até porque não está assim tão pesada!

Estacionada nas escada da Rua de São João Novo, Praça da Ribeira.

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ciclofilia [12] gotas de lluvia sobre mi bicicleta

A todos y todas las ciclistas de Valencia (e arredores) que demuestran que también se puede pedalear bajo la lluvia.

By Valencia Cycle Chic

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com uma perna atrás da outra

cheio de speed na Rua da Constituição

O melhor da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O maravilhoso é viver cada momento como se fosse agora.
Claro que a vida prega partidas.
É natural que, por vezes, a perna falha, o pneu fura, chove demais.
Mas… pensa, tem graça viver sem dar uma gargalhada pelo menos uma vez ao dia?
Faz sentido ficar de mau humor durante o dia todo só por causa de uma discussão no trânsito?

Ontem à tarde apanhei o sr. Mário (ufa que o homem tem pedalada)

“O Mário de Almeida Santos, ganhou a vida a conduzir carros, mas é a bicicleta que a salva um bocadinho todos os dias.”

“– Ou ando de canadianas, ou ando de bicicleta. Não tenho outra hipótese.”

Convido-vos a brindar a este vigoroso testemunho na Adega do ciclista.

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apanhada, algemada, detida

Ontem à tarde na Praça Parada Leitão,

… era ver automobilistas que aproveitando a falta de meco, para deixar entrar os eléctricos, assim que topavam os moinas davam meia volta com o escape entre as rodas. Na boa meia hora que estive na esplanada do Piolho eles permaneceram ali. Chegou o 22, depois o 18, os eléctricos foram dar as suas voltas e eles ali, à espera do quê não cheguei a perceber!

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passe a publicidade [6] Cargo bikers make you look better

O pessoal da empresa de mensageiros em pedal MISSATGERIA A PINYÓ fez este vídeo bué de fixe só para mostrar a reacção das pessoas quando vêem uma bicicleta de carga que passa.

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peões vs ciclistas (a rodopiar)


Li recentemente que um estudo revelou que cerca de 1000 peões são feridos por bicicletas por ano no Estado de Nova York (algo como dois terços só na Big Apple). Comprovou o estudo que essas mil pessoas ficaram feridas o suficiente para recorrerem a um hospital para tratamentos. Por outro lado, dificilmente encontraram o registo de dados de acidentes mortais envolvendo peões e bicicletas, já que ao passo, no mesmo período, constataram que mais de 300 peões morreram em consequência de ferimentos provocados por atropelamentos com veículos automóveis.

O que esses números não identificaram foi quem foi (é) o maior culpado desses acidentes. Há por aí tanta malta que caminha descontraída distraída, a pensar na morte da bezerra, que nem que se apercebe onde põe o pézinho. Peões que primeiro descem dos passeios e só depois olham para o tráfego (quando olham!) ou a sair de entre carros estacionados. Eu já perdi a conta ao número de vezes que, quando pedalo numa ciclovia e em ruas pedonais (Cedofeita, por exemplo), tenho de me desviar de totós de cabeça no ar, a conversar ou a enviar mensagens ao telemóvel, de outros que correm com fones ouvindo música e de crianças que fazem reviravoltas súbitas à minha frente. Nem preciso recordar o que estes alienados comportamentos podem causar à integridade física de um ciclista e eu já fui vítima de quedas, felizmente sem grandes lesões para além dos calafrios. Mas há também comportamentos de alguns ciclistas que me fazem passar dos carretos, sobretudo os cromos das bmx, com atitudes irresponsáveis em situações onde não só se colocam eles próprios em sério risco como arriscam o coiro alheio ao circular em zigue-zague por ruas pedonais, nos passeios e a descer escadas em velocidade extrema.

ciclovia de Gaia

Cabe àqueles que pedalam uma boa dose de senso, andar defensivamente e prestar atenção a tudo o que os rodeia para que a sua capacidade de manobra seja mais eficaz, podendo travar ou então circundar o pateta que se atravessou à sua frente e assim evitar o acidente. Menor velocidade significa menor probabilidade de uma colisão fatal.

