cães e bicicletas [1]

Ontem no Jardim do Cálem, Foz do Douro, Porto

Rosna o maior para o mais pequeno: “Aposto um osso em como ele não chega lá com a língua de fora” !

Publicado em fotografia | Etiquetas , , , , | Deixe um comentário

Roll on Oregon… em Portland, claro está.

Oregon is inventing better. And as usual, America is watching — enviously.

Roll on, future city.

Presented by the Bicycle Transportation Alliance

Publicado em motivação | Etiquetas , , , , | Deixe um comentário

por uma cidade colorida

Ontem mais uma vez experimentei a eficiência e a praticabilidade proporcionadas pela bicicleta no momento de estar presente no local combinado (Rotunda da Boavista) e à hora marcada (chovia a potes) com a esposa (no excuses!), mas essa eficiência e praticabilidade encontraram um entrave justamente na porta da loja: onde deixar a Etielbina? São esses momentos que damos conta o quanto é chato não encontrar um local para estacionar a bicicleta, pois a maioria dos lugares não existe um “bicicletário” ou quando existe, a exemplo do wheel bender plantado junto ao Piolho, proliferam motas de vários tamanhos e cilindradas. A alternativa é recorrer a um poste de iluminação, um mupi de publicidade, semáforos ou até mesmo de sinalização, se bem que alguns podem ser retirados à força bruta e bye bye bicla. Outro dia encontrei num site, cujo endereço e nome não me recordo, esta solução elegante:

um bicicletário móvel, bem original, enquadrado num canteiro de plantas e flores. A imagem é sugestiva e até para os proprietários de locais públicos, sobretudo cafés e bares com ou sem esplanadas, ou então lojas empresariais de comunicação móvel, bastando para tal plantar a flor da sua cor!

Publicado em divulgação | Etiquetas , | Deixe um comentário

festas de S. Bartolomeu

Ciclopratulha a cortar o trânsito na Avenida do Brasil, Porto

As tradicionais Festas de S. Bartolomeu voltaram ontem a animar o jardim do Passeio Alegre, na Foz do Douro. A romaria é um dos acontecimentos de cariz popular e cultural mais importantes da cidade do Porto, que integra Feira de Artesanato numa jornada de entretenimento, de convívio, em que se destaca o tradicional cortejo de papel de S. Bartolomeu, na senda do que sucedeu em anos anteriores.

Ontem de manhã, desde a Avenida do Brasil até à zona do Fluvial, o passeio fez-se alegre, de bicicleta, livre de carros, repleto de gente e de cor.

Publicado em outras coisas | Etiquetas , | Deixe um comentário

ciclofilia [5] Encontro Alternativo 2010

Quem lá foi que conte como foi.

http://www.movimentoalternativo.com

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , | Deixe um comentário

me apunto a moverme en bici

Campanha da DGT de nuestros hermanos promocionando o uso preferencial da bicicleta como meio de transporte urbano. Fijate bien…

 

Publicado em motivação | Etiquetas , , | Deixe um comentário

grandes explanações ao segundo pequeno almoço do dia


Entre uma dentada no queque de nozes e um gole no galão, a agradável cavaqueira desenrolou-se ao ritmo de uma pedalada domingueira. Ir para o trabalho de bicicleta era o tema de conversa com duas colegas de olhos esbugalhados e torradas secas a arrefecer nos dedos. Confessaram-me terem bicicletas na garagem, nas quais raramente dão umas pedaladas ao fim-de-semana, mas que usam o popó para entrar e sair do Porto todos os dias. Fui lhes explicando o melhor que pude que usar a bicicleta para as minhas deslocações foi uma superação e esse é um desejo contido para muitos que dão umas pedaladas esporádicas mas que não o fazem diariamente, basicamente por dois motivos:

#1 – Falta de arrojo para utilizar a bicicleta em actividade laboral mesmo com a possibilidade de comutar com outros transportes públicos.

# 2 – Falta de local apropriado para arrumar a bicicleta e se limpar/mudar depois da excursão “ciclistólaboral”.

Estes factores, aliados à falta de infra-estruturas da cidade para se locomover (poucas ciclovias, nenhumas ciclofaixas e subidas a mais), tornam para elas esta prática inviável.

Para não ter que perder aproximadamente 45 minutos de manhã e à tarde, para me oferecer mobilidade e praticabilidade todo o dia, resolvi utilizar a bicicleta nas deslocações urbanas e não só. Expliquei-lhes que procuro ir devagar, tentando não fazer esforço e nem chegar a transpirar, tarefa fácil, uma vez que o percurso é practicamente plano, com a vantagem de estar ao ar livre, aproveitando toda a brisa da manhã. E no final do dia, aproveito ao máximo a possibilidade de voltar a casa e liberto o stress por outros caminhos bem mais tranquilos. Ainda assim todo o trajecto pode ser feito num quarto de hora ou até menos! Ao sair a pedalar do prédio alguns vizinhos não deixam de comentar como acham interessante esta minha opção. Esses comentários tornam-se ainda mais eloquentes quando eu paro no parque da instituição e me perguntam admiradas, porque chamo a atenção ao passar por elas tão ágil, driblando os seus carros parados no semáforo, se o trânsito não me assusta!? Prudência é sempre bom, mas como não estou a disputar nenhuma corrida na realidade não assusta até porque normalmente chego mais depressa do que se viesse de carro.

Na instituição onde trabalhámos temos o privilégio de sanar o problema numero 2, porque temos onde prender a bicla, num poste, grade ou similar, e ainda local para retocar os cabelos. A auto-resistência de pedalar até ao trabalho é muitas vezes um entrave psicológico pois em ambos os casos poderiam fazê-lo, sem esforço e sem chegar a transpirar em bica, bastando para tal que utilizassem também, em cada caso, o comboio ou o metro.

