can’t miss [104] biclanoporto.org

Matosinhos quer mais bicicletas – intervenção séria ou mero marketing e cosmética ?

mapa cicloviário proposto Matosinhos Continuar a ler

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fotocycle [140] a ponte é uma paragem (obrigatória)

a ponte é uma paragem

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fotocycle [139] underground biking

under Via 8under Via 8

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ciclofilia [116] andar en bicicleta

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ao sabor do Marés

Marés VivasO Marés Vivas começou ontem e dura até à madrugada de Sábado, nos palcos montados junto à praia do Cabedelo em Gaia e, é claro,  a bicicleta leva-nos mesmo à porta. 🙂

Marés Vivas

 

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fotocycle [138] a ponte é uma miragem

a ponte é uma miragem

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northroad…

… numa espécie de #fotocycle e #passe a publicidade, mais uma novidade no Porto.

NorthRoad 3

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@letour: Le courageux @tiagomachado / The brave @tiagomachado #TDF

Tiago MachadoAtingida que está metade do Tour 2014, depois de muitas quedas e consequentes desistências, primeiro de um dos habituais vencedores de etapas como Cavendish e o mesmo com os dois maiores candidatos à vitória neste Tour, primeiro com Froome a abandonar à terceira queda e ontem, no dia da Bastilha, um dos tenebrosas dias do Tour arrumar com Contador, eis o relato da tormentosa aventura heróica de Tiago Machado (ler aqui), terceiro colocado na geral à partida para a 10ª etapa, e após uma terrível queda corajosamente tratou as feridas, resistiu ao carro-vassoura e mesmo que bastante atrasado cortou a meta em La Plache des Belles Filles. Os vencedores são feitos da mesma fibra. Bravo Tiago.

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can’t miss [103] p3.publico.pt

A Sexta de Bicicleta de Luísa Magalhães

Luisa Magalhaes
“Anda de bicicleta desde miúda mas começou a usá-la como meio de transporte para ir trabalhar há pouco tempo. A engenheira Ana Magalhães aconselha a prática a todos

O que tens a dizer a quem diz que andar de bicicleta na sua cidade é impossível?

A minha cidade é o Porto, mas já vivo em Lisboa há dez anos e estas aventuras de andar de bicicleta na cidade começaram em Lisboa. Acho que com calma e estudando bem os percursos, sabendo quais os transportes públicos que se podem utilizar, é fácil de andar de bicicleta em qualquer cidade. Andar de bicicleta é a melhor forma de conhecermos as cidades. Dá-nos uma maior percepção e visão daquilo que nos rodeia, podemos apreciar pequenas coisas… a paisagem, as pessoas os cheiros, etc. Custa é começar, depois é um vício…”

(lê este magnífico testemunho aqui)

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uma bicicleta é uma bicicleta

Leio no pedais.pt: “UE impede redução de IVA nas bicicletas”! Acorrentando-se em caducos argumentos de ordem burocrático/legislativa da UE, a Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde acrescenta fundamentações no mínimo estranhas, para não dizer ridículas, para rejeitar a proposta de redução do IVA na aquisição de bicicletas como forma de incentivar as pessoas ao recurso a um transporte sustentável e não poluente.

“Tendo em conta a impossibilidade de ser introduzida uma taxa reduzida de IVA para a comercialização de bicicletas, devido às limitações introduzidas pelo direito da União Europeia, qualquer intervenção direta nacional nesta matéria terá que se operar através de uma alteração introduzida em sede da tributação do rendimento”, lê-se no texto.

Leio também que, “outra dificuldade que aquele organismo levanta para aplicação de eventuais benefícios fiscais para quem compre um velocípede é a necessidade de distinguir se a bicicleta se destina ao uso diário como meio de transporte ou para praticar desporto ou passear, já que nesse segundo caso são “menos intensas as vantagens ambientais gerais”.!!!”

Meus senhores, uma bicicleta é uma bicicleta, e pronto. Um velocípede é um veículo de duas (ou mais) rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio utilizador através de pedais. Um veículo zero emissões, considerado o meio de transporte mais utilizado no mundo. Acho que estes considerandos são mais que suficientes para que se alivie a carga fiscal sobre as bicicletas, quaisquer que seja a finalidade a que se destina a utilização da coisa.

gOrka

gOrka, a minha bicla”desportiva moderna” que me transporta para onde eu bem quero: para o trabalho, para a minha casa, casa paterna, casa da sogra, casa da aldeia…

Eu, que sempre gosto de aliar o útil ao agradável, mesmo que equipado de roupa desportiva, confortável e adequada à prática do ciclismo, no caso usar uma das minhas bicicletas de estrada como meio de transporte rápido, seria obrigado a exclui-las porque supostamente são desportivas e como tal não são de uso diário ou como meio de transporte?! Ou no caso de ter uma pasteleira guardada na garagem não a poderia utilizar para passear ou praticar desporto?! Não faz sentido. A bicicleta não é um veículo a motor, pesado de mercadorias ou máquina agrícola. Não tem cavalos potência, tara, ou cilindrada. Pura e simplesmente a bicicleta deveria ser isenta de qualquer tributação e ponto final.

de Cósmica para o trabalho

Cósmica, a minha bicla “desportiva vintage” que me transporta para onde eu bem quero: para o trabalho, para casa, às compras… para todo o lado!

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