As pessoas deveriam entender que as ciclovias são vias onde há uma forte possibilidade de encontrar uma bicicleta a rodar. Quem pedala receia ir bater com os ossos no cimento e salvaguardando-se toma precauções redobradas quando circula por entre bandos de gente desorientada. Lembrem-se que não é fácil superar as leis da física. Se estamos a compartilhar os passeios, trilhas, estradas, ruas ou ciclovias, há “maneiras de ir”, que, se bem respeitadas as regras, são destinadas a nos manter a todos seguros.


Os condutores de automóveis deveriam perceber que quanto mais bicicletas menos carros e menos congestionamento. Respeitar as regras não é assim tão complicado. Com um comportamento mais consciente, mantendo os olhos na estrada, conduzindo devagar, gastam menos combustível e ainda chegam onde vão ao mesmo tempo. Não se esqueçam que somos todos passageiros, compartilhamos o mesmo espaço, apenas tentando chegar onde precisamos estar.

O melhor que qualquer um pode tentar fazer é ser responsável pelas suas próprias acções e, se possível, um pouco mais complacente com as distracções dos outros. Todos nós devemos compreender que todas as pessoas, dirigindo, pedalando ou caminhando são passíveis de cometer erros. Alguns são precipitados, mas isso não significa que sejamos todos imprudentes.

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um país a pedalar

Depois de depenicar do Chop Suey, servido na Adega do Velho Lau, sirvo-me agora deste grande (no sentido de enorme) “Pato de Pequim” de Rui Boavida, publicado na Revista Macau em 2007. Para aperitivo, os Queen com umas tapas espanholas à moda de Pequim.

“En bici puedo ser una más, una entre mil trescientos millones…
Y con ellos pedaleo, pedaleo, pedaleo” (Esperanza Calvo
)

A bicicleta já não é o único ícone de um país que se moderniza. Apesar da transformação, as duas rodas continuam a ser o transporte por excelência na República Popular da China e em circulação existem ainda cerca de 500 milhões de bicicletas

Há coisas que nunca se esquecem e pedalar uma bicicleta é uma delas. Com o desenvolvimento económico da China, o número de carros nas cidades tem vindo a aumentar, mas a bicicleta continua a dominar as avenidas e estradas da China.Em português chamavam-lhe “pasteleiras”. Diz-se que o nome vinha de serem bicicletas lentas e pesadas. Mas, na China, a dificuldade de pedalar uma pasteleira era também a mestria de conduzir as duas rodas mais famosas do país – a Flying Pigeon. Originárias da cidade costeira de Tianjin, as primeiras datam do ano de 1950 e hoje só muito raramente se encontra um exemplar original.
“Já não temos para venda”, diz o empregado numa loja de Pequim.
“Só os mais velhos é que ainda pedalam essas bicicletas antigas”, continua o rapaz que vende os mais recentes modelos da marca Giant. Entre a oferta do que há na loja, destacam-se as cores vivas e alguns dos exemplares mais recentes de bicicletas com rodas mais pequenas. “O peso e o design tornaram-se condições essenciais na escolha”, explica o vendedor. O desenvolvimento dos últimos anos tem vindo a modificar a aparência de Pequim que se caracterizava pelos bairros antigos chamados de hutangs. Mas se as novas construções de arranha-céus são agora o que mais salta à vista, é ainda nos hutangs que existem que se encontra o espírito daquela que foi a capital imperial desde o século XV. E para entrar nestes cantos escondidos da cidade nada melhor que as duas rodas. De ruas planas, a capital chinesa ainda acorda todos os dias com os primeiros ciclistas a pedalar em direcção aos seus trabalhos. Ao amanhecer são as bicicletas que definem o trânsito na cidade. E entre os novos modelos, as velhas “pasteleiras” e as bicicletas com atrelados, as ruas simétricas preenchem-se ao som dos pedais.

