parabéns Rafa


Carpe Diem Baby…

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fotocycle [143] offshore! offroad! ofcourse…

offroad

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can’t miss [106] andancasmedievais.blogspot.pt

E viva a bicicleta!

Jardim do Cálem, Foz do Douro, Porto

Jardim do Cálem, Foz do Douro, Porto

“O paulofski, do blogue na bicicleta, deixou, neste meu post, estas interessantes informações sobre a situação dos ciclistas em Portugal, com destaque para o Grande Porto. São boas notícias e a opinião do paulofski coincide com a minha, por isso, aqui deixo o comentário (quase) na íntegra. A fotografia que ilustra este texto também é dele.”…

(lê aqui o comentário que deixei no blogue da Cristina)

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Oh Captain, my Captain!

Robin Williams  Photo: Arnaldo Magnani/ Getty Images

Robin Williams
Photo: Arnaldo Magnani/ Getty Images

2011 – published in http://nypost.com/2011/04/20/nypds-game-of-cops-robin/

“Two star-struck cops who are big fans of Robin Williams spotted their beloved comedian illegally biking on a sidewalk and gave him a free pass — instead of a $100 ticket.

America’s most famous cyclist after Lance Armstrong appeared on “The View” on WABC/Channel 7 yesterday and talked about street justice, celebrity-style.

He said he was riding toward a bike path in Manhattan when “all of a sudden, ‘WHOOP! WHOOP!’ ”

Then he said he heard a cop on a bullhorn order: “PULL OVER!”

“I wasn’t dressed, like, in bike clothing . . . I had a single-speed track bike, and I had on a bal aclava, which basically makes me look like a terrorist or a crack dealer,” he admitted.

But, he insisted, “No one else — no one — was on the sidewalk.

“Then all of a sudden, they’re going, ‘Can we see some ID?’ I had a wallet, luckily.”

“They say, ‘Hey, Mr. Williams, how are you?’ And, ‘Mork!’ ”

Williams, who made his mark playing the alien Mork from Ork in the 1970s sitcom “Mork & Mindy,” said the cops told him: “There’s a new law. Look, we won’t give you a ticket this time.”

New York has had a law against biking on the sidewalk for many years. Cyclists who do so without hitting a pedestrian can be fined up to a C-note. It they do hit a walker, they’re on the hook for up to $300 and their bicycles can be impounded.

The above-the-law actor — now starring on Broadway as the Tiger in “Bengal Tiger at the Baghdad Zoo” — was not goodwill hunting.

He showed no sympathy for “View” co-host Elisabeth Hasselbeck, who told him, “I got hit by a bike on a sidewalk.”

“Well it’s the law because of you,” Williams, 59, barked back.

Williams is a bike nut who owns some 60 of them, according to BikeRadar.com.

New York has been cracking down on bikers who flout the law by zooming through red lights, going the wrong way down one-way streets and endangering pedestrians on sidewalks.

Cops were “unfair” to exempt Williams because of his celebrity, said Robert Fader, a Long Island lawyer who represents injured cyclists.

“Strictly speaking, the cops have the right to give these tickets out,” he said. “It’s a rulebook-slowdown kind of thing, where they’re following the letter of the law.”

Police declined comment.”

rest in peace my friend

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fotocycle [142] ontem no Escondidinho do Barredo…

… enquanto felizes bicitripeiros comiam iscas e arregalavam as vistas, dona Cremilde ia guardando as biscas!

dona Cremilde

 

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can’t miss [105] pedais.pt

Porque a lei deve proteger os ciclistas

João Pimentel Ferreira, o noivo

artigo de opinião de João Pimentel Ferreira

 

“Na semana que passou, surgiu a público uma notícia da Lusa, difundida por vários jornais, em que era referido que várias associações de ciclistas pretendiam que os seguros de veículos a motor pagassem as custas de um eventual sinistro, mesmo no caso em que os culpados pelo sinistro fossem ciclistas. Após falar com um dos visados, confirmou-se o que era expectável, que na realidade tratou-se de mau jornalismo, pois a jornalista confessou que discordava da medida, tendo deixado essa mesma opinião latente na forma como apresentou a notícia, completamente descontextualizada e com frases soltas dos intervenientes.

