passe a publicidade [1] Plusbike

Plusbike es una distribuidora de bicicletas y accesorios de nuevas tendencias, para nosotros la bicicleta es el medio de transporte ideal, ecológico, práctico, saludable, seguro y divertido, cumple todos los requisitos para hacer el día a día en la ciudad o en el campo mucho más agradable.

Plusbike acerca la bicicleta a las personas, encontrarás todo lo que necesitas para el uso de tu vehículo favorito, tanto en las tiendas, plusbike.eu como en nuestras páginas de Redes Sociales.

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ciclofilia [6] Give A Bike: 50 State Tour

Adam e Christy Coppola, são um divertido casal com uma paixão extraordinária pelo ar livre, pela aventura, e que procuram ajudar comunidades carentes que não são tão afortunados. Estes ciclistas recém-casados decidiram suspender as suas carreiras e dedicar todo 2011 a empreender uma viagem auto-sustentada de bicicleta pelos 50 estados norte-americanos, numa missão de beneficência: “Spreading Health and Happiness through the gift of a bike”.

“Estamos a pedalar na esperança de disseminar a compreensão sobre o impacto que uma bicicleta pode ter para uma família em África, uma criança em situação de risco nos EUA, ou um veterano do exército com deficiência física. Estamos a recolher doações para o World Bicycle Relief e Achilles Internationals Freedom Team of Wounded Vets. Queremos passar a palavra a tantas pessoas quanto possível para criar um impacto maior.”

GIVE A BIKE 50 State Tour is a mission to support two Charities by biking through then contiguous 48 states and then in AK and HI. We are biking to give hand-cycles to wounded veterans … We are biking to give simple sturdy bikes to people in developing countries through. Thank you for supporting our mission!

Até agora … 44 estados, mais de 9.600 milhas pedalados e mais de 20.500 dólares arrecadados. Os vídeos são imperdíveis. Keep on riding, keep on dancing!

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cães e bicicletas [1]

Ontem no Jardim do Cálem, Foz do Douro, Porto

Rosna o maior para o mais pequeno: “Aposto um osso em como ele não chega lá com a língua de fora” !

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Roll on Oregon… em Portland, claro está.

Oregon is inventing better. And as usual, America is watching — enviously.

Roll on, future city.

Presented by the Bicycle Transportation Alliance

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por uma cidade colorida

Ontem mais uma vez experimentei a eficiência e a praticabilidade proporcionadas pela bicicleta no momento de estar presente no local combinado (Rotunda da Boavista) e à hora marcada (chovia a potes) com a esposa (no excuses!), mas essa eficiência e praticabilidade encontraram um entrave justamente na porta da loja: onde deixar a Etielbina? São esses momentos que damos conta o quanto é chato não encontrar um local para estacionar a bicicleta, pois a maioria dos lugares não existe um “bicicletário” ou quando existe, a exemplo do wheel bender plantado junto ao Piolho, proliferam motas de vários tamanhos e cilindradas. A alternativa é recorrer a um poste de iluminação, um mupi de publicidade, semáforos ou até mesmo de sinalização, se bem que alguns podem ser retirados à força bruta e bye bye bicla. Outro dia encontrei num site, cujo endereço e nome não me recordo, esta solução elegante:

um bicicletário móvel, bem original, enquadrado num canteiro de plantas e flores. A imagem é sugestiva e até para os proprietários de locais públicos, sobretudo cafés e bares com ou sem esplanadas, ou então lojas empresariais de comunicação móvel, bastando para tal plantar a flor da sua cor!

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festas de S. Bartolomeu

Ciclopratulha a cortar o trânsito na Avenida do Brasil, Porto

As tradicionais Festas de S. Bartolomeu voltaram ontem a animar o jardim do Passeio Alegre, na Foz do Douro. A romaria é um dos acontecimentos de cariz popular e cultural mais importantes da cidade do Porto, que integra Feira de Artesanato numa jornada de entretenimento, de convívio, em que se destaca o tradicional cortejo de papel de S. Bartolomeu, na senda do que sucedeu em anos anteriores.

Ontem de manhã, desde a Avenida do Brasil até à zona do Fluvial, o passeio fez-se alegre, de bicicleta, livre de carros, repleto de gente e de cor.

