório? 😀 Sim, porque ao fim desses 5 km eu não “fico na reserva” e tenho ainda muita energia para queimar em pedaladas.

…
“Como alguém dizia, o automóvel consome dinheiro e provoca-te gordura, a bicicleta consome gordura e poupa-te dinheiro.”

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fotocycle [131] tásse!…

de um lado, em Gaia a ameaçar chuva… tásse em Gaia …e do outro, no Porto sob um belo sol! 😎 tásse no Porto

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