Uma questão de personalidade  

As bicicletas têm as suas almas e vida. A frase vem no livro de Wang Wenluan com o título “Uma Vida com as Bicicletas”. Num trabalho fotográfico de vários anos, Wang Wenluan retrata bicicletas de todo o mundo, embora inspirado pelo seu país Natal – a China. A recordar desde o dia em que pela primeira vez conseguiu o equilíbrio num selim até ao dia em que comprou a primeira Flying Pigeon, o fotógrafo fala por imagens do mundo das duas rodas com a célebre mensagem uma vez que consegues pedalar nunca mais te esqueces”. E é esta também a ideia que continua a inspirar milhões de pessoas por todo o país, onde muitos dizem que já se nasce a pedalar. Wang Wenluan expôs o seu trabalho em várias galerias por todo o país. A vida das bicicletas faz parte da vida da China e, pela naturalidade de ser um objecto presente na casa de todas as famílias, há quem nem esteja consciente da sua importância. Até ao dia em que faz falta. Relembra a infância e conta que no dia em que toda a Nação prestava homenagem ao Presidente Mao que tinha falecido, se esqueceu de colocar o cadeado na bicicleta que a mãe lhe tinha emprestado. O roubo da bicicleta custou-lhe um peso na consciência durante muito tempo ao ver a mãe acordar duas horas mais cedo para ir trabalhar. Pequenas histórias da memória de alguém que de tanto olhar o mesmo meio de transporte, decidiu eternizá-lo em fotografia. Entre todos que as utilizam para levar os jornais, garrafões de água, ou até mobiliário atrelado, entre muitas outras coisas, há uma história de vida. Da bicicleta e da pessoa.

Na capital, as esquinas das ruas mais antigas continuam a ser os melhores locais para encontrar quem conserte bicicletas. Rodas furadas, correntes que saltam ou se partem ou, simplesmente selins fora do lugar, enchem os cantinhos improvisados de loja onde, nos intervalos do trabalho, os mecânicos se sentam a jogar mahjong com os vizinhos. Sem segredos aparentes, as duas rodas ocupam a vida destes senhores que raramente se conheceram a fazer outra coisa. Contam-se histórias entre o passado e o futuro das duas rodas.
“Para nós isto não é uma forma de exercício, mas um meio de transporte”, afirma um velho senhor sentado ao lado da banca do amigo mecânico.
Ninguém pensa que a cultura das bicicletas se vai perder na China, mas a comodidade de um carro começa a convencer muitos que optam pelas quatro rodas. A opinião é geral, “é mais conveniente”. Porém, ao mesmo tempo que o conforto do carro já é possível para uma grande parte das famílias de classe média em Pequim, o problema do estacionamento cresce paralelamente. Onde antes existiam ciclovias alinham-se hoje viaturas vigiadas pelos seguranças da rua. E, à semelhança de muitas capitais modernas, começa a haver mais carros que espaço, com o preço do estacionamento a aumentar. Para quem ainda segue a pedalar, o aumento do trânsito em Pequim torna as curvas mais perigosas e apertadas. No entanto, a cidade continua a estar imaginada para a maioria que são as bicicletas. Mesmo com a velocidade cada vez mais acelerada da vida moderna, nas horas de ponta os carros passam horas no pára-arranca, enquanto que, ao lado, aparentemente devagarinho, as bicicletas ultrapassam todos. Oficialmente há hoje três milhões de carros em Pequim. Não estando tão contabilizadas, ninguém adianta números certos sobre as duas rodas. Por um lado, porque não exigem registo ou matrícula e, por outro, porque são parte da herança histórica da capital quando a maior parte dos carros que circulavam eram apenas táxis ou os carros do governo. Crê-se que em todo o pais circulem hoje 500 milhões de bicicletas, o que representa quase metade da população do país. Mas o trânsito problemático em cidades como Pequim deve-se aos carros.
…

Actualmente, por dia, há 1000 carros novos a entrar no trânsito da capital. Para os mais jovens, a comodidade do carro não se pode comparar ao esforço dos mais velhos que pedalam dezenas de quilómetros por dia. Entre a nova geração com poder de compra, há igualmente uma consciência ecológica sobre a vantagem de pedalar. Para muitos, recuperar a bicicleta enquanto meio de transporte mais do que manter um ícone cultural pode ser uma forma de melhorar o ambiente da cidade.

