andante ou parante, diz o reclamante!

Desde que optei pela bicicleta nas minhas deslocações para o emprego, durante este ano entrei nos veículos do Metro basicamente para ir assistir aos jogos do meu FêCêPê no Estádio do Dragão e pouco mais. Deixei portantos de ser um regular Andante para ser mais um “Pedalante” e, desde Junho com o final da excelente época futebolística até ao recente jogo da Champions, terei feito uma meia dúzia de viagens. Ora muito bem, como utilizador do serviço, contribuinte de certo modo para ajudar a aliviar o buraco da empresa e também pra não levar com uma multa das pesadas, pré-carrego os cartõezinhos azuis do Metro (sou coleccionador, pelos vistos!). A estação de Ramalde, de onde inicio as minhas viagens, tem duas MVA’s (máquinas de venda automatica), uma em cada cais e para cada sentido. Pois precisamente a maquineta nº 01512, que está no cais em direcção ao Dragão, encontra-se em blackout desde a época passada, futebolisticamente falando, off course, e ao que parece assim está já lá vão mais de três meses. Nem tuge nem muge, isto no ecrã porque no resto parece estar operacional (pede no rectangulozinho verde que se escolha o título – já vi até quem conhecesse a operação de cor e salteado, sem ver patavina no ecrã, ter desenrascado terceiros). Assim, quem precisar de pré comprar viagens e não ser um perito na arte da adivinhação só lhe resta ter que “dar um salto” à máquina do outro lado, levando a que algumas pessoas, num mero acto de preguiça, arrisquem a sua integridade física atravessando as linhas e saltando muros de meio metro (por onde andam os seguranças, pergunto? Ah… as restrições orçamentais!). Ora numa conversa circunstancial ali no local, uma senhora assegurou-me ter já feito uma exposição  à empresa sobre a situação negra em que se encontra o terminal. Da empresa obteve resposta com a justificação da presente situação com a onda de  vandalismo. Infelizmente é verdade que tenham ocorrido vários assaltos às máquinas mas não é certo que o mesmo se tenha passado com esta, pois, aparentemente, apenas terá uma avaria. De qualquer forma era mais que tempo este problema técnico estar resolvido, evitando que os utentes percam tempo e paciência e passem por dificuldades apenas para cumprir com o pagamento do serviço de forma simples e segura.

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cães e bicicletas [2]

Por alguma razão, alguns cães nunca se deram lá muito bem com as bicicletas e têm a tendência para perseguir afoitos ciclistas. Talvez seja para sacudir as pulgas, como aventou um amigo, ou por ser a bicicleta algo ameaçadora para eles, o facto é que às vezes cães e bicicletas não combinam. Posso dizer até ter já alguma experiência em escapar aos pulguentos quando pedalo as minhas bicicletas, mas nem sempre com sucesso. Houve até um gangue que me emboscava sempre na mesma estrada, lá para os lados da Praia de Valadares. Assim que me pressentiam no faro ladravam-me e exibiam ameaçadores caninos, apenas me restando antecipar uma vigorosa pedalada na esperança de os ver ficar para trás, felizes talvez por mostrarem a sua audácia em enxotar o inimigo. E por incrível que pareça o pior dos três rafeiros era o mais pequeno! Bem, o ideal, na verdade o mais seguro, ao avistar-se um peludo à solta o melhor será abrandar a pedalada, parar e até desmontar da bicicleta, pois eles assim já não se mostram tão corajosos, ladram um pouquinho e vão embora, provavelmente a rosnar algo do género: “Olha, este não quer brincar!”. Mas desde aquele quase fatídico final de tarde, em que primeiro tive um encontro imediato com o lombo de um animal, e depois o impacto com os duros paralelos, que ao avistar um cão atravessar-se nas minhas pedaladas até as pernas me tremem. Como em muitas ruas, passeios, ciclovias, e caminhos xacobeos por entre milheirais (descobri-o recentemente à má fila de um boxer nervoso), muitas áreas urbanas são compartilhadas por pessoas que dão trela aos seus bobis. Caso os donos sejam responsáveis não correrei o risco de um cão solto se intrometer no meu caminho, e caso isso suceda eu terei todo o direito de resmungar com o irracional que o deixou fugir. No entanto, temos sempre de contar com muitos cães vadios e abandonados que proliferam nas nossas cidades que se aventuram contra nós. Nas estradas, isso acontece com alguma frequência, sendo uma boa estratégia a adoptar, para nos defendermos, ter sempre à mão o bidon com água para lhes refrescar os ânimos com uma esguichadela inofensiva no focinho. É certinho que a fera renuncia imediatamente os seus intentos caninos.

Ora, por estes dias, voltei a dar de caras com uma velha conhecida da Ribeira, a cadela Sheila. Está mais velha e pachorrenta, já não afugenta com o mesmo vigor quem ousa pedalar à frente do seu nariz. Ganhei-lhe respeito na tarde em que ela se abeirou de mim com um olhar pouco amistoso. Eu pedalava devagar e iniciava a subida do Cais da Ribeira para a ponte Luis I. Ao perceber os seus intentos o mais sensato seria apear-me, mas eis que a impetuosidade falou mais alto e segui em frente, acelerando o mais que pude, mas ocorreu o trivial. Ela em correria desenfreada na minha direcção e eu a pedalar na esperança de lhe escapar, só que surgiu a inesperada necessidade de travar a marcha e assim ofereci-lhe de mão beijada a oportunidade de me abocanhar a rechonchuda barriga da perna. Só não fiquei com uma mordida gravada na pele porque a bicha estava açaimada, mas que ela a saboreou disso não fiquei com a menor dúvida. Percebo que os cães agem por instinto, em autodefesa, mais ou menos legítima, só não entendo porque razão são largados soltos na via pública a atentar contra terceiros. Tenho uma teoria que poderá explicar os cães odiarem as bicicletas: Cá para mim o que os move são os ciúmes, porque em todo o caso a bicicleta rivaliza com eles na qualidade de melhor amiga do homem.