Habito na Holanda há cerca de um ano, país onde se aplica esse princípio desde os anos 1990. O princípio denomina-se Princípio da Responsabilidade Objetiva (Strict Liability). Basicamente é colocar em prática um princípio geral do direito, que se aplica por exemplo na legislação laboral ou num pleito onde estão em causa os interesses de crianças; que é o princípio da defesa do mais fraco e desprotegido. Era assim, aliás, que funcionava no início da era automóvel nos anos 1920 até aos anos 1940. Por essa altura em caso de atropelamentos de peões a culpa era sempre imputada ao condutor do veículo a motor, por ser este que detinha um chassi de metal, em confronto direto com alguém que se apresentava de “carne e osso”. Todavia, introduziram-se uma série de regras para os peões nos diversos códigos da estrada, que faz com que, presentemente, em caso de atropelamento grave de uma criança ou de um adulto, são estes últimos muitas vezes os responsáveis pela reparação dos estragos nos veículos.

Há um caso que muito me chocou particularmente, que se tratou de uma menina de três anos que foi mortalmente atropelada em 2012, na berma da estrada nacional 224, que liga Vale de Cambra a Arouca. Naquela zona, sem passeio e com menos de um metro de berma, a menina estaria a passear junto à estrada, enquanto a avó guardava uma embalagem num saco das compras por um segundo. A criança foi colhida por um carro que não terá respeitado o limite de 50 quilómetros por hora, e projetada cerca de vinte metros. A responsabilidade pela morte da menina ficou imputada à avó de 82 anos, que foi acusada de homicídio por negligência, por não lhe ter segurado bem na mão, mesmo considerando que o automobilista não foi prudente, pois tinha segundos antes avistado a menina irrequieta a brincar junto à estrada, não tendo abrandado a velocidade.

Na Holanda, que tem em prática o Princípio da Responsabilidade Objetiva, em caso de embate entre um veículo motorizado e um utilizador vulnerável, a parte motorizada (ou o seu seguro) tem sempre pelo menos 50% das responsabilidades no sinistro, à exceção do caso de ser menor e ficar provado que o fez propositadamente, caso em que são os pais responsabilizados. A expressão “ter culpa” em caso de sinistro entre um veículo a motor e um utilizador vulnerável é, na maioria dos casos, errónea e simplista, pois parte do princípio redutor que a parte “culposa” não cumpriu uma das regras estabelecidas no Código da Estrada, ignorando completamente a vulnerabilidade, a prudência e o risco para a integridade física de cada uma das partes.

Não é preciso dar exemplos teóricos, pois tenho um exemplo prático. No caso anteriormente referido, ficou provado que o condutor não foi prudente, ao avistar a menina de três anos a brincar junto à estrada, e que o mesmo não abrandou a velocidade quando se aproximou da criança. Pela aplicação restrita das regras do Código da Estrada foi a menina a “culpada”, pois foi atropelada na estrada, local próprio para carros e não para peões; mas, à luz do Princípio da Responsabilidade Objetiva, considerando que um menor é inimputável, e que é muito mais vulnerável que um veículo de uma tonelada a 50km/h cujo condutor não foi prudente, seria o seguro da parte motorizada quem pagaria as custas hospitalares da menina, caso tivesse sobrevivido.