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ciclofilia [5] Encontro Alternativo 2010

Quem lá foi que conte como foi.

http://www.movimentoalternativo.com

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me apunto a moverme en bici

Campanha da DGT de nuestros hermanos promocionando o uso preferencial da bicicleta como meio de transporte urbano. Fijate bien…

 

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grandes explanações ao segundo pequeno almoço do dia


Entre uma dentada no queque de nozes e um gole no galão, a agradável cavaqueira desenrolou-se ao ritmo de uma pedalada domingueira. Ir para o trabalho de bicicleta era o tema de conversa com duas colegas de olhos esbugalhados e torradas secas a arrefecer nos dedos. Confessaram-me terem bicicletas na garagem, nas quais raramente dão umas pedaladas ao fim-de-semana, mas que usam o popó para entrar e sair do Porto todos os dias. Fui lhes explicando o melhor que pude que usar a bicicleta para as minhas deslocações foi uma superação e esse é um desejo contido para muitos que dão umas pedaladas esporádicas mas que não o fazem diariamente, basicamente por dois motivos:

#1 – Falta de arrojo para utilizar a bicicleta em actividade laboral mesmo com a possibilidade de comutar com outros transportes públicos.

# 2 – Falta de local apropriado para arrumar a bicicleta e se limpar/mudar depois da excursão “ciclistólaboral”.

Estes factores, aliados à falta de infra-estruturas da cidade para se locomover (poucas ciclovias, nenhumas ciclofaixas e subidas a mais), tornam para elas esta prática inviável.

Para não ter que perder aproximadamente 45 minutos de manhã e à tarde, para me oferecer mobilidade e praticabilidade todo o dia, resolvi utilizar a bicicleta nas deslocações urbanas e não só. Expliquei-lhes que procuro ir devagar, tentando não fazer esforço e nem chegar a transpirar, tarefa fácil, uma vez que o percurso é practicamente plano, com a vantagem de estar ao ar livre, aproveitando toda a brisa da manhã. E no final do dia, aproveito ao máximo a possibilidade de voltar a casa e liberto o stress por outros caminhos bem mais tranquilos. Ainda assim todo o trajecto pode ser feito num quarto de hora ou até menos! Ao sair a pedalar do prédio alguns vizinhos não deixam de comentar como acham interessante esta minha opção. Esses comentários tornam-se ainda mais eloquentes quando eu paro no parque da instituição e me perguntam admiradas, porque chamo a atenção ao passar por elas tão ágil, driblando os seus carros parados no semáforo, se o trânsito não me assusta!? Prudência é sempre bom, mas como não estou a disputar nenhuma corrida na realidade não assusta até porque normalmente chego mais depressa do que se viesse de carro.

Na instituição onde trabalhámos temos o privilégio de sanar o problema numero 2, porque temos onde prender a bicla, num poste, grade ou similar, e ainda local para retocar os cabelos. A auto-resistência de pedalar até ao trabalho é muitas vezes um entrave psicológico pois em ambos os casos poderiam fazê-lo, sem esforço e sem chegar a transpirar em bica, bastando para tal que utilizassem também, em cada caso, o comboio ou o metro.

Passada a estranheza, garanti-lhes que o pequeno-almoço saberia melhor sem restrições e, as delas, constantes preocupações de excesso de peso.

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roteiros a pedal [2] a Ribeira…

… fervilha de gente que emborca fluidos debaixo da brisa fresca de Verão a acomodar o estio. Sorrisos e poses para máquinas fotográficas que passam de mão em mão. Os ares do rio douram as pedras e ecoam sons que ressoam nas arcadas. Há um certo misticismo na ambiência pouco lavada e cuidada das lages das labirínticas e estreitas ruas. Tudo parece um sonho em que ninguém te conhece mas alguém pode ousar meter conversa contigo. Podemos navegar no Douro nos seus muitos barcos de recreio e apreciar as suas margens repletas de turistas, de cor, de artistas, de movimento. Podemos passear a pé, admirando o casario colorido de roupas estendidas ao vento que assiste indiferente a tudo o que se passa. Podemos apreciar as várias bancas e lojas de artesanato abertas ao público com muitas peças artísticas de interesse. Podemos até descansar à sombra e degustar uma típica francesinha e um fino esperto numa das muitas esplanadas do cais. Saborear um cimbalino bem tirado e deliciar a vista acompanhado dum cálice de Porto. Sentir a história desta bela cidade tendo sempre a noção que ali algo de mágico pode acontecer.

E qual a melhor forma de lá chegar? A pedalar.

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