Um legado maoista

Nostálgicos de uma China que não conheceram, muitos estrangeiros optam por comprar bicicletas antigas a que chamam “bicicletas do tempo do Presidente MaoTse-tung”. Mas a expressão não convence ninguém em chinês. “As bicicletas daquela época eram as Flying Pigeon e hoje quase ninguém tem”, diz um comerciante que aluga bicicletas ao dia. O tema puxa sempre mais gente à conversa que falam das histórias das duas rodas na sua vida. “Era muito importante quando conseguíamos ter uma bicicleta porque era a melhor forma de transporte e a mais barata”. A fábrica da Flying Pigeon em TIanjin continua a apostar na marca que eternizou, mas porque as pasteleiras já não são o que o mercado procura, o grupo económico optou por modelos modernos. Como um nome de referência no mercado, as iniciais FP (de Flying Pigeon) continuam a valer por si só e a exportação já chega a 50 países diferentes.
…

Há coisas que nunca se esquecem

A primeira campanha chegou no ano passado (n.d.r. 2006). Uma associação promoveu uma semana para comemorar as bicicletas na capital. Acompanhada pela exposição de Wang Wenluan, a actividade desenvolvia-se na rua. Mais do que sensibilizar, pretendia alertar para a importância das duas rodas na vida moderna. Para os velhos mecânicos, a cultura do carro pode desenvolver-se paralelamente sem ameaçar as bicicletas. Porém, para os ciclistas, os carros são o maior perigo. Tendo em vista a segurança de quem pedala, estabeleceu-se em Pequim que a bicicleta tem prioridade no trânsito. No espaço onde se alugam bicicletas ao dia, o comerciante conta histórias enquanto enche urna roda. “As bicicletas hoje já não são moda e Pequim tornou -se muito grande para pedalar. Claro que o carro no Inverno é muito mais fácil de conduzir”. Ao falarmos do trânsito e da poluição preocupante, “é normal que assim aconteça”.

A China descreve-se em bicicletas? O silêncio de um pensamento. “Sim, talvez seja o que mais se vê na rua”, nota, enquanto olha a avenida em frente da sua loja. A pedalar desde há décadas, os chineses seguem ainda hoje ao ritmo dos pedais que acordam a cidade. Capazes de levar a família toda – pai, mãe e filho – em duas rodas, para quem sempre se conheceu a pedalar, o exercício físico fica reservado para outras actividades como, por exemplo, a patinagem ou tai-chi. Os ginásios pagos não apostam muito nas bicicletas ergométricas que não saem do lugar. “A maior parte não gosta de pedalar se não for em movimento”. An Xiao sublinha que é uma questão de praticar, mas prefere ir para as montanhas com a bicicleta de corrida feita por si. O primeiro dia, a primeira bicicleta ou a primeira queda, parecem ser registos de toda a gente que ainda escolhe as duas rodas na China. Há coisas que nunca se esquecem. A modernidade e o desenvolvimento não ameaçam a existência do meio de transporte, considerado como o mais característico do país. “As cidades foram imaginadas para pedalar, mas muitos querem escolher uma forma mais fácil de mover-se” sustenta An xiao.Com mudanças ou eléctricas, as bicicletas de Pequim moderno redefiniram-se. Ao recordar as velhas pasteleiras, há quem diga “aquelas eram mais bicicletas”. Mas os tempos são outros e mudaram-se as vontades. Só que apesar da aparência diferente, as duas rodas continuam a ser a melhor forma de sentir e conhecer a China. Um país a pedalar.

Rui Boavida

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what´s the news!

As famílias portuguesas gastam, em média, 1843 euros por ano em energia, dos quais mais de metade é consumido no carro particular, conclui um estudo da ADENE – Agência para a Energia, divulgado há dias.

Segundo o inquérito realizado pela ADENE sobre o consumo de energia no sector doméstico, a despesa global com energia por alojamento em Portugal, incluindo os transportes, é de 1843 euros por ano, sendo que o estudo refere que “o transporte individual é agora responsável por mais de metade do consumo energético (50,6%) e da despesa total com energia (54,4%) nos alojamentos”.