Colocar no mesmo patamar de responsabilidade à luz das regras do Código da Estrada uma criança ou um idoso, com um veículo motorizado, em caso de atropelamento, é além de injusto, muito atroz. O que as associações de ciclistas na realidade pretendem é a introdução desse Princípio da Responsabilidade Objetiva de forma mais clara e explícita na legislação Portuguesa. Esta forma de proceder vai aliás de encontro à aplicação da Diretiva 2009/103/CE do Parlamento Europeu e do Conselho: “Os danos pessoais e materiais sofridos por peões, ciclistas e outros utilizadores não motorizados das estradas, que constituem habitualmente a parte mais vulnerável num acidente, deverão ser cobertos pelo seguro obrigatório do veículo envolvido no acidente caso tenham direito a indemnização de acordo com o direito civil nacional” e do próprio dever de prudência já consagrado no atual Código da Estrada.”

artigo publicado em pedais.pt

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fotocycle [141] agosto é fixe

…não se passa nada!

bike to work em agosto

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histórias que a Volta dá

Antigas glórias do ciclismo estiveram em Fafe equipados a rigor

Lau e velhas glórias do ciclismo nacional“Antigas glórias do ciclismo nacional reuniram-se em Fafe momentos antes do arranque da 76ª Volta a Portugal Liberty Seguros. Foram cerca de 50 antigos corredores que se apresentaram na zona da partida exibindo equipamentos e bicicletas de outros tempos numa iniciativa impolsionada por Marino Fonseca, corredor entre 1980 e 1992….

…“Tudo começou num grupo do Facebook com ex-ciclistas. Pensei numa maneira de nos juntarmos e achei que a Volta a Portugal seria um pretexto excelente”, explicou Marino Fonseca. Para o antigo corredor nos últimos anos tem havido um afastamento das “velhas glórias” do ciclismo nacional. “Esta é uma maneira de trazer ex-corredores, alguns deles vencedores da Volta, ao ciclismo e à prova rainha desta modalidade”.”

(Ler artigo em: fafedesporto.blogspot.pt)


Tiago Machado, de dono da pior bicicleta do pelotão a herói na Volta a França

Tiago Machado“Agora que compete lado a lado com os melhores do Mundo, Tiago Machado revelou que quando se depara com uma qualquer adversidade, como a violenta queda no Tour2104, pensa nos “sacrifícios” que os pais passaram para fazer dele ciclista e é aí que encontra alento e coragem para seguir em frente.

“Não ia deitar a toalha ao chão assim do nada”, referiu o corredor da alemã NetApp-Endura, admitindo que aquela foi “uma queda feia” mas sublinhando que o que sofreu para continuar em prova não é comparável aos “sacrifícios” que os pais passaram para ele “chegar a ciclista”.

À margem de uma homenagem na Câmara de Famalicão, concelho de onde é natural, Tiago Machado contou que, na sua prova de estreia, em Vila do Conde, só compareceu na linha de partida cinco minutos antes da hora marcada.

“Estava um pouco envergonhado, porque sabia que tinha a pior bicicleta do pelotão. Na altura, tinha 13 anos, uma idade crítica”, assumiu e recordou que a prova não correu pelo melhor, tendo chegado “um pouco atrasado” em relação aos da frente, mas não desistiu.”…

(ler artigo em: diariodigital.sapo.pt)

Recordista de vitórias na Volta a Portugal assume o papel de «motorista» dos convidados

David Blanco“David Blanco, o recordista de vitórias na Volta a Portugal, vestiu esta quinta-feira pela primeira vez o papel de «guia» de convidados e chegou à conclusão de que, se na bicicleta acabava com dores nas pernas, agora elas passaram para as costas.

«Foi engraçado. Vim a falar com o meu convidado e a etapa passou muito rápido. Só que, de bicicleta doíam-me as pernas, e agora doem-me as costas de ir no carro tantas horas», descreveu à agência Lusa.

Um ano depois de ter visitado a Volta a Portugal, que venceu em 2012 pela quinta e última vez antes de se retirar do ciclismo, como cronista de um jornal desportivo, o galego assume agora, divertido, o novo desafio.”…

 (Ler artigo em: lux.iol.pt)

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de bicicleta para um carrinho de bebé…

… num piscar d’olhos!

* aliás, é um triciclo, mas isso agora não interessa nada!