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passe a publicidade [4] Cicli Maestro Milano

Ciclimaestro.com is the website where users can easily create their city bike through an elegant and intuitive interface.
In a market made of serial products, all looking like each other, Cicli Maestro is the alternative for those who love essential design and are looking for a customizable, hand-made in Italy, high-quality bicycle that looks like no one else.
With Cicli Maestro, you can choose among 3 frame sizes in 6 colours, 2 models of saddles in 9 colours and 2 different materials, 6 colours of rims and tyres, 3 of chains, 3 different types of handlebars: all in all, almost half-a-million combinations for a truly bespoke result.
Craftsman ability, creativity and an innovative and flexible business model are at the epicenter of Maestro’s manifesto: to believe that unique and authentic products can still be supplied at a reasonable price, to fulfil the desire of all those who don’t want to look like everybody else and value creativity, style and quality.
Starting from a steel hand-brazed frame, featuring a classic track geometry, Maestro bicycles can be personalized piece by piece. Based on customers’ indications, the expert hands of Maestro craftsmen build their bike component by component and deliver it home in 15 working days.

As férias foram óptimas mas acabaram-se. Devagarinho, serão retomadas as pedaladas diárias aqui e em outros pasquins das bicicletas.

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passe a publicidade [3] The Commuter by Levi’s

The Commuter: Form, Function, Cicling

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remembering

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a summer bike pride


Para mim estes dias são dias de férias e saio por aí a pedalar. A bicicleta é o meu veículo ideal. Duas rodas que me transportam pelo Verão e riscam o solo, numa sucessão de símbolos até ao eterno. Assim passo estes dias, vento nos cabelos, corpo e mente descontraídos a comandar a máquina. Andar de bicicleta é um instante, sempre um instante. Numa recta, depois de uma curva, recordo aquele dia no qual fui capaz de pela primeira vez manter o equilíbrio em duas rodas. Aos poucos, deixo de prestar atenção nas rodas, na chuva, na estrada e surge a paisagem, acompanhada de outros ciclistas. A palavra orla, por si, estimula o passeio de bicicleta, e os companheiros de pedalada a velocidade. Há muito que buscava este tempo livre das manhãs. A bicicleta é uma brincadeira de crianças que dura muito tempo. A bicicleta confere uma autonomia, um mundo quase sempre solitário, a menos que a descendência me siga na sua bicla nova. Por estes dias apenas me desloco com prazer, no espaço e no tempo. É assim mesmo que me sinto e sigo em frente, um gajo estável até prova em contrário.

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ciclofilia [7] a summer bike ride

Ao melhor estilo cycle chic, a miúda dá forma à expressão:  “Pernas, para que te quero”. Para além do óbvio, há mais dois pontos de interesse na cena: o ângulo de ataque aerodinâmico do corpo a bolinar e o refrescante molha-pés.

Não tem nada a ver, ou até terá, de qualquer forma decidi juntar a este pequeno filme motivador o link de um blogue inspirador.

 “só é preciso de uma bicicleta e uma estrada para ter o mundo aos pés”

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passe a publicidade [2] Kilowatt Bikes

Kilowatt bikes combine the revolutionary electric assist motor technology of BionX with advanced materials and progressive designs. Our bikes are stylish, sustainable alternative transportation that fit seamlessly into a healthy lifestyle. They’re for commuters, cruisers, anyone who wants to ride longer with less effort. Easier to pedal than typical bikes, more convenient than any powered vehicle, Kilowatt combines both to make cycling the transportation choice for everyone.

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passe a publicidade [1] Plusbike

Plusbike es una distribuidora de bicicletas y accesorios de nuevas tendencias, para nosotros la bicicleta es el medio de transporte ideal, ecológico, práctico, saludable, seguro y divertido, cumple todos los requisitos para hacer el día a día en la ciudad o en el campo mucho más agradable.

Plusbike acerca la bicicleta a las personas, encontrarás todo lo que necesitas para el uso de tu vehículo favorito, tanto en las tiendas, plusbike.eu como en nuestras páginas de Redes Sociales.

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ciclofilia [6] Give A Bike: 50 State Tour

Adam e Christy Coppola, são um divertido casal com uma paixão extraordinária pelo ar livre, pela aventura, e que procuram ajudar comunidades carentes que não são tão afortunados. Estes ciclistas recém-casados decidiram suspender as suas carreiras e dedicar todo 2011 a empreender uma viagem auto-sustentada de bicicleta pelos 50 estados norte-americanos, numa missão de beneficência: “Spreading Health and Happiness through the gift of a bike”.

“Estamos a pedalar na esperança de disseminar a compreensão sobre o impacto que uma bicicleta pode ter para uma família em África, uma criança em situação de risco nos EUA, ou um veterano do exército com deficiência física. Estamos a recolher doações para o World Bicycle Relief e Achilles Internationals Freedom Team of Wounded Vets. Queremos passar a palavra a tantas pessoas quanto possível para criar um impacto maior.”

GIVE A BIKE 50 State Tour is a mission to support two Charities by biking through then contiguous 48 states and then in AK and HI. We are biking to give hand-cycles to wounded veterans … We are biking to give simple sturdy bikes to people in developing countries through. Thank you for supporting our mission!

Até agora … 44 estados, mais de 9.600 milhas pedalados e mais de 20.500 dólares arrecadados. Os vídeos são imperdíveis. Keep on riding, keep on dancing!

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