Passada a estranheza, garanti-lhes que o pequeno-almoço saberia melhor sem restrições e, as delas, constantes preocupações de excesso de peso.

Publicado em motivação | Etiquetas , , , | Deixe um comentário

roteiros a pedal [2] a Ribeira…

… fervilha de gente que emborca fluidos debaixo da brisa fresca de Verão a acomodar o estio. Sorrisos e poses para máquinas fotográficas que passam de mão em mão. Os ares do rio douram as pedras e ecoam sons que ressoam nas arcadas. Há um certo misticismo na ambiência pouco lavada e cuidada das lages das labirínticas e estreitas ruas. Tudo parece um sonho em que ninguém te conhece mas alguém pode ousar meter conversa contigo. Podemos navegar no Douro nos seus muitos barcos de recreio e apreciar as suas margens repletas de turistas, de cor, de artistas, de movimento. Podemos passear a pé, admirando o casario colorido de roupas estendidas ao vento que assiste indiferente a tudo o que se passa. Podemos apreciar as várias bancas e lojas de artesanato abertas ao público com muitas peças artísticas de interesse. Podemos até descansar à sombra e degustar uma típica francesinha e um fino esperto numa das muitas esplanadas do cais. Saborear um cimbalino bem tirado e deliciar a vista acompanhado dum cálice de Porto. Sentir a história desta bela cidade tendo sempre a noção que ali algo de mágico pode acontecer.

E qual a melhor forma de lá chegar? A pedalar.

Publicado em roteiros a pedal | Etiquetas , , , | Deixe um comentário

“com pouco esforço, o Porto podia ser mais amigo dos ciclistas”

bicicletada à moda do Porto

No Porto24 destaque para um artigo tripartido entre ilustres tripeiros utilizadores da bicicleta que procuram demonstrar por palavras o quanto a cidade imbicta é uma cidade adequada ao uso da bicicleta.

Com pouco esforço, o Porto podia ser mais amigo dos ciclistas
 
Com “investimentos reduzidos” seria possível transformar o Porto e as cidades limítrofes em zonas bastante mais “cicláveis”, através da criação de zonas de aparcamento e caixas para bicicletas nos semáforos, por exemplo, defende o ciclista Miguel Barbot, envolvido no lançamento de um grupo de trabalho para sensibilizar os poderes públicos.
 
“Estou a falar de investimentos de baixo custo: sinais a avisar os automobilistas de que andam ciclistas na cidade, zonas de aparcamento, caixas para as bicicletas pararem nos semáforos… uma série de coisas que melhorariam a ciclabilidade da cidade”, descreve.
Para sensibilizar os poderes públicos, o consultor de 35 anos resolveu cruzar os vários percursos usados pela comunidade de ciclistas urbanos da zona do Porto para perceber quais as áreas de “maior pressão”.
 
A zona da Avenida Fabril do Norte e a dos “Produtos Estrela”, na Senhora da Hora, e a zona industrial do Porto são alguns dos eixos que têm “muita gente a andar de bicicleta” e que, sendo zonas planas, “podem ser trabalhadas com investimentos reduzidos”.
Miguel Barbot foi colocando os vários percursos no blogue Um pé no Porto e outro no pedal e a comunidade já lhes deu outro destino. “Estamos a criar um grupo de trabalho que está a estudar a criação de um mapa com percursos cicláveis, indicação das zonas de aparcamento, de oficinas, do tipo de piso existente em determinada zona, etc.”, revela.
 
A cidade é “amiga” dos ciclistas
 
O consultor alerta que o Porto é uma cidade “amiga” das bicicletas e que até o clima ajuda.
 
“Tirando as subidas de ligação da cota do rio à cota superior, quase não há grandes declives. E no Porto temos um clima quase ideal. Não chove assim tanto, não faz muito calor e também não há períodos de frio intenso”, observa, garantindo que no último inverno apenas trocou a bicicleta pelo autocarro “durante 3 dias”.
 
Sérgio Moura, arquitecto de 35 anos, autor do projecto Ciclistas Urbanos, considera que não há desculpas para não andar neste veículo no Porto, embora a cidade precise de “alguns corredores para bicicletas nas vias de maior velocidade e tráfego e mais estacionamento dedicado”.
 
“Muitas pessoas tentam justificar a sua preguiça criticando a cidade pela sua falta de ciclovias ou declives excessivos, mas acho que até é simpática para pedalar. Setenta por cento da cidade é quase plana, e com bicicletas com mudanças é simples vencer as zonas com mais declives. Muitas pessoas associam a bicicleta a desporto, mas para a usar como forma de transporte devemos fazê-lo de forma a minimizar o esforço e tornar o percurso o mais suave possível”.
 
Também  Paulo Almeida, funcionário público de 45 anos, (aqui o je), considera que “o Porto é das melhores cidades para o uso da bicicleta”, porque “embora tenha uma topografia complicada, se houver um bom planeamento dos percursos certamente que se encontrará um bom compromisso entre a distância e os declives”.
 
Quanto às condições da cidade, considera que “poucas” das ciclovias existentes “são realmente funcionais” e as “restantes apenas servem para segregar o ciclista”.
 
A “grande revolução” que melhoraria a vida aos ciclistas seria “uma eficaz actualização e adaptação do Código da Estrada à utilização das bicicletas”.
Publicado em bicicultura | Etiquetas , , , | Deixe um comentário

ciclofilia [4] Tweed Ride 2011

São Paulo

Victória

trrrriiiiiinnnnnn… trrrriiiiiinnnnnn…

Publicado em ciclofilia | Etiquetas , , , | 1 Comentário