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porque pedalo?

fisheye
O que motiva o ser humano a fazer certas coisas não poderá ser enumerado ou psicologicamente quantificado… pelo menos no rigoroso sentido crítico que abarque todas as motivações. Todo mundo é diferente e por isso abomino os estereótipos. São os ciclistas urbanos indisciplinados? Eu sou um ciclista. Eu gosto de bicicletas e ainda não tenho uma ideia firme do porquê. Talvez esteja no meu sangue, uma espécie de herança. Parece que já nasci assim, com uma vontade incontrolável de sair na estrada e experimentar a aragem amena de um dia quente. Talvez seja por teimosia enfrentar a chuva e seguir de bicicleta para o trabalho. Talvez seja uma predisposição genética apreciar o gosto do suor. Talvez tenha uma compulsão psicológica para me fazer transportar e evitar gastar dinheiro em gasolina. Talvez seja maluco! Quem sabe? Tudo o que posso dizer é que não dependo do carro para chegar aonde quero ir.  Também gosto de conduzir em estrada livre, acelerar a fundo, curvar e derrapar mas, em consciência isso torna-me um egoísta. Conduzir na cidade torna-me tenso e stressado. Parado no trânsito sinto a necessidade de murmurar coisas horríveis, perco a calma e o controlo das minhas acções. Por mera arrogância ou quando algo não vai ao jeito de quem vê o tempo passar, vejo imensos disparates ao volante. Baseado na minha experiência, dentro de um carro, a minha linha de pensamento é que todos os outros automobilistas são patetas. Então, eu já não me importo de estereotipar os automobilistas. Deveria, ou não deveria?!

a húmidade faz a força
Talvez seja por isso, e não é para mim surpreendente, permanecem este tipo de “discórdias”. Antes mesmo de começar o meu discurso retórico, tenho de indagar que critérios se usam para se achar que determinada pessoa é ou não ciclista. Será que é porque essa pessoa dá as primeiras pedaladas em parques, ciclovias ou passeios? Será que é porque ele gosta de andar numa bicicleta de estrada, vestindo um kit ajustado e aerodinâmico? Será porque gosta de se aventurar no todo-o-terreno? Ou será que é simplesmente do tipo de pessoa que opta por se deslocar de bicicleta, assim quando uma criança utiliza sua primeira bicicleta para ir e voltar da escola, com a devida permissão dos seus pais? Qual é afinal a classificação de um ciclista? Isso certamente não pode ser dito assim ao de leve, nem seria francamente exigente que cada pessoa que anda de bicicleta não o possa fazer livremente, mas um ciclista é aquele que pedala.

#1 Farol de Alfanzina
Na verdade, a bicicleta antecedeu o automóvel. Antes de se ter inventado o motor a combustão fóssil e muitos anos antes dos carros se tornarem suficientemente acessíveis ao consumidor médio, a bicicleta era largamente utilizada para o transporte e até para o desporto. Antes mesmo de qualquer um de nós estar habilitado à condução automóvel certamente aprendeu a andar de bicicleta desde muito pequeno, pedalou nos passeios, passou vermelhos e fez tropelias em duas rodas. Qualquer um que assuma a bicicleta como ela é, um velocípede, estará a fazer muito mais do que outra pessoa que, na sua permanente dependência, dirige um carro para o trabalho, poluindo o ar, ocupando espaço, deixando o seu corpo e cabeça definhar. É um carro a menos. Optar por dar às bicicletas e aos seus utilizadores mais direitos, permissões e proibições rodoviárias iguais aos carros, vem simplesmente trazer alguma justiça e evolução. Não estou a dizer que as bicicletas têm o direito absoluto à estrada. O que estou a dizer é, partilhar é cuidar. Percebendo que todos são diferentes, que haja quem simplesmente opte por utilizar meios alternativos de locomoção, há ainda um longo caminho a percorrer pela coexistência, pela partilha do espaço urbano e rodoviário, contra a intolerância, pelo desenvolvimento sustentável do nosso país.

route222-108.143

Artigos importantes sobre semelhante temática:

http://cicloficinaoriente.wordpress.com/2012/12/27/os-utilizadores-de-bicicleta-sao-moralmente-incumpridores/

http://ocorvo.pt/2014/07/28/sao-os-ciclistas-urbanos-indisciplinados/

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