No fundo, segundo o inquérito realizado entre Outubro de 2009 e Setembro de 2010, o carro representa hoje “um gasto energético médio de 1002 euros por ano, acima dos 840 euros gastos com o consumo na casa”.

O inquérito, que resulta da colaboração entre a Direcção Geral de Energia e Geologia e o Instituto Nacional de Estatística com o co-financiamento da Comissão Europeia, revela que, pela primeira vez, o consumo de energia e a respectiva despesa com os veículos para transporte individual é superior ao consumo de energia dos alojamentos.

Daqui

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se não as consegues vencer…

Cada vez mais em voga, a industria automóvel expõe bicicletas revolucionárias ao lado dos seus popós, competindo com esbeltas e sensuais modelos. Ponham-se a pau meninas…

No Salão Automóvel de Frankfurt do mês passado foi a vez da Ford  “acrescentar um surpreendente complemento à sua gama, uma E-Bike”. A construtora reclama para si o desenvolvimento de “um conceito deslumbrante que combina tecnologia de ponta com sensores provenientes do mundo da Fórmula 1 com componentes topo-de-gama para bicicletas”.

“O mercado de E-Bike está a crescer muito, muito rapidamente, com cerca de 30 milhões de unidades vendidas globalmente no ano passado”, afirmou Axel Wilke, Director da Ford Europa. “Nós vemos as E-Bikes como um elemento importante da mobilidade eléctrica urbana. Mais e mais pessoas estão a utilizar as E-Bikes para deslocações de curta distância e estão a tornar-se confortáveis com o conceito de mobilidade eléctrica”.

Prontos. Então, se quisermos um conceito inovador em que não tenhamos de suar as estopinhas nos declives, a industria automóvel “trabalha” para nós no desenvolvimento tecnológico, vende-nos os seus automóveis e depois faz o favor de nos compensar com soluções brilhantes.

“Com o seu design moderno, apelo a ambos os sexos, qualidade de construção robusta e um conjunto de componentes de alta performance, acreditamos que a Ford E-Bike Concept será o complemento perfeito para as soluções de mobilidade que vamos oferecer”, acrescentou Wilke.

Qualquer bina a pilhas com motor não me parece que seja muito ecológica. Mais ecológica seria mesmo uma bicicleta tradicional, mas se tivermos em conta que muita gente não trocaria um carro por uma bicicleta tradicional poderíamos considerar que pelo menos alguns concordariam optar por esta solução. No entanto, a Ford defrauda expectativas quando diz “não planear produzir a E-Bike, mas que vai continuar a estudar o conceito, juntamente com outras soluções de mobilidade para o futuro”! E eu que estava quase quase a convencer-me que num futuro a muito longo prazo poderia, para além das do pace-maker, acumular energia nas baterias ! Voltem a dar o lugar às meninas, ó faxabôre!

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um Domingo habitual

apressados pró arroz de marisco, eu e o Rafa a zarpar no Flor do Gás

Só quem faz sabe qual é a sensação maravilhosa de acordar cedo, numa manhã de domingo, calibrar os pneus da bicicleta e dar ao pedal ao encontro das distâncias. Acreditem, é um prazer sentir o ar puro e fresco que se respira antes das emanações poluentes dos automóveis. Escutar aquele silêncio que só as manhãs de domingo têm. Abrir os olhos para o efeito luminoso de um dia que promete vir a ser prefeito. A bicicleta não é só o pretexto conveniente para proporcionar saúde e bem-estar físico, mas é sobretudo uma verdadeira paixão que tem o poder de uma máquina do tempo, a magia de nos fazer transportar num curto espaço de tempo para lugares conhecidos, outros desconhecidos, que se descortinam para lá de uma curva, para além de uma montanha, ao desafio único de conquistar o mundo com o próprio suor.

E depois do habitual fomos saudar um Domingo diferente, numa pedalada entre pai e filho, e rumar para lá do rio só parando à mesa para a arrozada de marisco da avó.

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